Fala Galera
De todos os 11 países que concorriam para as Copas de 2018 e 2022, cinco já foram sede de Mundiais: Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão. Outros organizaram recentemente a Eurocopa, casos de Portugal (2004) e Holanda e Bélgica (em 2000, numa dobradinha que planejavam repetir na Copa). Mas a Fifa foi buscar novos (e ricos) horizontes para sua principal competição: Rússia 2018 e Qatar 2022.
A Copa de 2018 não será a primeira na Europa. Mas, embora o Velho Continente já tenha tido dez edições, em sete países diferentes, ainda assim há um certo ineditismo na vitória da Rússia: 20 anos após a queda do comunismo, o Mundial chegará pela primeira vez a um país do Leste Europeu. Mas no fundo a gente sabe que simbolismos como esse não contam muito na hora da eleição: a Rússia ganhou porque tem muito dinheiro para investir em estádios e infraestrutura. A presença do bilionário Roman Abramovich, dono do Chelsea, na delegação russa presente à eleição desta quinta, em Zurique, é o verdadeiro símbolo do sucesso da candidatura russa.
Pelo menos os russos têm a cultura do futebol em sua história. As poucas glórias ainda remontam à epoca da União Soviética, que ganhou a Eurocopa de 1960, foi vice em 1964, 1972 e 1988, e também conquistou dois ouros olímpicos, nos Jogos de Melbourne-56 e Seul-88. A seleção soviética - famosa pelo uniforme vermelho com a histórica sigla CCCP na frente - também apresentou ao mundo dois grandes goleiros: Lev Yashin, nas décadas de 50 e 60, e Rinat Dasaev, nos anos 80. Hoje, o principal nome do futebol russo é o meia Andrei Arshavin, do Arsenal. Já a seleção está devendo: não se classificou para as últimas duas Copas do Mundo.
O Qatar é outro palco novo para a Fifa. O Mundial de 2022 será o primeiro grande evento esportivo realizado no Oriente Médio. Mas o pequeno país - o menor da história a sediar uma Copa - terá desafios muito grandes nos próximos 12 anos: construir estádios, encontrar soluções para amenizar o forte calor, tentar se adaptar (ou pelo menos aceitar) às diferenças culturais, inclusive em relação ao consumo de bebida alcóolica, e além disso arrumar uma seleção ao menos apresentável para não ser anfitrião com o pior desempenho numa Copa.
Os estádios da Rússia para a Copa de 2018
Os cinco primeiros estádios que o Qatar pretende fazer para a Copa de 2022
Saudações,
Michel Macedo
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sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Punir a Nigéria é fácil. E a França? E o Brasil?
Fala Galera
A Fifa anunciou na semana passada que a seleção da Nigéria está suspensa por tempo indeterminado de qualquer competição internacional e até mesmo de amistosos, por causa da interferência do governo na Federação de Futebol da Nigéria (FFN). E não foram poucas as intromissões: membros eleitos do Comitê Executivo da FFN não podem exercer suas funções porque estão sendo processados, o secretário-geral da entidade renunciou seguindo ordens da Comissão Esportiva Nacional, e o Campeonato Nigeriano começou com a presença das equipes que deveriam ter sido rebaixadas, uma autêntica virada de mesa promovida pelo Ministério do Esporte.
Está claro que a Fifa realmente tem razão de intervir. Vale lembrar que em julho o governo nigeriano já tinha ameaçado suspender a seleção por dois anos como punição pela campanha ruim na Copa do Mundo, e na ocasião a Fifa já tinha avisado que não iria tolerar interferências como essa. Mas parece que os nigerianos não aprenderam a lição. A suspensão imposta pela Fifa valerá até que as intromissões governamentais terminem, especialmente os processos judiciais que impedem o trabalho do comitê executivo da FFN.
E o que a França tem a ver com isso? Bem, não custa nada lembrar que ainda durante a Copa a seleção francesa recebeu a visita da Ministra do Esporte e Saúde, Roselyne Bachelot, que conversou com os jogadores a pedido do presidente Nicolas Sarkozy, para acabar com a crise instalada pela expulsão do atacante Anelka da delegação. Na ocasião, ela acusou a equipe de manchar a imagem do país, e anunciou uma investigação sobre o caso e a criação de uma cartilha ética antes de competições importantes.
Não seria isso uma intromissão do governo nos assuntos do esporte? E após a Copa, quando o novo técnico, Laurent Blanc, colocou os 23 jogadores que foram ao Mundial 'de castigo', excluindo-os da primeira convocação? Foi uma decisão meramente técnica ou uma punição similar (embora não tão exagerada) àquela que o governo nigeriano quis dar à sua seleção.
E a virada de mesa do Campeonato Nigeriano? Agora isso acabou no Brasil, mas já aconteceu, e mais de uma vez, não muito tempo atrás. Será que a Fifa teria coragem de punir a seleção pentacampeã mundial se essa prática voltasse a ocorrer?
Punir a Nigéria é fácil.
Saudações,
Michel Macedo
A Fifa anunciou na semana passada que a seleção da Nigéria está suspensa por tempo indeterminado de qualquer competição internacional e até mesmo de amistosos, por causa da interferência do governo na Federação de Futebol da Nigéria (FFN). E não foram poucas as intromissões: membros eleitos do Comitê Executivo da FFN não podem exercer suas funções porque estão sendo processados, o secretário-geral da entidade renunciou seguindo ordens da Comissão Esportiva Nacional, e o Campeonato Nigeriano começou com a presença das equipes que deveriam ter sido rebaixadas, uma autêntica virada de mesa promovida pelo Ministério do Esporte.
