sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Vasco libera Elton e Fla libera Fabrício

Fala Galera

No atual momento não farão falta...

Vasco libera Elton para o Sporting de Braga

O envolvimento do atacante Elton com escândalos fora do campo está sendo preponderante para a decisão de negociar seus direitos federativos com o Sporting de Braga.


Para quem já estava sem espaço no novo time do Vasco, o caso envolvendo as supostas ameaças à MC Fernanda Terremoto soou negativamente em São Januário.



Fabrício deixa o Flamengo e acerta com Palmeiras

O zagueiro Fabrício, 20 anos, jogador do Flamengo, acerta nesta sexta-feira o seu contrato com o Palmeiras.


O jogador, que esteve perto de vestir a camisa do Vasco, foi parar no Verdão a pedido de Felipão.

A rescisão do contrato com os rubro-negros foi acordada nesta quinta-feira.


Saudações,
Michel Macedo

Brahma fecha patrocínio ao Vasco da Gama

Fala Galera

Boa notícia para o Vasco!


A Brahma não para de investir no futebol, principalmente em clubes cariocas. Depois de anunciar o patrocínio ao Fluminense e ao América, a marca de cerveja da AmBev fechou acordo com o Vasco da Gama. A marca será estampada em placas do centro de treinamento em São Januário, no site do clube, em backdrops, entre outras partes do estádio. A Brahma também pretende criar bares temáticos do Vasco no Rio de Janeiro e reformar o bar de São Januario.


Além disso, a Brahma prepara o lançamento de uma cerveja com a marca do clube cruzmaltino. Para interagir com a torcida, a Brahma fará uma pesquisa pela internet para saber qual o primeiro benefício fruto desta parceria: reforma do vestiário ou da sala de musculação do estádio. O projeto será financiado metade pela Brahma e a outra pela torcida. A recompensa dos torcedores será uma placa com os nomes dos contribuintes instalada no local.

Vejam como ficará uma latinha do Vasco:
 

 
Saudações,
Michel Macedo

Você sabia? Homer Simpson é torcedor do Flamengo

Fala Galera

Confira o som feito pelo assobio de Homer na dublagem de um dos episódios dos Simpsons.



Vai ver que por isso que ele bebe demais! Será que o Adriano se inspirou no Homer? kkkkk

Saudações,
Michel Macedo

Começa o jogo e.....pênalti!

Fala Galera

Aconteceu no fim do mês passado, no jogo do Campeonato Sueco entre AIK e Malmö. O árbitro apitou o início da partida e, SETE SEGUNDOS depois, marcou pênalti. A defesa do Malmo, definitivamente, entrou em campo dormindo. Deve ser o pênalti mais rápido da história. Confira:



Saudações,
Michel Macedo

São Paulo confirma adeus de R. Gomes após queda na Libertadores

Fala Galera

R. Gomes dá adeus ao São Paulo com 60% de aproveitamento


A vitória do São Paulo sobre o Internacional não foi suficiente para garantir a equipe na final da Copa Libertadores e resultou também na queda do técnico Ricardo Gomes. O treinador, que convivia com pesadas críticas desde o final da Copa do Mundo, teve sua saída confirmada pela diretoria paulista nesta sexta-feira.

Em reunião no CT do clube com o presidente Juvenal Juvêncio, o vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva e o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes, Gomes chegou a um consenso com a diretoria e seu contrato, que se encerrou após a participação tricolor na Libertadores, não será renovado.

"Houve um consenso entre as partes que a melhor solução para o clube neste momento é essa", disse Juvenal Juvêncio ao site oficial do clube. "Sua passagem pelo São Paulo foi digna, de muito trabalho e respeito. Ele é um dos grandes treinadores do futebol brasileiro, mas o futebol tem seus momentos e achamos que ao término de seu contrato a melhor saída para ambos seria essa. Desejamos, claro, boa sorte em sua carreira. Ele é jovem e competente e continuaremos acompanhando seu trabalho".

O assistente técnico Milton Cruz deve comandar o São Paulo até que um treinador seja contratado. A equipe paulista enfrenta o Atlético-PR no próximo domingo, às 18h30, na Arena da Baixada, pelo Campeonato Brasileiro.

Ricardo Gomes chegou ao São Paulo com a missão de substituir o tricampeão nacional Muricy Ramalho. Sob seu comando, a equipe conseguiu se recuperar no Brasileiro de 2009 após um mau início, terminando na terceira colocação.

Já na atual temporada, conduziu o time à semi da Libertadores, mas mesmo assim conviveu com críticas. A torcida chegou a pedir a cabeça do técnico após o sufoco para eliminar o Universitario, do Peru, nas oitavas de final do torneio, e a derrota para o Santos na semifinal do Paulista.

Ricardo Gomes ganhou fôlego após despachar o Cruzeiro nas quartas da Libertadores, mas voltou a ser pressionado a partir dos maus resultados na retomada depois do Mundial da África do Sul - torcedores chegaram até a criar no Twitter um movimento pedindo sua demissão.

Saudações,
Michel Macedo

Ceni chora com eliminação e protagoniza lance inusitado

Fala Galera

Após o jogo decisivo da semifinal da Libertadores vencido pelo São Paulo por 2 a 1, mas que culminou com a classificação do Internacional para a decisão da Copa Libertadores nesta quinta-feira, o goleiro e capitão são-paulino, Rogério Ceni, chorou muito.


Além da decepção pelo adeus, o jogador protagonizou um lance inusitado nos acréscimos. O goleiro foi para a área adversária no último lance da partida e acabou atrapalhando a última tentativa de gol são-paulina.

Em uma troca de empurrões entre ele e Renan, goleiro do Inter, o árbitro paraguaio Carlos Amarilla apitou falta do goleiro são-paulino, e encerrou a partida, sacramentando a classificação da equipe gaúcha.

O lance finalizou uma participação tumultuada do São Paulo na Copa Libertadores. O time fez uma primeira fase sem brilho, sofreu para passar pelo Universitario nas oitavas e jogou mal contra o Inter na primeira semifinal a ponto de Ceni dizer que foi o pior São Paulo que viu na competição.

Saudações,
Michel Macedo

Internacional Finalista da Libertadores

Fala Galera

Por gol fora, Inter elimina São Paulo de novo e vai ao Mundial


São Paulo 2 x 1 Internacional
 
 
A final da Copa Libertadores terá as cores vermelhas do Internacional. Nesta quinta-feira, o clube gaúcho foi mais uma vez o carrasco do São Paulo na competição e, mesmo com uma derrota por 2 a 1, avançou até a decisão graças ao gol marcado no Morumbi por Alecsandro. Com isso, o clube colorado também assegurou sua participação no Mundial de Clubes em Adu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, no fim do ano.


Aplaudido pelos torcedores após a eliminação, o São Paulo teve bons momentos no jogo e até conseguiu uma vitória - insuficiente, porém, para mantê-lo na rota do tetracampeonato da Libertadores. Batido pelo Inter na final da edição de 2006, o clube paulista caiu diante de um brasileiro pela quinta vez consecutiva. Depois da decisão realizada há quatro anos, Grêmio, nas oitavas em 2007, Fluminense, nas quartas de 2008, e Cruzeiro, também nas quartas em 2009, encerraram o sonho de título continental dos tricolores.

Apesar da vitória, com gols de Alex Silva e Ricardo Oliveira, o São Paulo teve mudança hoje. Com o fim de seu contrato, Ricardo Gomes foi liberado pelo clube paulista, que vai atrás de um novo treinador. Camisa 10 da equipe, Hernanes tem tudo certo para defender a Lazio, da Itália, e fez aquele que tem tudo para ser seu último jogo.

O Internacional, que havia vencido no Beira-Rio por 1 a 0, gol de Giuliano, jogará uma decisão da Libertadores pela terceira vez em sua história. A primeira foi em 1980 e teve derrota contra o Nacional, do Uruguai. Na segunda, em 2006, veio o título diante do São Paulo e dobradinha com Mundial sobre o Barcelona, no Japão.

A decisão da Libertadores já começa na próxima quarta-feira, 11 de agosto, contra o Chivas Guadalajara, no México. A finalíssima acontece na semana seguinte, dia 18, no Beira-Rio. Como a vaga mexicana é definida pela Concacaf, o Internacional autoticamente se tornou o indicado da Conmebol para o Mundial de Clubes.

Primeiro tempo: São Paulo na frente

Não foram excepcionais 45 minutos, mas o São Paulo teve o espírito que precisava para buscar uma virada no Morumbi. Marcou no campo de ataque, trocou muitos passes e se mostrou superior à equipe do Internacional, que fazia bem seu papel de visitante até uma falha do goleiro Renan pôr tudo a perder na primeira etapa.


