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sábado, 15 de janeiro de 2011

Análise Inicial do Cariocão 2011

Fala Galera

O Cariocão 2011 começará dia 19/01 e mais uma vez os pequenos são uma incógnita.
Segue análise parcial em meu ponto de Vista em um pequeno Guia do Campeonato Carioca.


Grupo A:

Flamengo - Favorito por muitos antes de começar a competição. Tiago Neves, Ronaldinho Gaúcho, Luxemburgo, L.Moura...Um excelente time no papel, mas terá que mostrar o favoritismo em campo! Pesará o entrosamento e a falta de um atacante finalizador de qualidade.

Vasco - Manteve uma base do ano passado e tem bons medalhões como C.Alberto, Felipe, Dedé e Eder Luis. Precisava muito de um bom zagueiro para jogar ao lado de Déde. Novo na Equipe, Anderson Martins terá sua chance de mostrar serviço. C.Alberto está com muita vontade poderá ser um diferencial.

Volta Redonda - Tem tudo para incomodar os grandes. Contratou alguns veteranos que podem mostrar serviço junto com a garotada. Destaques para Jean (ex-Flamengo e Vasco), o meia Lopes (ex-Flamengo e Palmeiras, revelado no clube), o volante Jonílson (ex-Botafogo e Goiás), volante Radamés (ex-Fluminense), Thiago Maciel (ex-Vasco), Bruno Lança (ex-Atlético-PR) e o zagueiro Ávalos (ex-Santos).

Boavista - Outro que vai incomodar e muito os grandes. Experientes contratados para ditar o ritmo com os jovens: Thiaguinho e Roberto Lopes (ex-Vasco), Erick Flores (ex-Flamengo), Joílson (ex-Botafogo e Grêmio), Tony (ex-Botafogo), Silvio Luiz (ex-São Caetano e Vasco), Santiago (ex-Vasco) e Frontini (ex-Santos). Além do bom técnico Alfredo Sampaio. Os dirigentes ainda trabalham para acertar a contratação do atacante Vieri. O astro italiano está treinando no clube há quase um mês, mas ainda enfrenta problemas na sua documentação e por isso não foi anunciado. É bom Vasco e Flamengo abrirem o olho com o Boavista.


Resende - Tem um time organizado taticamente e força no conjunto, mas não dará trabalho. Destaque para o habilidoso atacante Alexsandro que está de volta ao Clube e para o veterano goleiro Eduardo (ex-Atlético/MG e Grêmio).

América - Time muito modificado e não creio em sucesso este ano. Terá que se superar em campo. Os Destaques chamam atenção mais pela sua árvore genealógica, Thiago Coimbra (filho de Zico),  Josimar Júnior (filho do ex-lateral Josimar) e Felipe Adão (ex-Botafogo e filho de Cláudio Adão). Outro conhecido é o volante Yves (ex-Vasco).

Nova Iguaçu - Time arumadinho e entrosado. Vem treinando a bastante tempo junto, mas creio que não dará trabalho algum aos grandes. Destaque para o jovem Jéferson Silva emprestado pelo Vasco.

Americano - Manteve a base do time do ano passado que fez um péssimo Carioca e esse ano tem tudo para cair para a segundona. Só vai cumprir tabela. Uma pena, um time tão tradicional. Terá que se superar para modificar este quadro. Destaque para Wellington Jacaré (ex-Vasco) e Carlão (ex-Vasco).

Grupo B:

Fluminense - O atual Campeão Brasileiro é o favorito ao título em minha opinião.  Manteve a base campeã Brasileira e ainda se reforçou com Souza (ex-Grêmio) e Diego Cavalieri (ex-Palmeiras) que se juntarão com os ótimos Conca, Deco, Fred e Emerson. Tem um técnico excelente. A desvantagem será conciliar o Carioca com a importante Libertadores.

Botafogo - Atual Campeão Carioca tem um bom conjunto e um técnico muito competente, mas assim como o Vasco, não investiu muito para este ano. Mas incomodará muito com seu estilo defensivo de jogar e com excelentes contra-ataques. Destaques para o matador Louco Abreu, Herrera, Maicosuel e o volante Arévalo Rios, titular do Uruguai na última Copa do Mundo.

Duque de Caxias - Após boa campanha na Série B do Brasileirão 2010, o Caxias promete aprontar e dará trabalho aos grandes esse ano. Destaques para o matador Somália, Fábio Braz (ex-Vasco e Corinthians), o jovem atacante Lipe (emprestado pelo Vasco), Geovane Maranhão (ex-Vasco) e o veterano Jorginho Paulista (ex-Cruzeiro, Vasco, Boca entre outros).

Macaé - O representante carioca na Série C do Brasileirão promete dar muito trabalho aos grandes no Cariocão. Manteve uma boa base de 2010 com André Gomes, Gedeil e Bill e contratou o experiente atacante Luis Mário (ex-Corinthians, Grêmio e Botafogo) e por empréstimo o ótimo jovem meia do Flamengo, Vitor Saba. Outros conhecido que chegarão foram os ex-zagueiros do Vasco Ciro e Eduardo Luiz. O técnico também é badalado e com vivência nos times do interior do Estado, Dário Lourenço.

Madureira - O outro representante Carioca na Série C do Brasileirão também promete dar um imenso trabalho aos grandes este ano. O tricolor suburbano sempre incomoda e conta com jogadores experientes como Abedi (ex-Vasco e Botafogo), Adriano Magrão (ex-Fluminense e Sport), Edivaldo (ex-D.Caxias e Botafogo), Edmilson (ex-Paraná e Palmeiras), Marcelo Ramos (ex-Cruzeiro e ex-outros de tantos que jogou) e Maciel (ex-Cruzeiro, Atlético/PR e Porto) que já foi até campeão mundial pelo Porto.

Olaria - Time de tradição na Competição, mas não corresponde faz tempo. E esse ano não fará diferente. Com pouco investimento terá que suar a camisa. Destaque para o jovem atacante Carlos Antônio (ex- Jrs do Vasco) e para o trio de estrangeiros, dois argentinos e um colombiano. o atacante Gonzalo Gil (ex-River Plate e Ñublense-CHI), o meia Nicolas Villafane (ex-Figline-ITA) e o zagueiro Mena (ex-Total Chalaco-PER).


Cabofriense - Muitos problemas e pouco investimento deixam o campeão da Série B 2010 do Carioca em uma situação pouco confortável para 2011. Não dará trabalho aos grandes. Destaque para o atacante Allan (ex-América-RJ e Vila Nova-GO).

Bangu - Com um time totalmente modificado para 2011 sofrerá com o pouco investimento e desentrosamento. Não dará trabalho aos grandes. Uma pena, já que é um time de tradição no cenário Nacional. Destaque para Asprilla (ex-Botafogo), Somália (ex-Paraná e retorna ao clube), Rodrigo Gama (filho de Júnior, ex-jogador do Flamengo) e o habilidoso meia Tiano.

Favoritismo:

Força 1: Fluminense, Flamengo, Vasco e Botafogo.
Força 2: Volta Redonda, Boavista, Duque de Caxias, Macaé e Madureira
Força 3: Olaria, Resende, América e Bangu
Força 4: Nova Iguaçu, Americano e Cabofriense.

Agora é só esperar a bola rolar!
Sucesso para todos os clubes e que vença o melhor!

Saudações,
Michel Macedo

domingo, 26 de dezembro de 2010

Vasco, O clube artilheiro

Fala Galera

Vasco é o clube de artilheiros! Espero que volte a ser, pois desde a saída de Romário, está difícil...

As informações abaixo foram retiradas do ótimo livro "365 motivos para ser vascaíno", de Bruno Mazzeo e Sergio Almeida.


- Nenhum outro clube do Mundo criou ou descobriu ainda cedo artilheiros como Ademir Menezes, Vavá, Robeto Dinamite, Romário e Edmundo.



- Para a FIHEF (Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol) Romário é o quarto artilheiro da história do futebol profissional mundial, e Roberto Dinamite o quinto. Somente Pelé, Jose Bican (Áustria) e Puskas (Hungria) estariam a frente dos dois.

