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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Torcida colorada cria o #carnavaldoroth

Fala Galera

A trocida do Internacional está furiosa com o técnico Celso Roth. E com razão, pois o cara está armando o bom time do Inter muito na retranca, com muitos zagueiros e principalmente volantes.

A torcida colorada raivosa criou o Carnaval do Roth (#carnavaldoroth) no Twitter, onde usuários inventam uma música ou uma marchinha para o técnico. Algumas estão bem criativas. Confira:



Carvalho, eu nao me engano, com mais um volante a gente leva esse ano! #carnavaldoroth


Olha a escalação do Celso Roth, será que ele é, será que ele é….retranqueiro #carnavaldoroth

“Se você pensa q volante é meia, volante não é meia não… o meia joga lá pra frente, volante só no retrancão…” #CarnavalDoRoth

“Bota zagueirinho bota meu amor/Que hoje é zero a zero e não vou fazer gol!” #CarnavalDoRoth

“O volante do Ro Ro ñ sobe mais! O volante do Ro Ro ñ sobe mais! apesar dele ter muita força, o volante ficou lá atrás!” #CarnavalDoRoth

Oh fecha as alas, que vou retrancar; Oh fecha as alas, que vou retrancar. Eu sou teimoso, não posso negar…#CarnavalDoRoth

Estava à toa no banco, o meu goleiro falhou / Pra ver a bola passar mostrando a zaga de horror. #CarnavaldoRoth


Saudações,
Michel Macedo

domingo, 12 de dezembro de 2010

Copa do Brasil com cheiro de Libertadores...

Fala Galera

A edição 2010 da Copa do Brasil promete ser imperdível! Parece até Libertadores.
Basta ver dois dos clubes participantes: Penãrol (AM) e River Plate (SE).

Estes serão meros coadjuvantes....rsrsrrs

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 23 de outubro de 2010

A força do Estado de São Paulo na Libertadores

Fala Galera

Mais uma brincadeirinha que saiu na Internet.
Sempre zombam o Corínthians...



Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

G3, G4, Libertadores e Sulamericana - Lambanças...

Fala Galera

Dirigente de futebol parece ter um prazer todo especial em complicar tudo. Exemplo gritante dessa "qualidade" dos cartolas pode ser constatado no imenso "imbroglio" causado pela (acertada) decisão de dar uma vaga na Libertadores do ano seguinte ao campeão da Conmebol.


Desde o início, a idéia era que o país do time que conquistasse a antiga Mercosul perderia uma das vagas de seu torneio nacional. Era justo e simples de entender. Sabe-se lá o porquê, de repente, tudo mudou. A vaga da Sul-Americana seria tomada da nação que conquistasse a Libertadores - ou seja, em vez de um prêmio, punição para o futebol que se sagrasse o melhor do continente.

Quando ninguém mais esperava a reversão do absurdo, eis que, a pedido da CBF, a Conmebol volta atrás e reestabelece a idéia original. Perde uma vaga o país que ganhá-la na Sul-Americana. Ok. Mas ainda há um porém: esta competição, este ano, acaba depois do Brasileirão. Ou seja, o time que chegar em quarto lugar (ou mesmo em sexto, se o Santos e o Inter estiverem à sua frente) ainda corre o sério risco de fazer festa, soltar fogos etc e, dias depois, ficar fora da principal competição das Américas, caso um brasileiro vença a Sul-Americana.

Situação ainda mais curiosa pode acontecer se, por exemplo, o Palmeiras for o clube a conquistar, através do Brasileirão, a última vaga - aquela da repescagem. Se ele mesmo chegar à final da Sul-Americana contra um outro time brasileiro (e os três que seguem na liça, além dele, são Atlético Mineiro, Goiás e Avaí, os dois últimos vindo pelo outro lado da chave e, portanto, possíveis rivais na decisão), pode pisar o gramado já classificado e acabar a partida duplamente derrotado - perdendo a Sul-Americana e, por tabela, a vaga na Libertadores.

Que coisa, hein?

Saudações,
Michel Macedo

Reestabelecida a ordem: G4 de volta

Fala Galera

Não se muda a regra ou critérios durante uma competição. Trata-se de algo tão óbvio quando o poder supremo de um pudim de leite bem feito. A Conmebol, mais política do que nunca (se é que isso pode ser possível) resolveu mudar esse detalhe. E, no meio do Brasileirão-2010, anunciou que só os três primeiros colocados da principal competição do país do futebol participariam da próxima Libertadores, diferentemente dos quatro que há anos estamos acostumados a eleger através da bola, e não da canetada nos gabinetes.




Coisa feia. A CBF foi atrás. E hoje reverteu o absurdo. As quatro vagas dos mais bem classificados do Brasileirão estão de volta. Não é um presente, nem reconhecimento, nem mimo da Conmebol com a CBF ou com o futebol brasileiro. É justiça. É respeitar acordos, critérios, clubes, jogadores, torcedores e, aí quem escreve não é o jornalista, mas o amante do esporte, é valorizar quem tem história, qualidade, lastro e só pode melhorar o nível da Libertadores.

Ainda bem que a Conmebol acordou a tempo. Se quer mudar os critérios, que faça com calma, sem atropelamentos nem politicagem. Seria uma péssima iniciativa, mas respeitaríamos. Só não dá para acordar de manhã, cofiar o bigode e resolver alterar algo pré-estabelecido.

E o Brasileirão-2010 agradece. As chances de Botafogo, Grêmio, Atlético Paranaense, São Paulo, Palmeiras e quem mais resolver atropelar na reta final crescem substancialmente em relação à luta pela quarta vez. Se o campeonato já estava bom, melhorará ainda mais. E essa briga só será fechada, tenham certeza, na última rodada. Ponto para a CBF. Enfim, Conmebol, obrigado pelo bom senso tardio, mas bem-vindo. Comemore, torcedor. O G4 renasceu da cinzas e promete pôr fogo de vez nos gramados tupiniquins.

Ah, sim: só há uma possibilidade de nossa vida virar um grande G3. Basta um dos nossos times (Atlético Mineiro, Palmeiras, Goiás ou Avaí) ganhar a Sul-Americana. Aí, de fato, a quarta vaga partirá desta para uma melhor. Em resumo: sem querer, turbinaram ainda mais a Sul-Americana. Quem não joga, seca!

Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A “vaga” perdida e os times americanos

Fala Galera

A CONMEBOL, dentro de sua prática habitual de privilegiar o atraso e a política em detrimento do mérito esportivo, tal e qual a CBF faz com a Copa do Brasil, diga-se, deu uma vaga na Copa Libertadores ao campeão da secundária e sem atrativos Copa Sul Americana. O campeão da competição mais importante continua com sua vaga assegurada no ano seguinte, mas como parte da cota a que seu país tem direito. A vaga pertencente à confederação mudou de dono.


A Copa Libertadores é disputada por dez países sul-americanos e um norte/centro-americano, com as seguintes vagas:

Argentina 5 vagas
Bolívia 3 vagas
Brasil 5 vagas
Chile 3 vagas
Colômbia 3 vagas
Equador 3 vagas
México 3 vagas
Paraguai 3 vagas
Peru 3 vagas
Uruguai 3 vagas
Venezuela 3 vagas
Confederação 1 vaga


Temos, então, 38 vagas, das quais 6 são disputadas na chamada Primeira Fase, por 12 clubes – um de cada uma das onze federações e o 12º da associação da qual faça parte o time que ocupa a vaga da CONMEBOL. Ou seja, o país do campeão da Copa Libertadores até a edição 2010, e do país do campeão da Copa Sul Americana, a partir de 2011, tem duas vagas na pré-Libertadores ou Primeira Fase.


A CBF, em típica atitude de quem “joga pra galera”, pleiteia a manutenção de uma sexta e hipotética vaga, que, na verdade, pertence à confederação e não ao país do clube campeão. Ora, para que essa vaga permaneça para o Brasil, algum país teria que perder uma das suas. Nessa hora, os primeiros nomes que surgem são Bolívia e Venezuela.

Vã ilusão.

Em política não se diminui nada, pelo contrário. Alguém já viu prosperar alguma proposta para reduzir o número absurdo, gigantesco, abusivo mesmo, de parlamentares de todos os níveis e tipos que tem essa república?

Não. Isso é impensável, simplesmente. Nenhum político vai votar a favor de redução no número de suas vagas e nenhum país irá votar pela redução do número de vagas na Copa Libertadores. Aliás, seria mais fácil os eleitores da CONMEBOL tirarem uma ou duas vagas do Brasil e da Argentina do que o contrário. Afinal, são oito países sul-americanos com direito a três vagas contra dois com direito a cinco vagas. E um país, um voto.

O peso político do Brasil na CONMEBOL é reduzido. Tivemos uma boa amostra na desastrada proposta do presidente da CBF há poucos anos, quando, pressionado pela direção do Flamengo, propôs que não se jogasse em La Paz, Oruro, Potosí e Quito.

Dançou, obviamente, bola que o “velho” OCE cantou com enorme facilidade.

Quem fala em tirar uma vaga de Bolívia ou Venezuela não conhece a CONMEBOL e, temo, tampouco conhece LatinoAmerica e seus novos dirigentes bolivarianos.

A (remotíssima) chance brasileira

Há uma possibilidade, sim, para que essa vaga, que pertence ao Brasil de forma passageira, seja mantida: é a criação de mais quatro vagas na competição. Uma para o campeão da Libertadores sem prejuízo de uma vaga do país do campeão, e mais três vagas para abrigar os times da MLS – Major League Soccer.

Agregando americanos e canadenses, teríamos uma expansão da Copa Libertadores e dos times sul-americanos para o crescente mercado norte-americano. Já se falou nisso algumas vezes, mas nada foi concretizado, embora um time americano já tenha disputado a Sul Americana.

À Nissan interessa uma presença maior nos Estados Unidos, o que também já foi bem visto pela direção do Santander, antes, porém, do Crash de 2008.

Provavelmente, os valores envolvidos com patrocínios e direitos de transmissão aumentariam um bocado, se bem que é difícil falar sobre isso a respeito de CONMEBOL e Libertadores. Afinal, se a competição mais importante do continente paga ao seu campeão menos do que ganha um grande brasileiro para disputar um simples estadual, como imaginar que tipo e intensidade de alavancagem financeira permitirá uma expansão como essa?

A par das mudanças no marketing e nas finanças, uma Libertadores ampliada precisaria de uma total reformulação no chaveamento e na sua forma de disputa.

Para finalizar: 1 – não teremos vaga extra para o futebol brasileiro; 2 – a segunda parte desse post está mais para sonho do que para mudança possível a curto prazo.

Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Decisão da Conmebol faz o G-4 do Brasileirão virar G-3

Fala Galera

Péssima nóticia para os Clubes Brasileiros!!!

Uma decisão da Conmebol fez o G-4 do Campeonato Brasileiro virar G-3. A entidade anunciou nesta quarta-feira que o título da Libertadores não abre mais uma vaga extra para o país do time campeão. O Brasil tem cinco vagas na Libertadores, e o campeão da competição entra em uma dessas vagas.


Sendo assim, duas das cinco vagas brasileiras já estão definidas. Uma é do Internacional - atual campeão da Libertadores -, outra para o Santos, por ser campeão da Copa do Brasil, e restam outras três para os primeiros colocados do Brasileirão.

No momento estariam classificados Corinthians, Fluminense e Cruzeiro...

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 11 de setembro de 2010

LDU (Equador) Bicampeão da Recopa Sul-Americana de 2009/2010

Fala galera

A LDU (Equador) conquistou o bicampeonato da Recopa Sul-Americano, competição que reúne anualmente os vencedores da Libertadores e da Copa Sudamericana da temporada anterior.


Ano passado, os equatorianos disputaram a competição por terem conquistado a Libertadores. Este ano, defenderam o título por serem os campeões da Sudamericana.

Final:

Jogo de Volta:
08/09/10
(Argentina) Estudiantes 0-0 ** LDU (Equador)

A Campanha:
2-1 Estudiantes (Argentina) - c
0-0 Estudiantes (Argentina) - f

Os Campeões:

1989 - Nacional (Uruguai)
1990 - Boca Jrs. (Argentina)
1991 - Olimpia (Paraguai)
1992 - Colo Colo (Chile)
1993 - São Paulo (Brasil)
1994 - São Paulo (Brasil)
1995 - Independiente (Argentina)
1996 - Grêmio (Brasil)
1997 - Vélez Sarsfield (Argentina)
1998 - Cruzeiro (Brasil)
2003 - Olimpia (Paraguai)
2004 - Cienciano (Peru)
2005 - Boca Jrs. (Argentina)
2006 - Boca Jrs. (Argentina)
2007 - Internacional (Brasil)
2008 - Boca Jrs. (Argentina)
2009 - LDU (Equador)
2010 - LDU (Equador)

