Fala Galera
Notícia do Jornal Extra (RJ) de hoje.
"Medalha do título que Muricy não recebeu estava à venda na Internet"
Então quer dizer o seguinte: a medalha que deveria ter sido entregue ao técnico Muricy Ramalho pela conquista do Brasileiro 2010, o seu quarto em cinco anos, foi parar nas mãos de comerciantes cibernéticos.
Um deslize que adquire contornos um pouco mais graves quando se vem à tona a informação de que a condecoração foi desviada com a suposta ajuda de um funcionário da CBF, promotora do evento.
É evidente que o caráter simbólico da medalha tem muito mais relevância do que seu real valor, principalmente se associada à imagem do técnico mais vitorioso em Brasileiros da última década.
Caberia a entidade que chancela um dos campeonatos mais bem disputados do mundo zelar por sua imagem em todos os detalhes, desde a lisura da competição ao glamour da entrega dos prêmios.
Mas nada disso tem sido observado pela CBF, aparentemente fechada em copas, que desde a elaboração do tal calendário quadrienal optou por achar que a decretação dos pontos corridos encerra as mazelas.
Infelizmente, sabemos nós, não é assim.
Já amargamos resultados fraudados pela arbitragem, lamentamos títulos facilitados pela rivalidade e até já nos acostumamos ao descaso da entidade em casos relacionados ao bem estar dos torcedores.
Assusta, porém, o arrogante desleixo dos homens da CBF na condução de casos aparentemente simples como o ato de premiar os campeões das competições que promove.
Talvez já esteja passando da hora de ser revisto o modelo de entrega da taça e coroação dos heróis da conquista, como é feito em todos os países do mundo desde que a bola passou a rolar pelos campos.
Até porque, não custa lembrar, essa entidade tem um certo problema com troféus: do roubo da Jules Rimet, roubada e derretida, à famigerada polêmica da Taça de Bolinhas...
Até quanto o torcedor sofrerá com essas incompetências?
Fonte: Blog Futebol, Coisa e Tal
Saudações,
Michel Macedo
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
G3, G4, Libertadores e Sulamericana - Lambanças...
Fala Galera
Dirigente de futebol parece ter um prazer todo especial em complicar tudo. Exemplo gritante dessa "qualidade" dos cartolas pode ser constatado no imenso "imbroglio" causado pela (acertada) decisão de dar uma vaga na Libertadores do ano seguinte ao campeão da Conmebol.
Desde o início, a idéia era que o país do time que conquistasse a antiga Mercosul perderia uma das vagas de seu torneio nacional. Era justo e simples de entender. Sabe-se lá o porquê, de repente, tudo mudou. A vaga da Sul-Americana seria tomada da nação que conquistasse a Libertadores - ou seja, em vez de um prêmio, punição para o futebol que se sagrasse o melhor do continente.
Quando ninguém mais esperava a reversão do absurdo, eis que, a pedido da CBF, a Conmebol volta atrás e reestabelece a idéia original. Perde uma vaga o país que ganhá-la na Sul-Americana. Ok. Mas ainda há um porém: esta competição, este ano, acaba depois do Brasileirão. Ou seja, o time que chegar em quarto lugar (ou mesmo em sexto, se o Santos e o Inter estiverem à sua frente) ainda corre o sério risco de fazer festa, soltar fogos etc e, dias depois, ficar fora da principal competição das Américas, caso um brasileiro vença a Sul-Americana.
Situação ainda mais curiosa pode acontecer se, por exemplo, o Palmeiras for o clube a conquistar, através do Brasileirão, a última vaga - aquela da repescagem. Se ele mesmo chegar à final da Sul-Americana contra um outro time brasileiro (e os três que seguem na liça, além dele, são Atlético Mineiro, Goiás e Avaí, os dois últimos vindo pelo outro lado da chave e, portanto, possíveis rivais na decisão), pode pisar o gramado já classificado e acabar a partida duplamente derrotado - perdendo a Sul-Americana e, por tabela, a vaga na Libertadores.
Que coisa, hein?
Saudações,
Michel Macedo
Dirigente de futebol parece ter um prazer todo especial em complicar tudo. Exemplo gritante dessa "qualidade" dos cartolas pode ser constatado no imenso "imbroglio" causado pela (acertada) decisão de dar uma vaga na Libertadores do ano seguinte ao campeão da Conmebol.
Desde o início, a idéia era que o país do time que conquistasse a antiga Mercosul perderia uma das vagas de seu torneio nacional. Era justo e simples de entender. Sabe-se lá o porquê, de repente, tudo mudou. A vaga da Sul-Americana seria tomada da nação que conquistasse a Libertadores - ou seja, em vez de um prêmio, punição para o futebol que se sagrasse o melhor do continente.
Quando ninguém mais esperava a reversão do absurdo, eis que, a pedido da CBF, a Conmebol volta atrás e reestabelece a idéia original. Perde uma vaga o país que ganhá-la na Sul-Americana. Ok. Mas ainda há um porém: esta competição, este ano, acaba depois do Brasileirão. Ou seja, o time que chegar em quarto lugar (ou mesmo em sexto, se o Santos e o Inter estiverem à sua frente) ainda corre o sério risco de fazer festa, soltar fogos etc e, dias depois, ficar fora da principal competição das Américas, caso um brasileiro vença a Sul-Americana.
Situação ainda mais curiosa pode acontecer se, por exemplo, o Palmeiras for o clube a conquistar, através do Brasileirão, a última vaga - aquela da repescagem. Se ele mesmo chegar à final da Sul-Americana contra um outro time brasileiro (e os três que seguem na liça, além dele, são Atlético Mineiro, Goiás e Avaí, os dois últimos vindo pelo outro lado da chave e, portanto, possíveis rivais na decisão), pode pisar o gramado já classificado e acabar a partida duplamente derrotado - perdendo a Sul-Americana e, por tabela, a vaga na Libertadores.
Que coisa, hein?
Saudações,
Michel Macedo
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Sulamericana
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Brasileiro por pontos corridos e os reflexos nas finanças dos clubes
Fala Galera
Segue post extraído do Blog do amigo Emerson Gonçalves
A Parker Randall Consultores Independentes (nova razão da Casual Consultores) preparou um estudo muito interessante a respeito do impacto da adoção do sistema de pontos corridos no Campeonato Brasileiro sobre as finanças de nossos clubes.
Esse estudo, como vocês verão a seguir na transcrição do trabalho, comparou 2002 e 2009 e foi realizado com apenas oito clubes, dos quais a empresa tem os balanços. Uma pena, sem dúvida, ainda pior ao vermos que os analistas da PR não puderam aprofundar alguns pontos por um simples motivo: inexistência de informações diferenciadas em vários desses balanços, situação que, por sinal, continua a mesma em 2010. No futebol dessa Terra de Vera Cruz, a transparência continua sendo uma figura mitológica.
Como sabem os leitores deste Olhar Crônico Esportivo eu tenho cá minha preferência pelos pontos corridos desde sempre. Há quem não goste. Para mim, a contribuição mais importante da adoção dessa fórmula simples e direta, em que todos jogam contra todos em ida e volta e é campeão quem somar mais pontos, é ter levado os clubes a se modernizarem, buscarem se estruturar e adotar, necessariamente, um mínimo de planejamento. São movimentos ainda em curso, mas que já permitem que tenhamos bons resultados em alguns clubes que saíram na frente.
Aqui uma lembrança: campeonato por pontos corridos não era desconhecido do torcedor brasileiro, pois essa era a fórmula dos estaduais (a maioria) até meados dos anos setenta.
Uma informação prévia: de dezembro de 2002 a dezembro de 2009 tivemos uma variação acumulada de 50,5% no IPCA, vale dizer, portanto, uma inflação acumulada de 50,5%. Os números do futebol não costumam seguir as correções de outros setores da economia, como bem sabemos. Se há folhas salariais que dão risada da inflação, há preços de ingressos que parecem ser do século passado – e não o XX e sim o XIX. Principalmente quando a eles é aplicada a redução “de estudante”, a famigerada meia-entrada, que apesar de ser só meia dá direito ao espetáculo inteiro. Aliás, como tem estudante velho nessa terra, hein?
Vamos, então, ao trabalho da Parker Randall.
BRASILEIRÃO POR PONTOS CORRIDOS
Os reflexos para as finanças dos clubes
Uma das questões recorrentes ao longo da história do futebol brasileiro, dizia respeito ao formato de disputa do campeonato nacional. A primeira edição disputada em 1971, com 20 clubes e um regulamento que concedia vaga para a segunda fase, para clubes com melhores médias de público pagante, foi a primeira das 31 diferentes fórmulas de disputa até o ano de 2002.
Não foi somente a variedade de regulamentos que marcou a história do campeonato brasileiro, o exagerado número de participantes foi destaque na edição de 1978, não menos do que 74 clubes.
Outro dado curioso para não dizer triste, fruto da organização à época, foi a final da edição de 1991 (Bragantino x São Paulo), que registrou um público pagante inferior a 13.000 torcedores. E, por mais absurdo que parece, em 1999 no dia da partida final no Morumbi (Corinthians x Atlético/MG), por volta das 12hs, ainda não havia a confirmação se o jogo seria disputado no período da tarde, ou à noite.
A falta de conhecimento prévio quanto ao formato de disputa, calendário, número de participantes, entre outros detalhes fundamentais comprometia, sobremaneira, o planejamento de todas as equipes.