Está claro que a Fifa realmente tem razão de intervir. Vale lembrar que em julho o governo nigeriano já tinha ameaçado suspender a seleção por dois anos como punição pela campanha ruim na Copa do Mundo, e na ocasião a Fifa já tinha avisado que não iria tolerar interferências como essa. Mas parece que os nigerianos não aprenderam a lição. A suspensão imposta pela Fifa valerá até que as intromissões governamentais terminem, especialmente os processos judiciais que impedem o trabalho do comitê executivo da FFN.
E o que a França tem a ver com isso? Bem, não custa nada lembrar que ainda durante a Copa a seleção francesa recebeu a visita da Ministra do Esporte e Saúde, Roselyne Bachelot, que conversou com os jogadores a pedido do presidente Nicolas Sarkozy, para acabar com a crise instalada pela expulsão do atacante Anelka da delegação. Na ocasião, ela acusou a equipe de manchar a imagem do país, e anunciou uma investigação sobre o caso e a criação de uma cartilha ética antes de competições importantes.
Não seria isso uma intromissão do governo nos assuntos do esporte? E após a Copa, quando o novo técnico, Laurent Blanc, colocou os 23 jogadores que foram ao Mundial 'de castigo', excluindo-os da primeira convocação? Foi uma decisão meramente técnica ou uma punição similar (embora não tão exagerada) àquela que o governo nigeriano quis dar à sua seleção.
E a virada de mesa do Campeonato Nigeriano? Agora isso acabou no Brasil, mas já aconteceu, e mais de uma vez, não muito tempo atrás. Será que a Fifa teria coragem de punir a seleção pentacampeã mundial se essa prática voltasse a ocorrer?
Punir a Nigéria é fácil.
Saudações,
Michel Macedo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Brincadeiras com o Estádio do Corinthians
Fala Galera
Da-lhe Brincadeiras com o novo estádio do Timão....kkkkkkkkk
Na boa? “Fielzão” é apelido de corno...kkkkkkkk
Saudações,
Michel Macedo
Da-lhe Brincadeiras com o novo estádio do Timão....kkkkkkkkk
Na boa? “Fielzão” é apelido de corno...kkkkkkkk
Saudações,
Michel Macedo
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sábado, 17 de julho de 2010
Momento vuvuzela: clássicos do cinema
Fala Galera
Essa é pra você que já estava morrendo de saudades do delicioso som das vuvuzelas.
Que tal uma seleção só com trechos das trilhas dos clássicos do cinema?
Na ordem:
Rocky
Superman
Mission Impossible
James Bond
The Good, the Bad and the Ugly
Star Wars
Indiana Jones
The Sting
Pulp Fiction
Back to the Future
The Godfather
Terminator
Star Trek
Saudações,
Michel Macedo
Essa é pra você que já estava morrendo de saudades do delicioso som das vuvuzelas.
Que tal uma seleção só com trechos das trilhas dos clássicos do cinema?
Na ordem:
Rocky
Superman
Mission Impossible
James Bond
The Good, the Bad and the Ugly
Star Wars
Indiana Jones
The Sting
Pulp Fiction
Back to the Future
The Godfather
Terminator
Star Trek
Saudações,
Michel Macedo
Todos os gols da Copa
Fala Galera
A internet é uma maravilha. Encontrei por aí uma bela edição com todos os 145 gols da Copa do Mundo em apenas 11 minutos. De Tshabalala, da África do Sul, a Iniesta, da Espanha, tivemos frangos e alguns golaços que merecem registro.
Saudações,
Michel Macedo
A internet é uma maravilha. Encontrei por aí uma bela edição com todos os 145 gols da Copa do Mundo em apenas 11 minutos. De Tshabalala, da África do Sul, a Iniesta, da Espanha, tivemos frangos e alguns golaços que merecem registro.
Saudações,
Michel Macedo
O futuro dos 32 técnicos da Copa
Fala Galera
A Copa mal acabou, mas as federações já estão pensando na sequência do trabalho.
Isso porque, em menos de um mês, muitas das seleções que estiveram na África do Sul têm amistosos programados. É o caso do Brasil, que enfrenta os Estados Unidos no dia 10 de agosto.
Quantos permanecerão em seus cargos? Quantos saem?
Confira o levantamento:
QUEM FICA
Bert Van Marwijk (Holanda): no último mês de março, renovou com a Laranja Mecânica até 2012.
Carlos Queiroz (Portugal): tem contrato até o final da Euro-2012.
Oscar Tabarez (Uruguai): seu contrato se expirou, mas ambas as partes querem manter a parceria. Deve continuar.
Ottmar Hitzfeld (Suíça): vínculo até 2012.
Radomir Antic (Sérvia): os sérvios ignoraram a péssima campanha na Copa e optaram pela manutenção do técnico no cargo.
Ricki Herbert (Nova Zelândia): mesmo recebendo inúmeras propostas, optou por dar continuidade ao trabalho nos All Whites. Fica até 2014.
Vicente Del Bosque (Espanha): campeão mundial, só sai se quiser. Tem contrato até o fim da Euro-2012.
Vladimir Weiss (Eslováquia): renovou contrato até 2014.
QUEM SAI
Carlos Alberto Parreira (África do Sul): retornou aos Bafana Bafana dizendo que seu ciclo no país se encerraria após o Mundial.
Dunga (Brasil): não continua na seleção e segue com futuro indefinido.
Huh Jong-Moo (Coreia do Sul): após a eliminação nas oitavas, anunciou sua saída da seleção.