Ranking:

1) Boca Jrs. - 4
2) São Paulo - 2
2) Olimpia - 2
2) LDU - 2
5) Nacional - 1
5) Colo Colo - 1
5) Independiente - 1
5) Grêmio - 1
5) Vélez Sarsfield - 1
5) Cruzeiro - 1
5) Cienciano - 1
5) Internacional - 1

Ranking por País:

1) Argentina - 6
2) Brasil - 5
3) Equador - 2
3) Paraguai - 2
5) Chile - 1
5) Peru - 1
5) Uruguai - 1

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 21 de agosto de 2010

Inter Bi-Campeão da Libertadores

Fala Galera

O roteiro do capítulo final da conquista do bicampeonato da América pelo Internacional não poderia ter sido mais completo. Jogo nervoso, pegado, ríspido na maior parte do tempo. E com os brasileiros jogando mal e entrando demais na pilha dos mexicanos, principalmente na etapa inicial. Até que, aos 42 min, Fabián acerta um chute mais do que improvável e vence Renan: 1 a 0. Nervosismo no Beira-Rio. Silêncio, jamais. A torcida colorada não parou de incentivar o time. E tal postura, com certeza, foi determinante para o epílogo da Libertadores-2010.


Segundo tempo. O Inter volta pilhado, mas parecia mais seguro em campo. E o Chivas, com o placar a favor, mais tenso. Com marcação adiantada, os colorados foram tomando conta da partida. E surgiram os gols da nova virada sobre o Chivas Guadalajara, time experiente, matreiro, com boa técnica e que jogou no limite para fazer história no Beira-Rio.


Mas a história era sobre predestinados que vestiam o vermelho de um clube ainda mais predestinado e que, nos últimos oito anos, rompeu as fronteiras que faltavam na sua história. Duas Libertadores (2006 e 2010). um Mundial (2006), uma Recopa Sul-Americana (2007) e uma Copa Sul-Americana (2008).


Mas, antes de enfileirar as últimas conquistas coloradas, essa é uma glória de predestinados. Como Rafael Sóbis, autor do gol de empate. Como Leandro Damião, obscuro até tocar na bola pela segunda vez e cravar a virada. Como Giuliano, o reserva mais titular, decisivo e iluminado dessa campanha. Como Celso Roth, achincalhado por um país que se alimenta da distribuição de rótulos boçais, mas que calou a boca de seus insistentes detratores. Como os guerreiros Sandro e Guinazu, volantes de encher os olhos, na técnica, na força, na dedicação e no respeito com o qual vestem a camisa. Como da diretoria vermelha, que enfrentou o pânico da ameaça de rebaixamento em 2002, deu a volta por coma, remodernizou o clube, reiventou a máquina colorada, tornou a gestão viável e fez do Internacional, com mais de 100 mil sócios, um exemplo perfeito de interação inteligente, prática e econômica com seu torcedor.

O Internacional-2010 é marcado pela predestinação. Insisto com isso. Vejam porque:


1. Rafael Sóbis, desde sua volta, ainda não havia marcado um gol. Fez na hora certa e derrubou o paredão mexicano.

2. Giuliano, o talismã, decidiu jogos contra Estudiantes (uma vez), São Paulo (duas vezes) e Chivas (duas vezes). Estava escrito na história que ele seria o personagem dessa conquista.

3. Leandro Damião foi lançado entre os profissionais em janeiro. Nos seis primeiros jogos do ano, marcou 4 gols. Depois, perdeu fôlego e sumiu. Não balançou mais as redes. Hoje entrou, quase desconhecido, e virou herói. É a versão mais nova (e com mais futuro) de Adriano Gabiru.

4. Celso Roth assumiu o time, mas não era a primeiro, nem a segunda, nem a terceira opção. Chegou corneteado (como sempre) por muita gente. Fechou os ouvidos, trabalhou e escreveu uma nova história para a sua carreira.

5. E, por fim, Sandro. Vendido desde o fim do ano passado para o Tottenham e nunca se escondeu da missão. Jamais evitou uma dividida. Brigou até o fim. E vai para Londres com a certeza do dever (bem) cumprido. Ao lado do General Bolivar e do onipresente Guinazu, Sandro nos mostrou nessa campanha que ainda há um pouco de fidelidade e compromisso na relação entre clube/jogador.

O bicampeonato do Internacional é a conquista da predestinação. A camisa vermelha hoje foi, como nunca, a glória do desporto nacional, que nós teremos que exaltar. E a América, quatro anos depois, volta a ser colorada. Como as letras desse texto.


Saudações,
Michel Macedo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

São Paulo confirma adeus de R. Gomes após queda na Libertadores

Fala Galera

R. Gomes dá adeus ao São Paulo com 60% de aproveitamento


A vitória do São Paulo sobre o Internacional não foi suficiente para garantir a equipe na final da Copa Libertadores e resultou também na queda do técnico Ricardo Gomes. O treinador, que convivia com pesadas críticas desde o final da Copa do Mundo, teve sua saída confirmada pela diretoria paulista nesta sexta-feira.

Em reunião no CT do clube com o presidente Juvenal Juvêncio, o vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva e o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes, Gomes chegou a um consenso com a diretoria e seu contrato, que se encerrou após a participação tricolor na Libertadores, não será renovado.

"Houve um consenso entre as partes que a melhor solução para o clube neste momento é essa", disse Juvenal Juvêncio ao site oficial do clube. "Sua passagem pelo São Paulo foi digna, de muito trabalho e respeito. Ele é um dos grandes treinadores do futebol brasileiro, mas o futebol tem seus momentos e achamos que ao término de seu contrato a melhor saída para ambos seria essa. Desejamos, claro, boa sorte em sua carreira. Ele é jovem e competente e continuaremos acompanhando seu trabalho".

O assistente técnico Milton Cruz deve comandar o São Paulo até que um treinador seja contratado. A equipe paulista enfrenta o Atlético-PR no próximo domingo, às 18h30, na Arena da Baixada, pelo Campeonato Brasileiro.

Ricardo Gomes chegou ao São Paulo com a missão de substituir o tricampeão nacional Muricy Ramalho. Sob seu comando, a equipe conseguiu se recuperar no Brasileiro de 2009 após um mau início, terminando na terceira colocação.

Já na atual temporada, conduziu o time à semi da Libertadores, mas mesmo assim conviveu com críticas. A torcida chegou a pedir a cabeça do técnico após o sufoco para eliminar o Universitario, do Peru, nas oitavas de final do torneio, e a derrota para o Santos na semifinal do Paulista.