- O Vasco tem o maior artilheiro brasileiro da história das Copas, Ademir Menezes, com nove gols em uma única Copa (Ronaldo tem 15 em 3 Copas). Além disso, nenhum outro clube do MUNDO teve dois artilheiros de Copa do Mundo - Ademir Menezes e Vavá.

- O Vasco tem até hoje a maior artilharia brasileira em Copas do Mundo. Dos 207 gols computados para o Brasil até 2010, 29 foram feitos por jogadores vascaínos.

- O único clube com dois artilheiros do brasileirão no mesmo ano - Roberto Dinamite e Arturzinho, em 1984.

- O único clube com TRÊS artilheiros do campeonato carioca no mesmo ano - Roberto Dinamite, Romário e Tita, em 1987.

- O clube com o maior número de artilheiros em todas as edições do campeonato brasileiro

Faz parte da história do Vasco, tanto quanto ter se posicionado contra o racismo, ter construído São Januário, ter sido o primeiro carioca a vencer um brasileirão e ter eleito como Presidente o maior artilheiro da história do clube.

Salvem o Vascão em 2011!!!!

Saudações,
Michel Macedo

domingo, 14 de novembro de 2010

As maiores goleadas sofridas e aplicadas pelos gigantes do Brasil

Fala Galera

Confira abaixo as maiores goleadas sofridas e aplicadas em Campeonatos Brasileiros pelos maiores clubes do Brasil. Apuração do ótimo blog Futebol em Números.




ATLÉTICO-MG


Maior vitória: Atlético-MG 7 x 1 Desportiva-ES (1982)

Maior derrota: Atlético-MG 0 x 6 Sport (2000)

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BOTAFOGO

Maior vitória: Botafogo 6 x 0 Flamengo (1972); Botafogo 6 x 0 Goiás (1992)

Maior derrota: Palmeiras 6 x 0 Botafogo (1999)

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CORINTHIANS

Maior vitória: Corinthians 10 x 1 Tiradentes-PI (1983)

Maior derrota: Juventude 6 x 1 Corinthians (2003)

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CRUZEIRO

Maior vitória: Bahia 0 x 7 Cruzeiro (2003)

Maior derrota: Santos 5 x 0 Cruzeiro (1983); Cruzeiro 0 x 5 São Paulo (1997)

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FLAMENGO

Maior vitória: Flamengo 8 x 0 Fortaleza (1981)

Maior derrota: Botafogo 6 x 0 Flamengo (1972)

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FLUMINENSE

Maior vitória: Fluminense 7 x 1 Juventude (2004)

Maior derrota: Sport 6 x 0 Fluminense (1996); São Paulo 6 x 0 Fluminense (2002)

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GRÊMIO

Maior vitória: Grêmio 7 x 1 Figueirense (2008)

Maior derrota: Goiás 6 x 0 Grêmio (1997); Palmeiras 6 x 0 Grêmio (1999)

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INTERNACIONAL

Maior vitória: Inter 7 x 0 Bragantino (1997)

Maior derrota: São Caetano 5 x 0 Internacional (2003)

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PALMEIRAS

Maior vitória: Palmeiras 7 x 0 CRB (1984)

Maior derrota: Internacional 6 x 0 Palmeiras (1981)

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SANTOS

Maior vitória: Santos 6 x 0 Paysandu (2004)

Maior derrota: Corinthians 7 x 1 Santos (2005)

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SÃO PAULO

Maior vitória: São Paulo 7 x 0 Paysandu (2004)

Maior derrota: Vasco 7 x 1 São Paulo (2001)

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VASCO

Maior vitória: Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA (1984)

Maior derrota: Atlético-PR 7 x 2 Vasco (2005)


Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vasco necessita planejar 2011 e JÁ!!!

Fala Galera

Não que eu esteja desistindo de acreditar no time do Vasco, longe disso, mas que a meta agora se reduz a ganhar o rival da Gávea no próximo domingo e iniciar o planejamento para o ano que vem, isso é um fato. O time do Vasco é bom, e ao contrário do que muitos acham, ele deu adeus a luta pela taça libertadores do ano que vem quando iniciou aquela irritante seqüência de empates impressionantes, na maioria dos casos a frente no placar em vacilos impressionantes, senão vejamos só os jogos em que algum erro individual nos ceifou os dois pontos:


1. Vasco 1 x 1 Avaí – Depois de abrir o placar, eis que o juiz marca um pênalti a favor do Cruzmaltino, quando ainda estava 1 x 0 no placar, quando então o “ilustríssimo” Rafael Coelho nos fez o “favor” de perder a penalidade que nos possibilitaria fechar o caixão do time de Santa Catarina e com um passe errado do outro Rafael, só que o Carioca, possibilitou um contra-ataque fulminante do adversário e o empate, sendo nesse jogo dois erros individuais;

2. Vasco 2 x 2 Botafogo – Depois de um primeiro tempo primoroso, e após abrir 2 x 0 no placar, o que acarretou na intervenção do presidente do Botafogo nos vestiários depois de um alvinegro atônito e totalmente dominado no primeiro tempo, eis que o time da estrela solitária igualas as ações no segundo tempo, diminui o placar, e já cansado, quase se entregando, o nosso “bravo” Titi “mete” a mão na bola com o jogo quase acabando e o atacante Caio no chão. Resultado: Penalidade máxima marcada em favor do alvinegro de General Severiano e menos dois pontos conquistados;



3. Vasco 1 x 1 Atlético-MG – Depois de abrir o placar, o time recuou excessivamente deixando o Galo dominar no segundo tempo alcançando o gol de empate, em um lance em que muitos reclamam até hoje de falta no Jonathan, e com o Nilton fazendo um pênalti desnecessário já que tinha a sobra para evitar o gol do Daniel Carvalho, menos dois pontos;

4. Vasco 2 x 2 Fluminense – Depois de literalmente calar torcida e time adversário, e virar um placar desfavorável, eis Felipe faz uma gracinha perto da área, e algum jogador que não me recordo rouba a bola cruzando para a área do Vasco, com o Zé Roberto também dormindo, o Júlio César empata o jogo, e nesse caso quase perdemos tendo em vista o gol perdido pelo Deco, e então menos dois pontos;

Estou descartando os empates contra Grêmio e Cruzeiro nessa lista, mas podemos contabilizar menos quatro pontos, pois em ambos os Vasco saiu na frente e tinha a obrigação de ter ganho pela vantagem construída. Só nesses seis jogos perdemos incríveis 12 pontos, que somados aos atuais chegaríamos a 53 pontos e estaríamos empatados com o Cruzeiro na liderança, brigando cabeça por cabeça pelo nosso quinto título nacional.

O alento é que em 1996 tínhamos um time com uma boa base, com muitos garotos e em 1997 foram contratados jogadores já com certa rodagem, montando um timaço que culminou com o nosso tri-campeonato. E para se repetir isso, a diretoria tem que aproveitar que uma boa base foi montada com Prass, Fágner, Dedé, Ramon, Jumar, Rafael Carioca, Felipe, Zé Roberto e Éder Luis, tendo nove jogadores. Estou excluindo o Carlos Alberto porque não se pode mais confiar no mesmo, tendo em vista que não joga, e para piorar ainda é flagrado em ensaio de escola de samba, quando na verdade deveria estar se cuidando para voltar logo.

O time com ele bem física e tecnicamente ganha muito, mas muito mesmo. Mas ele precisa se esforçar mais, precisar ter a meta de voltar para ajudar o time. Do jeito que está não ajuda, e só vai consumindo os parcos recursos financeiros do departamento de futebol. Ganhando para não jogar, e nem adianta dizer que recebe atrasado e coisa e tal, porque uma hora ele recebe. E essa situação só me faz idolatrar menos os jogadores, e a cada dia mais o clube, porque o ídolos de hoje não conseguem traduzir com conquistas de verdade a idolatria que vem da arquibancada.

Portanto um ultimato deve ser dado ao Carlos Alberto. Ano que vem a torcida merece um título de expressão pois já estamos cansado de só idolatrar, de só dar sem receber. Estamos cansados do quase, estamos cansados de só ouvir desculpas. Um bom time foi montado, a duras penas, a custa de muita negociação, e agora é reforçar pontualmente e mandar embora aqueles que não entenderam o que é o Vasco, se livrando da base da série B que não deu certo, e nesse caso nem preciso citar nomes.