Ricardo Gomes confirmou as expectativas e armou um São Paulo mais ofensivo: mesma linha defensiva utilizada há uma semana no Beira-Rio, mas Cléber Santana e Ricardo Oliveira nos lugares de Richarlyson, contundido, e de Marlos, sacado. A formação trouxe Fernandão mais para o meio-campo, mas a postura sempre adiantada fazia dele, na prática, um novo atacante. Celso Roth não teve problemas para montar o Internacional, mas promoveu a estreia de Tinga na Libertadores, sacando Andrezinho da equipe inicial.

Nos primeiros lances, ficava clara a intenção do São Paulo: trocar muitos passes e buscar espaços na defesa do Internacional. Em 10 minutos, o time da casa só levantou a torcida, vibrante apesar do frio, em tabela pelo meio, com Tinga impedindo Dagoberto de finalizar. Fernandão, na bola aérea, e Hernanes, chutando de longe, assustaram pouco.

A partida seguia na mesma toada, com o Internacional controlando bem e buscando um contra-ataque, com jogadas sempre partindo dos pés do meia Tinga, o melhor dos gaúchos no Morumbi. Aos 24min, ele se aproveitou de reposição errada de Rogério Ceni e causou calafrio ao finalizar com perigo. Quando a partida ficava morna de vez, apareceu o lance de sorte do São Paulo.

Hernanes cobrou falta despretenciosa, pelo alto, e Renan se atrapalhou ao tentar agarrar. Atento, Alex Silva escorou de cabeça, rente à trave, e colocou o São Paulo em vantagem. O gol são-paulino deixou o Inter um pouco nervoso, mas logo a equipe gaúcha se recuperou para tentar acuar o time da casa na defesa. Bem fechados, porém, os jogadores do clube tricolor concederam poucas chances.

Apenas em faltas próximas da área o torcedor do Inter conseguiu imaginar alguma situação de gol. D'Alessandro, porém, bateu longe, enquanto Alecsandro acertou a barreira. Com isso, as duas equipes foram para o intervalo com um placar que, até aquele momento, indicava disputa por pênaltis.

Segundo tempo: Inter arranca a vaga pelo gol fora de casa

A etapa final começou com enorme agitação e, já aos 6min, o Internacional eliminou a possibilidade de uma disputa por pênaltis. Taison foi derrubado na entrada da área. D'Alessandro chutou por baixo da barreira e Alecsandro, esperto, desviou bem, enganando Rogério Ceni que nada conseguiu fazer.


O gol colorado exigia do São Paulo dois gols para jogar a decisão da Libertadores e a resposta foi praticamente imediata. Ricardo Oliveira, atento, recolheu bola dentro da grande área, girou bonito e colocou na rede de Renan, aos 8min. A defesa do Inter pediu impedimento, mas o atacante são-paulino tinha condição legal graças ao lateral Nei.

Depois de Ricardo Oliveira marcar, o jogo ficou completamente aberto, com nenhuma das duas equipes pensando em uma postura defensiva. O São Paulo até assustou em cruzamento de Hernanes, bem cortado por Sandro, mas o Inter se lançou ao ataque com boas trocas de passes.

Na melhor delas, Sandro apareceu sozinho na linha de fundo e tocou bem para Tinga, que por pouco não calou o Morumbi. De surpresa, Fernandão apareceu quase em cima da linha fatal para fazer o corte. O São Paulo não se assustou e respondeu imediatamente. Eram 18min quando Hernanes fintou a marcação e, em jogada tradicional, bateu muito forte da entrada da área, mas por cima do gol de Renan.

Para os minutos finais, Ricardo Gomes enfim sacou o apagado Cléber Santana e lançou mão de Marlos. Foi o próprio que arriscou de fora e assustou Renan. Depois foi a vez de Hernanes entrar livre pela direita da grande área e cruzar com perigo, vendo a bola morrer na linha de fundo. Pouco depois, Tinga foi expulso ao cometer falta por trás em Junior Cesar e receber o segundo cartão amarelo.

No último lance da partida, o São Paulo teve um escanteio a seu favor e o capitão Rogério Ceni foi à área colorada para tentar o gol salvador. Porém, acabou atrapalhando o ataque do time ao cometer falta sobre o goleiro Renan. Na sequência, o apito final do paraguaio Carlos Amarilla acabou com qualquer chance de reação tricolor.

Ponto Forte do São Paulo: Vibração em campo

Ponto Forte do Internacional: Muita técnica no meio-campo e jogadas pelos dois lados do ataque

Ponto Fraco do São Paulo: Pouca movimentação dos meio-campistas, especialmente Cléber Santana

Ponto Fraco do Internacional: Bobeiras fatais na defesa


Saudações,
Michel Macedo

Presidente do Santos chama Barradão de "pedaço de mangue"

Fala Galera

Os santistas ficaram insatisfeitos com a recepção que tiveram no Estádio Barradão, em Salvador, na última quarta-feira, quando os santistas conquistaram o primeiro título da Copa do Brasil. Além das dificuldades de acesso ao estádio, o dois ônibus do clube - que levavam os jogadores e dirigentes - foram apedrejados por torcedores do Vitória.


Uma das pedras quebrou o vidro do ônibus - que levava os dirigentes e conselheiros do Santos - e acabou atingindo um conselheiro, que teve a cabeça cortada pelos estilhaços.

Se não bastasse o problema com os torcedores baianos, a diretoria do Santos não gostou da recepção dos dirigentes do Vitória feita à delegação santista. Além disso, o presidente do clube,Luis Álvaro não poupou críticas ao gramado do Barradão, que foi chamado pelo mandatário de "pedaço de mangue".

"O dia foi uma luta, o acesso ao estádio é ruim. O gramado parecia um pedaço de mangue. Favorece o chuveirinho do adversário, prejudica o nosso toque de bola. A partida foi mais um capítulo da história do Santos. Nada do Santos cai do céu", afirmou o presidente.

Críticas a parte, o gramado está rídículo mesmo e o torcedor do Vitória tem que aturar piadinhas como a do Milton Neves que disse que tem tanto barro no gramado que é por isso que se chama BARRADÃO....

Saudações,
Michel Macedo

Após vice na Copa do Brasil, Vitória anuncia Kléber Pereira

Fala Galera

Aprovei! Excelente contratação do Leão!

Após a perda da Copa do Brasil, a diretoria do Vitória anunciou a chegada do atacante Kléber Pereira, ex-Santos e Internacional.


Em entrevista à rádio Itapoan FM, o presidente do clube baiano, Alexi Portela, disse que o acerto estava sacramentado havia dez dias. No entanto, o anúncio só foi feito após a decisão do título.

Portela aproveitou para fazer um agradeciemento aos torcedores do Vitória.

"Não pudemos contribuir com o título, mas mostramos que temos condições de lutar pelas grandes competicões", afirmou.

Saudações,
Michel Macedo

Santos se iguala ao Palmeiras como maior vencedor do país

Fala Galera

Até a noite de quarta-feira, o título da Copa do Brasil era a única conquista nacional que ainda faltava ao Santos. Com a conquista da edição deste ano, o time alvinegro entrou para o hall das equipes que ostentam todos os campeonatos nacionais que já foram ou ainda são disputados, junto a Palmeiras, Flamengo e Grêmio.


Cinco vezes campeão da Taça Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65), uma vez campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968) e duas vezes vencedor do Campeonato Brasileiro (2002 e 2004), os santistas aumentaram ainda mais a sua extensa galeria de títulos no futebol brasileiro e agora estabeleceram outro recorde: maior vencedor de títulos nacionais, ao lado do Palmeiras.

Tanto os santistas quanto os palmeirenses acumulam nove conquistas de campeonatos do país. A equipe alviverde venceu duas Taças Brasil (1960 e 1967), dois Torneios Roberto Gomes Pedrosa (1967 e 1969), quatro Brasileiros (1972, 1973, 1993 e 1994) e a Copa do Brasil de 1998.

Já a história de sucesso do Santos no futebol nacional começou a ser construída na década de 60, quando o time que assombrou o planeta tinha Pelé como o seu grande líder. Campeão absoluto da década, o time alvinegro praiano deu o primeiro passo rumo às conquistas das duas Copas Libertadores e dos Mundiais Interclubes (1962 e 1963) que possui através dos títulos da Taça Brasil conquistados. Naquela época, ainda foram oito títulos estaduais (1960, 61, 62, 64, 65, 67, 68 e 69) e três torneios Rio-São Paulo (1963, 64 e 66).

Não bastasse isso, o Santos conquistou inúmeros títulos em torneios pelo mundo afora. Já sem o mesmo futebol de antes, mas ainda bastante superior aos seus rivais, a equipe ainda foi campeã do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968, que foi o precursor do que atualmente é conhecido como Campeonato Brasileiro. Naquele mesmo ano, os santistas ainda conquistariam as Recopas Sul-americana e Mundial.