Javier Aguirre (México): pediu demissão, prontamente aceita pela federação mexicana.
Kim Jong-Hum (Coreia do Norte): a derrota de 7 a 0 para Portugal foi determinante para sua saída.
Lars Lagerback (Nigéria): seu contrato ia até o fim da Copa.
Marcello Lippi (Itália): Cesare Prandelli já foi anunciado como seu substituto. Segue com futuro indefinido.
Otto Renhagel (Grécia): o português Fernando Santos é o novo treinador da seleção grega.
Paul Le Guen (Camarões): desempregado, recebeu propostas das seleções australiana e turca.
Pim Verbeek (Austrália): mal saiu e já está com novo emprego. Será o diretor técnico das categorias de base do Marrocos. Paul Le Guen deve substituí-lo.
Raymond Domenech (França): Laurent Blanc entra em seu lugar. Decisão foi tomada antes da Copa.
Sven-Göran Eriksson (Costa do Marfim): ficou apenas dois meses no cargo.
Takeshi Okada (Japão): antes da Copa, soltou a seguinte frase: “não seguirei na seleção nem se formos campeões do mundo”.
FUTURO INDEFINIDO
Bob Bradley (EUA): o técnico tem o sonho de treinar uma equipe da Premier League. Tudo indica que ele sairá, em busca de novos desafios.
Gerardo Martino (Paraguai): seu nome foi especulado na seleção argentina, mas pode acabar renovando com os paraguaios.
Maradona (Argentina): recebeu proposta para renovar até 2014, mas ainda não decidiu se aceita a proposta.
Marcelo Bielsa (Chile): valorizado, tem várias propostas. O Chile já propôs uma renovação até 2015, ano em que o país deve sediar a Copa América. Deve tomar uma decisão nos próximos dias.
Matjaz Kek (Eslovênia): de férias, aguarda um posicionamento da federação. Quer continuar.
4) A CBF é a única confederação sul-americana que não procurou seu treinador para estender o vínculo.
A Copa mal acabou, mas as federações já estão pensando na sequência do trabalho.
Isso porque, em menos de um mês, muitas das seleções que estiveram na África do Sul têm amistosos programados. É o caso do Brasil, que enfrenta os Estados Unidos no dia 10 de agosto.
Quantos permanecerão em seus cargos? Quantos saem?
Confira o levantamento:
QUEM FICA
Bert Van Marwijk (Holanda): no último mês de março, renovou com a Laranja Mecânica até 2012.
Carlos Queiroz (Portugal): tem contrato até o final da Euro-2012.
Fabio Capello (Inglaterra): mesma situação de Queiroz.
Joachim Löw (Alemanha): recebeu proposta de renovação por mais dois anos e deve aceitar. O jornal alemão Bild é quem garante o acordo.
Morten Olsen (Dinamarca): outro que não foi bem na África do Sul, mas que segue prestigiado. É ídolo nacional e fica, no mínimo, até a Euro-2012.
Oscar Tabarez (Uruguai): seu contrato se expirou, mas ambas as partes querem manter a parceria. Deve continuar.
Ottmar Hitzfeld (Suíça): vínculo até 2012.
Radomir Antic (Sérvia): os sérvios ignoraram a péssima campanha na Copa e optaram pela manutenção do técnico no cargo.
Ricki Herbert (Nova Zelândia): mesmo recebendo inúmeras propostas, optou por dar continuidade ao trabalho nos All Whites. Fica até 2014.
Vicente Del Bosque (Espanha): campeão mundial, só sai se quiser. Tem contrato até o fim da Euro-2012.
Vladimir Weiss (Eslováquia): renovou contrato até 2014.
QUEM SAI
Carlos Alberto Parreira (África do Sul): retornou aos Bafana Bafana dizendo que seu ciclo no país se encerraria após o Mundial.
Dunga (Brasil): não continua na seleção e segue com futuro indefinido.
Huh Jong-Moo (Coreia do Sul): após a eliminação nas oitavas, anunciou sua saída da seleção.
Javier Aguirre (México): pediu demissão, prontamente aceita pela federação mexicana.
Kim Jong-Hum (Coreia do Norte): a derrota de 7 a 0 para Portugal foi determinante para sua saída.
Lars Lagerback (Nigéria): seu contrato ia até o fim da Copa.
Marcello Lippi (Itália): Cesare Prandelli já foi anunciado como seu substituto. Segue com futuro indefinido.
Otto Renhagel (Grécia): o português Fernando Santos é o novo treinador da seleção grega.
Paul Le Guen (Camarões): desempregado, recebeu propostas das seleções australiana e turca.
Pim Verbeek (Austrália): mal saiu e já está com novo emprego. Será o diretor técnico das categorias de base do Marrocos. Paul Le Guen deve substituí-lo.
Raymond Domenech (França): Laurent Blanc entra em seu lugar. Decisão foi tomada antes da Copa.
Sven-Göran Eriksson (Costa do Marfim): ficou apenas dois meses no cargo.
Takeshi Okada (Japão): antes da Copa, soltou a seguinte frase: “não seguirei na seleção nem se formos campeões do mundo”.
FUTURO INDEFINIDO
Bob Bradley (EUA): o técnico tem o sonho de treinar uma equipe da Premier League. Tudo indica que ele sairá, em busca de novos desafios.
Gerardo Martino (Paraguai): seu nome foi especulado na seleção argentina, mas pode acabar renovando com os paraguaios.
Maradona (Argentina): recebeu proposta para renovar até 2014, mas ainda não decidiu se aceita a proposta.