Se iniciar o planejamento já, o clube sai na frente dos concorrentes, e isso passa por manter não só a boa base de jogadores, mas o competentíssimo Rodrigo Caetano, eliminando logo de vez os boatos e as sondagens, principalmente dos dirigentes do time do plano de saúde, que vem sistematicamente aliciando jogadores e profissionais Cruzmaltinos desde Dario Conca em 2007, passando por Leandro Amaral, Rafael (goleirinho fraco, mas como vestiu a camisa do Vasco eles quiseram e se deram mal) até o Rodrigo, numa clara vontade de se tornarem o Vasco.

Esperamos que ano que vem tenhamos mais alegrias do que desculpas. Eu creio que essa diretoria pode mais, basta que saia na frente já!!!

Saudações,
Michel Macedo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Brasileiro por pontos corridos e os reflexos nas finanças dos clubes

Fala Galera

Segue post extraído do Blog do amigo Emerson Gonçalves

A Parker Randall Consultores Independentes (nova razão da Casual Consultores) preparou um estudo muito interessante a respeito do impacto da adoção do sistema de pontos corridos no Campeonato Brasileiro sobre as finanças de nossos clubes.


Esse estudo, como vocês verão a seguir na transcrição do trabalho, comparou 2002 e 2009 e foi realizado com apenas oito clubes, dos quais a empresa tem os balanços. Uma pena, sem dúvida, ainda pior ao vermos que os analistas da PR não puderam aprofundar alguns pontos por um simples motivo: inexistência de informações diferenciadas em vários desses balanços, situação que, por sinal, continua a mesma em 2010. No futebol dessa Terra de Vera Cruz, a transparência continua sendo uma figura mitológica.

Como sabem os leitores deste Olhar Crônico Esportivo eu tenho cá minha preferência pelos pontos corridos desde sempre. Há quem não goste. Para mim, a contribuição mais importante da adoção dessa fórmula simples e direta, em que todos jogam contra todos em ida e volta e é campeão quem somar mais pontos, é ter levado os clubes a se modernizarem, buscarem se estruturar e adotar, necessariamente, um mínimo de planejamento. São movimentos ainda em curso, mas que já permitem que tenhamos bons resultados em alguns clubes que saíram na frente.

Aqui uma lembrança: campeonato por pontos corridos não era desconhecido do torcedor brasileiro, pois essa era a fórmula dos estaduais (a maioria) até meados dos anos setenta.

Uma informação prévia: de dezembro de 2002 a dezembro de 2009 tivemos uma variação acumulada de 50,5% no IPCA, vale dizer, portanto, uma inflação acumulada de 50,5%. Os números do futebol não costumam seguir as correções de outros setores da economia, como bem sabemos. Se há folhas salariais que dão risada da inflação, há preços de ingressos que parecem ser do século passado – e não o XX e sim o XIX. Principalmente quando a eles é aplicada a redução “de estudante”, a famigerada meia-entrada, que apesar de ser só meia dá direito ao espetáculo inteiro. Aliás, como tem estudante velho nessa terra, hein?

Vamos, então, ao trabalho da Parker Randall.


BRASILEIRÃO POR PONTOS CORRIDOS


Os reflexos para as finanças dos clubes


Uma das questões recorrentes ao longo da história do futebol brasileiro, dizia respeito ao formato de disputa do campeonato nacional. A primeira edição disputada em 1971, com 20 clubes e um regulamento que concedia vaga para a segunda fase, para clubes com melhores médias de público pagante, foi a primeira das 31 diferentes fórmulas de disputa até o ano de 2002.

Não foi somente a variedade de regulamentos que marcou a história do campeonato brasileiro, o exagerado número de participantes foi destaque na edição de 1978, não menos do que 74 clubes.

Outro dado curioso para não dizer triste, fruto da organização à época, foi a final da edição de 1991 (Bragantino x São Paulo), que registrou um público pagante inferior a 13.000 torcedores. E, por mais absurdo que parece, em 1999 no dia da partida final no Morumbi (Corinthians x Atlético/MG), por volta das 12hs, ainda não havia a confirmação se o jogo seria disputado no período da tarde, ou à noite.

A falta de conhecimento prévio quanto ao formato de disputa, calendário, número de participantes, entre outros detalhes fundamentais comprometia, sobremaneira, o planejamento de todas as equipes.

Em 2003, uma fórmula consolidada no futebol internacional, especialmente na Europa, foi adotada pela primeira vez para o brasileirão, os pontos corridos.

Datas e confrontos previamente definidos, possibilidade de comercialização de ingressos de modo antecipado, foram alguns dos motivos comemorados, por todos que entendiam ser esta, a forma mais justa de disputa do principal titulo do futebol brasileiro.

Havia também, expectativa com relação ao interesse pelo campeonato uma vez que, sairíamos de modelos disputados em geral, ao longo de cinco ou seis meses e recheados de playoffs e finais com estádios lotados, para um modelo onde eventualmente, poderíamos ter um time sem qualquer aspiração, ainda na metade do campeonato.

Todos os questionamentos somente poderiam ser esclarecidos, com o amadurecimento deste formato de disputa, afinal, estávamos habituados a inúmeros, inícios e meios que culminavam com o mesmo fim, a decisão entre dois times.

O fato de termos pela oitava vez consecutiva a repetição do mesmo modelo de disputa, é um indicador de que, o formato de pontos corridos está consolidado, sob a ótica da competição.

Procuramos, portanto, mensurar os efeitos deste sucesso, agora sob a ótica das finanças.

*** Quais os reais efeitos gerados para o setor com a consolidação de um formato de pontos corridos e um período de 8 meses de disputa?

*** De que maneira as receitas ligadas diretamente ao formato de disputa se comportaram?

*** Como pode ser materializada a aceitação do público quanto ao formato de disputa?

Estas são algumas das indagações que buscamos esclarecer, por meio do comparativo entre o último ano de disputa do formato de playoffs (2002) e o oitavo ano de disputa do formato de pontos corridos (2009).

Obtivemos os dados contábeis de 8 clubes que disputaram as duas edições, e efetuamos análises globais e individuais, acerca de temas que passaremos a apresentar por meio de gráficos, a partir de agora.

Os clubes, dos quais utilizamos os dados contábeis de 2002 e de 2009, foram os seguintes:

Atlético/MG
Botafogo/RJ
Corinthians
Cruzeiro
Flamengo
Palmeiras
Santos
São Paulo




Mesmo considerando fatores específicos, que colaboraram para o crescimento desta receita, como: o estádio do Engenhão para o Botafogo e a contratação de Ronaldo fenômeno pelo Corinthians, não podemos deixar de atestar que, uma tabela de jogos com as respectivas datas definidas antes do inicio do campeonato, contribui imensamente para que os clubes desenvolvam suas estratégias para venda antecipada de ingressos, gerando maiores volumes de receitas a cada temporada.




Outra constatação de aumento significativo no volume de receita, está relacionada com a transmissão dos jogos pela TV. A remuneração dos clubes é oriunda de contratos que fixam valores por temporada, no entanto, receitas variáveis como: tv por assinatura, pay per view, são diretamente influenciadas pelos benefícios de um calendário antecipadamente definido. É o que, de fato, aconteceu com Flamengo, São Paulo e Santos, conforme demonstrado no gráfico.




Certamente, a presença de público nos estádios é o meio mais objetivo para materializar seu interesse por um evento esportivo e, no futebol não seria diferente.


O aumento de público presente nos estádios, neste comparativo, é uma demonstração de que um campeonato organizado, onde o torcedor tem a possibilidade de programar sua presença, assegurando também ao clube a possibilidade de promover diversas ações ao longo da temporada é um prenúncio de evolução para o futebol brasileiro.

Parker Randall Auditores Independentes - Divisão Esporte Negócio


Saudações,
Michel Macedo

domingo, 3 de outubro de 2010

Matemático cita chances dos Clubes no Brasileirão

Fala Galera

O Campeonato Brasileiro está indo para a sua reta final. Mais 11 rodadas e então, conheceremos o grande campeão, os agraciados com as vagas na Libertadores e aqueles que serão punidos pelo rebaixamento.