Em 1968, o Santos conquistou pela última vez mais de um título por temporada. Esse feito só foi repetido agora, em 2010, justamente com as conquistas da atual geração de Meninos da Vila.

Robinho, um dos jogadores mais experientes do atual elenco, ajudou o clube a retomar essa história de grandes conquistas no futebol do país, com o título do Campeonato Brasileiro de 2002. Após um jejum de 18 anos sem títulos, uma geração de Meninos da Vila, liderada por Diego, com 17 anos, e Robinho, até então com 18, levou o Santos a conquista do Brasileiro daquele ano.

Dois anos mais tarde, sem Diego, mas ainda com o camisa 7, os santistas conquistaram mais um Campeonato Brasileiro, em 2004.

E Robinho voltou ao clube neste ano para deixar ainda mais forte a equipe que se notabilizou durante a temporada por apresentar um futebol atrevido e ofensivo. Junto com Paulo Henrique Ganso e Neymar como os principais destaques da equipe, lideraram o time alvinegro aos grandes resultados deste ano.

Contando também com as boas atuações de Wesley e André, além dos coadjuvantes Arouca e Marquinhos, o Santos conquistou o Paulista e a Copa do Brasil, e agora vai em busca do título brasileiro, para fechar a Tríplice Coroa santista.

Saudações,
Michel Macedo

Santos Campeão da Copa do Brasil

Fala Galera

Santos segura vantagem, ganha título inédito e consagra geração

Vitória 2 x 1 Santos


A geração de Neymar, Paulo Henrique Ganso e André já tem um lugar na história do Santos. Depois do triunfo no Campeonato Paulista de 2010, os "Meninos da Vila" conquistaram nesta quarta-feira um título inédito para o clube: o da Copa do Brasil. Mesmo com a derrota por 2 a 1 para o Vitória, no Barradão, o placar favorável de 2 a 0 no jogo de ida, na Vila Belmiro, foi suficiente para garantir o sucesso da equipe de Dorival Júnior.


Depois de uma grande pressão do time baiano no início da partida, Edu Dracena abriu o placar para o Santos no fim do primeiro tempo. Na segunda etapa, os paulistas tentaram administrar a vantagem e sofreram dois gols, de Wallace e Júnior, mas mantiveram a calma e se sagraram campeões. Foi também a despedida de Robinho, que voltará para o Manchester City (ING), e de André, negociado com o Dynamo de Kiev (UCR).

Com o resultado, além de adicionar um troféu que faltava à sua galeria, a equipe alvinegra assegurou presença na Copa Libertadores de 2011. Já o Vitória - que já foi vice-campeão das Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro - colecionou mais uma segunda colocação em competições nacionais e perdeu a chance de alcançar o segundo título da temporada, já que também foi campeão estadual em 2010.

Primeiro tempo

O time da casa contou com o retorno do lateral direito Nino Paraíba, recuperado de contusão, e promoveu o retorno do centroavante Júnior ao time titular, deixando a equipe bem mais ofensiva do que no jogo de ida, na Vila Belmiro. Já o Santos não teve o lateral esquerdo Léo, lesionado, mas manteve a formação com três atacantes.


Mesmo com o gramado do Barradão muito prejudicado pelas chuvas em alguns pontos - principalmente nas duas intermediárias - as equipes impuseram um ritmo acelerado desde o início do jogo. Aos 5min, o Vitória teve a primeira chance: em cobrança de falta de Ramon, a bola foi alçada na área e quase surpreendeu o goleiro Rafael, que espalmou para escanteio.

Empurrado pela torcida, o time baiano continuou pressionando. Aos 8min, Júnior recebeu cruzamento da direita e escorou de cabeça, com a bola passando perto da trave santista. Nervosa, a equipe paulista se defendia na base dos chutões para frente e não conseguia ligar o contra-ataque.

Por volta dos 15min, o Vitória diminuiu o ímpeto ofensivo e o Santos passou a equilibrar as ações. Dois minutos depois, Nino, que não estava 100% fisicamente, sentiu lesão muscular e teve que ser substituído pelo zagueiro Gabriel, improvisado na lateral direita. Os comandados de Dorival Júnior passaram a tocar a bola e, aos 21min, Ganso encontrou André livre na entrada da área, mas o atacante errou o passe para Robinho.

A defesa rubro-negra vacilou aos 23min e Neymar deu bom passe para Alex Sandro na área, mas o cruzamento rasteiro do lateral foi bem afastado. Com Robinho e Neymar recuando para marcar os laterais do Vitória, o Santos encaixou a marcação e as chances dos anfitriões diminuíram.

Quando o time paulista parecia mais confortável em campo, um erro de Durval quase custou o primeiro gol adversário aos 28min. O zagueiro santista errou ao tentar afastar da área e a bola sobrou limpa para Schwenck; porém, o atacante bateu em cima do goleiro Rafael e desperdiçou a melhor chance do time.

O Santos respondeu com outra oportunidade clara de gol: Robinho recebeu de Ganso, driblou a marcação e bateu cruzado, mas a defesa afastou. O Vitória voltou a assustar aos 32min, quando teve um gol corretamente anulado de Schwenck. Bida levantou na área e o atacante, em impedimento, cabeceou para as redes.

A última grande chance do Vitória no primeiro tempo foi aos 40min. Elkeson pegou sobra na entrada da área, bateu firme e a bola passou a centímetros do alvo. Dois minutos depois, o ataque foi santista: Wesley recebeu de Ganso no meio, avançou e arriscou de longe, mas Viáfara caiu bem para defender.

Pouco antes do intervalo, o Barradão se calou. Aos 44min, Neymar levantou na área da ponta esquerda e Edu Dracena subiu entre a defesa baiana para desviar de cabeça e abrir o placar; o time da casa passou a precisar de quatro gols para ser campeão. A primeira etapa chegou ao fim com a torcida santista cantando alto.

Segundo tempo

Os primeiros minutos do segundo tempo tiveram o Santos tocando a bola e o Vitória tentando partir de qualquer maneira para o ataque. Aos 4min, Júnior pegou sobra de fora da área e emendou para o gol, mas mandou para fora. Dois minutos depois, o centroavante rubro-negro teve chance de cabeça na marca do pênalti, mas desviou por cima da meta.


A insistência dois baianos foi recompensada aos 11min. Após lançamento longo da defesa, Ramon ajeitou de cabeça para o zagueiro Wallace, que estava no ataque; ele matou no peito, bateu com estilo e a bola ainda desviou na zaga santista antes de entrar, empatando a partida. O Santos ameaçou ficar à frente no placar dois minutos depois, mas Viáfara segurou o chute rasteiro de André dentro da área.

A torcida baiana voltou a gritar e incentivar o time, que se lançou ainda mais à frente. Para frear a pressão adversária, Dorival colocou o meia Marquinhos no lugar do atacante André, definindo a despedida do garoto santista.

Viáfara fez uma defesa milagrosa aos 21min para manter o Vitória vivo na partida. Ganso invadiu a área e, cara a cara com o goleiro, bateu no canto; porém, o camisa 1 mostrou muito reflexo e espalmou para escanteio. Sem opção, o time da casa avançava cada vez mais e deixava espaços para o contragolpe; quando tinha a bola, o Santos tentava cadenciar o jogo trocando passes.

Aos 24min, Renato recebeu cruzamento da direita e cabeceou com força, na trave. Dois minutos depois, Viáfara voltou a impedir o segundo gol santista, defendendo chute de Robinho à queima-roupa. Com 32min, veio a virada: Júnior recebeu ótimo passe de Elkeson e tocou com categoria por cima de Rafael, dando esperanças ao torcedor no Barradão. Porém, o Santos segurou a vantagem até o apito final.

Ponto Forte do Vitória: Começou pressionando e não teve medo de se lançar ao ataque na segunda etapa, quando precisava de quatro gols

Ponto Forte do Santos: Soube administrar a vantagem e diminuir o ritmo da partida quando necessário, principalmente com Ganso e Robinho

Ponto Fraco do Vitória: Perdeu chances claras de marcar, sobretudo na primeira etapa, quando um gol poderia ter mudado o panorama do jogo

Ponto Fraco do Santos: Apesar da proposta de "esfriar" o jogo, quase permitiu uma reação do Vitória no segundo tempo

Personagem do jogo: Robinho, que teve boa atuação em sua despedida do Santos, tranquilizando os companheiros nos momentos de pressão


Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Chivas bate Universidad, avança à final e garante brasileiro no Mundial

Fala Galera

O Brasil terá um representante no Mundial de Clubes de 2010. Agora a pouco, o Chivas Guadalajara demonstrou força fora de seus domínios e derrotou a Universidad de Chile em Santiago por 2 a 0 na segunda semifinal da Copa Libertadores. Como a equipe mexicana pertence à Concacaf, o representante da Conmebol no torneio da Fifa será anunciado entre o vencedor de São Paulo e Internacional, que se enfrentam no Morumbi hoje pela outra vaga na decisão da competição sul-americana.