Marcelo Bielsa (Chile): valorizado, tem várias propostas. O Chile já propôs uma renovação até 2015, ano em que o país deve sediar a Copa América. Deve tomar uma decisão nos próximos dias.
Matjaz Kek (Eslovênia): de férias, aguarda um posicionamento da federação. Quer continuar.
Milovan Rajevac (Gana): o acordo com os Black Stars ia até o final da Copa. Saiu valorizado e só não continua se receber uma proposta melhor. A Federação Ganesa, como não poderia ser diferente, que mantê-lo no cargo.
Rabah Saadane (Argélia): Mesma situação de Kek. Quer renovar, mas a federação argelina ainda não o procurou.
Reinaldo Rueda (Honduras): ambas as partes querem renovar, mas a negociação ainda não foi iniciada.
CURIOSIDADES:
1) Das 11 seleções que já confirmaram a manutenção de seu técnico, nove são europeias.
2) Todas as seleções asiáticas perderam seus técnicos (inclua a Austrália na lista, pois disputa as eliminatórias do continente).
3) Apenas uma seleção africana mostrou interesse imediato em renovar com seu treinador: Gana.
Saudações,
Michel Macedo
terça-feira, 13 de julho de 2010
Özil faz embaixadinhas com chiclete e o mastiga de novo.
Fala Galera
Ao longo de sete partidas, Özil encantou a África e o mundo com a sua habilidade. Mas nos minutos que antecederam a disputa do terceiro lugar, o jovem craque botou sua habilidade à prova mesmo sem a Jabulani. Fez embaixadinhas com o chiclete que mascava. Detalhe: adivinha para onde o doce volta?
Saudações,
Michel Macedo
Ao longo de sete partidas, Özil encantou a África e o mundo com a sua habilidade. Mas nos minutos que antecederam a disputa do terceiro lugar, o jovem craque botou sua habilidade à prova mesmo sem a Jabulani. Fez embaixadinhas com o chiclete que mascava. Detalhe: adivinha para onde o doce volta?
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Michel Macedo
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Beijo roubado
Fala Galera
Ao ser entrevistado por sua namorada Sara Carbonero, repórter de uma emissora espanhola, o goleiro e capitão da Espanha, Casillas, não segurou a emoção e tascou um beijo na garota, após a conquista da Copa do Mundo.
Saudações,
Michel Macedo
Ao ser entrevistado por sua namorada Sara Carbonero, repórter de uma emissora espanhola, o goleiro e capitão da Espanha, Casillas, não segurou a emoção e tascou um beijo na garota, após a conquista da Copa do Mundo.
Saudações,
Michel Macedo
E as brincadeiras com a Holanda vice não param...
Fala Galera
Seguem mais brincadeiras com a Holanda vice:
- Vasco
- Flamengo:
Saudações,
Michel Macedo
Seguem mais brincadeiras com a Holanda vice:
- Vasco
Saudações,
Michel Macedo
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Mundial da África escapa de pior média de gols da história
Fala Galera
Após um início preocupante, a Copa do Mundo da África do Sul não entrará para a história como a de pior médida de gols de todos os tempos. O torneio terminou com 145 gols em 64 partidas (2,26).
O recorde negativo segue com o Mundial da Itália, em 1990. Na ocasião, foram marcados apenas 115 gols em 52 partidas. Portanto, a média foi de 2,21.
Na África do Sul, a primeira rodada da fase de grupos apresentou um desempenho assustador. As redes balançaram somente 25 gols em 16 partidas, com uma média de 1,56.
A partir da segunda rodada, os times começaram a se adaptar à grande novidade da Copa, a bola Jabulani. Os chutes de longa distância aumentaram e proporcionaram grandes dificuldades aos goleiros.
Argélia e Honduras foram os grandes vilões dos torcedores que gostam de um futebol ofensivo. Os dois países encerraram a primeira fase sem marcar um gol em três apresentações.
França, Coreia do Norte e Suíça não fizeram algo muito melhor. Os três países também caíram na etapa de grupos e balançaram as redes apenas uma vez. Para os franceses, a vergonha é maior, já que o país carrega um título mundial, em 1998 .
As modificações nas partes tática, técnica e física mostraram uma clara mudança na média de gols da Copa. Até 1954, as redes eram balançadas com fartura. A partir de 1958, houve uma importante queda e, desde 1962, não ultrapassa a barreira dos três tentos por partida.
Saudações,
Michel Macedo
Após um início preocupante, a Copa do Mundo da África do Sul não entrará para a história como a de pior médida de gols de todos os tempos. O torneio terminou com 145 gols em 64 partidas (2,26).
O recorde negativo segue com o Mundial da Itália, em 1990. Na ocasião, foram marcados apenas 115 gols em 52 partidas. Portanto, a média foi de 2,21.
Na África do Sul, a primeira rodada da fase de grupos apresentou um desempenho assustador. As redes balançaram somente 25 gols em 16 partidas, com uma média de 1,56.
A partir da segunda rodada, os times começaram a se adaptar à grande novidade da Copa, a bola Jabulani. Os chutes de longa distância aumentaram e proporcionaram grandes dificuldades aos goleiros.
Argélia e Honduras foram os grandes vilões dos torcedores que gostam de um futebol ofensivo. Os dois países encerraram a primeira fase sem marcar um gol em três apresentações.
França, Coreia do Norte e Suíça não fizeram algo muito melhor. Os três países também caíram na etapa de grupos e balançaram as redes apenas uma vez. Para os franceses, a vergonha é maior, já que o país carrega um título mundial, em 1998 .