Ricardo Gomes ganhou fôlego após despachar o Cruzeiro nas quartas da Libertadores, mas voltou a ser pressionado a partir dos maus resultados na retomada depois do Mundial da África do Sul - torcedores chegaram até a criar no Twitter um movimento pedindo sua demissão.

Saudações,
Michel Macedo

Ceni chora com eliminação e protagoniza lance inusitado

Fala Galera

Após o jogo decisivo da semifinal da Libertadores vencido pelo São Paulo por 2 a 1, mas que culminou com a classificação do Internacional para a decisão da Copa Libertadores nesta quinta-feira, o goleiro e capitão são-paulino, Rogério Ceni, chorou muito.


Além da decepção pelo adeus, o jogador protagonizou um lance inusitado nos acréscimos. O goleiro foi para a área adversária no último lance da partida e acabou atrapalhando a última tentativa de gol são-paulina.

Em uma troca de empurrões entre ele e Renan, goleiro do Inter, o árbitro paraguaio Carlos Amarilla apitou falta do goleiro são-paulino, e encerrou a partida, sacramentando a classificação da equipe gaúcha.

O lance finalizou uma participação tumultuada do São Paulo na Copa Libertadores. O time fez uma primeira fase sem brilho, sofreu para passar pelo Universitario nas oitavas e jogou mal contra o Inter na primeira semifinal a ponto de Ceni dizer que foi o pior São Paulo que viu na competição.

Saudações,
Michel Macedo

Internacional Finalista da Libertadores

Fala Galera

Por gol fora, Inter elimina São Paulo de novo e vai ao Mundial


São Paulo 2 x 1 Internacional
 
 
A final da Copa Libertadores terá as cores vermelhas do Internacional. Nesta quinta-feira, o clube gaúcho foi mais uma vez o carrasco do São Paulo na competição e, mesmo com uma derrota por 2 a 1, avançou até a decisão graças ao gol marcado no Morumbi por Alecsandro. Com isso, o clube colorado também assegurou sua participação no Mundial de Clubes em Adu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, no fim do ano.


Aplaudido pelos torcedores após a eliminação, o São Paulo teve bons momentos no jogo e até conseguiu uma vitória - insuficiente, porém, para mantê-lo na rota do tetracampeonato da Libertadores. Batido pelo Inter na final da edição de 2006, o clube paulista caiu diante de um brasileiro pela quinta vez consecutiva. Depois da decisão realizada há quatro anos, Grêmio, nas oitavas em 2007, Fluminense, nas quartas de 2008, e Cruzeiro, também nas quartas em 2009, encerraram o sonho de título continental dos tricolores.

Apesar da vitória, com gols de Alex Silva e Ricardo Oliveira, o São Paulo teve mudança hoje. Com o fim de seu contrato, Ricardo Gomes foi liberado pelo clube paulista, que vai atrás de um novo treinador. Camisa 10 da equipe, Hernanes tem tudo certo para defender a Lazio, da Itália, e fez aquele que tem tudo para ser seu último jogo.

O Internacional, que havia vencido no Beira-Rio por 1 a 0, gol de Giuliano, jogará uma decisão da Libertadores pela terceira vez em sua história. A primeira foi em 1980 e teve derrota contra o Nacional, do Uruguai. Na segunda, em 2006, veio o título diante do São Paulo e dobradinha com Mundial sobre o Barcelona, no Japão.

A decisão da Libertadores já começa na próxima quarta-feira, 11 de agosto, contra o Chivas Guadalajara, no México. A finalíssima acontece na semana seguinte, dia 18, no Beira-Rio. Como a vaga mexicana é definida pela Concacaf, o Internacional autoticamente se tornou o indicado da Conmebol para o Mundial de Clubes.

Primeiro tempo: São Paulo na frente

Não foram excepcionais 45 minutos, mas o São Paulo teve o espírito que precisava para buscar uma virada no Morumbi. Marcou no campo de ataque, trocou muitos passes e se mostrou superior à equipe do Internacional, que fazia bem seu papel de visitante até uma falha do goleiro Renan pôr tudo a perder na primeira etapa.


Ricardo Gomes confirmou as expectativas e armou um São Paulo mais ofensivo: mesma linha defensiva utilizada há uma semana no Beira-Rio, mas Cléber Santana e Ricardo Oliveira nos lugares de Richarlyson, contundido, e de Marlos, sacado. A formação trouxe Fernandão mais para o meio-campo, mas a postura sempre adiantada fazia dele, na prática, um novo atacante. Celso Roth não teve problemas para montar o Internacional, mas promoveu a estreia de Tinga na Libertadores, sacando Andrezinho da equipe inicial.

Nos primeiros lances, ficava clara a intenção do São Paulo: trocar muitos passes e buscar espaços na defesa do Internacional. Em 10 minutos, o time da casa só levantou a torcida, vibrante apesar do frio, em tabela pelo meio, com Tinga impedindo Dagoberto de finalizar. Fernandão, na bola aérea, e Hernanes, chutando de longe, assustaram pouco.

A partida seguia na mesma toada, com o Internacional controlando bem e buscando um contra-ataque, com jogadas sempre partindo dos pés do meia Tinga, o melhor dos gaúchos no Morumbi. Aos 24min, ele se aproveitou de reposição errada de Rogério Ceni e causou calafrio ao finalizar com perigo. Quando a partida ficava morna de vez, apareceu o lance de sorte do São Paulo.

Hernanes cobrou falta despretenciosa, pelo alto, e Renan se atrapalhou ao tentar agarrar. Atento, Alex Silva escorou de cabeça, rente à trave, e colocou o São Paulo em vantagem. O gol são-paulino deixou o Inter um pouco nervoso, mas logo a equipe gaúcha se recuperou para tentar acuar o time da casa na defesa. Bem fechados, porém, os jogadores do clube tricolor concederam poucas chances.

Apenas em faltas próximas da área o torcedor do Inter conseguiu imaginar alguma situação de gol. D'Alessandro, porém, bateu longe, enquanto Alecsandro acertou a barreira. Com isso, as duas equipes foram para o intervalo com um placar que, até aquele momento, indicava disputa por pênaltis.

Segundo tempo: Inter arranca a vaga pelo gol fora de casa

A etapa final começou com enorme agitação e, já aos 6min, o Internacional eliminou a possibilidade de uma disputa por pênaltis. Taison foi derrubado na entrada da área. D'Alessandro chutou por baixo da barreira e Alecsandro, esperto, desviou bem, enganando Rogério Ceni que nada conseguiu fazer.