Esta é a segunda vez que uma equipe mexicana chega à final da Copa Libertadores. Em 2001, o Cruz Azul enfrentou o Boca Juniors na decisão, e perdeu o título nos pênaltis. Em 2005 e 2006, o próprio Chivas ficou perto de avançar a final, mas caiu na semi para Atlético-PR e São Paulo, respectivamente.

Neste ano, a equipe de Guadalajara entrou na Copa Libertadores direto nas oitavas de final, uma vez que foi impedida de disputar a fase decisiva do torneio em 2009 uma vez que o México sofria com as consequências de uma epidemia de gripe suína.

Na primeira semifinal, disputada na Cidade do México, a Universidad do Chile havia surpreendido o Chivas, obtendo um empate por 1 a 1. A equipe mexicana "devolveu" a atuação e jogou como se estivesse em pleno Jalisco.

O Chivas pressionou a Universidad nos primeiros minutos da partida, ignorando a força da torcida local. A equipe mexicana só não abriu o placar porque viu um inspirado Miguel Pinto fechar o gol chileno.

O goleiro já havia feito uma excelente partida no México, e, aos 12min, fez seu primeiro milagre ao agarrar chute de Bautista após passe de Omar Bravo. Na sequência, Bravo recebeu pela esquerda e bateu cruzado, para a excelente defesa do arqueiro chileno.

Aos 22min, porém, a inspiração de Miguel Pinto acabou. Xavier Báez chutou de longe, e o goleiro falhou na hora de defender. O atleta chileno até tentou correr atrás da bola, mas a viu descansar no fundo das redes para selar o "frango".

Sofrer o gol foi o suficiente para que a Universidad finalmente saísse do seu campo de defesa e começasse a se impor no jogo. Aos 33min, José Contreras recebeu na área pela direita e chutou forte. O goleiro Luis Michel espalmou e a bola acertou o travessão.

Quatro minutos depois, Olarra completou cobrança de escanteio e viu nova bola na trave do gol mexicano. A pressão chilena seguiu, e, aos 46min, Montillo passou pela marcação do Chivas e chutou da entrada da área para a boa defesa de Luis Michel.

Após o intervalo, a Universidad seguiu pressionando, mas permitiu o contra-ataque do Chivas. Aos 5min, Fabián carregou a bola e tentou encobrir Miguel Pinto, mas o goleiro saiu bem e fez nova boa defesa. A equipe mexicana equilibrou a partida, e fez seu segundo gol aos 9min. Magallón cabeceou após lançamento de fora da área e viu Pinto defender, mas conseguiu marcar no rebote.

A equipe chilena sentiu o golpe, mas buscou reagir e pressionar o Chivas. O time da casa manteve a bola em seu campo de ataque, sem conseguir, porém, levar perigo ao goleiro Luis Michel. Se o Universidad não ameaçava, os mexicanos ficaram perto do terceiro gol aos 20min, com chute rasteiro de Bautista que parou em Miguel Pinto.

O primeiro grande lance ofensivo do Universidad no segundo tempo saiu somente aos 23min, quando Victorino cabeceou após escanteio e viu Ponce tirar em cima da linha. Sete minutos depois, Vargas chutou pela esquerda, mas viu Luis Michel defender.

Os chilenos seguiram no ataque, mas tinham dificuldade para passar pelo bloqueio mexicano. A equipe visitante inteligentemente tocava a bola, buscando gastar o tempo que ainda restava. Ao fim, coube ao Universidad ouvir o belo canto de sua torcida nas arquibancadas, que apoiou sua equipe até o último minuto.

Universidad do Chile 0 x 2 Chivas Guadalajara


Ponto Forte do Universidad do Chile: Presença ofensiva de Montillo, que criou boas oportunidades para marcar.

Ponto Forte do Chivas Guadalajara: Soube envolver o Universidad no primeiro tempo, mesmo jogando fora de casa.

Ponto Fraco do Universidad do Chile: Não conseguiu resistir à pressão mexicana no primeiro tempo e não foi capaz de passar pela defesa visitante.

Ponto Fraco do Chivas Guadalajara: Não houve.

Personagem do jogo: Miguel Pinto, goleiro da Universidad de Chile. O atleta fez excelentes defesas para sua equipe, mas falhou bisonhamente no primeiro gol do Chivas.


Saudações,
Michel Macedo

Copa Sul-Americana pode tirar quarta vaga do Brasileirão

Fala Galera

Começa esta semana a Copa Sul-americana, competição que passa a ser o caminho mais curto para a Libertadores, já que cada time poderá jogar, se chegar à final, dez partidas, contra pelo menos dez da Copa do Brasil – dependendo das vitórias por dois gols de diferença nas duas primeiras fases. Atlético-MG, Avaí, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Palmeiras, Santos e Vitória iniciam na disputa do torneio. É mais uma possível vaga para brasileiros na Libertadores? Não.


Com a confirmação da Conmebol que a Copa Sul-americana dará vaga para a pré-Libertadores do ano seguinte, o país da equipe campeã “perderá” uma vaga na competição. Atualmente, a entidade garante duas vagas diretas para Uruguai, Chile, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Peru e México, quatro para Brasil e Argentina e ainda uma para o atual campeão. As cinco restantes vão para os classificados da pré-Libertadores. Esta configuração não será alterada para 2011.

No Brasil, as vagas diretas são oferecidas para o vencedor da Copa do Brasil, ao campeão, vice e terceiro lugar do Brasileiro (o quarto lugar disputa a pré-Libertadores). No caso de um dos brasileiros ser o campeão da Sul-Americana, a quarta vaga do campeonato nacional deixa de existir.

Assim, campeão ,vice e terceiro do Brasileirão disputarão a principal competição do continente, além do vencedor da Copa do Brasil. Apenas o vencedor da Sul-Americana vai para a fase pré.

São duas situações: uma é se o campeão da Sul-Americana for brasileiro – o que automaticamente irá tirar a vaga do quarto colocado do Brasileirão. Outra é se tivermos o campeão da Libertadores, que ocasionará em mandar o terceiro lugar na competição nacional para a disputa da pré-Libertadores.

A competição nacional termina em 5 de dezembro e a finalíssima da Sul-americana está marcada para o dia 8. O quarto colocado poderá ter que esperar três dias para comemorar a vaga conquistada. Até lá, você verá sites, jornais, TVs e rádios separando os quatro primeiros do resto da classificação. Mas ser quarto colocado no Campeonato Brasileiro, a partir de 2010, não é mais um lugar seguro.

Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Crianças Santistas

Fala Galera

O patético vídeo, feito através do Twitter, no qual alguns jogadores reservas do Santos batem boca com torcedores e o goleiro Felipe - chamado de mãos de alface, por um deles - dispara: "Eu gasto mais de ração pro meu cachorro do que você ganha por mês!", revela claramente como essa garotada é despreparada, em todos os níveis, e está exposta a desvios de caráter que podem acabar tendo consequências muito mais graves (vide o recente caso do goleiro Bruno).



É claro que o caso dos meninos da Vila, em si, não chega a ser tão sério. Mas é um bom alerta para que técnicos, dirigentes e até a imprensa preste mais a atenção nesse processo que transforma garotos paupérrimos em celebridades milionárias, de um dia para o outro.

Psicólogos no clube e a obrigação contratual dos jogadores em se submeter ao acompanhamento deles deveria ser praxe. Cercados por um bando de puxa-sacos e interesseiros, ao contrário, nossos jovens craques estão sempre a um passo do pior caminho - em todos os sentidos.

Agora uma piadinha:

O que esses goleiros têm dado para os cachorros comerem?
Deixa para lá, não precisa responder...rsrsrsrs

Saudações,
Michel Macedo

Fla, Bota e Galo são 3 dos 5 piores em casa. Corinthians, o melhor

Fala Galera

Costumeiramente Flamengo e Atlético Mineiro são times que se destacam quando jogam em casa, com o apoio dos seus torcedores. Já o Botafogo se safou do rebaixamento no ano passado ganhando partidas fundamentais no Rio de Janeiro.


Mas neste campeonato, a situação é bem diferente. Só os dois times de Goiás, ambos com reduzido apoio de seus torcedores, conseguem ser piores do que rubro-negros cariocas e alvinegros do Rio e de Belo Horizonte em seus próprios domínios.

No caso do Galo, faz algum sentido, afinal, sem o Mineirão, em reformas para a famigerada Copa 2014, o time tem atuado a 70 quilômetros de BH, em Sete Lagoas. O caso do Flamengo é mais difícil de entender. Não existe uma explicação razoável para o pífio desempenho no Maracanã.