As modificações nas partes tática, técnica e física mostraram uma clara mudança na média de gols da Copa. Até 1954, as redes eram balançadas com fartura. A partir de 1958, houve uma importante queda e, desde 1962, não ultrapassa a barreira dos três tentos por partida.
Saudações,
Michel Macedo
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Uruguaio Forlán é o melhor da Copa; alemão vence entre os jovens
Fala Galera
O atacante uruguaio Diego Forlán recebeu no domingo a Bola de Ouro da Fifa, prêmio dado ao melhor jogador da Copa do Mundo. O Uruguai foi eliminado na semifinal pela Holanda e terminou a competição na quarta colocação, tendo em Forlán - que teve 23,4% dos votos - seu grande destaque. O holandês Sneijder, com 21,8%, foi eleito o segundo melhor e ficou com a Bola de Prata, enquanto o espanhol David Villa (16,9%) foi premiado com a Bola de Bronze.
Entre os jogadores jovens, o vencedor foi o alemão Thomas Müller, que superou o mexicano Giovani dos Santos e o ganense André Ayew. O prêmio considera "jovens" os jogadores nascidos depois de janeiro de 1989.
Com cinco gols marcados, Forlán foi também um dos quatro artilheiros do Mundial de 2010. Porém, não levou prêmio por esse quesito. A Chuteira de Ouro, concedida ao artilheiro, ficou também com Müller, já que o primeiro critério de desempate é o número de assistências: o alemão terminou com três passes para gol, contra um de seus concorrentes.
O segundo critério de desempate, o menor número de minutos jogados, fez com que Villa (634 minutos) ficasse com a Chuteira de Prata. Já o terceiro prêmio, a Chuteira de Bronze, ficou com Sneijder (652 minutos). Forlán jogou 654 minutos no total.
Por fim, o prêmio de melhor goleiro da Copa ficou com o espanhol Iker Casillas, que fez duas grandes defesas diante do holandês Arjen Robben na final. O time com melhor fair play também foi a Espanha, segundo a Fifa.
Saudações,
Michel Macedo
O atacante uruguaio Diego Forlán recebeu no domingo a Bola de Ouro da Fifa, prêmio dado ao melhor jogador da Copa do Mundo. O Uruguai foi eliminado na semifinal pela Holanda e terminou a competição na quarta colocação, tendo em Forlán - que teve 23,4% dos votos - seu grande destaque. O holandês Sneijder, com 21,8%, foi eleito o segundo melhor e ficou com a Bola de Prata, enquanto o espanhol David Villa (16,9%) foi premiado com a Bola de Bronze.
Entre os jogadores jovens, o vencedor foi o alemão Thomas Müller, que superou o mexicano Giovani dos Santos e o ganense André Ayew. O prêmio considera "jovens" os jogadores nascidos depois de janeiro de 1989.
Com cinco gols marcados, Forlán foi também um dos quatro artilheiros do Mundial de 2010. Porém, não levou prêmio por esse quesito. A Chuteira de Ouro, concedida ao artilheiro, ficou também com Müller, já que o primeiro critério de desempate é o número de assistências: o alemão terminou com três passes para gol, contra um de seus concorrentes.
O segundo critério de desempate, o menor número de minutos jogados, fez com que Villa (634 minutos) ficasse com a Chuteira de Prata. Já o terceiro prêmio, a Chuteira de Bronze, ficou com Sneijder (652 minutos). Forlán jogou 654 minutos no total.
Por fim, o prêmio de melhor goleiro da Copa ficou com o espanhol Iker Casillas, que fez duas grandes defesas diante do holandês Arjen Robben na final. O time com melhor fair play também foi a Espanha, segundo a Fifa.
Saudações,
Michel Macedo
Profeta, polvo Paul encerra Copa com 100% de aproveitamento
Fala Galera
Neste domingo, a Espanha venceu a Holanda por 1 a 0, com gol de Iniesta nos últimos minutos da prorrogação, e se tornou campeã mundial pela primeira vez. O título espanhol também consagrou outro personagem da Copa: o "profeta" polvo Paul.
Durante o Mundial, Paul, estrela do "Oráculo Animal" do aquário Sea Life, da cidade alemã de Oberhausen, "previu" os resultados das sete partidas da Alemanha no torneio (vitórias sobre Austrália, Gana, Inglaterra, Argentina e Uruguai e derrota para Sérvia e Espanha).
Tradicionalmente, o polvo fazia previsões apenas sobre as partidas dos alemães. Porém, abriu excessão e realizou uma profecia sobre a decisão do Mundial, onde indicou a Espanha como campeã da Copa do Mundo de 2010.
Com o título inédito dos espanhóis, o polvo Paul se manteve 100% no aproveitamento das previsões, não dando margens à dúvidas sobre o valor de suas profecias.
A Copa no Brasil em 2014 não terá um dos maiores destaques da competição na África do Sul. pois o polvo Paul pendurou as chuteiras.
Com 2 anos e meio de idade, o molusco mais famoso do aquário de Oberhausen, na Alemanha, dificilmente sobreviverá até 2014, já que a média de vida da espécie é de 4 anos.
Saudações,
Michel Macedo
Neste domingo, a Espanha venceu a Holanda por 1 a 0, com gol de Iniesta nos últimos minutos da prorrogação, e se tornou campeã mundial pela primeira vez. O título espanhol também consagrou outro personagem da Copa: o "profeta" polvo Paul.
Durante o Mundial, Paul, estrela do "Oráculo Animal" do aquário Sea Life, da cidade alemã de Oberhausen, "previu" os resultados das sete partidas da Alemanha no torneio (vitórias sobre Austrália, Gana, Inglaterra, Argentina e Uruguai e derrota para Sérvia e Espanha).