O matemático Tristão Garcia calculou as chances de cada time. Para o cálculo são considerados o mando de campo dos jogos e o retrospecto das equipes na competição. O sistema de cálculo permite comparar os clubes não apenas pela pontuação ou aproveitamento, mas também pela dificuldade dos jogos de cada equipe, avaliada em função dos adversários e do fator local.


Veja a possibilidades de cada time.

Título Brasileiro

O Fluminense é apontado com 54% de chances como o maior favorito ao título brasileiro. Em busca de levar o caneco no ano de seu centenário, o Corinthians vem logo atrás com 27%. Cruzeiro com 11% e Internacional com 5% correm por fora. Ainda com chances matemáticas, Atlético-PR, Botafogo e Santos podem sonhar com a conquista, embora seja muito difícil. Os três têm apenas 1% de chances.

Libertadores

A Taça Libertadores passou a ter três vagas, após decisão da Conmebol em tirar uma vaga do Brasil na competição. Os atuais três primeiros colocados Fluminense, Corinthians e Cruzeiro estão muito perto da vaga. O Tricolor carioca tem 95% de chances, o Timão 88% e o Cruzeiro 73%. Bem atrás, vem o Atlético-PR com 21% e o Botafogo que possui 11% de chances de conseguir a tão disputada vaga. Grêmio, Palmeiras, Vasco e São Paulo podem continuar sonhando, mas as probabilidades são pouquíssimas. O Grêmio, em grande fase desde que o técnico Renato Gaúcho assumiu, possui 6% de chances. O Verdão tem 4% enquanto Vasco e São Paulo apenas 1%.

Rebaixamento

Ser rebaixado é com certeza a maior decepção e uma grande punição para qualquer torcedor, que no início de qualquer competição pensa em ver seu time levantando a taça de campeão. Entretanto, os torcedores do Grêmio Prudente podem começar a rezar, pois o time está muito perto de voltar a Série B, com 96% de chances de ser rebaixado. O Goiás, do técnico tetra campeão mundial Jorginho, mesmo com uma certa melhora no campeonato, precisará de muito mais se quiser permanecer no grupo de elite, já que possui 70% de chances de cair. O Atlético-MG poderá amargar pela segunda vez em sua história um rebaixamento. Os gols da dupla Diego Tardelli e Obina serão muito importantes até o fim da competição, já que o clube tem 72% de chances de ir para a segundona. O Atlético-GO, recém chegado da Série B, tem 65% e poderá retornar ano que vem, caso não tenha uma grande reação nesta reta final.

Para que um destes quatro times acima se salvem, outros terão que descer. O Avaí tem se tornado um grande candidato ao descenso após uma grande queda de produção nas últimas rodadas e tem 35% de chances de ir para a Série B. O atual campeão brasileiro vem namorando a zona de rebaixamento nos últimos jogos, além de viver grande crise no clube. A segunda divisão do Campeonato Brasileiro possui 23% de chances de ter o clube de maior torcida do país, na temporada que vem. O Vitória tem 20% e pode ver seu maior rival, Bahia, retornar à Série A em seu lugar. O Ceará preocupa sua torcida, já que teve uma queda de produção drástica e possui 10%. Guarani com 6%, São Paulo com 2% e Vasco com 1% ainda podem descer se fizeram campanhas pífias até o fim do Brasileirão.


Saudações,
Michel Macedo

Morumbi: 50 anos de história e futebol

Fala Galera

Há 50 anos, em 2 de outubro de 1960, o São Paulo inaugurou o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi. O jogo inaugural foi contra o Sporting, de Portugal, e o Tricolor venceu por 1×0, gol do centroavante Peixinho. Uma semana depois, ainda como parte das festividades de inauguração, o São Paulo jogou contra o poderoso Nacional, do Uruguai. Nova vitória, agora por 3×0. Vejam a escalação que foi a campo:


Poy; Djalma Santos, Gildésio e Riberto; Sátiro e Vítor (Gérsio); Julinho Botelho, Almir, Gino, Gonçalo e Canhoteiro. Pelé também estava escalado, mas não jogou...

Era outro o mundo em 1960, e no jogo contra o Nacional o São Paulo contou com dois dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, ambos atletas da Sociedade Esportiva Palmeiras: Djalma Santos e Julinho Botelho. Outra lenda de nosso futebol, Almir Pernambuquinho, veio do Sport Club Corinthians Paulista.

Uma infeliz distensão muscular tirou do jogo o camisa 10 titular de qualquer time do mundo em qualquer tempo: Pelé.

O São Paulo pediu e os clubes co-irmãos, expressão que era verdadeira e hoje só é praticada dentro do G4, cederam seus ídolos para esse jogo. Era um sinal claro e inequívoco que o Morumbi era do São Paulo, mas era, também, da cidade e do futebol de São Paulo.

Os gols dessa vitória foram marcados por Canhoteiro e por Gino, duas vezes.


Dez anos depois, o estádio teve outra inauguração, ao concluir as obras do anel superior, ficando em definitivo com seu aspecto atual. O jogo foi contra o FC Porto, no dia 25 de janeiro, feriado municipal, comemorativo da fundação da cidade de São Paulo.


O Morumbi teve jogos memoráveis. Pelé jogou ainda muitas vezes ali. Roberto Dias, Gerson, Pedro Rocha. Também jogaram Roberto Rivelino, o Reizinho do Parque. Dudu e Ademir, o meio-campo da Academia palestrina. Da Guia, claro, como disse certa vez Mestre Armando Nogueira, nome e sobrenome de craque. Dudu não era craque… Epa, como não? Como não ser craque alguém que por tantos anos cuidou do meio e da retaguarda do time que às vezes ganhava campeonatos do Santos de Pelé? Como curiosidade, o sobrinho de Dudu é o atual treinador do Galo, Dorival Junior.


Esses foram os primeiros grandes craques naquele gramado na primeira metade dos anos setenta.

Muitos outros nos anos que se seguiram, tantos que nem dá para citar todos e teria que escrever um livro, e não um simples post, para contar alguma coisa de cada um.

Naqueles anos, que hoje chamamos “anos de chumbo” por causa da ditadura militar, era comum a população ir ao Morumbi para ver futebol e não só os jogos do time para o qual torcíam.
Bons tempos aqueles, pelo menos nesse ponto.

No início, nos anos 50, o bairro do Morumbi era um vazio, um grande deserto, ainda com matagais por toda parte, sem habitações, comércio, vias de acesso razoáveis. Hoje tudo mudou para melhor e mais ainda a partir da chegada do metrô, dentro de dois anos. Nos últimos quinze, talvez até vinte anos, o eixo de crescimento da cidade pendeu fortemente para as regiões oeste e sudoeste, além, é claro, de manter o crescimento na Zona Leste. Para uma parte muito grande dos moradores da cidade, ir ao Morumbi é relativamente fácil, na medida em que se possa chamar de fácil qualquer deslocamento pela megalópole e seus muitos milhões de automóveis, caminhões e ônibus. Nessa semana, o governador e o prefeito assinaram a papelada que libera a construção da linha Ouro do metrô, que vem a ser o monotrilho que ligará o Jabaquara, no sudeste, à zona oeste, servindo como alimentador de terminais de ônibus e trens pelo caminho, além do Aeroporto de Congonhas. Perto de sua estação final, o monotrilho passará ao lado do estádio, onde também haverá uma estação. Esse projeto já existia nos planos da prefeitura e foi ampliado e modificado dentro da proposta de mobilidade urbana para 2014. Mesmo com o estádio fora da Copa, o projeto foi mantido por ser de interesse de uma vasta população, não só de ricos e bem sucedidos como sugere a imagem “Morumbi”, mas também para atender a algumas centenas de milhares de pessoas que moram na favela Paraisópolis e em bairros próximos.


Durante anos o estádio foi um elefante branco (financeiramente falando) e sugou recursos e energias do clube. A partir de sua posse, em 2002, o finado e saudoso presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, colocou como uma de suas metas fazer do estádio um centro gerador de receitas e não somente um centro de custos. Por sinal, fez o mesmo em relação à área social do clube, que passou a não só gerar a receita suficiente para sua manutenção, como também apresentar superávits todo ano, chegando ao valor de 22,1 milhões de reais de superávit em 2009.