Em 2003, uma fórmula consolidada no futebol internacional, especialmente na Europa, foi adotada pela primeira vez para o brasileirão, os pontos corridos.
Datas e confrontos previamente definidos, possibilidade de comercialização de ingressos de modo antecipado, foram alguns dos motivos comemorados, por todos que entendiam ser esta, a forma mais justa de disputa do principal titulo do futebol brasileiro.
Havia também, expectativa com relação ao interesse pelo campeonato uma vez que, sairíamos de modelos disputados em geral, ao longo de cinco ou seis meses e recheados de playoffs e finais com estádios lotados, para um modelo onde eventualmente, poderíamos ter um time sem qualquer aspiração, ainda na metade do campeonato.
Todos os questionamentos somente poderiam ser esclarecidos, com o amadurecimento deste formato de disputa, afinal, estávamos habituados a inúmeros, inícios e meios que culminavam com o mesmo fim, a decisão entre dois times.
O fato de termos pela oitava vez consecutiva a repetição do mesmo modelo de disputa, é um indicador de que, o formato de pontos corridos está consolidado, sob a ótica da competição.
Procuramos, portanto, mensurar os efeitos deste sucesso, agora sob a ótica das finanças.
*** Quais os reais efeitos gerados para o setor com a consolidação de um formato de pontos corridos e um período de 8 meses de disputa?
*** De que maneira as receitas ligadas diretamente ao formato de disputa se comportaram?
*** Como pode ser materializada a aceitação do público quanto ao formato de disputa?
Estas são algumas das indagações que buscamos esclarecer, por meio do comparativo entre o último ano de disputa do formato de playoffs (2002) e o oitavo ano de disputa do formato de pontos corridos (2009).
Obtivemos os dados contábeis de 8 clubes que disputaram as duas edições, e efetuamos análises globais e individuais, acerca de temas que passaremos a apresentar por meio de gráficos, a partir de agora.
Os clubes, dos quais utilizamos os dados contábeis de 2002 e de 2009, foram os seguintes:
Atlético/MG
Botafogo/RJ
Corinthians
Cruzeiro
Flamengo
Palmeiras
Santos
São Paulo
Mesmo considerando fatores específicos, que colaboraram para o crescimento desta receita, como: o estádio do Engenhão para o Botafogo e a contratação de Ronaldo fenômeno pelo Corinthians, não podemos deixar de atestar que, uma tabela de jogos com as respectivas datas definidas antes do inicio do campeonato, contribui imensamente para que os clubes desenvolvam suas estratégias para venda antecipada de ingressos, gerando maiores volumes de receitas a cada temporada.
Outra constatação de aumento significativo no volume de receita, está relacionada com a transmissão dos jogos pela TV. A remuneração dos clubes é oriunda de contratos que fixam valores por temporada, no entanto, receitas variáveis como: tv por assinatura, pay per view, são diretamente influenciadas pelos benefícios de um calendário antecipadamente definido. É o que, de fato, aconteceu com Flamengo, São Paulo e Santos, conforme demonstrado no gráfico.
Certamente, a presença de público nos estádios é o meio mais objetivo para materializar seu interesse por um evento esportivo e, no futebol não seria diferente.
O aumento de público presente nos estádios, neste comparativo, é uma demonstração de que um campeonato organizado, onde o torcedor tem a possibilidade de programar sua presença, assegurando também ao clube a possibilidade de promover diversas ações ao longo da temporada é um prenúncio de evolução para o futebol brasileiro.
Parker Randall Auditores Independentes - Divisão Esporte Negócio
Saudações,
Michel Macedo
Segue post extraído do Blog do amigo Emerson Gonçalves
A Parker Randall Consultores Independentes (nova razão da Casual Consultores) preparou um estudo muito interessante a respeito do impacto da adoção do sistema de pontos corridos no Campeonato Brasileiro sobre as finanças de nossos clubes.
Esse estudo, como vocês verão a seguir na transcrição do trabalho, comparou 2002 e 2009 e foi realizado com apenas oito clubes, dos quais a empresa tem os balanços. Uma pena, sem dúvida, ainda pior ao vermos que os analistas da PR não puderam aprofundar alguns pontos por um simples motivo: inexistência de informações diferenciadas em vários desses balanços, situação que, por sinal, continua a mesma em 2010. No futebol dessa Terra de Vera Cruz, a transparência continua sendo uma figura mitológica.
Como sabem os leitores deste Olhar Crônico Esportivo eu tenho cá minha preferência pelos pontos corridos desde sempre. Há quem não goste. Para mim, a contribuição mais importante da adoção dessa fórmula simples e direta, em que todos jogam contra todos em ida e volta e é campeão quem somar mais pontos, é ter levado os clubes a se modernizarem, buscarem se estruturar e adotar, necessariamente, um mínimo de planejamento. São movimentos ainda em curso, mas que já permitem que tenhamos bons resultados em alguns clubes que saíram na frente.
Aqui uma lembrança: campeonato por pontos corridos não era desconhecido do torcedor brasileiro, pois essa era a fórmula dos estaduais (a maioria) até meados dos anos setenta.
Uma informação prévia: de dezembro de 2002 a dezembro de 2009 tivemos uma variação acumulada de 50,5% no IPCA, vale dizer, portanto, uma inflação acumulada de 50,5%. Os números do futebol não costumam seguir as correções de outros setores da economia, como bem sabemos. Se há folhas salariais que dão risada da inflação, há preços de ingressos que parecem ser do século passado – e não o XX e sim o XIX. Principalmente quando a eles é aplicada a redução “de estudante”, a famigerada meia-entrada, que apesar de ser só meia dá direito ao espetáculo inteiro. Aliás, como tem estudante velho nessa terra, hein?
Vamos, então, ao trabalho da Parker Randall.
BRASILEIRÃO POR PONTOS CORRIDOS
Os reflexos para as finanças dos clubes
Uma das questões recorrentes ao longo da história do futebol brasileiro, dizia respeito ao formato de disputa do campeonato nacional. A primeira edição disputada em 1971, com 20 clubes e um regulamento que concedia vaga para a segunda fase, para clubes com melhores médias de público pagante, foi a primeira das 31 diferentes fórmulas de disputa até o ano de 2002.
Não foi somente a variedade de regulamentos que marcou a história do campeonato brasileiro, o exagerado número de participantes foi destaque na edição de 1978, não menos do que 74 clubes.
Outro dado curioso para não dizer triste, fruto da organização à época, foi a final da edição de 1991 (Bragantino x São Paulo), que registrou um público pagante inferior a 13.000 torcedores. E, por mais absurdo que parece, em 1999 no dia da partida final no Morumbi (Corinthians x Atlético/MG), por volta das 12hs, ainda não havia a confirmação se o jogo seria disputado no período da tarde, ou à noite.
A falta de conhecimento prévio quanto ao formato de disputa, calendário, número de participantes, entre outros detalhes fundamentais comprometia, sobremaneira, o planejamento de todas as equipes.
Em 2003, uma fórmula consolidada no futebol internacional, especialmente na Europa, foi adotada pela primeira vez para o brasileirão, os pontos corridos.
Datas e confrontos previamente definidos, possibilidade de comercialização de ingressos de modo antecipado, foram alguns dos motivos comemorados, por todos que entendiam ser esta, a forma mais justa de disputa do principal titulo do futebol brasileiro.
Havia também, expectativa com relação ao interesse pelo campeonato uma vez que, sairíamos de modelos disputados em geral, ao longo de cinco ou seis meses e recheados de playoffs e finais com estádios lotados, para um modelo onde eventualmente, poderíamos ter um time sem qualquer aspiração, ainda na metade do campeonato.
Todos os questionamentos somente poderiam ser esclarecidos, com o amadurecimento deste formato de disputa, afinal, estávamos habituados a inúmeros, inícios e meios que culminavam com o mesmo fim, a decisão entre dois times.
O fato de termos pela oitava vez consecutiva a repetição do mesmo modelo de disputa, é um indicador de que, o formato de pontos corridos está consolidado, sob a ótica da competição.
Procuramos, portanto, mensurar os efeitos deste sucesso, agora sob a ótica das finanças.
*** Quais os reais efeitos gerados para o setor com a consolidação de um formato de pontos corridos e um período de 8 meses de disputa?
*** De que maneira as receitas ligadas diretamente ao formato de disputa se comportaram?
*** Como pode ser materializada a aceitação do público quanto ao formato de disputa?
Estas são algumas das indagações que buscamos esclarecer, por meio do comparativo entre o último ano de disputa do formato de playoffs (2002) e o oitavo ano de disputa do formato de pontos corridos (2009).
Obtivemos os dados contábeis de 8 clubes que disputaram as duas edições, e efetuamos análises globais e individuais, acerca de temas que passaremos a apresentar por meio de gráficos, a partir de agora.
Os clubes, dos quais utilizamos os dados contábeis de 2002 e de 2009, foram os seguintes:
Atlético/MG
Botafogo/RJ
Corinthians
Cruzeiro
Flamengo
Palmeiras
Santos
São Paulo
Mesmo considerando fatores específicos, que colaboraram para o crescimento desta receita, como: o estádio do Engenhão para o Botafogo e a contratação de Ronaldo fenômeno pelo Corinthians, não podemos deixar de atestar que, uma tabela de jogos com as respectivas datas definidas antes do inicio do campeonato, contribui imensamente para que os clubes desenvolvam suas estratégias para venda antecipada de ingressos, gerando maiores volumes de receitas a cada temporada.