Tradicionalmente, o polvo fazia previsões apenas sobre as partidas dos alemães. Porém, abriu excessão e realizou uma profecia sobre a decisão do Mundial, onde indicou a Espanha como campeã da Copa do Mundo de 2010.
Com o título inédito dos espanhóis, o polvo Paul se manteve 100% no aproveitamento das previsões, não dando margens à dúvidas sobre o valor de suas profecias.
A Copa no Brasil em 2014 não terá um dos maiores destaques da competição na África do Sul. pois o polvo Paul pendurou as chuteiras.
Com 2 anos e meio de idade, o molusco mais famoso do aquário de Oberhausen, na Alemanha, dificilmente sobreviverá até 2014, já que a média de vida da espécie é de 4 anos.
Saudações,
Michel Macedo
Vitória espanhola torna Nova Zelândia única invicta da Copa
Fala Galera
O título da Espanha sobre a Holanda definiu a única seleção invicta da Copa do Mundo na África do Sul. E não se trata do time campeão do mundo. Foi a Nova Zelândia, que mesmo caindo na primeira fase, não perdeu nenhum de seus três jogos.
Foram três empates na competição, diante de Eslováquia e Itália, por 1 a 1, e Paraguai, por 0 a 0.
Já a Espanha, que sagrou-se campeã, perdeu na estreia para a Suíça por 1 a 0, jogo que colocou em questionamento o favoritismo espanhol na competição. No entanto, as vitórias sobre Honduras e Chile colocaram o país de novo na briga pelo título.
A Holanda estava não só invicta na final, como tinha vencido todos os seus seis jogos. Mas o gol de Iniesta, nos minutos finais da prorrogação, encerrou o sonho holandês pelo título mundial.
Saudações,
Michel Macedo
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Fúria Campeã!!!!
Fala Galera
Espanha vence Holanda na prorrogação e é campeã pela 1ª vez
Holanda 0(0) x 0(1) Espanha
A Espanha coroou neste domingo o sucesso de uma geração. Foi sofrido, no final do segundo tempo da prorrogação da final da Copa do Mundo da África do Sul. Mas a "Fúria" bateu a Holanda na por 1 a 0, no Estádio Soccer City, em Jogannesburgo, e se sagrou pela primeira vez campeã do mundo. O herói do título foi Iniesta, que anotou o gol salvador. Mesmo antes do apito final, já era possível ver jogadores como Casillas e Piqué chorando muito em campo pelo feito que estavam alcançando.
A partida também foi marcada pela violência. Foram 12 cartões amarelos e um vermelho distribuídos pelo juiz Howard Webb, além de lances de extrema violência - como a "voadora" de De Jong em Xabi Alonso. O árbitro inglês preferiu atuar na base da conversa ao invés de expulsar um jogador de uma das duas equipes. Tanto que o cartão vermelho de Heitinga, que havia cometido falta dura em Villa quando recebeu o amarelo, só saiu no segundo tempo da prorrogação.
Os comandados de Vicente del Bosque, que há dois anos encantaram o mundo no título da Eurocopa, voltaram a fazer história. Tida por diversas vezes como grande seleção nas previsões antes dos Mundiais, os espanhóis acabavam decepcionando na hora H e ficaram com fama de "amarelões". Desta vez, a situação mudou. Chegaram pela primeira vez a uma semifinal de Copa, depois à primeira decisão e agora ao inédito título. Além de terem alcançado uma marca histórica para o país, os espanhóis se tornaram a primeira seleção europeia a conquistar um título mundial fora do seu continente.
Foi a premiação para uma equipe de toques rápidos e envolventes, com um belo entrosamento e que tem jogadores de muito talento como Xavi, Iniesta e Villa. Apesar de um tropeço na primeira partida contra a Suíça, os espanhóis deram a volta por cima durante o Mundial, deixando para trás adversários como Portugal e Holanda. Se há um ano, os espanhóis saíram da África como grande decepção da Copa das Confederações, hoje foram agraciados com a taça.
No segundo tempo da Prorrogação, com 11min, veio o gol salvador. Fàbregas tocou para Iniesta na direita da área e o jogador do Barcelona, que tanto hesitou em chutar durante a partida, encheu o pé para estufar as redes de Stekelenburg. Os holandeses reclamaram muito de impedimento, mas a posição do atleta era legal.
Fúria vencedora, e comandada por um treinador nada estridente. Bonachão, com seu vasto bigode e tiques conservadores, como o simplório ato de cocar o queixo e roer as unhas, o bigodudo simpático teve o mérito de manter a base de Luis Aragonês, mexer em poucas posições sem fazer barulho, de ganhar a confiança dos jogadores, como também fez no Real Madrid, e de passar uma paz ao elenco, capaz de domá-lo no auge de uma partida pesada e violenta contra um adversário que, pelo menos na decisão, renunciou a sua historia e exagerou na marcação e no combate. A Holanda quis parar a Espanha de todas as maneiras, esqueceu de joga, levou oito cartões amarelos, um vermelho (Ibitinga) e ainda deveria ter perdido Van Bom mel e De Jong pelo conjunto da obra.
Assim mesmo, Sneijder deixou Robben duas vezes na cara do gol. O careca não quis virar herói. Casillas assumiu esse lugar. Salvou a Fúria no tempo normal e deixou para Iniesta a honra de ser o rei definitivo. Chute cruzado, forte, de chicotada. Sem muito preciosismo. Para decidir. Assim e a Espanha. Sempre tem que resolva, quem encanta, quem seduza e quem jogue. Time bom funciona assim mesmo. Ganha, agrada e, para quem torce contra, irrita. Foi feita a justiça. Ganhou melhor. A furiosa (e apaixonante) Espanha ganhou o mundo.