Esse, por sinal, foi o primeiro ano em que o estádio deixou de ser utilizado para jogos de outros clubes da Capital. Palmeiras e Santos já não mandavam seus jogos no Morumbi e a partir de 2009, por decisão do presidente Andrés Sanches (contrariando alguns de seus diretores), o Corinthians passou a jogar somente no Pacaembu. Em 2008, ano em que o Morumbi abrigou vários jogos do Corinthians pela Copa Brasil, o estádio teve uma receita total de 19,2 milhões e uma despesa de 8,1 milhões, com um superávit de 11,1 milhões. Em 2009, esse valor dobrou, não só como resultado dos jogos do próprio São Paulo e dos shows, mas também pela expansão dos camarotes, que garantem uma boa receita anual, acompanhada pela maior receita oriunda de outras atividades realizadas na área física do estádio.




A previsão para 2010, mesmo com a péssima campanha do clube no Campeonato Brasileiro, é pelo menos repetir os valores de 2009, com pequenas variações para cima ou para baixo.

O grande impulso para o estádio, que será um divisor de águas em sua utilização, ainda está por vir: a chegada do metrô. Outro ponto de virada poderá ser a cobertura do estádio, desejo do presidente Juvenal Juvêncio, que pretende fazê-la mesmo sem a Copa.


No seu 50º aniversário, o Morumbi há muito deixou de ser um elefante branco. Mais do que uma unidade de negócios sustentável, é um poderoso gerador de receitas para o clube e para o futebol, mostrando a importância de uma praça esportiva própria nos dias de hoje para os clubes.


Em São Paulo, o Corinthians finalmente construirá seu estádio, fato que permitirá ao clube um salto evolutivo e o Palmeiras apenas aguarda pelo início das obras que farão do velho “Jardim Suspenso”, como antigamente os locutores esportivos chamavam o então Parque Antártica, uma nova e confortável Arena Palestra Itália.

Em Curitiba, o Atlético deverá ter sua Arena com uma nova dimensão já para a Copa 2014. Independentemente dela, porém, o clube é, ao lado do São Paulo, o que melhor utiliza seu estádio no Brasil. No mesmo caminho estão o Internacional e o Grêmio, seja com o Olímpico, seja com a nova arena projetada. No Rio, o Botafogo precisa aproveitar o período pré-Copa e pré-Jogos Olímpicos para reforçar a presença do Engenhão na vida do futebol carioca. Mesmo com os problemas em seu entorno e o acesso ainda complicado, o clube tem como fazer o estádio gerar receitas, que aumentarão à medida que o local tornar-se um hábito para os torcedores e algumas reformas e mudanças no entorno e acesso forem realizadas. Esse é o caminho.

Apesar das muitas benesses que ser o estádio da Copa traria ao Morumbi, a verdade é que o custo-benefício talvez não fosse tão fantástico como imaginado por torcedores e diretores. Inevitavelmente, o Morumbi seria fechado por um bom tempo, obrigando o São Paulo a mandar seus jogos fora, perdendo preciosas receitas em momentos decisivos da vida do clube. Esse ano já está mostrando o tamanho do problema com o fechamento do Mineirão e do Maracanã, prejudicando sensivelmente o Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e Atlético Mineiro.

Estádio é coisa cara de fazer e mais cara ainda para manter em ordem e bom funcionamento. Mas, inegavelmente, é uma necessidade real e vital não apenas para a sobrevivência, mas para o crescimento dos clubes e sua manutenção em alto nível de forma sustentável. Como bem demonstram os números do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o cinquentenário Morumbi.

Parabéns Morumbi!!!!
 
Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Um mapa simples do número de estrangeiros nas séries A, B e C

Fala Galera

Os dados são da CBF:


Série A: Angola (1), Argentina (11), Bolívia (1), Camarões (1), Chile (4), Colômbia (8), Congo (1), Equador (5), EUA (1), Paraguai (6), Portugal (1), Sérvia (1), África do Sul (1) e Uruguai (3)

Série B: Angola (1), Argentina (2), Chile (1), EUA (1), Paraguai (1) e Uruguai (3)

Série C: Colômbia (2) e Uruguai (3)

Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Veja se seu time frequenta a zona da Libertadores ou do rebaixamento

Fala Galera

O Fluminense perdeu a liderança do Campeonato Brasileiro, mas ainda é o time que mais rodadas esteve em primeiro. Já o Corinthians marcou presença simplesmente em todas as rodadas entre as equipes da zona da Libertadores. Já o Atlético Mineiro é o terceiro maior frequentador da zona do rebaixamento. Veja se o seu time aparece em uma dessas situações.


MAIS VEZES NO PRIMEIRO LUGAR

FLUMINENSE 12
CORINTHIANS 10
AVAÍ 1


MAIS VEZES NA ZONA DA LIBERTADORES
CORINTHIANS 23
FLUMINENSE 19
CEARÁ 11
BOTAFOGO 9
CRUZEIRO 8
INTERNACIONAL 7
SANTOS 7
AVAÍ 5
FLAMENGO 2
ATLÉTICO-MG 1
PALMEIRAS 1

MAIS VEZES NA ZONA DE REBAIXAMENTO
ATLÉTICO-GO 21
G. PRUDENTE 17
ATLÉTICO-MG 15
GOIÁS 15
GRÊMIO 9
VASCO 6
ATLÉTICO-PR 3
VITÓRIA 2
BOTAFOGO 1
FLUMINENSE 1
INTERNACIONAL 1

Saudações,
Michel Macedo

domingo, 19 de setembro de 2010

Os técnicos mais bem pagos do Brasil, segundo a revista Placar

Fala Galera

Levantamento publicado pela Revista Placar (ed. setembro/2010):




1º Felipão (Palmeiras): R$ 700 mil
2º Muricy (Fluminense): R$ 550 mil
3º Luxemburgo (Atlético-MG): R$ 500 mil
4º Dorival Júnior (Santos): R$ 350 mil
5º Celso Roth (Internacional): R$ 300 mil
6º Joel Santana (Botafogo): R$ 270 mil
7º Renato Gaúcho (Grêmio): R$ 260 mil
8º Adílson Batista (Corinthians): R$ 250 mil
9º Cuca (Cruzeiro): R$ 230 mil
10º P.C. Gusmão (Vasco): R$ 150 mil
10º Silas (Flamengo): R$ 150 mil
12º Sérgio Baresi (São Paulo): R$ 20 mil

Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Brasileirão tem a pior média de gols dos últimos 15 anos

Fala Galera

Passado um turno do campeonato brasileiro, a média é de 2,46 gols por partida e o resultado que mais se repetiu é o 1×0 (28 jogos, 15%).


Em 1994, primeiro ano com a vitória valendo três pontos, a média foi de 2,4 gols por jogo e passou a se elevar gradativamente até o ápice de 3,14 em 2005. Dentre as 23 edições anteriores, com a vitória valendo um ponto a mais que o empate, a média atual seria a sexta melhor.

Espera-se que o gol venha dos atacantes, mas os meias Bruno César e Elias lideram a artilharia com nove cada. O campeonato tem uma lista extensa de jogadores de alto nível. O Brasil deixou de ser meramente criador e exportador de talentos. Hoje é possível repatriar Robinho, Adriano, Fred e Ronaldo e ainda manter Neymar e Ganso.

É impossível dizer que o campeonato é nivelado por baixo – como aliás, ouvi a vida inteira. É mais correto afirmar que o equilíbrio é a marca do Brasileirão. Faltam gols em 2010, pior dos últimos 15 anos, mas não há escassez de bons jogadores.