Outra constatação de aumento significativo no volume de receita, está relacionada com a transmissão dos jogos pela TV. A remuneração dos clubes é oriunda de contratos que fixam valores por temporada, no entanto, receitas variáveis como: tv por assinatura, pay per view, são diretamente influenciadas pelos benefícios de um calendário antecipadamente definido. É o que, de fato, aconteceu com Flamengo, São Paulo e Santos, conforme demonstrado no gráfico.
Certamente, a presença de público nos estádios é o meio mais objetivo para materializar seu interesse por um evento esportivo e, no futebol não seria diferente.
O aumento de público presente nos estádios, neste comparativo, é uma demonstração de que um campeonato organizado, onde o torcedor tem a possibilidade de programar sua presença, assegurando também ao clube a possibilidade de promover diversas ações ao longo da temporada é um prenúncio de evolução para o futebol brasileiro.
Parker Randall Auditores Independentes - Divisão Esporte Negócio
Saudações,
Michel Macedo
Punir a Nigéria é fácil. E a França? E o Brasil?
Fala Galera
A Fifa anunciou na semana passada que a seleção da Nigéria está suspensa por tempo indeterminado de qualquer competição internacional e até mesmo de amistosos, por causa da interferência do governo na Federação de Futebol da Nigéria (FFN). E não foram poucas as intromissões: membros eleitos do Comitê Executivo da FFN não podem exercer suas funções porque estão sendo processados, o secretário-geral da entidade renunciou seguindo ordens da Comissão Esportiva Nacional, e o Campeonato Nigeriano começou com a presença das equipes que deveriam ter sido rebaixadas, uma autêntica virada de mesa promovida pelo Ministério do Esporte.
Está claro que a Fifa realmente tem razão de intervir. Vale lembrar que em julho o governo nigeriano já tinha ameaçado suspender a seleção por dois anos como punição pela campanha ruim na Copa do Mundo, e na ocasião a Fifa já tinha avisado que não iria tolerar interferências como essa. Mas parece que os nigerianos não aprenderam a lição. A suspensão imposta pela Fifa valerá até que as intromissões governamentais terminem, especialmente os processos judiciais que impedem o trabalho do comitê executivo da FFN.
E o que a França tem a ver com isso? Bem, não custa nada lembrar que ainda durante a Copa a seleção francesa recebeu a visita da Ministra do Esporte e Saúde, Roselyne Bachelot, que conversou com os jogadores a pedido do presidente Nicolas Sarkozy, para acabar com a crise instalada pela expulsão do atacante Anelka da delegação. Na ocasião, ela acusou a equipe de manchar a imagem do país, e anunciou uma investigação sobre o caso e a criação de uma cartilha ética antes de competições importantes.
Não seria isso uma intromissão do governo nos assuntos do esporte? E após a Copa, quando o novo técnico, Laurent Blanc, colocou os 23 jogadores que foram ao Mundial 'de castigo', excluindo-os da primeira convocação? Foi uma decisão meramente técnica ou uma punição similar (embora não tão exagerada) àquela que o governo nigeriano quis dar à sua seleção.
E a virada de mesa do Campeonato Nigeriano? Agora isso acabou no Brasil, mas já aconteceu, e mais de uma vez, não muito tempo atrás. Será que a Fifa teria coragem de punir a seleção pentacampeã mundial se essa prática voltasse a ocorrer?
Punir a Nigéria é fácil.
Saudações,
Michel Macedo
A Fifa anunciou na semana passada que a seleção da Nigéria está suspensa por tempo indeterminado de qualquer competição internacional e até mesmo de amistosos, por causa da interferência do governo na Federação de Futebol da Nigéria (FFN). E não foram poucas as intromissões: membros eleitos do Comitê Executivo da FFN não podem exercer suas funções porque estão sendo processados, o secretário-geral da entidade renunciou seguindo ordens da Comissão Esportiva Nacional, e o Campeonato Nigeriano começou com a presença das equipes que deveriam ter sido rebaixadas, uma autêntica virada de mesa promovida pelo Ministério do Esporte.
Está claro que a Fifa realmente tem razão de intervir. Vale lembrar que em julho o governo nigeriano já tinha ameaçado suspender a seleção por dois anos como punição pela campanha ruim na Copa do Mundo, e na ocasião a Fifa já tinha avisado que não iria tolerar interferências como essa. Mas parece que os nigerianos não aprenderam a lição. A suspensão imposta pela Fifa valerá até que as intromissões governamentais terminem, especialmente os processos judiciais que impedem o trabalho do comitê executivo da FFN.
E o que a França tem a ver com isso? Bem, não custa nada lembrar que ainda durante a Copa a seleção francesa recebeu a visita da Ministra do Esporte e Saúde, Roselyne Bachelot, que conversou com os jogadores a pedido do presidente Nicolas Sarkozy, para acabar com a crise instalada pela expulsão do atacante Anelka da delegação. Na ocasião, ela acusou a equipe de manchar a imagem do país, e anunciou uma investigação sobre o caso e a criação de uma cartilha ética antes de competições importantes.
Não seria isso uma intromissão do governo nos assuntos do esporte? E após a Copa, quando o novo técnico, Laurent Blanc, colocou os 23 jogadores que foram ao Mundial 'de castigo', excluindo-os da primeira convocação? Foi uma decisão meramente técnica ou uma punição similar (embora não tão exagerada) àquela que o governo nigeriano quis dar à sua seleção.
E a virada de mesa do Campeonato Nigeriano? Agora isso acabou no Brasil, mas já aconteceu, e mais de uma vez, não muito tempo atrás. Será que a Fifa teria coragem de punir a seleção pentacampeã mundial se essa prática voltasse a ocorrer?
Punir a Nigéria é fácil.
Saudações,
Michel Macedo
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A “vaga” perdida e os times americanos
Fala Galera
A CONMEBOL, dentro de sua prática habitual de privilegiar o atraso e a política em detrimento do mérito esportivo, tal e qual a CBF faz com a Copa do Brasil, diga-se, deu uma vaga na Copa Libertadores ao campeão da secundária e sem atrativos Copa Sul Americana. O campeão da competição mais importante continua com sua vaga assegurada no ano seguinte, mas como parte da cota a que seu país tem direito. A vaga pertencente à confederação mudou de dono.
A Copa Libertadores é disputada por dez países sul-americanos e um norte/centro-americano, com as seguintes vagas:
Argentina 5 vagas
Bolívia 3 vagas
Brasil 5 vagas
Chile 3 vagas
Colômbia 3 vagas
Equador 3 vagas
México 3 vagas
Paraguai 3 vagas
Peru 3 vagas
Uruguai 3 vagas
Venezuela 3 vagas
Confederação 1 vaga
Temos, então, 38 vagas, das quais 6 são disputadas na chamada Primeira Fase, por 12 clubes – um de cada uma das onze federações e o 12º da associação da qual faça parte o time que ocupa a vaga da CONMEBOL. Ou seja, o país do campeão da Copa Libertadores até a edição 2010, e do país do campeão da Copa Sul Americana, a partir de 2011, tem duas vagas na pré-Libertadores ou Primeira Fase.
A CBF, em típica atitude de quem “joga pra galera”, pleiteia a manutenção de uma sexta e hipotética vaga, que, na verdade, pertence à confederação e não ao país do clube campeão. Ora, para que essa vaga permaneça para o Brasil, algum país teria que perder uma das suas. Nessa hora, os primeiros nomes que surgem são Bolívia e Venezuela.
Vã ilusão.
Em política não se diminui nada, pelo contrário. Alguém já viu prosperar alguma proposta para reduzir o número absurdo, gigantesco, abusivo mesmo, de parlamentares de todos os níveis e tipos que tem essa república?
Não. Isso é impensável, simplesmente. Nenhum político vai votar a favor de redução no número de suas vagas e nenhum país irá votar pela redução do número de vagas na Copa Libertadores. Aliás, seria mais fácil os eleitores da CONMEBOL tirarem uma ou duas vagas do Brasil e da Argentina do que o contrário. Afinal, são oito países sul-americanos com direito a três vagas contra dois com direito a cinco vagas. E um país, um voto.
O peso político do Brasil na CONMEBOL é reduzido. Tivemos uma boa amostra na desastrada proposta do presidente da CBF há poucos anos, quando, pressionado pela direção do Flamengo, propôs que não se jogasse em La Paz, Oruro, Potosí e Quito.
Dançou, obviamente, bola que o “velho” OCE cantou com enorme facilidade.
Quem fala em tirar uma vaga de Bolívia ou Venezuela não conhece a CONMEBOL e, temo, tampouco conhece LatinoAmerica e seus novos dirigentes bolivarianos.
A (remotíssima) chance brasileira
Há uma possibilidade, sim, para que essa vaga, que pertence ao Brasil de forma passageira, seja mantida: é a criação de mais quatro vagas na competição. Uma para o campeão da Libertadores sem prejuízo de uma vaga do país do campeão, e mais três vagas para abrigar os times da MLS – Major League Soccer.
Agregando americanos e canadenses, teríamos uma expansão da Copa Libertadores e dos times sul-americanos para o crescente mercado norte-americano. Já se falou nisso algumas vezes, mas nada foi concretizado, embora um time americano já tenha disputado a Sul Americana.