Ponto Forte da Holanda: Muita velocidade nos contra-ataques, principalmente com Robben, que deu muito trabalho à defesa espanhola
Ponto Forte da Espanha: Passes precisos no meio de campo, com muita movimentação de Xavi e Iniesta
Ponto Fraco da Holanda: Novamente deixou Van Persie isolado no ataque brigando com toda a zaga
Ponto Fraco da Espanha: Não teve o domínio do jogo como está acostumado, principalmente no segundo tempo
Personagem do jogo: Iniesta, que marcou o gol histórico do título espanhol
Lances polêmicos: 1)De Jong deu entrada violenta com a sola no peito de Xabi Alonso aos 28min do primeiro tempo, mas recebeu apenas cartão amarelo. 2) Falta para Holanda, a bola bate na barreira e sai para escanteiro. O juiz e o assistente não enxergam. Casillas bate o tiro de meta e na sequência a Espanha faz o gol do título.
Lance bizarro: De Jong tentou devolver a bola para a Espanha aos 33min do primeiro tempo e quase encobriu Casillas, que teve que espalmar para escanteio
Saudações,
Michel Macedo
Espanha vence Holanda na prorrogação e é campeã pela 1ª vez
Holanda 0(0) x 0(1) Espanha
A Espanha coroou neste domingo o sucesso de uma geração. Foi sofrido, no final do segundo tempo da prorrogação da final da Copa do Mundo da África do Sul. Mas a "Fúria" bateu a Holanda na por 1 a 0, no Estádio Soccer City, em Jogannesburgo, e se sagrou pela primeira vez campeã do mundo. O herói do título foi Iniesta, que anotou o gol salvador. Mesmo antes do apito final, já era possível ver jogadores como Casillas e Piqué chorando muito em campo pelo feito que estavam alcançando.
A partida também foi marcada pela violência. Foram 12 cartões amarelos e um vermelho distribuídos pelo juiz Howard Webb, além de lances de extrema violência - como a "voadora" de De Jong em Xabi Alonso. O árbitro inglês preferiu atuar na base da conversa ao invés de expulsar um jogador de uma das duas equipes. Tanto que o cartão vermelho de Heitinga, que havia cometido falta dura em Villa quando recebeu o amarelo, só saiu no segundo tempo da prorrogação.
Os comandados de Vicente del Bosque, que há dois anos encantaram o mundo no título da Eurocopa, voltaram a fazer história. Tida por diversas vezes como grande seleção nas previsões antes dos Mundiais, os espanhóis acabavam decepcionando na hora H e ficaram com fama de "amarelões". Desta vez, a situação mudou. Chegaram pela primeira vez a uma semifinal de Copa, depois à primeira decisão e agora ao inédito título. Além de terem alcançado uma marca histórica para o país, os espanhóis se tornaram a primeira seleção europeia a conquistar um título mundial fora do seu continente.
Foi a premiação para uma equipe de toques rápidos e envolventes, com um belo entrosamento e que tem jogadores de muito talento como Xavi, Iniesta e Villa. Apesar de um tropeço na primeira partida contra a Suíça, os espanhóis deram a volta por cima durante o Mundial, deixando para trás adversários como Portugal e Holanda. Se há um ano, os espanhóis saíram da África como grande decepção da Copa das Confederações, hoje foram agraciados com a taça.
No segundo tempo da Prorrogação, com 11min, veio o gol salvador. Fàbregas tocou para Iniesta na direita da área e o jogador do Barcelona, que tanto hesitou em chutar durante a partida, encheu o pé para estufar as redes de Stekelenburg. Os holandeses reclamaram muito de impedimento, mas a posição do atleta era legal.
Fúria vencedora, e comandada por um treinador nada estridente. Bonachão, com seu vasto bigode e tiques conservadores, como o simplório ato de cocar o queixo e roer as unhas, o bigodudo simpático teve o mérito de manter a base de Luis Aragonês, mexer em poucas posições sem fazer barulho, de ganhar a confiança dos jogadores, como também fez no Real Madrid, e de passar uma paz ao elenco, capaz de domá-lo no auge de uma partida pesada e violenta contra um adversário que, pelo menos na decisão, renunciou a sua historia e exagerou na marcação e no combate. A Holanda quis parar a Espanha de todas as maneiras, esqueceu de joga, levou oito cartões amarelos, um vermelho (Ibitinga) e ainda deveria ter perdido Van Bom mel e De Jong pelo conjunto da obra.
Assim mesmo, Sneijder deixou Robben duas vezes na cara do gol. O careca não quis virar herói. Casillas assumiu esse lugar. Salvou a Fúria no tempo normal e deixou para Iniesta a honra de ser o rei definitivo. Chute cruzado, forte, de chicotada. Sem muito preciosismo. Para decidir. Assim e a Espanha. Sempre tem que resolva, quem encanta, quem seduza e quem jogue. Time bom funciona assim mesmo. Ganha, agrada e, para quem torce contra, irrita. Foi feita a justiça. Ganhou melhor. A furiosa (e apaixonante) Espanha ganhou o mundo.