Confira a média de gols do campeonato brasileiro ano a ano

1971: 1,83

1972: 2,08
1973: 1,83
1974: 2,13
1975: 2,26
1976: 2,23
1977: 2,47
1978: 2,24
1979: 2,34
1980: 2,69
1981: 2,46
1982: 2,75
1983: 2,70
1984: 2,38
1985: 2,43
1986: 2,09
1987: 1,77
1988: 1,88
1989: 1,90
1990: 1,89
1991: 2,22
1992: 2,29
1993: 2,53
1994: 2,40
1995: 2,52
1996: 2,71
1997: 2,76
1998: 2,86
1999: 2,85
2000: 2,92
2001: 2,86
2002: 3,02
2003: 2,88
2004: 2,78
2005: 3,14
2006: 2,71
2007: 2,76
2008: 2,72
2009: 2,88
2010: 2,46 – até a 19ª rodada

Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vasco é o clube mais endividado do país, segundo a Casual Auditores

Fala Galera

A relação dos clubes de futebol mais endividados do Brasil tem o Vasco da Gama na liderança com mais de 377 milhões de reais, seguido do Flamengo com mais de 333 milhões, Fluminense, Atlético Mineiro, Botafogo, Corinthians, Palmeiras, Internacional, Santos e Portuguesa, seguem logo atrás.

As principais dívidas destes clubes são com a União e já estão embutidas na Timemania, que bem ou mal, vai diminuindo o buraco.


Para sobreviver os clubes tem adotado campanhas de sócios-torcedores, o que garante a eles estando em dia com o clube, o direito de votar e de opinar dentro do clube.

A pesquisa da Casual Auditores fez um levantamento sobre os clubes mais endividados do Brasil e concluiu que a divida chega a mais de 3 bilhões de reais.

1º. Vasco - R$ 377.854.000 total de dívidas
2º. Flamengo - R$ 333.328.000
3º. Fluminense - R$ 320.721.000
4º. Atlético-MG - R$ 283.334.000
5º. Botafogo - R$ 265.424.000
6º. Corinthians - R$ 255.164.000
7º. Palmeiras - R$ 197.229.000
8º. Internacional - R$ 176.906.000
9º. Santos - R$ 175.565.000
10º. Portuguesa - R$ 155.568.000

O Trio de Ferro da capital paranaense: Atlético, Coritiba e Paraná acumulam R$ 79.472.000 em dívidas.

Sendo que, o mais endividado é o Coritiba, que está na 15ª colocação, com R$ 52.994.000,00, seguido pelo Atlético em 17º. com R$ 37.028.000,00, e o Paraná Clube em 18º com R$ 27.303.000,00.

Estas dividas, no entanto não preocupam porque é comum conseguir adiantamentos de direitos de TV, o Vasco por exemplo deve a TV Globo mais de 50 milhões.

Há clubes, que pouco têm a receber inclusive em 2011, pois já usaram parte de suas receitas.

E será em 2011 que os endividados vão passar por um novo drama porque os adiantamentos não poderão entrar em 2012, pelo simples motivo que o contrato que dá guarida a todas essas operações terminará em 31 de dezembro de 2011.

Assim o “rabo preso” dos clubes com a TV por conta de adiantamentos vai acabar, resta saber como todos vão se virar.

Será que a timemania vai resolver isso? Não creio...

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 7 de agosto de 2010

Confira o ranking de aproveitamento, melhor ataque e defesa entre os 20 clubes da Série A

Fala Galera

O Santos foi campeão paulista e da Copa do Brasil, enquanto o Internacional é finalista da Libertadores e garantiu por antecipação uma vaga no Mundial da FIFA. Mas é o Fluminense, líder do Campeonato Brasileiro, que ostenta até agora a melhor campanha de 2010 entre os clubes da primeira divisão nacional. O levantamento engloba jogos disputados pelo Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores, Copa Sul-Americana e campeonatos estaduais.

A equipe dirigida por Muricy Ramalho, que assumiu o time em abril, após a demissão de Cuca, conquistou ao longo de 36 jogos na temporada um aproveitamento de 69,4% com 23 vitórias, seis empates e apenas sete derrotas. O Santos é o segundo melhor. Com dez partidas a mais do que o Fluminense, o Peixe venceu 30 vezes, empatou cinco e perdeu 11 com um aproveitamento de 68,8%. Se tivesse ao menos empatado o segundo jogo da final da Copa do Brasil, o time de Dorival Júnior teria ainda a melhor campanha do ano.


Apesar da campanha irregular no Campeonato Brasileiro, o Botafogo aparece em terceiro lugar, bem pouco a frente do Corinthians. O Grêmio, que está na zona de rebaixamento, é o quinto, mantendo tal posição graças ao título gaúcho e à boa campanha na Copa do Brasil.

Classificado para o Mundial, o Internacional está atrás ainda do Avaí e do Flamengo, e tem apenas a oitava colocação no aproveitamento de pontos da temporada. O clube paga pela irregularidade da equipe, principalmente na época de Jorge Fossati, que acabou sendo demitido exatamente por este motivo. Deve melhorar a posição após o fim da Libertadores se levar a sério o Brasileirão.

O pior aproveitamento de todos os 20 clubes é do Guarani com apenas 45% dos pontos disputados. O Goiás só é melhor que a equipe de Campinas. O Palmeiras, que decepcionou no Paulistão e na Copa do Brasil e, mesmo com Felipao, não engrenou no Brasileiro, aparece apenas na 18a. posição, atrás do Atlético Goianiense.

Com relação aos ataques, o Santos segue disparado. Os 130 gols em 46 jogos válidos por competições em 2010 equivalem a uma média de 2,82 por partida. O segundo colocado é o Botafogo, com 2,028, que supera por pouco o Atlético Mineiro, que tem 2,027. O pior de todos é o do Palmeiras com apenas 1,41 por cotejo disputado.

Na defesa, o Ceará é imbatível. Em 2010, o alvinegro de Fortaleza levou apenas 29 gols em 41 jogos. A média é de apenas 0,7 por partida. Fluminense, Corinthians, Vasco e São Paulo são os outros que tomaram menos de um gol por jogo desde que o ano começou. Dono da pior campanha entre os 20 da primeira divisão, o Guarani tem também a pior defesa da elite do futebol brasileiro.

Confira o aproveitamento de pontos dos vinte clubes da primeira divisão em 2010:


1. Fluminense 69,4%
2. Santos 68,8%
3. Botafogo 67,6%
4. Corinthians 67,5%
5. Grêmio 65,1%
6. Avaí 65%
7. Flamengo 64,2%
8. Internacional 63%
9. Vitória 59,4%
10. Cruzeiro 59%
11. Vasco 57,9%
12. Ceará 57,7%
13. São Paulo 55,6%
14. Atlético-PR 55,3%
15. Atlético-MG 54,1%
16. Grêmio Prudente 53,9%
17. Atlético-GO 51,9%
18. Palmeiras 50,4%
19. Goiás 45,3%
20. Guarani 45%

Confira o desempenho dos ataques (média de gols marcados por partida em 2010):

1. Santos 2,82
2. Botafogo 2,028
3. Atlético-MG 2,027
4. Avaí 2,00
5. Cruzeiro 1,92
6. Grêmio 1,90
7. Flamengo 1,87
8. Fluminense 1,86
9. Atlético-GO 1,83
10. Vitória 1,80
11. Atlético-PR 1,78
12. Internacional 1,67
13. Corinthians 1,64
14. São Paulo 1,62
15. Ceará 1,58
16. Goiás 1,51
17. Vasco 1,50
18. Grêmio Prudente 1,50
19. Guarani 1,45
20. Palmeiras 1,41

Confira o desempenho das defesas (média de gols sofridos por partida em 2010):

1. Ceará 0,70
2. Fluminense 0,91
3. Corinthians 0,92
4. São Paulo 0,95
5. Vasco 0,97
6. Vitória 1,00
7. Internacional 1,04
8. Atlético-PR 1,07
9. Cruzeiro 1,10
10. Avaí 1,14
11. Grêmio 1,18
12. Flamengo 1,20
13. Palmeiras 1,23
14. Santos 1,347
15. Atlético-GO 1,348
16. Atlético-MG 1,35
17. Grêmio Prudente 1,38
18. Botafogo 1,42
19. Goiás 1,46
20. Guarani 1,51

Saudações,
Michel Macedo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Santos se iguala ao Palmeiras como maior vencedor do país

Fala Galera

Até a noite de quarta-feira, o título da Copa do Brasil era a única conquista nacional que ainda faltava ao Santos. Com a conquista da edição deste ano, o time alvinegro entrou para o hall das equipes que ostentam todos os campeonatos nacionais que já foram ou ainda são disputados, junto a Palmeiras, Flamengo e Grêmio.