À Nissan interessa uma presença maior nos Estados Unidos, o que também já foi bem visto pela direção do Santander, antes, porém, do Crash de 2008.
Provavelmente, os valores envolvidos com patrocínios e direitos de transmissão aumentariam um bocado, se bem que é difícil falar sobre isso a respeito de CONMEBOL e Libertadores. Afinal, se a competição mais importante do continente paga ao seu campeão menos do que ganha um grande brasileiro para disputar um simples estadual, como imaginar que tipo e intensidade de alavancagem financeira permitirá uma expansão como essa?
A par das mudanças no marketing e nas finanças, uma Libertadores ampliada precisaria de uma total reformulação no chaveamento e na sua forma de disputa.
Para finalizar: 1 – não teremos vaga extra para o futebol brasileiro; 2 – a segunda parte desse post está mais para sonho do que para mudança possível a curto prazo.
Saudações,
Michel Macedo
A CONMEBOL, dentro de sua prática habitual de privilegiar o atraso e a política em detrimento do mérito esportivo, tal e qual a CBF faz com a Copa do Brasil, diga-se, deu uma vaga na Copa Libertadores ao campeão da secundária e sem atrativos Copa Sul Americana. O campeão da competição mais importante continua com sua vaga assegurada no ano seguinte, mas como parte da cota a que seu país tem direito. A vaga pertencente à confederação mudou de dono.
A Copa Libertadores é disputada por dez países sul-americanos e um norte/centro-americano, com as seguintes vagas:
Argentina 5 vagas
Bolívia 3 vagas
Brasil 5 vagas
Chile 3 vagas
Colômbia 3 vagas
Equador 3 vagas
México 3 vagas
Paraguai 3 vagas
Peru 3 vagas
Uruguai 3 vagas
Venezuela 3 vagas
Confederação 1 vaga
Temos, então, 38 vagas, das quais 6 são disputadas na chamada Primeira Fase, por 12 clubes – um de cada uma das onze federações e o 12º da associação da qual faça parte o time que ocupa a vaga da CONMEBOL. Ou seja, o país do campeão da Copa Libertadores até a edição 2010, e do país do campeão da Copa Sul Americana, a partir de 2011, tem duas vagas na pré-Libertadores ou Primeira Fase.
A CBF, em típica atitude de quem “joga pra galera”, pleiteia a manutenção de uma sexta e hipotética vaga, que, na verdade, pertence à confederação e não ao país do clube campeão. Ora, para que essa vaga permaneça para o Brasil, algum país teria que perder uma das suas. Nessa hora, os primeiros nomes que surgem são Bolívia e Venezuela.
Vã ilusão.
Em política não se diminui nada, pelo contrário. Alguém já viu prosperar alguma proposta para reduzir o número absurdo, gigantesco, abusivo mesmo, de parlamentares de todos os níveis e tipos que tem essa república?
Não. Isso é impensável, simplesmente. Nenhum político vai votar a favor de redução no número de suas vagas e nenhum país irá votar pela redução do número de vagas na Copa Libertadores. Aliás, seria mais fácil os eleitores da CONMEBOL tirarem uma ou duas vagas do Brasil e da Argentina do que o contrário. Afinal, são oito países sul-americanos com direito a três vagas contra dois com direito a cinco vagas. E um país, um voto.
O peso político do Brasil na CONMEBOL é reduzido. Tivemos uma boa amostra na desastrada proposta do presidente da CBF há poucos anos, quando, pressionado pela direção do Flamengo, propôs que não se jogasse em La Paz, Oruro, Potosí e Quito.
Dançou, obviamente, bola que o “velho” OCE cantou com enorme facilidade.
Quem fala em tirar uma vaga de Bolívia ou Venezuela não conhece a CONMEBOL e, temo, tampouco conhece LatinoAmerica e seus novos dirigentes bolivarianos.
A (remotíssima) chance brasileira
Há uma possibilidade, sim, para que essa vaga, que pertence ao Brasil de forma passageira, seja mantida: é a criação de mais quatro vagas na competição. Uma para o campeão da Libertadores sem prejuízo de uma vaga do país do campeão, e mais três vagas para abrigar os times da MLS – Major League Soccer.
Agregando americanos e canadenses, teríamos uma expansão da Copa Libertadores e dos times sul-americanos para o crescente mercado norte-americano. Já se falou nisso algumas vezes, mas nada foi concretizado, embora um time americano já tenha disputado a Sul Americana.
À Nissan interessa uma presença maior nos Estados Unidos, o que também já foi bem visto pela direção do Santander, antes, porém, do Crash de 2008.
Provavelmente, os valores envolvidos com patrocínios e direitos de transmissão aumentariam um bocado, se bem que é difícil falar sobre isso a respeito de CONMEBOL e Libertadores. Afinal, se a competição mais importante do continente paga ao seu campeão menos do que ganha um grande brasileiro para disputar um simples estadual, como imaginar que tipo e intensidade de alavancagem financeira permitirá uma expansão como essa?
A par das mudanças no marketing e nas finanças, uma Libertadores ampliada precisaria de uma total reformulação no chaveamento e na sua forma de disputa.
Para finalizar: 1 – não teremos vaga extra para o futebol brasileiro; 2 – a segunda parte desse post está mais para sonho do que para mudança possível a curto prazo.
Saudações,
Michel Macedo
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Um mapa simples do número de estrangeiros nas séries A, B e C
Fala Galera
Os dados são da CBF:
Série A: Angola (1), Argentina (11), Bolívia (1), Camarões (1), Chile (4), Colômbia (8), Congo (1), Equador (5), EUA (1), Paraguai (6), Portugal (1), Sérvia (1), África do Sul (1) e Uruguai (3)
Série B: Angola (1), Argentina (2), Chile (1), EUA (1), Paraguai (1) e Uruguai (3)
Série C: Colômbia (2) e Uruguai (3)
Saudações,
Michel Macedo
Os dados são da CBF:
Série A: Angola (1), Argentina (11), Bolívia (1), Camarões (1), Chile (4), Colômbia (8), Congo (1), Equador (5), EUA (1), Paraguai (6), Portugal (1), Sérvia (1), África do Sul (1) e Uruguai (3)
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Após indisciplina, Mano Menezes deixa Neymar fora da Seleção
Fala Galera
O projeto de renovação da Seleção Brasileira visando à Copa de 2014, no Brasil, ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira. O técnico Mano Menezes divulgou os 23 jogadores convocados para dois amistosos na Europa. A principal ausência da lista do treinador é o atacante Neymar, do Santos. O treinador da Seleção Brasileira preferiu deixar o jogador do Peixe fora após a confusão que causou a demissão de Dorival Júnior. As grandes surpresas foram o goleiro Neto, do Atlético-PR, o lateral Mariano, do Fluminense, o apoiador Giuliano, do Internacional. Elias, do Corinthians, e Wesley, ex-jogador do Peixe e atualmente no Werder Bremen, são outras novidades.
- Não queremos ser mais realistas do que ninguém, e nem mais duros do que ninguém. O futebol brilhante dos últimos meses deve ser a marca fundamental de um jogador talentoso como o Neymar. Se isso voltar a ser a regra, ele será novamente chamado. A volta do Neymar vai depender dele. Espero mesmo que seja circunstancial essa fase - disse Mano Menezes, que chamou o atacante Nilmar (Villarreal), um dos remanescentes da última Copa do Mundo, pela primeira vez em sua gestão.
Os adversários dos amistosos em solo europeu não foram divulgados pela CBF, porém os jogos já estão acertados (serão realizados entre os dias 6 e 13 de outubro). De acordo com a entidade, que encontrou dificuldades para encontrar rivais por conta das eliminatórias para a Eurocopa 2012, na Polônia e na Ucrânia, o anúncio ainda não foi feito por conta de questões contratuais.
Neymar fez parte da lista de convocados de Mano Menezes para a primeira partida da Seleção após a disputa da Copa do Mundo na África do Sul e se tornou um dos símbolos do processo de renovação apresentado pelo treinador. O jogador, inclusive, foi um dos destaques da equipe que venceu os Estados Unidos por 2 a 0, em Nova Jersey. Naquela ocasião, o atacante do Santos deixou a sua marca, e Alexandre Pato fez o outro.
O problema de Neymar com Dorival Júnior aconteceu no dia 15 de setembro durante a partida contra o Atlético-GO, no Serra Dourada. O jogador ficou irritado por ter sido preterido na cobrança de um pênalti (assista no vídeo ao lado) e acabou se desentendendo com o treinador, soltando vários palavrões. Para não perder o comando, o comandante do Santos afastou o atleta por tempo indeterminado, deixando o fora do jogo diante do Guarani, no último fim de semana. Porém, na última terça-feira, o Dorival foi demitido por não relacionar o garoto para o clássico contra o Corinthians.
Seis jogadores têm idade olímpica: o goleiro Neto, o volante Sandro, os meias Giuliano e Phillippe Coutinho, os atacantes André e Alexandre Pato. A CBF também divulgou a contratação do técnico Ney Franco, do Coritiba, para ser o novo coordenador das categorias de base e o treinador da Seleção Brasileira sub-20, a partir de dezembro, logo após a participação do seu time na Série B do Campeonato Brasileiro, que se encerra em 27 de novembro.