O gol colorado exigia do São Paulo dois gols para jogar a decisão da Libertadores e a resposta foi praticamente imediata. Ricardo Oliveira, atento, recolheu bola dentro da grande área, girou bonito e colocou na rede de Renan, aos 8min. A defesa do Inter pediu impedimento, mas o atacante são-paulino tinha condição legal graças ao lateral Nei.

Depois de Ricardo Oliveira marcar, o jogo ficou completamente aberto, com nenhuma das duas equipes pensando em uma postura defensiva. O São Paulo até assustou em cruzamento de Hernanes, bem cortado por Sandro, mas o Inter se lançou ao ataque com boas trocas de passes.

Na melhor delas, Sandro apareceu sozinho na linha de fundo e tocou bem para Tinga, que por pouco não calou o Morumbi. De surpresa, Fernandão apareceu quase em cima da linha fatal para fazer o corte. O São Paulo não se assustou e respondeu imediatamente. Eram 18min quando Hernanes fintou a marcação e, em jogada tradicional, bateu muito forte da entrada da área, mas por cima do gol de Renan.

Para os minutos finais, Ricardo Gomes enfim sacou o apagado Cléber Santana e lançou mão de Marlos. Foi o próprio que arriscou de fora e assustou Renan. Depois foi a vez de Hernanes entrar livre pela direita da grande área e cruzar com perigo, vendo a bola morrer na linha de fundo. Pouco depois, Tinga foi expulso ao cometer falta por trás em Junior Cesar e receber o segundo cartão amarelo.

No último lance da partida, o São Paulo teve um escanteio a seu favor e o capitão Rogério Ceni foi à área colorada para tentar o gol salvador. Porém, acabou atrapalhando o ataque do time ao cometer falta sobre o goleiro Renan. Na sequência, o apito final do paraguaio Carlos Amarilla acabou com qualquer chance de reação tricolor.

Ponto Forte do São Paulo: Vibração em campo

Ponto Forte do Internacional: Muita técnica no meio-campo e jogadas pelos dois lados do ataque

Ponto Fraco do São Paulo: Pouca movimentação dos meio-campistas, especialmente Cléber Santana

Ponto Fraco do Internacional: Bobeiras fatais na defesa


Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Chivas bate Universidad, avança à final e garante brasileiro no Mundial

Fala Galera

O Brasil terá um representante no Mundial de Clubes de 2010. Agora a pouco, o Chivas Guadalajara demonstrou força fora de seus domínios e derrotou a Universidad de Chile em Santiago por 2 a 0 na segunda semifinal da Copa Libertadores. Como a equipe mexicana pertence à Concacaf, o representante da Conmebol no torneio da Fifa será anunciado entre o vencedor de São Paulo e Internacional, que se enfrentam no Morumbi hoje pela outra vaga na decisão da competição sul-americana.


Esta é a segunda vez que uma equipe mexicana chega à final da Copa Libertadores. Em 2001, o Cruz Azul enfrentou o Boca Juniors na decisão, e perdeu o título nos pênaltis. Em 2005 e 2006, o próprio Chivas ficou perto de avançar a final, mas caiu na semi para Atlético-PR e São Paulo, respectivamente.

Neste ano, a equipe de Guadalajara entrou na Copa Libertadores direto nas oitavas de final, uma vez que foi impedida de disputar a fase decisiva do torneio em 2009 uma vez que o México sofria com as consequências de uma epidemia de gripe suína.

Na primeira semifinal, disputada na Cidade do México, a Universidad do Chile havia surpreendido o Chivas, obtendo um empate por 1 a 1. A equipe mexicana "devolveu" a atuação e jogou como se estivesse em pleno Jalisco.

O Chivas pressionou a Universidad nos primeiros minutos da partida, ignorando a força da torcida local. A equipe mexicana só não abriu o placar porque viu um inspirado Miguel Pinto fechar o gol chileno.

O goleiro já havia feito uma excelente partida no México, e, aos 12min, fez seu primeiro milagre ao agarrar chute de Bautista após passe de Omar Bravo. Na sequência, Bravo recebeu pela esquerda e bateu cruzado, para a excelente defesa do arqueiro chileno.

Aos 22min, porém, a inspiração de Miguel Pinto acabou. Xavier Báez chutou de longe, e o goleiro falhou na hora de defender. O atleta chileno até tentou correr atrás da bola, mas a viu descansar no fundo das redes para selar o "frango".

Sofrer o gol foi o suficiente para que a Universidad finalmente saísse do seu campo de defesa e começasse a se impor no jogo. Aos 33min, José Contreras recebeu na área pela direita e chutou forte. O goleiro Luis Michel espalmou e a bola acertou o travessão.

Quatro minutos depois, Olarra completou cobrança de escanteio e viu nova bola na trave do gol mexicano. A pressão chilena seguiu, e, aos 46min, Montillo passou pela marcação do Chivas e chutou da entrada da área para a boa defesa de Luis Michel.

Após o intervalo, a Universidad seguiu pressionando, mas permitiu o contra-ataque do Chivas. Aos 5min, Fabián carregou a bola e tentou encobrir Miguel Pinto, mas o goleiro saiu bem e fez nova boa defesa. A equipe mexicana equilibrou a partida, e fez seu segundo gol aos 9min. Magallón cabeceou após lançamento de fora da área e viu Pinto defender, mas conseguiu marcar no rebote.

A equipe chilena sentiu o golpe, mas buscou reagir e pressionar o Chivas. O time da casa manteve a bola em seu campo de ataque, sem conseguir, porém, levar perigo ao goleiro Luis Michel. Se o Universidad não ameaçava, os mexicanos ficaram perto do terceiro gol aos 20min, com chute rasteiro de Bautista que parou em Miguel Pinto.

O primeiro grande lance ofensivo do Universidad no segundo tempo saiu somente aos 23min, quando Victorino cabeceou após escanteio e viu Ponce tirar em cima da linha. Sete minutos depois, Vargas chutou pela esquerda, mas viu Luis Michel defender.

Os chilenos seguiram no ataque, mas tinham dificuldade para passar pelo bloqueio mexicano. A equipe visitante inteligentemente tocava a bola, buscando gastar o tempo que ainda restava. Ao fim, coube ao Universidad ouvir o belo canto de sua torcida nas arquibancadas, que apoiou sua equipe até o último minuto.