Aproveitamento em casa:


Goiás 33%
Atlético-GO 38%
Atlético-MG 43%
Botafogo 44%
Flamengo 48%
Guarani 50%
Internacional 52%
Grêmio 53%
São Paulo 56%
Palmeiras 57%
G. Prudente 61%
Vitória 61%
Atlético-PR 67%
Avaí 67%
Cruzeiro 67%
Santos 67%
Vasco 67%
Ceará 78%
Fluminense 89%
Corinthians 100%

Saudações,
Michel Macedo

Patrícia Pateta

Fala Galera

A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, enfim, retorna da Disney e conta que encontrou por lá com Felipe Melo e lhe perguntou:


- Quando é que você vai vir ajudar o Flamengo?

Tem coisas que não se faz, nem por brincadeira. Essa foi uma delas.

Patrícia perdeu uma ótima oportunidade de ficar calada.

A gracinha infeliz deve ter sido influência de um dos mais famosos personagens da Disneylândia...

Saudações,
Michel Macedo

Fernando Prass - A muralha da Colina

Fala Galera

As três defesas seguidas do goleiro vascaíno Fernando Prass, contra o Flamengo, fizeram muita gente lembrar um lance semelhante de Rodolfo Rodriguez, quando jogava no Santos. Pra você, quais foram as mais difíceis?

Rodolfo Rodriguez:


Fernando Prass:


Em minha opinião, a do Rodolfo foi mais difícil, mas pela importância, a do Prass foi melhor, afinal foi em um clássico e no Maracanã.


Saudações,
Michel Macedo

Time mineiro inova e troca coletes por toucas de natação nos treinos

Fala Galera

O Varginha Esporte Clube estreia no próximo dia 15 na 2ª Divisão do Campeonato Mineiro. E a preparação acaba de ter uma novidade e tanto. O técnico Baroninho decidiu inovar dispensando os tradicionais coletes usados nos treinamentos coletivos para diferenciar titulares e reservas em troca de toucas de natação. A iniciativa tem como finalidade fazer com que os jogadores atuem sempre de cabeça levantada, observando melhor o jogo.



- Com o uso dos coletes, os jogadores treinam de maneira mais automática, sem realmente ver todas as possibilidades do jogo. Usando as toucas, o atleta é obrigado a levantar a cabeça, ver o jogo e ter mais autonomia quando estiver com a bola nos pés. Jogador que joga de cabeça baixa não tem lugar no meu time - explicou Baroninho em entrevista ao site oficial do Varginha.

A curiosa ideia do treinador ganhou o apoio da diretoria.

- Olhando friamente, o treinador tem razão. Com os coletes, às vezes, o jogador olha rapidamente e acaba deixando de passar a bola pra um companheiro em melhores condições. Gostei da iniciativa e espero que este treinamento possa trazer bons resultados dentro de campo - declarou Vandir Petrin.


Hoje técnico do Varginha, Baroninho foi jogador e defendeu Flamengo e Palmeiras. Com a camisa rubro-negra, o então atacante foi reserva do time campeão mundial em 1981.



Saudações,
Michel Macedo

Brasileirão Série A - 12a Rodada

Fala Galera

Esperava-se mais da rodada#12 do Campeonato Brasileiro. Não dá para negar. O fim de semana foi de Gre-Nal, no Beira-Rio, Palmeiras x Corinthians, no Pacaembu, Atlético-MG x Cruzeiro, na acanhada Arena do Jacaré, e Flamengo x Vasco, no Maracanã. Em Porto Alegre, São Paulo e Rio, ninguém venceu. Gols, aliás, só no 1 a 1 no dérbi paulista. Gaúchos e cariocas passaram em branco e demonstraram muito mais vontade que técnica. Em Sete Lagoas-MG, a exceção. A Raposa foi sorrateira. Num único bote, papou o Galo.


Mas não pense que todos as partidas foram de se jogar fora. Pelo contrário. Teve muita gente voltando para casa feliz da vida. O torcedor do Fluminense está sorrindo à toa. Foi com uma vitória convincente que o Tricolor carioca retomou a liderança do Nacional, no sábado. Com show de Conca e dois gols de Washington, de volta ao clube após um ano e meio, o time de Muricy Ramalho derrotou o Atlético-PR por 3 a 1. Jogo para coração (valente!) bater forte. O empate do Corinthians, neste domingo, ratificou a primeira posição da equipe das Laranjeiras.

Clássicos de pouco brilho têm seus heróis

No Pacaembu, o primeiro tempo foi do Corinthians, a segunda etapa, do Palmeiras, e o empate de 1 a 1 acabou sendo justo. Com o resultado, num dérbi cheio de polêmicas, o Timão deixou a liderança escapar e caiu para a segunda posição. O estreante Adilson Batista e Luiz Felipe Scolari se reencontraram, desta vez como adversários. A relação entre os dois é de irmandade. Mais: são como pai e filho. Mais novo, Adilson foi capitão e homem de confiança de Felipão no Grêmio, que conquistou quase tudo o que disputou nos anos 90: Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil, Brasileirão e Taça Libertadores. O Verdão é 11º e ainda não emplacou com o técnico pentacampeão.


O Gre-Nal foi discreto e com um 0 a 0 chocho. Muito por culpa do goleiro colorado Renan, que fez importantes defesas. Ao empate do Inter em casa, fica o consolo: metade do time foi reserva. Toda a fome vermelha está no jogo da próxima quinta-feira, no Morumbi, contra o São Paulo, valendo vaga na final da Libertadores da América. Além do mais, o time do Beira-Rio assumiu a terceira posição. O Grêmio poderia ter vencido, mas talvez o mais importante tenha sido evitar a bomba atômica de uma derrota no clássico. Apesar de seu time continuar na zona de rebaixamento, em 18º, Silas respira e certamente segue empregado.

Mesmo com toda a pressão da torcida adversária, o Cruzeiro venceu o Atlético-MG por 1 a 0, na Arena do Jacaré. Por motivo de segurança, apenas o torcedor alvinegro pôde marcar presença nas arquibancadas do estádio. Nada que atrapalhasse a equipe celeste. Wellington Paulista foi o homem-bomba do jogo. Ainda no primeiro tempo, ele marcou um golaço e deu a vitória à equipe azul. O Galo é o penúltimo, enquanto a Raposa está em sexto, pertinho do G-4.
O Clássico dos Milhões foi cheio. De gente e de erros. Teve também canetas e lindas defesas do goleiro Fernando Prass. Rubro-negros e vascaínos não mereciam um futebol tão ruim. O jogo com a presença de 60.202 torcedores (50.447 pagantes) – maioria cruzmaltina e recorde da competição -, foi marcado pela falta de qualidade dos atacantes.




São-paulinos, avaianos e botafoguenses comemoram


O São Paulo conseguiu, enfim, vencer pela primeira vez no período pós-Copa. A vitória sobre o Ceará, por 2 a 1, começou com protesto da torcida num dos portões do Morumbi e terminou aos gritos de “eu acredito”. Significa que eles creem que o time pode superar o Internacional na semifinal da Libertadores, na próxima quinta-feira, também em casa. Era o gás que o grupo de Ricardo Gomes precisava para a missão difícil. O Vozão perdeu terreno e começa a ver o posto entre os quatro primeiros ameaçado.


O domingo foi de confirmação da boa fase e recuperação. Avaí e Botafogo vivem momentos diferentes, mas vencer na rodada significou muito. Os catarinenses, impossíveis desde que o técnico Antônio Lopes assumiu, passearam contra o Goiás, na Ressacada: 4 a 1. O time segue sem perder no período pós-Copa e agravou o mau momento vivido pelo time esmeraldino, que entrou em campo desfalcado de Romerito e Rafael Moura, além de não contar com o técnico Leão à beira do campo – os três estão suspensos pelo STJD.

Três minutos eletrizantes que valeram o ingresso. Se o duelo entre Vitória e Botafogo, no Barradão, esteve longe ser um espetáculo de bom futebol – muito disso pelas péssimas condições do gramado -, dos 35 aos 37 minutos do segundo tempo a emoção rolou solta e garantiu a satisfação do torcedor. Pelo menos do alvinegro, que foi prestigiar a reestreia de Maicosuel e viu Jobson se destacar com dois gols no triunfo por 3 a 1. Os três pontos valeram sete posições e colocam o time de Joel Santana em décimo lugar. O Rubro-Negro baiano escalou apenas três titulares. Justifica-se: na próxima quarta-feira, contra o Santos, faz o segundo jogo da final da Copa do Brasil, em Salvador.




Cartão vermelho aparece


A média de gols da rodada#12 não foi uma maravilha, mas melhorou muito em relação à rodada #11. Subiu de 1,6 por partida (a pior até agora) para 2,4. Quanto à parte disciplinar, uma boa e uma má notícia: a quantidade de cartões amarelos subiu de 39 para 52. Em compensação, o cartão vermelho apareceu no clássico mineiro. O zagueiro Gil, do Cruzeiro, foi para o chuveiro mais cedo.