Cinco vezes campeão da Taça Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65), uma vez campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968) e duas vezes vencedor do Campeonato Brasileiro (2002 e 2004), os santistas aumentaram ainda mais a sua extensa galeria de títulos no futebol brasileiro e agora estabeleceram outro recorde: maior vencedor de títulos nacionais, ao lado do Palmeiras.

Tanto os santistas quanto os palmeirenses acumulam nove conquistas de campeonatos do país. A equipe alviverde venceu duas Taças Brasil (1960 e 1967), dois Torneios Roberto Gomes Pedrosa (1967 e 1969), quatro Brasileiros (1972, 1973, 1993 e 1994) e a Copa do Brasil de 1998.

Já a história de sucesso do Santos no futebol nacional começou a ser construída na década de 60, quando o time que assombrou o planeta tinha Pelé como o seu grande líder. Campeão absoluto da década, o time alvinegro praiano deu o primeiro passo rumo às conquistas das duas Copas Libertadores e dos Mundiais Interclubes (1962 e 1963) que possui através dos títulos da Taça Brasil conquistados. Naquela época, ainda foram oito títulos estaduais (1960, 61, 62, 64, 65, 67, 68 e 69) e três torneios Rio-São Paulo (1963, 64 e 66).

Não bastasse isso, o Santos conquistou inúmeros títulos em torneios pelo mundo afora. Já sem o mesmo futebol de antes, mas ainda bastante superior aos seus rivais, a equipe ainda foi campeã do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968, que foi o precursor do que atualmente é conhecido como Campeonato Brasileiro. Naquele mesmo ano, os santistas ainda conquistariam as Recopas Sul-americana e Mundial.

Em 1968, o Santos conquistou pela última vez mais de um título por temporada. Esse feito só foi repetido agora, em 2010, justamente com as conquistas da atual geração de Meninos da Vila.

Robinho, um dos jogadores mais experientes do atual elenco, ajudou o clube a retomar essa história de grandes conquistas no futebol do país, com o título do Campeonato Brasileiro de 2002. Após um jejum de 18 anos sem títulos, uma geração de Meninos da Vila, liderada por Diego, com 17 anos, e Robinho, até então com 18, levou o Santos a conquista do Brasileiro daquele ano.

Dois anos mais tarde, sem Diego, mas ainda com o camisa 7, os santistas conquistaram mais um Campeonato Brasileiro, em 2004.

E Robinho voltou ao clube neste ano para deixar ainda mais forte a equipe que se notabilizou durante a temporada por apresentar um futebol atrevido e ofensivo. Junto com Paulo Henrique Ganso e Neymar como os principais destaques da equipe, lideraram o time alvinegro aos grandes resultados deste ano.

Contando também com as boas atuações de Wesley e André, além dos coadjuvantes Arouca e Marquinhos, o Santos conquistou o Paulista e a Copa do Brasil, e agora vai em busca do título brasileiro, para fechar a Tríplice Coroa santista.

Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Fla, Bota e Galo são 3 dos 5 piores em casa. Corinthians, o melhor

Fala Galera

Costumeiramente Flamengo e Atlético Mineiro são times que se destacam quando jogam em casa, com o apoio dos seus torcedores. Já o Botafogo se safou do rebaixamento no ano passado ganhando partidas fundamentais no Rio de Janeiro.


Mas neste campeonato, a situação é bem diferente. Só os dois times de Goiás, ambos com reduzido apoio de seus torcedores, conseguem ser piores do que rubro-negros cariocas e alvinegros do Rio e de Belo Horizonte em seus próprios domínios.

No caso do Galo, faz algum sentido, afinal, sem o Mineirão, em reformas para a famigerada Copa 2014, o time tem atuado a 70 quilômetros de BH, em Sete Lagoas. O caso do Flamengo é mais difícil de entender. Não existe uma explicação razoável para o pífio desempenho no Maracanã.

Aproveitamento em casa:


Goiás 33%
Atlético-GO 38%
Atlético-MG 43%
Botafogo 44%
Flamengo 48%
Guarani 50%
Internacional 52%
Grêmio 53%
São Paulo 56%
Palmeiras 57%
G. Prudente 61%
Vitória 61%
Atlético-PR 67%
Avaí 67%
Cruzeiro 67%
Santos 67%
Vasco 67%
Ceará 78%
Fluminense 89%
Corinthians 100%

Saudações,
Michel Macedo

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Balanço da 3ª Rodada da Série D

Por Rodrigo Pimenta

Chegamos à metade da Primeira Fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Apenas 20 das 40 Equipes continuarão na disputa pelas 4 vagas do acesso.

Os números agradam bastante. Em 60 jogos tivemos 143 gols marcados. Média de 2,38 gols por partida.
Foram 20 empates e 14 vitórias dos Times visitantes. A média de arrecadação é de R$17.794,71.

O Jogo com mais gols foi Potiguar 3x4 CSA.
O Placar mais elástico foi Pelotas 4x0 Marcílio Dias.
Os artilheiros da competição são Charles (América-AM), Dimba (Ceilândia-DF) e Wellington (America-RJ), todos com 4 gols.

Os destaques da competição estão por conta de CSA-AL e Metropolitano-SC que não perderam nenhum ponto na competição e lideram os grupos A4 e A10, respectivamente. Também podemos citar as Equipes Mixto-MT, Fluminense-BA e Madureira-RJ com 7 pontos e Treze-PB, Uberaba-MG, America-RJ e Iraty-PR com 6 pontos.

Algumas Equipes já parecem estar fora da briga. Cametá-PA, Nauás-AC, Central-PE e Camaçari-BA somaram apenas 1 ponto dos 9 jogados. Potiguar-RN e Marcilio Dias-SC não pontuaram. A Equipe do Marcilio Dias está com o pior rendimento na competição pois já buscou a bola no fundo das próprias redes por 7 vezes mas não marcou nenhum gol ainda.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Melhores médias de público do Brasileirão Série A

Fala galera

Já tivemos 11 rodadas do Campeonato Brasileiro e o líder da média de público é o Ceará, com 26.471 pagantes por partida em casa. A lista leva em conta jogos como mandante e apresenta o Corinthians em segundo lugar, com 24.188 torcedores por jogo. O Fluminense é o terceiro, seguido por Botafogo e Flamengo. O Vasco está em décimo.



O ranking de média de público do Brasileirão 2010:

1 - Ceará - 26.471
2 - Corinthians - 24.188
3 - Fluminense - 23.362
4 - Botafogo - 18.144
5 - Flamengo - 14.599
6 - Inter - 14.129
7 - Atlético-PR - 14.052
8 - Atlético-MG - 12.735
9 - São Paulo - 11.783
10 - Vasco - 10.442
11 - Vitória - 10.427
12 - Palmeiras - 9.756
13 - Grêmio - 9.357
14 - Atlético-GO - 9.155
15 - Cruzeiro - 9.115
16 - Santos - 8.278
17 - Avaí - 7.237
18 - Guarani - 6.983
19 - Goiás - 6.967
20 - Prudente - 4.520

Saudações,
Michel Macedo

terça-feira, 13 de julho de 2010

Mundial da África escapa de pior média de gols da história

Fala Galera

Após um início preocupante, a Copa do Mundo da África do Sul não entrará para a história como a de pior médida de gols de todos os tempos. O torneio terminou com 145 gols em 64 partidas (2,26).


O recorde negativo segue com o Mundial da Itália, em 1990. Na ocasião, foram marcados apenas 115 gols em 52 partidas. Portanto, a média foi de 2,21.

Na África do Sul, a primeira rodada da fase de grupos apresentou um desempenho assustador. As redes balançaram somente 25 gols em 16 partidas, com uma média de 1,56.

A partir da segunda rodada, os times começaram a se adaptar à grande novidade da Copa, a bola Jabulani. Os chutes de longa distância aumentaram e proporcionaram grandes dificuldades aos goleiros.

Argélia e Honduras foram os grandes vilões dos torcedores que gostam de um futebol ofensivo. Os dois países encerraram a primeira fase sem marcar um gol em três apresentações.

França, Coreia do Norte e Suíça não fizeram algo muito melhor. Os três países também caíram na etapa de grupos e balançaram as redes apenas uma vez. Para os franceses, a vergonha é maior, já que o país carrega um título mundial, em 1998 .