Universidad do Chile 0 x 2 Chivas Guadalajara


Ponto Forte do Universidad do Chile: Presença ofensiva de Montillo, que criou boas oportunidades para marcar.

Ponto Forte do Chivas Guadalajara: Soube envolver o Universidad no primeiro tempo, mesmo jogando fora de casa.

Ponto Fraco do Universidad do Chile: Não conseguiu resistir à pressão mexicana no primeiro tempo e não foi capaz de passar pela defesa visitante.

Ponto Fraco do Chivas Guadalajara: Não houve.

Personagem do jogo: Miguel Pinto, goleiro da Universidad de Chile. O atleta fez excelentes defesas para sua equipe, mas falhou bisonhamente no primeiro gol do Chivas.


Saudações,
Michel Macedo

Copa Sul-Americana pode tirar quarta vaga do Brasileirão

Fala Galera

Começa esta semana a Copa Sul-americana, competição que passa a ser o caminho mais curto para a Libertadores, já que cada time poderá jogar, se chegar à final, dez partidas, contra pelo menos dez da Copa do Brasil – dependendo das vitórias por dois gols de diferença nas duas primeiras fases. Atlético-MG, Avaí, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Palmeiras, Santos e Vitória iniciam na disputa do torneio. É mais uma possível vaga para brasileiros na Libertadores? Não.


Com a confirmação da Conmebol que a Copa Sul-americana dará vaga para a pré-Libertadores do ano seguinte, o país da equipe campeã “perderá” uma vaga na competição. Atualmente, a entidade garante duas vagas diretas para Uruguai, Chile, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Peru e México, quatro para Brasil e Argentina e ainda uma para o atual campeão. As cinco restantes vão para os classificados da pré-Libertadores. Esta configuração não será alterada para 2011.

No Brasil, as vagas diretas são oferecidas para o vencedor da Copa do Brasil, ao campeão, vice e terceiro lugar do Brasileiro (o quarto lugar disputa a pré-Libertadores). No caso de um dos brasileiros ser o campeão da Sul-Americana, a quarta vaga do campeonato nacional deixa de existir.

Assim, campeão ,vice e terceiro do Brasileirão disputarão a principal competição do continente, além do vencedor da Copa do Brasil. Apenas o vencedor da Sul-Americana vai para a fase pré.

São duas situações: uma é se o campeão da Sul-Americana for brasileiro – o que automaticamente irá tirar a vaga do quarto colocado do Brasileirão. Outra é se tivermos o campeão da Libertadores, que ocasionará em mandar o terceiro lugar na competição nacional para a disputa da pré-Libertadores.

A competição nacional termina em 5 de dezembro e a finalíssima da Sul-americana está marcada para o dia 8. O quarto colocado poderá ter que esperar três dias para comemorar a vaga conquistada. Até lá, você verá sites, jornais, TVs e rádios separando os quatro primeiros do resto da classificação. Mas ser quarto colocado no Campeonato Brasileiro, a partir de 2010, não é mais um lugar seguro.

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 31 de julho de 2010

Rua de fogo, uma bela festa da torcida do Inter

Fala Galera

Um jogo começa a ser ganho muito antes do apito inicial. Veja o que a torcida do Inter fez antes da partida contra o São Paulo pela semifinal da Libertadores:




SHOW!!!

Saudações,
Michel Macedo

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Libertadores - Semis - Inter x São Paulo

Fala Galera

Inter sufoca São Paulo, mas leva vantagem mínima para o Morumbi


Internacional 1 x 0 São Paulo
 
O Internacional dominou o São Paulo e mal foi ameaçado pelo time tricolor no confronto de ontem, no Estádio do Beira-Rio, pelo jogo de ida das semifinais da Copa Libertadores. Porém, o massacre colorado não foi traduzido em gols, e os gaúchos levarão para a partida de volta, no Morumbi, a vantagem mínima de 1 a 0, graças a um gol do reserva Giuliano na segunda etapa.


Com o resultado, o Inter joga pelo empate na capital paulista e pode até perder por um gol, desde que balance as redes do São Paulo no Morumbi. A partida de volta acontece no dia 5 de agosto, quinta-feira da próxima semana. Quem passar enfrenta Chivas Guadalajara ou Universidad de Chile na decisão da competição continental.

O São Paulo começou com Richarlyson adiantado para o meio de campo e dois homens abertos no ataque, Marlos e Dagoberto, apoiando Fernandão. Já o Inter foi a campo no 4-4-2 de Celso Roth, que manteve Rafael Sobis no banco, mas promoveu a entrada do goleiro Renan na equipe titular.

O time da casa manteve a posse de bola nos primeiros minutos, mas sem ameaçar o gol de Rogério Ceni. Os tricolores marcavam no campo de defesa e tentavam explorar a velocidade no contra-ataque, sem sucesso. A primeira chegada de perigo do Inter veio aos 13min, quando Alecsandro finalizou da entrada da área e a bola desviou, mas o capitão são-paulino fez a defesa.

Os colorados continuaram melhores, pressionando a defesa são-paulina, e assustaram de novo aos 18min. D'Alessandro bateu falta da meia-lua que passou a centímetros da trave, para fora. Trocando passes na intermediária ofensiva, a equipe gaúcha não deixava o São Paulo passar do meio de campo. Quando tinham a chance de contra-atacar, os paulistas erravam passes fáceis.

Em bela jogada, o Inter obrigou Rogério Ceni a nova defesa aos 28min. Taison recebeu na entrada da área e serviu Kléber na esquerda; o lateral cruzou na medida de volta para Taison, que cabeceou no canto, mas parou nas mãos do camisa 1. Quatro minutos depois, foi a vez de Alecsandro desviar de cabeça para fora após levantamento de Nei. A pressão do time da casa seguiu com um chute para fora de D'Alessandro, aos 39min.

Os times voltaram do intervalo sem mudanças, tanto na escalação quanto na postura: o Inter seguiu mandando no jogo e obrigou Rogério Ceni a três boas defesas antes dos 15min. Logo no primeiro minuto, Andrezinho bateu de fora da área e o goleiro espalmou para o lado; com 5min, Taison deu belo passe para Kléber, que foi bem travado na área pelo camisa 1; e aos 12min, Sandro arriscou de longe, mas o capitão tricolor segurou firme no meio do gol.

O domínio colorado só se transformou em gol após a entrada de Giuliano no lugar de Andrezinho. Aos 22min, Alecsandro errou domínio dentro da área e a bola sobrou para o jovem meia, que havia acabado de entrar; ele girou e bateu rasteiro no canto de Rogério Ceni, que nada pôde fazer. A bola ainda tocou na trave antes de balançar as redes.