Classificação:


1) Fluminense - 26
2) Corinthians - 25
3) Ceará - 20
3) Internacional - 20
5) Avaí - 19
5) Cruzeiro - 19
7) Santos - 18
8) Flamengo - 17
9) São Paulo - 15
9) Guarani - 15
9) Palmeiras - 15
12) Vitória - 14
12) Grêmio Prudente - 14
12) Vasco da Gama - 14
12) Botafogo - 14
16) Atlético/PR - 13
17) Goiás - 12
17) Grêmio - 12
19) Atlético/MG - 10
20) Atlético/GO - 8

Artilheiros:

Roger (Guarani) - 6 gols
Alecsandro (Inter) - 6 gols
Bruno Cesar (Timão) - 6 gols

Saudações,
Michel Macedo

Quase 20 mil pessoas entraram de graça no Maracanã neste fim de semana

Fala Galera

É uma conta assustadora. Neste fim de semana, o Maracanã recebeu mais de 100 mil pessoas somando os públicos presentes de Fluminense 3 x 1 Atlético-PR e Flamengo 0 x 0 Vasco. Exatamente 100.207 pessoas. Desse total, aproximadamente 20% não pagaram ingresso, o que é um absurdo completo.


Segundo dados da Suderj, o jogo do Fluminense teve 9.242 não-pagantes. O clássico de domingo teve 9.775 não-pagantes. Ao todo, 19.017 entraram sem pagar somando as duas partidas.

Isso sem contar a máfia das carteiras de estudante, que proporcionam ingresso pela metade do preço para muitos que não são estudantes. Assim fica difícil faturar....

Saudações,
Michel Macedo

Canetas Felipe

Fala Galera

Já que o jogo foi 0x0, o melhor lance do Clássico foi o CANETÃO que o Felipe deu no Borja. Vejam:



Tem até charge:


Saudações,
Michel Macedo

Torcida do Vasco vacila...

Fala Galera

A torcida do Vasco resolveu imitar a do Flamengo no passado e deu o maior vacilo no Clássico de domingo. Que mico!!!




Saudações,
Michel Macedo

Vasco x Flamengo não saem do ZERO

Fala Galera

Com 20 minutos do clássico entre Fla e Vasco, eu pensei comigo mesmo: “Esse negócio tá com o maior jeito de 0 a 0…. “.


No fim do primeiro tempo, mesmo com uma razoável superioridade do Vasco,voltei a imaginar o futuro próximo: “Eita 0 x 0 sem vergonha… “


Começou o segundo tempo… O jogo melhorou, ficou mais aberto, com o Fla mais organizado e até melhor em alguns momentos… Mas as chances eram raras, enquanto os erros de passes, fartos. A sombra do 0 x 0 continuava.

Aos 30min, Petkovic estava cansado. Felipe saiu. Cabeças pensantes daquele clássico frio. O 0 a 0 era quase uma realidade.

E não é que quase não foi? Aos 40min, o grande lance do clássico. Blitz rubro-negra na área do Vasco. Vinícius Pacheco gira e fica diante de Fernando Prass. O goleiro espalma. No rebote, Cristian Borja bate de novo. Nova defesa do camisa 1 vascaíno! E a bola vai na cabeça de Juan: de novo, Fernando Prass. Momento que lembrou a série de defesas de Rodolfo Rodrigues pelo Santos, em 1984. Momento que fez o clássico se acender. Momento digno de aplausos.

Tinha mais. 47 min do segundo tempo. Cobrança de falta a favor do Flamengo. Lá vai Pet, na mesma posição da cobrança histórica de 2001. O chute foi lindo. A diferença foi que não foi tão no canto e permitiu que Prass espalmasse para escanteio. Fim de jogo, na ponta dos dedos do goleiro-herói.

Não tinha mesmo como não ser 0 a 0. Quando surgiram as chances concretas, um goleiro não permitiu que virassem gols. Como Marcelo Lomba já havia ido bem num chute de Felipe no primeiro tempo, numa cabeçada de Nunes e na tabela que quase deixou Eder Luis na cara do gol no segundo tempo. Parece muito, mas foi pouco. O jogo foi ruim. Decepcionante. Quase tosco, muito embora o clima de nervosismo no Maracanã, com 50 mil torcedores e maioria vascaína, não permitisse que ficasse tão monótono. Por sinal, foi recorde de público do atual Brasileirão.

Quanto aos dois times. O Vasco foi um pouco melhor no primeiro tempo, principalmente graças ao corredor pela esquerda com Felipe e Zé Roberto. O time já tem outra cara, ganhou opções de banco e encorpou o elenco. Dedé se transformou num bom zagueiro, o paraguaio Irrazabal errou muito, mas não se escondeu, e o time mostrou boa solidez no meio de campo. A partir do momento em que Zé Roberto e, mais ainda, Felipe cansaram o time caiu e cedeu espaço ao Flamengo.

E o Flamengo? A defesa não é problemática. Leo Moura, Angelim, Jean e Juan ainda fazem uma boa retaguarda. Não é perfeita, mas está longe de ser desastrosa. Com a chegada de Renato Abreu, o meio de campo fica bem resolvido, com ele, Correia, Willians e Pet. O ideal é mais um jogador de criação. Só Pet, aos 37 anos, é pouco. O problema é o ataque.

Val Baiano está pesado e, mesmo em forma, não será a solução para quem já teve Adriano e Love. Cristian Borja não dá. Desajeitado, não tem futuro na Gávea. Se o time tem base na defesa e no meio, no ataque está sem horizonte. Leandro Amaral? Até segunda ordem, é uma aposta de risco. É preciso gastar com novas opções ofensivas. E melhorar o elenco. Hoje, Rogério Lourenço olhava para o banco e não tinha muita saída.

Enfim, um 0 a 0 frio, teimoso e justo no Maracanã.

 
Saudações,
Michel Macedo

Brasileirão Série B - 11a Rodada

Fala Galera

Terminada a 11a rodada da Série B do Brasileirão.

Destaques para as vitórias de Coritiba (que agora é o novo lider), Paraná, Portuguesa e D. Caxias.

Sport 1 x 2 Duque de Caxias



Jogando em casa, o Sport era o amplo favorito diante do Duque de Caxias. Não tanto pela campanha, já que ambas eram parecidas, mas pelos objetivos de cada equipe na Série B. Enquanto os pernambucanos entraram na competição visando o acesso, para o time fluminense a permanência na Segundona em 2011 é suficiente.
O que se viu em campo, porém, não foi bem assim. Apesar de ter tido amplo domínio da posse de bola, o Sport não conseguiu transformar esse domínio em chances de gol. O Duque de Caxias se fechou e o Rubro-Negro, com apenas um armador (Eduardo Ramos), teve dificuldades de furar a retranca adversária. Criou poucas chances até abrir o placar com gol de cabeça de Ciro (o sétimo dele na Série B, vice-artilheiro). Depois teve duas boas oportunidades antes do intervalo, mas as desperdiçou.
No segundo tempo parecia que a tarefa dos donos da casa ficaria mais tranquila depois que Roberto Lopes foi expulso direto (na minha opinião, de forma injusta), logo aos 2 minutos. Mas ai entrou o dedo do treinador. Gilson Kleina, no intervalo, modificou a equipe, colocando em campo o atacante Alexandro e o meia Danilo Rios, jogadores de velocidade. Apesar da postura defensiva, os contra-ataques passaram a ser uma boa opção para os visitantes e o gol de empate saiu de um deles. Alexandro arrancou pela ponta esquerda e trombou com César. O árbitro Claudio Francisco Lima deu penalti (achei inexistente), que o próprio Alexandro bateu e fez.
O Sport foi pra cima em busca do gol da vitória, mas a meu ver Toninho Cerezo errou ao tirar um atacante (Nadson) para pôr um meia (Adriano Pimenta). Com o adversário com um a menos, jogando em casa, não havia necessidade de manter dois volantes em campo. E os pernambucanos acabaram castigados pela falta de ousadia. Em outro contra-ataque, Dutra foi expulso por falta em André Luis. Na cobrança ensaiada, Mancuso deixou Danilo Rios na cara do gol, a zaga do Sport ficou olhando e o meia virou a partida para o Duque de Caxias.
Depois disso o Sport foi pro tudo ou nada, atrás do empate, mas sobrou disposição e faltou qualidade e organização. Apenas Ciro conseguia fazer alguma coisa no ataque, muito pouco, no entanto.
Final de jogo e decepção para os mais de 9 mil torcedores que compareceram à Ilha do Retiro. Depois de estrear com 3 vitórias seguidas no comando da equipe, Toninho Cerezo agora amarga 3 jogos sem vencer e ontem ouviu os primeiros gritos de “Burro!”. O protesto do torcedor rubro-negro não deixa de ser compreensível, já que a campanha do Sport é sofrível até agora. São apenas 11 pontos em 11 jogos e a 16ª posição.
Após o jogo, o atacante Ciro disse que o time ainda não está com o “espírito de Série B”. Ué, passaram-se 11 partidas e esse tal espírito não foi incorporado? Já está na hora, pois o campeonato está passando e a distância para o G4 só aumenta. Para completar, na próxima rodada tem clássico contra o líder Náutico, nos Aflitos. Nova derrota pode explodir crise sem tamanho na Ilha do Retiro.
Já o Duque de Caxias mudou a campanha da água para o vinho. Começou a Série B com 6 derrotas em 6 jogos. Nos últimos 5, porém, venceu 4 e perdeu apenas 1. Muito dessa melhora se deve ao trabalho de Gilson Kleina, que assumiu o time durante a Copa do Mundo. Com o novo treinador, foram 3 vitórias em 4 partidas e pela primeira vez a equipe deixou a zona do rebaixamento, pulando para a 14ª colocação, com 12 pontos.
Vale lembrar que, ano passado, Kleina assumiu o clube fluminense em situação parecida na Série B, só que na 22ª rodada. O Caxias era o 17º colocado, com 24 pontos, e corria sérios riscos de rebaixamento. O desempenho, contudo, foi ótimo e a equipe terminou o campeonato em uma excelente oitava posição, com 58 pontos. Por enquanto o técnico vai conseguindo o mesmo “milagre”. Também é justo salientar a participação dos reforços que chegaram com Gilson Kleina, como os próprios Alexandro e Danilo Rios, autores dos gols contra o Sport. Que sigam com o bom trabalho.