Ney Franco, que foi indicado pelo técnico da Seleção principal, Mano Menezes, dirigirá o time sub-20 no Campeonato Sul-Americano que será disputado em janeiro de 2011, no Peru. Esta competição classificará duas equipes para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e quatro para o Mundial da categoria, também em 2011, na Colômbia.
Confira a lista de convocados de Mano Menezes
Goleiros
Victor (Grêmio)
Jefferson (Botafogo)
Neto (Atlético-PR)
Laterais
Daniel Alves (Barcelona)
Mariano (Fluminense)
André Santos (Fenerbahçe)
Adriano Correia (Barcelona)
Zagueiros
David Luiz (Benfica)
Alex (Chelsea)
Thiago Silva (Milan)
Rever (Atlético-MG)
Volantes
Lucas (Liverpool)
Ramires (Chelsea)
Sandro (Tottenham)
Elias (Corinthians)
Meias
Carlos Eduardo (Rubin Kazan)
Philippe Coutinho (Inter de Milão)
Wesley (Werder Bremen)
Giuliano (Internacional)
Atacantes
Alexandre Pato (Milan)
Robinho (Milan)
André (Dínamo de Kiev)
Nilmar (Villarreal)
Saudações,
Michel Macedo
O projeto de renovação da Seleção Brasileira visando à Copa de 2014, no Brasil, ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira. O técnico Mano Menezes divulgou os 23 jogadores convocados para dois amistosos na Europa. A principal ausência da lista do treinador é o atacante Neymar, do Santos. O treinador da Seleção Brasileira preferiu deixar o jogador do Peixe fora após a confusão que causou a demissão de Dorival Júnior. As grandes surpresas foram o goleiro Neto, do Atlético-PR, o lateral Mariano, do Fluminense, o apoiador Giuliano, do Internacional. Elias, do Corinthians, e Wesley, ex-jogador do Peixe e atualmente no Werder Bremen, são outras novidades.
- Não queremos ser mais realistas do que ninguém, e nem mais duros do que ninguém. O futebol brilhante dos últimos meses deve ser a marca fundamental de um jogador talentoso como o Neymar. Se isso voltar a ser a regra, ele será novamente chamado. A volta do Neymar vai depender dele. Espero mesmo que seja circunstancial essa fase - disse Mano Menezes, que chamou o atacante Nilmar (Villarreal), um dos remanescentes da última Copa do Mundo, pela primeira vez em sua gestão.
Os adversários dos amistosos em solo europeu não foram divulgados pela CBF, porém os jogos já estão acertados (serão realizados entre os dias 6 e 13 de outubro). De acordo com a entidade, que encontrou dificuldades para encontrar rivais por conta das eliminatórias para a Eurocopa 2012, na Polônia e na Ucrânia, o anúncio ainda não foi feito por conta de questões contratuais.
Neymar fez parte da lista de convocados de Mano Menezes para a primeira partida da Seleção após a disputa da Copa do Mundo na África do Sul e se tornou um dos símbolos do processo de renovação apresentado pelo treinador. O jogador, inclusive, foi um dos destaques da equipe que venceu os Estados Unidos por 2 a 0, em Nova Jersey. Naquela ocasião, o atacante do Santos deixou a sua marca, e Alexandre Pato fez o outro.
O problema de Neymar com Dorival Júnior aconteceu no dia 15 de setembro durante a partida contra o Atlético-GO, no Serra Dourada. O jogador ficou irritado por ter sido preterido na cobrança de um pênalti (assista no vídeo ao lado) e acabou se desentendendo com o treinador, soltando vários palavrões. Para não perder o comando, o comandante do Santos afastou o atleta por tempo indeterminado, deixando o fora do jogo diante do Guarani, no último fim de semana. Porém, na última terça-feira, o Dorival foi demitido por não relacionar o garoto para o clássico contra o Corinthians.
Seis jogadores têm idade olímpica: o goleiro Neto, o volante Sandro, os meias Giuliano e Phillippe Coutinho, os atacantes André e Alexandre Pato. A CBF também divulgou a contratação do técnico Ney Franco, do Coritiba, para ser o novo coordenador das categorias de base e o treinador da Seleção Brasileira sub-20, a partir de dezembro, logo após a participação do seu time na Série B do Campeonato Brasileiro, que se encerra em 27 de novembro.
Ney Franco, que foi indicado pelo técnico da Seleção principal, Mano Menezes, dirigirá o time sub-20 no Campeonato Sul-Americano que será disputado em janeiro de 2011, no Peru. Esta competição classificará duas equipes para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e quatro para o Mundial da categoria, também em 2011, na Colômbia.
Confira a lista de convocados de Mano Menezes
Goleiros
Victor (Grêmio)
Jefferson (Botafogo)
Neto (Atlético-PR)
Laterais
Daniel Alves (Barcelona)
Mariano (Fluminense)
André Santos (Fenerbahçe)
Adriano Correia (Barcelona)
Zagueiros
David Luiz (Benfica)
Alex (Chelsea)
Thiago Silva (Milan)
Rever (Atlético-MG)
Volantes
Lucas (Liverpool)
Ramires (Chelsea)
Sandro (Tottenham)
Elias (Corinthians)
Meias
Carlos Eduardo (Rubin Kazan)
Philippe Coutinho (Inter de Milão)
Wesley (Werder Bremen)
Giuliano (Internacional)
Atacantes
Alexandre Pato (Milan)
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domingo, 25 de julho de 2010
Sem se importar em ser segunda opção, Mano diz 'sim' à Seleção
Fala Galera
Mano Menezes disse "sim". Após a recusa de Muricy Ramalho, que preferiu seguir no Fluminense, o técnico do Corinthians afirmou na manhã de sábado, em uma rápida entrevista coletiva, no Parque São Jorge, que aceita o convite para ser o substituto de Dunga e ter como objetivo a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
- Como vocês já têm conhecimento, ontem por volta das 19h30m ou 20h, recebi convite oficial da CBF para assumir oficialmente o comando técnico da Seleção. Tivemos uma conversa longa, Ricardo Teixeira e eu, e ele me expôs aquilo que a CBF tem como ideia para o projeto de 2014. Fiz questionamentos importantes, que entendi que deveriam ser feitos para uma análise mais longa, e pedi a ele depois da conversa, com a razão que sempre tento colocar nas minhas decisões, que pudesse encaminhar uma posição oficial a partir de agora. E é isso que vim aqui fazer: confirmar. Eu aceito o convite que o presidente me fez. Vamos ter a partir de agora o encaminhamento de algumas outras situações, porque vocês vão entender que, para mim, o fato é novo desde a noite de ontem. Para todo o Brasil, a partir de agora, digo que aceito o convite - anunciou.
Durante a entrevista, os jogadores Ronaldo, Elias, Dentinho, Julio Cesar, Roberto Carlos, Iarley e Alessandro invadiram a sala de imprensa do Parque São Jorge para cumprimentá-lo. Ao lado, o presidente Andrés Sanches, que contratou o treinador no fim de 2007, logo após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, acompanhava tudo com os olhos marejados.
Questionado sobre o fato de ter aceitado o convite logo depois da recusa de Muricy Ramalho, que preferiu permanecer no Fluminense, Mano afirmou que não se sentiu preterido num primeiro momento pela CBF.
- Muito pelo contrário, me orgulho muito. Devemos ter no futebol brasileiro uns 50 excelentes profissionais. Se sou o segundo, estou bem colocado. E sou o segundo (atrás) do Muricy, que admiro muito como pessoa. Durante a semana, a questão foi encaminhada entre Muricy e Mano, Mano e Muricy... Não tenho de analisar por que o primeiro convite não teve sequência. O segundo foi feito para mim, e estou feliz e orgulhoso. Levei em consideração o que é preciso se levar neste trabalho - comentou Mano.
A apresentação oficial está marcada para segunda-feira, às 16h, em um hotel na Zona Sul no Rio de Janeiro. No mesmo dia, Mano Menezes anunciará sua primeira convocação, já que o Brasil tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Amistosos serão bastante comuns até a Copa de 2014, já que, por ser o país sede do Mundial, o Brasil não precisa participar das eliminatórias. Até lá, a Seleção disputará duas competições oficiais: a Copa América, em 2011, na Argentina, e a Copa das Confederações, em 2013, no Brasil.
Mano Menezes será o responsável por fazer a reformulação da equipe, que nas duas últimas Copas do Mundo, na Alemanha e na África do Sul, parou nas quartas de final. Segundo o presidente Ricardo Teixeira, essa primeira convocação do ex-corintiano terá uma base formada por jogadores que atuam no Brasil.
- Chego para ser técnico da Seleção com muito orgulho. A maioria dos técnicos do Brasil gostaria de estar no meu lugar e isso dá ideia do quão importante é o cargo. Vim escrevendo uma trajetória e pensava em um dia chegar à Seleção Brasileira. Acho que foi mais rápido do que pensava. Mas tenho por linha não fugir de convites importantes e aceitar novos desafios. Passa-se todo o tempo se preparando para uma situação grandiosa e essa é a mais grandiosa de todas. E isso é motivo de orgulho muito grande.