Ricardo Gomes respondeu à desvantagem mandando a campo Cléber Santana e o estreante Ricardo Oliveira nos lugares de Richarlyson e Dagoberto, mas o Inter passou perto de ampliar aos 27min. D'Alessandro aplicou drible entre as pernas de Rodrigo Souto e cruzou; Rogério espalmou e a bola sobrou para Kléber, que finalizou por cima da meta, perdendo ótima oportunidade.

A chegada de maior perigo do São Paulo aconteceu só aos 45min do segundo tempo, quando Hernanes invadiu a área e bateu rasteiro para defesa segura de Renan. Depois, o Inter só administrou a vantagem até o apito final.

Ponto Forte do Internacional: Domínio da posse de bola e volume de jogo muito maior, acuando o adversário

Ponto Forte do São Paulo: Atuação segura de Rogério Ceni, que evitou uma derrota mais elástica

Ponto Fraco do Internacional: Poderia ter matado o jogo no segundo tempo, mas errou muitas finalizações

Ponto Fraco do São Paulo: Renunciou ao ataque e não soube explorar o contragolpe com velocidade

Personagem do jogo: Giuliano, que entrou no segundo tempo e definiu a vitória colorada


Saudações,
Michel Macedo

Libertadores - Semis - Chivas x U.Chile

Fala Galera

Goleiro segura Chivas e Universidad leva vantagem para o Chile.

Chivas Guadalajara 1 x 1 Universidad de Chile

O Chivas Guadalajara dominou a partida de ida das semifinais da Copa Libertadores contra a Universidad de Chile, no Estádio Azteca, na Cidade do México, mas parou em uma atuação memorável do goleiro adversário e não passou de um empate por 1 a 1 em casa. Graças às várias defesas de Miguel Pinto, o time chileno terá a vantagem do empate sem gols no jogo de volta, que acontece no dia 3 de agosto, em Santiago. Quem passar enfrenta na decisão o vencedor do confronto entre São Paulo e Internacional.


Com cerca de 100 mil torcedores lotando o estádio, o Chivas começou pressionando os visitantes no campo de ataque. O primeiro chute veio aos 3min, após boa jogada de Arellano, que bateu para fora. Aos 9min, o lateral esquerdo Ponce arriscou de longe para a primeira boa defesa de Miguel Pinto, que foi reserva de Claudio Bravo na seleção chilena durante a Copa do Mundo.

primeiro tempo prosseguiu com domínio completo do Chivas. O volante Mejía finalizou para fora aos 14min após avançar pelo meio, e Medina arriscou de longe aos 20min para nova intervenção de Miguel Pinto. Apesar do controle da posse de bola, os mexicanos não finalizavam com tanta frequência ao gol da Universidad.


A primeira chegada dos chilenos aconteceu só aos 26min, quando o camisa 10 Montillo - que se apresentará ao Cruzeiro após a Libertadores - recebeu pelo meio e chutou rasteiro, para longe da meta. O Chivas não criou novas chances até o intervalo e a Universidad pareceu satisfeita em se defender, com boa atuação do zagueiro uruguaio Victorino (outro que jogou o Mundial da África do Sul).

Pareceu que os mexicanos continuariam mandando no jogo na segunda etapa, com Bautista cabeceando logo no primeiro minuto para grande defesa de Miguel Pinto. Porém, em seu primeiro ataque efetivo na partida, o time do Chile abriu o placar no minuto seguinte. Após erro do zagueiro Reynoso, que afastou mal da área, Olivera ajeitou de cabeça para Olarra, livre na segundo trave, escorar para o fundo do gol.


Após o gol sofrido, a torcida do Chivas passou a incentivar ainda mais o time nas arquibancadas. E o empate não tardou a chegar: aos 7min, Omar Bravo cabeceou com força após cobrança de escanteio, para outra defesa milagrosa de Miguel Pinto. No rebote, porém, Arellano encheu o pé e estufou as redes, restabelecendo a igualdade no marcador.


Em linda jogada, Medina quase virou aos 13min. Ele tabelou com Arellano na entrada da área, girou bonito e bateu com a bola no alto, mas mandou à direita do alvo. O time mexicano tocava a bola como queria na intermediária ofensiva, mas encontrava dificuldades para penetrar na área. Aos 19min, Báez chutou de muito longe e Miguel Pinto segurou firme.

O goleiro da Universidad do Chile voltou a brilhar aos 29min: Arellano pegou a sobra após bola rebatida dentro da área e chutou forte, mas o camisa 1 mostrou muito reflexo para defender à queima-roupa. A pressão continuou, e aos 41min Miguel Pinto trabalhou pela última vez, espalmando para escanteio finalização de Arellano.

O time da casa também teve "reforços", já que pela primeira vez no mata-mata da Libertadores pôde atuar completo. O goleiro Michel, o zagueiro Magallón e os meia-atacantes Bautista e Medina já estavam servindo à seleção do México nos confrontos contra Vélez Sarsfield (oitavas de final) e Libertad (quartas).

Ponto Forte do Chivas Guadalajara: Domínio da posse de bola no campo ofensivo e ataques pelas pontas no primeiro tempo

Ponto Forte da Universidad de Chile: Atuação brilhante de Miguel Pinto e boa postura defensiva

Ponto Fraco do Chivas Guadalajara: Pouca penetração na área, forçando demais pelo meio na segunda etapa

Ponto Fraco da Universidad de Chile: Explorou pouco o contra-ataque, deixando Montillo e os atacantes isolados

Lance polêmico: O escanteio que originou o gol de empate do Chivas foi incorretamente marcado

Personagem do jogo: Miguel Pinto, que praticou defesas espetaculares durante todo o jogo e garantiu o empate



Saudações,
Michel Macedo

sábado, 22 de maio de 2010

Mais zoações sobre a Eliminação do Fla

É galera

As brincadeiras não param...
Tem que aturar...rsrsrsrs

"Bruno, goleiro do Flamengo, agrediu um sorveteiro após ser questionado se queria com cobertura"


Saudações,
Michel Macedo










Após Eliminação do Fla, as Gozações não param no RJ

Fala Galera

Depois de mais uma eliminação da Libertadores, as brincadeiras contra os Urubus não param. Tem uns nervosos, reclamando que não olhamos para nossos times, mas esquecem de anos anteriores, como FlaMadri, FlaManchester, Fla LDU.