Santo André 1 x 1 América-RN

 O América-RN visitou o Santo André, jogou bem, criou inúmeras chances, mas converteu apenas uma e acabou levando o empate dos donos da casa. Alberto marcou para o time potiguar, enquanto Wendel deixou tudo igual no placar. O resultado foi péssimo para as duas equipes. O América completou 5 jogos sem vencer e permanece no Z4, na 19ª colocação, com apenas 8 pontos. O Santo André empatou os dois últimos jogos e tem 12 pontos, na 15ª posição.


Icasa 0 x 0 Guaratinguetá


No Romeirão, o Icasa não conseguiu dar sequência às três vitórias seguidas como mandante e não saiu do zero contra o Guaratinguetá. O jogo não foi dos melhores e poucas chances foram criadas. O Verdão do Cariri é o décimo-primeiro colocado, com 14 pontos, enquanto o Guará está em oitavo, com 18.


Vila Nova 0 x 1 Coritiba


No duelo do até então vice-líder contra o lanterna o esperado era que o Coritiba encontrasse facilidade para derrotar o Vila Nova, mesmo atuando no Serra Dourada. Afinal, o time goiano tinha apenas uma vitória na competição. Porém, a tarefa do Coxa foi complicada. Após um primeiro tempo equilibrado, com boas chances para ambas as equipes, a superioridade dos paranaenses se sobressaiu na segunda etapa.
O placar de 1 a 0 (golaço de falta de Marcos Aurélio) poderia ter sido mais elástico, não fossem as ótimas defesas do goleiro Max, do Vila. Com o triunfo, o Coritiba completou duas marcas importantes: são 10 partidas de invencibilidade na Série B (a única derrota foi na primeira rodada para o Náutico) e a melhor campanha como visitante (4 vitórias, 1 empate e 1 derrota, 72,2% de aproveitamento).
Para completar, assumiu a liderança, com 24 pontos.
Já o Vila Nova, parece fadado ao rebaixamento. Estreou o técnico Roberto Cavalo e até mostrou certa evolução (muito em função da empolgação do elenco com um novo treinador), mas o elenco é muito limitado. Prova disso é a lanterna do campeonato, com apenas 4 pontos em 11 partidas. A campanha do Vila é a PIOR da história dos pontos corridos na Série B (começou em 2006). Está feia a coisa.


Portuguesa 3 x 1 São Caetano


A rodada especial para a Portuguesa. Não só pela vitória, que levou a equipe ao G4 da Série B, mas também pelos feitos que construíram essa vitória. Para começar, o gol de Athirson, que abriu o placar, foi o de número 7000 da história da Lusa. O próprio Athirson estava sendo homenageado na noite, trajando o número 50, em alusão aos jogos com a camisa rubro-verde.
Depois no segundo gol, marcado pelo estreante Dodô. Não foi um gol típico do Artilheiro dos Gols Bonitos, mas valeu e muito por ter sido o primeiro jogo do atacante com a camisa da Portuguesa. Vale lembrar que Dodô está, aos poucos, voltando a forma física e com certeza esse gol vai motivá-lo ainda mais. Além de ter deixado sua marca, a movimentação do atacante foi muito boa e o quarteto com Kempes, Héverton e Athirson tem tudo para dar certo. Melhor para o técnico Vadão, que agora tem inúmeras opções ofensivas.
O terceiro gol da Lusa saiu já nos acréscimos da segunda etapa, com Kempes, o quinto gol dele na Série B. Artur descontou para o Azulão. A Portuguesa chegou aos 20 pontos, na 4ª colocação, atrás do Figueirense que tem 21. Tem também o melhor ataque da competição, com 24 gols, e a melhor campanha como mandante (88,8% de aproveitamento, 5 vitórias e 1 empate). A Lusa é candidatíssima ao acesso este ano.
O São Caetano permanece com 18 pontos, em sétimo. O lateral-direito Artur marcou seu quarto gol na Série B.


ASA 2 x 1 América-MG

Em Arapiraca, o ASA fez valer a força de sua torcida e derrotou o América-MG, de virada. O volante Audálio marcou os 2 gols dos donos da casa. Thiago Silvy descontou para o Coelho. O ASA é o 10º colocado, com 16 pontos. O América, que durante a partida chegou a figurar no G4, caiu para 6º, com 18 pontos.



Paraná 4 x 0 Náutico



Pressionado pela sequência de resultados negativos (o time ainda não havia vencido após a Copa do Mundo e caiu da liderança para a 8ª posição), o Paraná afastou a desconfiança da torcida em apenas 45 minutos. Com um primeiro tempo quase perfeito, o Tricolor fez a alegria dos mais de 5 mil paranistas que estiveram na Vila Capanema neste sábado.
O resultado, além de recolocar a equipe no caminho das vitórias, foi importante por diversos fatores. O Paraná subiu para a 5ª colocação, com 19 pontos, apenas um atrás da Portuguesa. Quebrou um jejum histórico, já que nunca havia derrotado o Náutico (eram 4 partidas, com 3 empates e 1 derrota), e completou 16 jogos de invencibilidade atuando na Vila Capanema, algo que só tinha acontecido uma vez na história do clube, em 1991.
O time de Marcelo Oliveira tem a melhor campanha da Série B como mandante: 5 vitórias e 1 empate, 88,8% de aproveitamento, igual ao da Portuguesa, mas superior no saldo de gols (5 a 4). Para completar as boas notícias, os atacantes paranistas finalmente voltaram a balançar as redes adversárias. Marcelo Toscano e Leandro Bocão marcaram um gol cada, o que não acontecia desde a 4ª rodada. Wescley, contra, e o goleiro Juninho completaram o placar. Aliás, foi o segundo gol do arqueiro tricolor na Série B, o segundo de penalti. O curioso é que o Paraná já teve 8 penaltis a favor na competição e apenas 2 foram convertidos, justamente os cobrados por Juninho.
Na próxima rodada, tem clássico Paraná x Coritiba, na Vila Capanema, e a expectativa é de grande público. Marcelo Oliveira, contudo, não poderá contar com os zagueiros titulares Irineu e Luiz Henrique, suspensos. Alessandro Lopes, o outro titular do trio, porém, estará disponível.
O Náutico, por sua vez, teve atuação irreconhecível e sofreu sua 2ª derrota na Série B. O interessante é que foi novamente por goleada (na 6ª rodada perdera por 5 a 0 do São Caetano). Após 4 vitórias consecutivas e três rodadas na liderança, o Timbu caiu para a 2ª colocação, com 23 pontos, um atrás do Coritiba. Apesar da péssima exibição, o técnico Alexandre Gallo manteve a serenidade depois do jogo. Para ele, a derrota foi no momento que poderia ocorrer e serve como aprendizado. Ele tem razão. Não há motivo para caças às bruxas, até porque na próxima rodada tem clássico contra o Sport, nos Aflitos, onde o Náutico permanece invicto na competição (4 vitórias e 2 empates). Gallo deverá ter a volta de Bruno Meneghel e Evando, que com certeza devem melhorar o setor ofensivo da equipe.