As modificações nas partes tática, técnica e física mostraram uma clara mudança na média de gols da Copa. Até 1954, as redes eram balançadas com fartura. A partir de 1958, houve uma importante queda e, desde 1962, não ultrapassa a barreira dos três tentos por partida.

Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Saiba tudo sobre as rivalidades que marcam as quartas de final

Fala Galera

Está cada vez mais próxima, para oito seleções, a chance de vencer a Copa do Mundo. Nada menos que 12 dos 18 títulos mundiais ainda estão em campo, o que dá o tom sobre as rivalidades e a força dos jogos que teremos pela frente na África do Sul.



Abaixo, jogo a jogo qual é a história dos confrontos que vão determinar os quatro países semifinalistas.

Confira:

Uruguai x Gana: duelo inédito

Jamais houve um confronto entre Uruguai e Gana na história do futebol. Em sua 11ª participação, os uruguaios enfrentarão um país africano pela terceira vez. Uma foi neste Mundial na vitória sobre 3 a 0 sobre a África do Sul e outro confronto ocorreu em 2002, contra Senegal, e acabou empatado por 3 a 3. Os ganenses só enfrentaram um país sul-americano, na sua primeira participação em 2006: derrota por 3 a 0 para o Brasil.

Bicampeão, o Uruguai chega pela quarta vez a um jogo de quartas de final. Em suas três participações anteriores, obteve duas vitórias (1954 e 70) e uma derrota (66). Gana já tem sua melhor participação em Copas ao passar da fase de oitavas.


Alemanha x Argentina: inimigos íntimos

Adversários em duas finais consecutivas de Copa, 1986 e 90, alemães e argentinos fazem duelo de cinco títulos mundiais em jogo. Até hoje, foram três duelos em Copas do Mundo: a Argentina venceu a decisão de 86 e levou o troco no Mundial seguinte. Em 2006, a Alemanha levou jogo para os pênaltis após empate por 1 a 1 e avançou graças ao goleiro Jens Lehmann.

Em números gerais, são 18 confrontos entre os dois países e a vantagem está nas mãos da Argentina, que venceu oito vezes e perdeu cinco - também ocorreram cinco empates. No último dia 3 de março, os argentinos enfrentaram os alemães em Munique e venceram por 1 a 0. Higuaín, um dos artilheiros do Mundial até aqui, fez o gol.


Holanda x Brasil: vantagem está com brasileiros

Para chegar até a semifinal, a equipe de Dunga terá pela frente um velho conhecido. A Holanda encara o Brasil pela quarta vez na história das Copas. Nos confrontos anteriores, os holandeses venceram por 2 a 0 em 1974, mas os brasileiros deram o troco em 94 em triunfo por 3 a 2, também nas quartas de final.

O tira-teima ocorreu quatro anos depois, na semifinal: após empate por 1 a 1 no tempo normal, Taffarel brilhou nos pênaltis e levou a Seleção para a final, mas o título acabaria nas mãos da França.

No total, são 10 jogos entre Brasil e Holanda, com quatro vitórias de brasileiros e ainda dois empates. O último confronto entre os países foi há quase 11 anos: em 9 de outubro de 1999, ambos se pegaram em Amsterdã e o duelo acabou em 2 a 2. Cafu, Roberto Carlos, Bergkamp e Zenden fizeram os gols.


Paraguai x Espanha: quase sempre jogo duro

Espanhóis e paraguaios se enfrentaram por duas Copas seguidas, o que fez surgir uma certa rivalidade entre os países. A primeira vez foi em 1998 e o duelo acabou empatado em 0 a 0. Na chave que ficou marcada como o da morte naquele Mundial, porém, Paraguai avançou às oitavas e a favorita Espanha caiu na fase de grupos.

Logo quatro anos depois, o sorteio recolocou os dois países na mesma chave. A Espanha venceu por 3 a 1 e ambos avançaram para as oitavas. O jogo não é de boa lembrança para Puyol, que marcou um gol contra para os paraguaios. Só houve mais um jogo entre os dois países: foi em outubro de 2002 e terminou empatado em 0 a 0.

Só uma vez em sua história a Espanha conseguiu terminar um Mundial entre os quatro melhores: foi em 1950, na Copa disputada no Brasil, quando acabou em terceiro. Paraguai, por sua vez, realiza sua melhor campanha da história.


Saudações,
Michel Macedo

Mundial da África vira "Copa América" e vê declínio europeu

Fala Galera

Com as classificações de Uruguai, Brasil, Argentina e Paraguai para as quartas de final do Mundial, as seleções sul-americanas alcançaram sua melhor participação em todos os tempos nesta fase do torneio e pela primeira vez na história são maioria entre os oito finalistas de um Mundial.



Em 80 anos de disputa, jamais os países da América do Sul superaram os europeus em quantidade de equipes nas quartas de final, mesmo que as duas regiões estejam empatadas em nove títulos. Os troféus estão distribuídos entre Brasil (cinco), Itália (quatro), Alemanha (três), Argentina e Uruguai (dois) e Inglaterra e França (um).

A superioridade histórica dos times do Velho Continente entre os finalistas é justificável. Em 2010, por exemplo, 53 seleções jogaram pelas Eliminatórias Europeias e lutaram por 13 vagas na Copa, enquanto no território sul-americano apenas 10 duelaram por quatro lugares - e um quinto time disputou a repescagem com o quarto lugar da Concacaf.

Sucesso da América do Sul e fracasso da Europa:

Nas 19 edições anteriores dos Mundiais, o máximo de equipes sul-americanas presentes entre os oito finalistas foram três, no torneio de 1970. Brasil, Uruguai e Peru chegaram a essa etapa, ao lado de Inglaterra, União Soviética, Alemanha Ocidental, Itália e do anfitrião México, do norte da América.

Os europeus, por sua vez, amarguraram seu pior desempenho. Apenas Holanda, Alemanha e Espanha estão nas quartas de final na África do Sul, superando negativamente o número de representantes de 70 e 2002. Na Copa da Ásia, por sinal, aconteceu a maior diversificação de continentes entre os oito primeiros colocados.

Na ocasião, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Turquia representaram o Velho Continente, além dos africanos de Senegal, da anfitriã asiática Coreia do Sul, do sul-americano e futuro campeão Brasil e dos norte-americanos dos Estados Unidos.

Semifinal sul-americana:

Existe ainda a possibilidade de todos os semifinalistas serem da América, pois nenhum deles se confronta nas quartas. O fato seria inédito, já que jamais quatro seleções de fora da Europa estiveram entre os quatro primeiros colocados do Mundial.

Isso aconteceu com as seleções europeias em 1934 (Itália, Checoslováquia, Alemanha e Áustria); em 1966 (Inglaterra, Alemanha Ocidental, Portugal e União Soviética); em 1982 (Itália, Alemanha Ocidental, Polônia e França); e em 2006 (Itália, França, Alemanha e Portugal).

Confira abaixo a relação de todas as Copas com o número de europeus e sul-americanos nas quartas de final:

1930 - Não houve fase de quartas de final. Semifinais: América do Sul (2), Europa (1), América do Norte (1)
1934 - Europa (8)
1938 - Europa (6), América do Sul (1), América Central (1)
1950 - Não houve fase de quartas de final. Quadrangular: Europa (2), América do Sul (2)
1954 - Europa (6), América do Sul (2)
1958 - Europa (7), América do Sul (1)
1962 - Europa (6), América do Sul (2)
1966 - Europa (5), América do Sul (2), Ásia (1)
1970 - Europa (4), América do Sul (3), América do Norte (1)
1974 - Europa (6), América do Sul (2),
1978 - Europa (5), América do Sul (3)
1982 - Não houve fase de quartas de final. Segunda fase (12 equipes): Europa (10), América do Sul (2)
1986 - Europa (5), América do Sul (2), América do Norte (1)
1990 - Europa (6), América do Sul (1), África (1)
1994 - Europa (7), América do Sul (1)
1998 - Europa (6), América do Sul (2)
2002 - Europa (4), América do Sul (1), África (1), Ásia (1), América do Norte (1)
2006 - Europa (6), América do Sul (2)
2010 - América do Sul (4), Europa (3), África (1)


Saudações,
Michel Macedo