Libertadores - Definida as Semis

Fala Galera

Definida as semis da Libertadores. Partidas emocionantes até o último minuto!

Libertad 2 x 0 Chivas Guadalajara



O Chivas é um grande time! O melhor mexicano dos últimos anos, superando até o América. E fará sua terceira semifinal de Libertadores desde 2005.
Nos jogos em casa aplica 3x0 e fora repete o sofrimento. Foi assim contra o Banfield e a mesma coisa contra o Libertad. Classificação na raça, mas com imenso sofrimento. Mas lembrando que o Chivas estava cheio de desfalques entre lesionados e convocados para seleção. Como a Libertadores só retorna depois da Copa do Mundo, o time de Guadalajara vai ter cinco jogadores de volta, meio time que está treinando com a seleção desde abril. Vai ser jogo duro aguentar este time jogando em casa.

São Paulo 2 x 0 Cruzeiro



Se no Mineirão o São Paulo foi bem no jogo de ida, no Morumbi foi ainda melhor. Mas a partida começou a ser decidida em seu favor logo no primeiro minuto com a expulsão de Kléber, que deu um tapão involuntário em Richarlyson. Lance para amarelo, mas como sua carreira e imagem são marcadas por cotoveladas e jogadas sempre com os braços aberto, Jorge Larrionda mostrou o vermelho e mandou ele para o chuveiro mais cedo. O juiz errou, mas Kléber pediu...
Mas não foi essa expulsão que fez o São Paulo jogar muito, já que vem apresentando futebol e postura desde o jogo de ida no Mineirão. Com um jogador a mais fechou os espaços e não deu quase nenhuma chance à Equipe Celeste. O Tricolor matou o jogo por 2x0, gols de Hernandez (23min do 1o tempo) após linda jogada de Júnior César e Dagoberto (8min do 2o tempo) em mais uma assistência do Fernandão.
O Cruzeiro fez uma primeira fase espetacular e mais uma vez não será campeão. São dois anos que termina a primeira fase como favorito e morre de forma melancólica...
O São Paulo está nas semis com muito mérito e vingou a eliminação do ano passado pelo próprio Cruzeiro nas quartas. Agora é hora do Ricardo Gomes aproveitar a parada da Copa, trabalhar e partir para cima do Inter.

Estudiantes 2 x 1 Internacional



O jogo não foi uma partida, foi uma guerra! O Estudiantes favorito ao título e atual campeão foi com tudo, mas o Inter tem suas forças místicas e garantiu a vaga mesmo com a derrota por 2x1. Conquista válida pelo resultado em casa no primeiro jogo, onde ganhou sem tomar gols.
Fora de casa, o Internacional ficou muito atrás, levou dois gols rapidamente (González aos 18min e Pérez aos 20min) e viu a desclassificação de muito perto. Veron jogava muito, estava em todos os lados do campo, marcava, dava passes, tabelava, chutava, um craque.
Fossati não trocou peças no intervalo e o Inter continuava tomando pressão do Estudiantes até que aos 22min veio a tão pedida mudança no time, Walter entrou no lugar de Nei. O centroavante viu, dois minutos depois, um arremate seco e forte de Veron passar ao lado do gol de Abbondanzieri. O Inter precisava chegar, mas assistia ao Estudiantes jogar.
A chance viva surgiu aos 39 minutos, com Walter. O atacante recebeu de Andrezinho e bateu forte, mas por cima. O Estudiantes prendeu bola, porém deu espaços. Aos 43 minutos a classificação veio. De novo Andrezinho, agora colocando Giuliano na cara do gol. O meia invadiu e chutou cruzado marcando.
O Inter chega forte as semis e fará dois grandes jogos contra o São Paulo.

Universidad do Chile 1 x 2 Flamengo



Em uma boa e nervosa partida, o Flamengo jogou muito, ganhou do Universidad lá no Chile, mas foi eliminado devido ao péssimo jogo de ida no Maracanã.
O Flamengo precisa de um milagre para garantir a vaga e jogou muito. Adriano então foi um dos melhores em campo. Correu, marcou, tabelou...
O Urubu adiantou a marcação e deixou os zagueiros e volantes do La U perdidos, sendo obrigados diversas vezes a darem chutões e a bola não chegava redondinha aos pés de Montillo, craque do time. O Flamengo poderia ter feito mais no primeiro tempo se os armadores ajudassem. Kleberson foi mal e Michael péssimo, erravam quase todos os passes, forçando Adriano a voltar e armar as jogadas. Assim mesmo, Vagner Love, nos acréscimos do primeiro tempo, fez 1 a 0 de cabeça após uma bicicleta torta de Adriano.
No segundo tempo, com a entrada de Pet, o Fla melhorou, não errava tantos passes e os laterais Juan e principalmente L.Moura estavam ótimos, mas a Universidade também quis jogo e partiu para cima com apoio da sua apaixonada torcida. Jogo igual e aberto até que em uma jogada de gênio, Walter Montillo, aos 27 minutos deu um toque lindo de cobertura e surpreendeu Bruno empatando o jogo.
Mas o Fla não se assustou e conseguiu o gol logo aos 33min com Adriano após belo toque de calcanhar de L.Moura. A partir daí virou drama. O Fla precisava de mais um gol partiu desesperado para o gol e a Universidade fazia uma estratégia decisiva - Bola para o baixinho Puch que prendia a bola como ninguém. Nenhum rubro-negro conseguia tirar a bola dele.
Rogério Lourenço ainda contribuiu ao tirar Toró, que não tinha cartão amarelo, ao invés de Williams, pendurado, para a entrada de Vinicius Pacheco, Evidentemente que, logo em seguida, Willians foi expulso.
No último minuto, o Fla teve uma chance, mas foi desperdiçada pela incompetência de Vinícius Pacheco, que dentro da área ao invés de chutar ou cruzar, preferiu se jogar na área para cavar pênalti e o jogo acabou.
Pela terceira vez nas últimas quatro Libertadores, o Fla é eliminado, no máximo, nas quartas-de-final. Contra o Defensor, em 2007, o que decidiu foi a pane do time no jogo de ida, em Montevideu (3 a 0). Em 2008, contra o América do México, os rubro-negros levaram de 3 a0, em pleno Maracanã. E agora, em 2010, bastaram 45 minutos mal jogados contra La U, no mesmo Maraca, para que todos os sonhos, projetos e esperanças virassem pó.
O Universidad é o time mais técnico da Libertadores 2010, mas acho que não passa pelo Chivas.


Saudações,
Michel Macedo