Mano Menezes disse "sim". Após a recusa de Muricy Ramalho, que preferiu seguir no Fluminense, o técnico do Corinthians afirmou na manhã de sábado, em uma rápida entrevista coletiva, no Parque São Jorge, que aceita o convite para ser o substituto de Dunga e ter como objetivo a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
- Como vocês já têm conhecimento, ontem por volta das 19h30m ou 20h, recebi convite oficial da CBF para assumir oficialmente o comando técnico da Seleção. Tivemos uma conversa longa, Ricardo Teixeira e eu, e ele me expôs aquilo que a CBF tem como ideia para o projeto de 2014. Fiz questionamentos importantes, que entendi que deveriam ser feitos para uma análise mais longa, e pedi a ele depois da conversa, com a razão que sempre tento colocar nas minhas decisões, que pudesse encaminhar uma posição oficial a partir de agora. E é isso que vim aqui fazer: confirmar. Eu aceito o convite que o presidente me fez. Vamos ter a partir de agora o encaminhamento de algumas outras situações, porque vocês vão entender que, para mim, o fato é novo desde a noite de ontem. Para todo o Brasil, a partir de agora, digo que aceito o convite - anunciou.
Durante a entrevista, os jogadores Ronaldo, Elias, Dentinho, Julio Cesar, Roberto Carlos, Iarley e Alessandro invadiram a sala de imprensa do Parque São Jorge para cumprimentá-lo. Ao lado, o presidente Andrés Sanches, que contratou o treinador no fim de 2007, logo após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, acompanhava tudo com os olhos marejados.
Questionado sobre o fato de ter aceitado o convite logo depois da recusa de Muricy Ramalho, que preferiu permanecer no Fluminense, Mano afirmou que não se sentiu preterido num primeiro momento pela CBF.
- Muito pelo contrário, me orgulho muito. Devemos ter no futebol brasileiro uns 50 excelentes profissionais. Se sou o segundo, estou bem colocado. E sou o segundo (atrás) do Muricy, que admiro muito como pessoa. Durante a semana, a questão foi encaminhada entre Muricy e Mano, Mano e Muricy... Não tenho de analisar por que o primeiro convite não teve sequência. O segundo foi feito para mim, e estou feliz e orgulhoso. Levei em consideração o que é preciso se levar neste trabalho - comentou Mano.
A apresentação oficial está marcada para segunda-feira, às 16h, em um hotel na Zona Sul no Rio de Janeiro. No mesmo dia, Mano Menezes anunciará sua primeira convocação, já que o Brasil tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Amistosos serão bastante comuns até a Copa de 2014, já que, por ser o país sede do Mundial, o Brasil não precisa participar das eliminatórias. Até lá, a Seleção disputará duas competições oficiais: a Copa América, em 2011, na Argentina, e a Copa das Confederações, em 2013, no Brasil.
Mano Menezes será o responsável por fazer a reformulação da equipe, que nas duas últimas Copas do Mundo, na Alemanha e na África do Sul, parou nas quartas de final. Segundo o presidente Ricardo Teixeira, essa primeira convocação do ex-corintiano terá uma base formada por jogadores que atuam no Brasil.
- Chego para ser técnico da Seleção com muito orgulho. A maioria dos técnicos do Brasil gostaria de estar no meu lugar e isso dá ideia do quão importante é o cargo. Vim escrevendo uma trajetória e pensava em um dia chegar à Seleção Brasileira. Acho que foi mais rápido do que pensava. Mas tenho por linha não fugir de convites importantes e aceitar novos desafios. Passa-se todo o tempo se preparando para uma situação grandiosa e essa é a mais grandiosa de todas. E isso é motivo de orgulho muito grande.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Parreira, Mano Menezes, Caetano e a CBF
Fala Galera
O técnico Mano Menezes, do Corinthians, 48 anos, gaúcho de Passo do Sobrado, parece ser mesmo o escolhido para liderar em campo o processo de renovação da seleção brasileira.
O anúncio oficial deverá será feito nesta sexta-feira (dia 23) e com o técnico deverá ser anunciada a nova estrutura do departamento de seleções da CBF, com Carlos Alberto Parreira na direção.
Sidnei Lobo, que trabalha com Mano Menezes desde 2005, assumiria o cargo de auxiliar-técnico, e Rodrigo Caetano, executivo de futebol do Vasco, seria o novo gerente das divisões de base da CBF.
Parreira e Mano Menezes trabalharam juntos no Internacional, em 2001, quando o atual treinador do Corinthians era o técnico dos juniores do time da Beira Rio.
E Rodrigo Caetano foi quem levou Mano Menezes para o Grêmio, elaborando com ele o trabalho de remontagem do time tricolor que reergueu o clube à Série A do Brasileiro, em 2005.
É provável que os novos profissionais possam dividir suas funções com a CBF até dezembro, o que evitaria o desgaste de Ricardo Teixeira com Corinthians e Vasco, clubes aliados à entidade que dirige.
A seleção tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra a Irlanda, em New Jersey, e deverá fechar o ano no dia 17 de novembro, enfrentando a seleção de Mararona, em Doha, no Catar.
É pelo menos a intenção da Kentaro, empresa suíça, que detém os direitos de imagens das duas seleções.
Entre Mano e Muryci, eu prefiro Muryci! Mas desejo um excelente trabalho para o Mano!
E vocês, gostaram desta escolha?
Saudações,
Michel Macedo
O técnico Mano Menezes, do Corinthians, 48 anos, gaúcho de Passo do Sobrado, parece ser mesmo o escolhido para liderar em campo o processo de renovação da seleção brasileira.
O anúncio oficial deverá será feito nesta sexta-feira (dia 23) e com o técnico deverá ser anunciada a nova estrutura do departamento de seleções da CBF, com Carlos Alberto Parreira na direção.
Sidnei Lobo, que trabalha com Mano Menezes desde 2005, assumiria o cargo de auxiliar-técnico, e Rodrigo Caetano, executivo de futebol do Vasco, seria o novo gerente das divisões de base da CBF.
Parreira e Mano Menezes trabalharam juntos no Internacional, em 2001, quando o atual treinador do Corinthians era o técnico dos juniores do time da Beira Rio.
E Rodrigo Caetano foi quem levou Mano Menezes para o Grêmio, elaborando com ele o trabalho de remontagem do time tricolor que reergueu o clube à Série A do Brasileiro, em 2005.
É provável que os novos profissionais possam dividir suas funções com a CBF até dezembro, o que evitaria o desgaste de Ricardo Teixeira com Corinthians e Vasco, clubes aliados à entidade que dirige.
A seleção tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra a Irlanda, em New Jersey, e deverá fechar o ano no dia 17 de novembro, enfrentando a seleção de Mararona, em Doha, no Catar.
É pelo menos a intenção da Kentaro, empresa suíça, que detém os direitos de imagens das duas seleções.
Entre Mano e Muryci, eu prefiro Muryci! Mas desejo um excelente trabalho para o Mano!
E vocês, gostaram desta escolha?
Saudações,
Michel Macedo
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terça-feira, 29 de junho de 2010
CBF deve antecipar a janela de transferências
Fala Galera
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve oficializar a antecipação da janela de transferências, que seria aberta apenas em 3 de agosto, para o dia 26 de julho.
O presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Franciso Novelletto, que está na África do Sul acompanhando a Copa do Mundo, declarou que caso a janela seja mesmo antecipada, o Internacional poderá inscrever o volante Tinga e o goleiro Renan na Libertadores. Rafael Sobis, que pode ser anunciado a qualquer momento, também entraria na lista.
Inicialmente, nenhum jogador, contratado no futebol do exterior, poderia ser inscrito na Libertadores antes do dia 3. Isso deixaria os reforços do Colorado fora do primeiro jogo da semifinal contra o São Paulo.
Outros clubes também poderiam estrear os reforços mais cedo no Brasileirão, como é o caso de Felipe e Zé Roberto no Vasco.
Saudações,
Michel Macedo
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve oficializar a antecipação da janela de transferências, que seria aberta apenas em 3 de agosto, para o dia 26 de julho.
O presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Franciso Novelletto, que está na África do Sul acompanhando a Copa do Mundo, declarou que caso a janela seja mesmo antecipada, o Internacional poderá inscrever o volante Tinga e o goleiro Renan na Libertadores. Rafael Sobis, que pode ser anunciado a qualquer momento, também entraria na lista.
Inicialmente, nenhum jogador, contratado no futebol do exterior, poderia ser inscrito na Libertadores antes do dia 3. Isso deixaria os reforços do Colorado fora do primeiro jogo da semifinal contra o São Paulo.
Outros clubes também poderiam estrear os reforços mais cedo no Brasileirão, como é o caso de Felipe e Zé Roberto no Vasco.
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Michel Macedo
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Jorginho x Dunga x Flamengo - discussão saudavel
Fala Galera
Em um tópico aberto na última terça-feira, informei a notícia que o Flamengo de Zico está de olho em Jorginho, auxiliar técnico de Dunga na Seleção. Zico já teria iniciado conversas e espera término da Copa para verificar se Jorginho aceita ou não a proposta:
http://futlecia.blogspot.com/2010/06/flamengo-de-zico-espera-de-jorginho.html
Mediante a notícia, troquei alguns comentários com o Flamenguista Renato Vieira e o último comentário dele foi excepcional, onde publico na íntega mais abaixo.
Pontos a favor de Dunga:
1) Venceu todos os torneios que disputou: Copa América 2007, Copa das Confederações 2009 e Eliminatória para Copa do Mundo de 2010.
2) Tem o Grupo nas mãos.
3) Tem uma excelente comissão técnica, composta por Américo Faria (supervisor), Jorginho (assistente técnico), José Luis Runco (médico), Paulo Paixão (preparador físico), entre outros, que acessoram com perfeição o trabalho do Dunga.