Bahia 2 x 2 Figueirense


Como era de se esperar, Bahia e Figueirense fizeram um bom jogo em Pituaçu. Após conseguir a virada, os donos da casa permitiram o empate catarinense já no final da partida e saíram de campo decepcionados. Rodrigo Grahl, em duas cobranças de penalti, marcou para o Bahia, enquanto Willian e Reinaldo, este estreando pelo Alvinegro, deixaram tudo igual.
A polêmica ficou por conta da arbitragem de Elmo Resende Cunha, que assinalou dois penaltis duvidosos para o Tricolor. Na minha opinião, inexistentes. Mas Rodrigo Grahl não teve nada a ver com isso e converteu as duas cobranças. O atacante chegou aos 7 gols na Série B, vice-artilheiro ao lado de Ciro, do Sport.
No Figueirense, os artilheiros também mostraram seus faros de gol. Willian vive fase excelente. Ele marcou seu 6º gol na competição. Curiosamente, os 6 gols foram marcados nas últimas 6 rodadas. Já Reinaldo, assim como Dodô na sexta-feira, estreou e mostrou que vai ser peça importante na busca pela acesso do Figueira. Não fez uma grande partida, mas lutou bastante e quando teve a oportunidade, não desperdiçou. É bom ver jogadores desse nível atuando na Série B.
O Bahia, que já foi líder, segue em péssimo momento. Nos últimos 6 jogos conseguiu apenas 1 vitória (perdeu 4 e empatou 1). É o 9º colocado, com 17 pontos. O que preocupa é o desempenho como mandante. Dono da melhor média de público da Série B, o Tricolor tem apenas a 11ª campanha quando joga diante de sua torcida. Muito pouco para quem entrou no campeonato como um dos favoritos ao acesso. O Figueirense permanece em 3º lugar, com 21 pontos, e não perde há 7 partidas


Bragantino 0 x 2 Ponte Preta
 
Em Bragança Paulista, a Ponte Preta não fez uma grande partida, mas jogou o suficiente para derrotar o frágil Bragantino. Reis, que chegou a 6 gols na Série B, e Moacir, que fazia sua estreia, marcaram para a Macaca, que venceu pela primeira vez fora de casa. A Ponte tem 14 pontos, na 12ª posição. Vale destacar a atuação do meia Ivo, que novamente entrou no lugar de André e melhorou bastante o time campineiro. Já o Bragantino segue seu calvário. A equipe de Marcelo Veiga é bastante limitada, uma das piores da Série B, e será difícil escapar do rebaixamento. A campanha, até agora, comprova isso. O Braga tem apenas 1 vitória, conquistada na 2ª rodada (diante do ASA). Apesar de não ter perdido muito, empatou 7 vezes e tem somente 10 pontos. Entrou pela primeira vez na zona de rebaixamento, na 17ª colocação.



Ipatinga 3 x 1 Brasiliense

Fechando a rodada, o Ipatinga derrotou o Brasiliense, no Ipatingão. Foi apenas o 2º triunfo dos mineiros na Série B. Alessandro, duas vezes, e Preto marcaram para o Tigre. Anderson Pico, que fazia sua estreia, descontou para o Jacaré. Apesar da vitória, o Ipatinga permanece na zona de rebaixamento, com 8 pontos, em 18º. O Brasiliense, que ainda não venceu fora de casa, é o 13º, com 14 pontos.



Classificação:


1) Coritiba - 24

2) Náutico - 23
3) Figueirense - 21
4) Portuguesa - 20
5) Paraná - 19
6) América/MG - 18
6) São Caetano - 18
6) Guaratinguetá - 18
9) Bahia - 17
10) ASA - 16
11) Brasiliense - 14
11) ICASA - 14
11) Ponte Preta - 14
14) Duque de Caxias - 12
14) Santo André - 12
16) Sport - 11
17) Bragantino - 10
18) América/RN - 8
18) Ipatinga - 8
20) Vila Nova - 4

Artilheiro:

Heverton (Lusa) - 8 gols


Saudações,
Michel Macedo

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Balanço da 3ª Rodada da Série D

Por Rodrigo Pimenta

Chegamos à metade da Primeira Fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Apenas 20 das 40 Equipes continuarão na disputa pelas 4 vagas do acesso.

Os números agradam bastante. Em 60 jogos tivemos 143 gols marcados. Média de 2,38 gols por partida.
Foram 20 empates e 14 vitórias dos Times visitantes. A média de arrecadação é de R$17.794,71.

O Jogo com mais gols foi Potiguar 3x4 CSA.
O Placar mais elástico foi Pelotas 4x0 Marcílio Dias.
Os artilheiros da competição são Charles (América-AM), Dimba (Ceilândia-DF) e Wellington (America-RJ), todos com 4 gols.

Os destaques da competição estão por conta de CSA-AL e Metropolitano-SC que não perderam nenhum ponto na competição e lideram os grupos A4 e A10, respectivamente. Também podemos citar as Equipes Mixto-MT, Fluminense-BA e Madureira-RJ com 7 pontos e Treze-PB, Uberaba-MG, America-RJ e Iraty-PR com 6 pontos.

Algumas Equipes já parecem estar fora da briga. Cametá-PA, Nauás-AC, Central-PE e Camaçari-BA somaram apenas 1 ponto dos 9 jogados. Potiguar-RN e Marcilio Dias-SC não pontuaram. A Equipe do Marcilio Dias está com o pior rendimento na competição pois já buscou a bola no fundo das próprias redes por 7 vezes mas não marcou nenhum gol ainda.

Festa Rubra na Arena do Mecão!


Por Rodrigo Pimenta

No último Sábado, 31 de Julho, a Equipe do America proporcionou um "teste coletivo para cardíacos" aos 900 torcedores que estiveram presentes e esgotaram a carga de ingressos posta a venda.

Com 2min de partida a Equipe da casa já perdia pelo Placar de 2x0. Nem o mais pessimista torcedor previu essa situação... Foram necessárias apenas 2 oportunidades em chutes de fora da área para o Rio Branco abrir a vantagem. A festa na arquibancada parou e o silêncio reinou...

Mas o time é formado por guerreiros que honram a camisa que vestem. Foram 88min de pura disposição em busca da vitória. A Torcida entendeu o recado e correspondeu das arquibancadas. Certamente, aquela tarde já estava marcada pelo destino...

Em grande fase, o Lateral Da Costa foi o nome da partida. Fez o primeiro gol da Equipe aos 20min do 1º Tempo após excelente cobrança de falta e também participou dos outros dois gols. Durante a partida apoiou a Equipe no Ataque e foi perfeito na Defesa. Fez dois combates milimétricos dentro da área do America em dois contra-ataques perigosos da Equipe adversária que, se convertidos, poderiam ter dificultado ainda mais a busca pela vitória.

Apesar de muito tentar ainda no Primeiro Tempo sem obter sucesso, a reação da Equipe no Segundo Tempo foi espetacular. A conversa do Técnico no vestiário serviu para mexer com os brios do Time. Os 45min finais foram de pura emoção. O America voltou com mais volume de jogo. A entrada de Márcio Gomes no lugar do Volante Joziel deu mais consistência ao Meio de Campo e tornou a Equipe mais ofensiva, envolvendo o adversário.

Após muitas oportunidades perdidas, aos 26min do 2º Tempo Da Costa cobrou falta rápida e deixou Bruno Reis livre na lateral da grande área para colocar a bola na cabeça de Wellington que, com estilo, marcou o gol de empate. Aos 45min, nova chegada de Da Costa à linha de fundo. Cruzamento na cabeça de Hugo que marcou seu primeiro gol na competição e o gol da virada emocionante.

America 3x2 Rio Branco. Das arquibancadas os cânticos versavam: "Guerreiro-ô-ôs... Guerreiro-ô-ôs... Time de Guerreiros..." Bonita e inesquecível festa da Torcida Rubra.

Veja os gols da partida no seguinte Link: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/08/658087-rio+branco+deixa+america+virar+em+jogo+emocionante.html


Do lado do Rio Branco, destaque para Gil Baiano. O Camisa 7 da Equipe do Espírito Santo é um jogador de bom nível Técnico e Tático. O Rio Branco é uma Equipe bem montada, mas que pecou por abdicar do ataque postando todo Time na defesa e permitindo a virada do Time da casa. Considero as duas melhores Equipes do Grupo A7. Será um ótimo confronto para assistir no próximo Sábado em Vitória, Espírito Santo, Estádio Salvador Costa.

Bola fora para o árbitro do jogo. Flávio Rodrigues Guerra, de São Paulo. Não mostrou pulso e por pouco não perdeu as rédeas da partida. Deixou de marcar faltas claras e não inibiu o cai-cai e a demora da Equipe do Rio Branco nas reposições de bola (um simples arremesso de lateral chegou a levar mais de 1min para ser cobrado).