4) Apoio de Ricardo Teixeira, presidente da CBF.
Pontos contra Dunga:
1) Está nervoso com a imprensa Brasileira que vem detonando ele, principalmente a Rede Globo. Perde a razão ao brindar a seleção e xingar jornalistas.
2) Não convocou os melhores jogadores e caso ele não ganhe a Copa, será criticado por todos.
Em resumo:
Dunga precisa ir além do sistema tático e do grupo fechado. Ser ativo, superior, jamais confrontador, desafiador e ofensivo, como se estivesse num ringue de boxe disposto a derrubar quem simplesmente olhasse para ele ou ousasse lhe dizer “bom dia”.
A imprensa não é santa, mas ele não pode perder a postura nem ultrapassar os limites do bom senso, do comportamento justo e das boas maneiras durante uma coletiva oficial (ou não) da Fifa. E outras ainda virão. Se ele está assim ganhando jogo, imagine caso o Brasil perca...
Fica aqui a discussão saudavel: Apesar de todo o trabalho de Dunga, vocês acham que ele sai da Seleção após a Copa, mesmo ganhando?
Isso lembra muito a Copa de 2002, onde Felipão desafiou o povo e a imprensa, não levou Romário, mas ganhou a Copa. No fim, hoje ele é muito respeitado. Não estou comparando a qualidade de Felipão e Dunga, mas imaginem o que aconteceria com o Felipão se o Brasil perdesse aquela Copa? Nem quero imaginar...
E sobre Jorginho. Será que a CBF efetivaria ele como técnico caso o Dunga saia? Não creio. E essa aposta do Zico nele para técnico do Flamengo é ótima! Ponto para Zico caso consiga e realmente seria uma boa para Jorginho mostrar o trabalho dele.
E concordo com o Renato sobre a mentalidade de Manager de Futebol, mas demorará muito para os clubes Brasil adotar essa mentalidade. Esse cargo de Manager é o sonho de Luxemburgo, mas ninguém ainda comprou sua idéia...
Segue o comentário do Renato Vieira. Valeu Renato!!!
Grande Michel!
Ainda sobre o Jorginho, concordo que se o Brasil ganha, ele talvez continue envolvido com a seleção... Mas será que como técnico ou sombra de outro trinador que assumir? Digo isso porque não acredito que o Dunga continuará no cargo independentemente do título ou não! Ele está desgastado e, se ganhar, será como uma resposta final aos jornalistas que tanto o criticaram e que ele deu tanta trela desde 1990! Se perder, parece indiscutível que sairá com o rabinho entre as pernas... Aí ficam algumas perguntas:
1 - Será que a CBF efetivaria o Jorginho como treinador?
Talvez. O fato do Dunga estar no cargo hoje prova que, pelo menos pro Ricardo Teixeira, experiência na posição não é tão importante.
Só que aí entra outro tema polêmico que é a permanência do Ricardo Teixeira no cargo de presidente da CBF. Já ouvi rumores que ele tem planos / ambições pra concorrer ou assumir a presidencia da própria FIFA. Entrando outro na CBF, não sei se manteria a mesma política de pegar ex-jogador sem experiência na posição de treinador para um cargo tão importante pro futebol Brasileiro...
2 - Será que o Jorginho permaneceria pra continuar sendo um sobra por mais quatro anos de outro treinador?
Sinceramente não sei. Entre ser treinador de um dos principais clubes do País, com um grande projeto de profissionalização do departamento de futebol como o que o Flamengo pretende e já começou a fazer e ser auxiliar por no mínimo mais 4 anos da seleção, eu, particularmente preferiria o desfio do Flamengo. Aí entra a questão de estar disposto a enfrentar o desafio.
3 - Caso confirme-se a saída do Dunga da seleção, não levaria ele o Jorginho para trabalhar com ele em outro projeto?
Acho provável. Além da parceria de longa data nos campos de futebol, Dunga e Jorginho são amigos e parceiros inclusive em projetos sociais como o Bola Pra Frente cujo um dos núcleos fica perto de onde eu morava, em Guadalupe Rio de Janeiro. Então, assim como Felipão / Mustafá, acho que o Jorginho não ficaria sozinho na seleção sem o Dunga. Ou o Jorginho assume um trabalho pra ele, como no Flamengo ou ele sai para um projeto com o Dunga.
Mas isso são achísmos. Só o tempo nos dirá. Se dependesse de achísmo a França ainda estaria nessa copa, a inglaterra se classificaria em primeiro do grupo com 9pts e a Espanha não perderia pra suíça! Nós especulamos e o tempo nos mostra a verdade!
------
Sobre Zico e Leonardo, não há dúvidas sobre a competência e caráter dos dois. O problema é que, com tantos níveis hierárquicos, eu, pelo menos, fico confuso no que diz respeito à até onde o treinador manda, até onde o gerente de futebol manda e até onde o diretor de futebol manda...
Por isso aprovo o que acontece, por exemplo, na Europa onde o treinador é um manager. Como sabemos, além de treinar e passar a tática, ele tem autonimia para indicar e contratar jogadores bem como dispensar jogadores. Além de que na Europa eles não são demitidos se perderem 4 jogos seguidos. Poderíamos citar vááááários exemplos mas deixo 2:
1 - Sir Alex Ferguson, desde 1986,vitoriosamente, no Manchester United (1 ano antes de eu nascer ele já treinava o Manchester... Imagina quantas séries de 4 derrotas seguidas ele não sofreu????)
2 - Já citado outrora, Arsene Wenger desde 1996, vitoriosamente, no comando do Arsenal.
Discussão boa essa...
Abcs
Saudações,
Michel Macedo
Em um tópico aberto na última terça-feira, informei a notícia que o Flamengo de Zico está de olho em Jorginho, auxiliar técnico de Dunga na Seleção. Zico já teria iniciado conversas e espera término da Copa para verificar se Jorginho aceita ou não a proposta:
http://futlecia.blogspot.com/2010/06/flamengo-de-zico-espera-de-jorginho.html
Mediante a notícia, troquei alguns comentários com o Flamenguista Renato Vieira e o último comentário dele foi excepcional, onde publico na íntega mais abaixo.
Pontos a favor de Dunga:
1) Venceu todos os torneios que disputou: Copa América 2007, Copa das Confederações 2009 e Eliminatória para Copa do Mundo de 2010.
2) Tem o Grupo nas mãos.
3) Tem uma excelente comissão técnica, composta por Américo Faria (supervisor), Jorginho (assistente técnico), José Luis Runco (médico), Paulo Paixão (preparador físico), entre outros, que acessoram com perfeição o trabalho do Dunga.
4) Apoio de Ricardo Teixeira, presidente da CBF.
Pontos contra Dunga:
1) Está nervoso com a imprensa Brasileira que vem detonando ele, principalmente a Rede Globo. Perde a razão ao brindar a seleção e xingar jornalistas.
2) Não convocou os melhores jogadores e caso ele não ganhe a Copa, será criticado por todos.
Em resumo:
Dunga precisa ir além do sistema tático e do grupo fechado. Ser ativo, superior, jamais confrontador, desafiador e ofensivo, como se estivesse num ringue de boxe disposto a derrubar quem simplesmente olhasse para ele ou ousasse lhe dizer “bom dia”.
A imprensa não é santa, mas ele não pode perder a postura nem ultrapassar os limites do bom senso, do comportamento justo e das boas maneiras durante uma coletiva oficial (ou não) da Fifa. E outras ainda virão. Se ele está assim ganhando jogo, imagine caso o Brasil perca...
Fica aqui a discussão saudavel: Apesar de todo o trabalho de Dunga, vocês acham que ele sai da Seleção após a Copa, mesmo ganhando?
Isso lembra muito a Copa de 2002, onde Felipão desafiou o povo e a imprensa, não levou Romário, mas ganhou a Copa. No fim, hoje ele é muito respeitado. Não estou comparando a qualidade de Felipão e Dunga, mas imaginem o que aconteceria com o Felipão se o Brasil perdesse aquela Copa? Nem quero imaginar...
E sobre Jorginho. Será que a CBF efetivaria ele como técnico caso o Dunga saia? Não creio. E essa aposta do Zico nele para técnico do Flamengo é ótima! Ponto para Zico caso consiga e realmente seria uma boa para Jorginho mostrar o trabalho dele.
E concordo com o Renato sobre a mentalidade de Manager de Futebol, mas demorará muito para os clubes Brasil adotar essa mentalidade. Esse cargo de Manager é o sonho de Luxemburgo, mas ninguém ainda comprou sua idéia...
Segue o comentário do Renato Vieira. Valeu Renato!!!
Grande Michel!
Ainda sobre o Jorginho, concordo que se o Brasil ganha, ele talvez continue envolvido com a seleção... Mas será que como técnico ou sombra de outro trinador que assumir? Digo isso porque não acredito que o Dunga continuará no cargo independentemente do título ou não! Ele está desgastado e, se ganhar, será como uma resposta final aos jornalistas que tanto o criticaram e que ele deu tanta trela desde 1990! Se perder, parece indiscutível que sairá com o rabinho entre as pernas... Aí ficam algumas perguntas:
1 - Será que a CBF efetivaria o Jorginho como treinador?
Talvez. O fato do Dunga estar no cargo hoje prova que, pelo menos pro Ricardo Teixeira, experiência na posição não é tão importante.
Só que aí entra outro tema polêmico que é a permanência do Ricardo Teixeira no cargo de presidente da CBF. Já ouvi rumores que ele tem planos / ambições pra concorrer ou assumir a presidencia da própria FIFA. Entrando outro na CBF, não sei se manteria a mesma política de pegar ex-jogador sem experiência na posição de treinador para um cargo tão importante pro futebol Brasileiro...
2 - Será que o Jorginho permaneceria pra continuar sendo um sobra por mais quatro anos de outro treinador?
Sinceramente não sei. Entre ser treinador de um dos principais clubes do País, com um grande projeto de profissionalização do departamento de futebol como o que o Flamengo pretende e já começou a fazer e ser auxiliar por no mínimo mais 4 anos da seleção, eu, particularmente preferiria o desfio do Flamengo. Aí entra a questão de estar disposto a enfrentar o desafio.
3 - Caso confirme-se a saída do Dunga da seleção, não levaria ele o Jorginho para trabalhar com ele em outro projeto?
Acho provável. Além da parceria de longa data nos campos de futebol, Dunga e Jorginho são amigos e parceiros inclusive em projetos sociais como o Bola Pra Frente cujo um dos núcleos fica perto de onde eu morava, em Guadalupe Rio de Janeiro. Então, assim como Felipão / Mustafá, acho que o Jorginho não ficaria sozinho na seleção sem o Dunga. Ou o Jorginho assume um trabalho pra ele, como no Flamengo ou ele sai para um projeto com o Dunga.
Mas isso são achísmos. Só o tempo nos dirá. Se dependesse de achísmo a França ainda estaria nessa copa, a inglaterra se classificaria em primeiro do grupo com 9pts e a Espanha não perderia pra suíça! Nós especulamos e o tempo nos mostra a verdade!
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Sobre Zico e Leonardo, não há dúvidas sobre a competência e caráter dos dois. O problema é que, com tantos níveis hierárquicos, eu, pelo menos, fico confuso no que diz respeito à até onde o treinador manda, até onde o gerente de futebol manda e até onde o diretor de futebol manda...
Por isso aprovo o que acontece, por exemplo, na Europa onde o treinador é um manager. Como sabemos, além de treinar e passar a tática, ele tem autonimia para indicar e contratar jogadores bem como dispensar jogadores. Além de que na Europa eles não são demitidos se perderem 4 jogos seguidos. Poderíamos citar vááááários exemplos mas deixo 2:
1 - Sir Alex Ferguson, desde 1986,vitoriosamente, no Manchester United (1 ano antes de eu nascer ele já treinava o Manchester... Imagina quantas séries de 4 derrotas seguidas ele não sofreu????)
2 - Já citado outrora, Arsene Wenger desde 1996, vitoriosamente, no comando do Arsenal.
Discussão boa essa...
Abcs
Saudações,
Michel Macedo
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
CBF: Morumbi fica fora da Copa 2014
Nota no site da entidade confirma que estádio do São Paulo não faz mais parte dos planos para 2014. Arena da Baixada segue ameaçada
A CBF divulgou, às 13h42 desta quarta-feira, em nota publicada em sua página oficial, que o Morumbi está fora do Mundial 2014. Segundo a nota, o Comitê Organizador Local da Copa de 2014 não recebeu do Comitê da Cidade de São Paulo as garantias financeiras do projeto que havia sido aprovado pela Fifa no dia 14 de maio. Por volta das 14h15, a CBF retirou de sua página principal o link para a notícia - que continuou, porém, publicada como você pode conferir aqui.
A entidade espera uma posição oficial da FIFA para sacramentar a exclusão do estádio. É aguardada ainda hoje uma entrevista do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em Joanesburgo para falar sobre o caso. Por volta de 14h45m, foi incluída uma nova frase no comunicado oficial: "A FIFA e o COL estão à disposição da cidade de São Paulo para futuras discussões".
Na segunda-feira, o São Paulo havia apresentado as garantias financeiras para realizar obras no Morumbi para a Copa de 2014. No entanto, o clube não adotou o projeto completo, que custaria em torno de R$ 630 milhões e acataria todas as exigências da Fifa. O Tricolor apostou em um plano mais simples, com custo total de R$ R$ 265.423.497,00. Porém, o Comitê Local informou que não vai analisar o novo projeto. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse que São Paulo não está fora do Mundial.
- Fico triste que a novela do Morumbi tenha esse desfecho, depois de meses de debate, meses de projeto e de um esforço que o governo fez para viabilizar o orçamento. É inexplicável a situação de São Paulo, a maior cidade do Brasil. Agora a palavra é do comitê paulista, que tem de arrumar uma alternativa para não ficar fora de um evento que vai mobilizar o país – disse o ministro do Esporte Orlando Silva.
O ministro disse ainda que vai aguardar a reação do comitê paulista sobre o assunto.
- Vou ter uma conversa com o Comitê Local, o Ricardo Teixeira e a Fifa para analisar, mas é evidente que a manifestação da Fifa vai exigir um posicionamento do comitê paulista – acrescentou o ministros dos esportes.
O ministro também negou que a Arena da Baixada esteja descartada, mas deu um alerta para o comitê paranaense e para o Atlético/PR.
- A diferença do Paraná para o Morumbi é que o projeto continua valendo. O problema lá é de viabilidade econômica. O prefeito e o governador me garantiram que há uma ideia de fazer naming rights (venda do nome do estádio para um patrocinador), mas o Atlético-PR não gostou. Quem pagar para ver, pode ver demais. Curitiba precisa prestar atenção, tomar cuidado e encaminhar uma solução
Confira o comunicado oficial:
"Não foram entregues ao Comitê Organizador Local da Copa do Mundo 2014 (COL), por parte do Comitê da Cidade de São Paulo, as garantias financeiras referentes ao projeto do Estádio do Morumbi aprovado pelo COL/FIFA no dia 14 de maio de 2010.
O Comitê da Cidade de São Paulo enviou ao COL um sexto projeto, que não será examinado.
Sendo assim, fica excluído do projeto da Copa do Mundo de 2014 o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi.
A FIFA e o COL estão à disposição da cidade de São Paulo para futuras discussões."
Fonte: Globoesporte
Saudações,
Michel Macedo
A CBF divulgou, às 13h42 desta quarta-feira, em nota publicada em sua página oficial, que o Morumbi está fora do Mundial 2014. Segundo a nota, o Comitê Organizador Local da Copa de 2014 não recebeu do Comitê da Cidade de São Paulo as garantias financeiras do projeto que havia sido aprovado pela Fifa no dia 14 de maio. Por volta das 14h15, a CBF retirou de sua página principal o link para a notícia - que continuou, porém, publicada como você pode conferir aqui.
A entidade espera uma posição oficial da FIFA para sacramentar a exclusão do estádio. É aguardada ainda hoje uma entrevista do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em Joanesburgo para falar sobre o caso. Por volta de 14h45m, foi incluída uma nova frase no comunicado oficial: "A FIFA e o COL estão à disposição da cidade de São Paulo para futuras discussões".
Na segunda-feira, o São Paulo havia apresentado as garantias financeiras para realizar obras no Morumbi para a Copa de 2014. No entanto, o clube não adotou o projeto completo, que custaria em torno de R$ 630 milhões e acataria todas as exigências da Fifa. O Tricolor apostou em um plano mais simples, com custo total de R$ R$ 265.423.497,00. Porém, o Comitê Local informou que não vai analisar o novo projeto. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse que São Paulo não está fora do Mundial.
- Fico triste que a novela do Morumbi tenha esse desfecho, depois de meses de debate, meses de projeto e de um esforço que o governo fez para viabilizar o orçamento. É inexplicável a situação de São Paulo, a maior cidade do Brasil. Agora a palavra é do comitê paulista, que tem de arrumar uma alternativa para não ficar fora de um evento que vai mobilizar o país – disse o ministro do Esporte Orlando Silva.
O ministro disse ainda que vai aguardar a reação do comitê paulista sobre o assunto.
- Vou ter uma conversa com o Comitê Local, o Ricardo Teixeira e a Fifa para analisar, mas é evidente que a manifestação da Fifa vai exigir um posicionamento do comitê paulista – acrescentou o ministros dos esportes.
O ministro também negou que a Arena da Baixada esteja descartada, mas deu um alerta para o comitê paranaense e para o Atlético/PR.
- A diferença do Paraná para o Morumbi é que o projeto continua valendo. O problema lá é de viabilidade econômica. O prefeito e o governador me garantiram que há uma ideia de fazer naming rights (venda do nome do estádio para um patrocinador), mas o Atlético-PR não gostou. Quem pagar para ver, pode ver demais. Curitiba precisa prestar atenção, tomar cuidado e encaminhar uma solução
Confira o comunicado oficial:
"Não foram entregues ao Comitê Organizador Local da Copa do Mundo 2014 (COL), por parte do Comitê da Cidade de São Paulo, as garantias financeiras referentes ao projeto do Estádio do Morumbi aprovado pelo COL/FIFA no dia 14 de maio de 2010.
O Comitê da Cidade de São Paulo enviou ao COL um sexto projeto, que não será examinado.
Sendo assim, fica excluído do projeto da Copa do Mundo de 2014 o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi.
A FIFA e o COL estão à disposição da cidade de São Paulo para futuras discussões."
Fonte: Globoesporte
Saudações,
Michel Macedo
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