Ponto Forte da Holanda: Muita velocidade nos contra-ataques, principalmente com Robben, que deu muito trabalho à defesa espanhola
Ponto Forte da Espanha: Passes precisos no meio de campo, com muita movimentação de Xavi e Iniesta
Ponto Fraco da Holanda: Novamente deixou Van Persie isolado no ataque brigando com toda a zaga
Ponto Fraco da Espanha: Não teve o domínio do jogo como está acostumado, principalmente no segundo tempo
Personagem do jogo: Iniesta, que marcou o gol histórico do título espanhol
Lances polêmicos: 1)De Jong deu entrada violenta com a sola no peito de Xabi Alonso aos 28min do primeiro tempo, mas recebeu apenas cartão amarelo. 2) Falta para Holanda, a bola bate na barreira e sai para escanteiro. O juiz e o assistente não enxergam. Casillas bate o tiro de meta e na sequência a Espanha faz o gol do título.
Lance bizarro: De Jong tentou devolver a bola para a Espanha aos 33min do primeiro tempo e quase encobriu Casillas, que teve que espalmar para escanteio
Saudações,
Michel Macedo
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Torcedor invade campo e quase pega a taça antes da final da Copa
Fala Galera
Um torcedor invadiu o campo poucos segundos antes da entrada das seleções de Espanha e Holanda no gramado do Soccer City para a decisão da Copa do Mundo.
O invasor saiu das arquibancadas do lado contrário do túnel por onde entram as duas equipes no estádio. Sem conseguir ser parado pelas dezenas de seguranças que ficam dentro do gramado, ele correu por todo o campo.
Com o objetivo de colocar uma espécie de gorro na taça da Copa do Mundo, o torcedor foi derrubado com um soco por um policial de terno e gravata, que fazia a segurança do objeto. Ele foi rapidamente imobilizado e retirado pelo mesmo túnel que entraram cerca de um minuto depois os atletas das duas seleções.
O invasor passou pelo meio dos jogadores das finalistas e pelo árbitro inglês Howard Webb, que se assustaram com a cena. Muito preocupada, a organização reforçou a segurança perto do túnel principal com mais 12 agentes.
Conhecido popularmente como "Jimmy Jump", Jaume Marquet Cuna já tem um histórico de invasões em competições esportivas, como na final de Roland Garros, em 2009, e um dos duelos entre Portugal e Grécia, pela Eurocopa de 2004.
Saudações,
Michel Macedo
Um torcedor invadiu o campo poucos segundos antes da entrada das seleções de Espanha e Holanda no gramado do Soccer City para a decisão da Copa do Mundo.
O invasor saiu das arquibancadas do lado contrário do túnel por onde entram as duas equipes no estádio. Sem conseguir ser parado pelas dezenas de seguranças que ficam dentro do gramado, ele correu por todo o campo.
Com o objetivo de colocar uma espécie de gorro na taça da Copa do Mundo, o torcedor foi derrubado com um soco por um policial de terno e gravata, que fazia a segurança do objeto. Ele foi rapidamente imobilizado e retirado pelo mesmo túnel que entraram cerca de um minuto depois os atletas das duas seleções.
O invasor passou pelo meio dos jogadores das finalistas e pelo árbitro inglês Howard Webb, que se assustaram com a cena. Muito preocupada, a organização reforçou a segurança perto do túnel principal com mais 12 agentes.
Conhecido popularmente como "Jimmy Jump", Jaume Marquet Cuna já tem um histórico de invasões em competições esportivas, como na final de Roland Garros, em 2009, e um dos duelos entre Portugal e Grécia, pela Eurocopa de 2004.
Saudações,
Michel Macedo
sábado, 10 de julho de 2010
Decisão do 3o Lugar - Uruguai x Alemanha
Fala Galera
Cabisbaixa, Alemanha bate Uruguai e leva 3º lugar de novo.
Uruguai 2 x 3 Alemanha
Em uma partida movimentada no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, a Alemanha - que não mostrou muito ânimo nas comemorações - bateu o Uruguai por 3 a 2 e assegurou a terceira colocação da Copa do Mundo de 2010. O jogo teve duas viradas e derrubou um tabu da história dos Mundiais: pela primeira vez, uma seleção ficou com o 3º lugar em duas ocasiões consecutivas. Em 2006, os germânicos venceram Portugal por 3 a 1 e obtiveram a mesma colocação.
Müller, Jansen e Khedira marcaram os gols que garantiram o terceiro lugar da Copa para a Alemanha pela quarta vez em sua história. Para o Uruguai, que brigava por sua melhor colocação desde a Copa de 1970 - quando ficou em quarto após perder exatamente para os alemães - não foram suficientes os gols de Cavani e Forlán.
As duas seleções tiveram mudanças entre os titulares. Do lado uruguaio, o técnico Oscar Tabárez sacou Victorino, Álvaro Pereira e Gargano para os retornos de Lugano, Fucile e Suárez; pelos alemães, o artilheiro Klose, com dores nas costas, foi a maior baixa, ficando a um gol de igualar o recorde de Ronaldo em Copas (15 gols). O brasileiro Cacau foi seu substituto. O capitão Lahm, o goleiro Neuer e o meia-atacante Podolski também ficaram de fora, dando lugar a Aogo, Butt e Jansen.
Sob uma chuva torrencial, os dois times encontraram dificuldades em tocar a bola no começo da partida. O mau tempo, somado à falta de iniciativa das equipes, fez com que os primeiros minutos de jogo fossem pouco movimentados. A primeira chance foi uruguaia: aos 9min, Forlán bateu falta para fora, com perigo.
A resposta veio três minutos depois. Özil bateu escanteio e Friedrich acertou cabeçada na trave; no rebote, o desvio de Müller foi interceptado por Godín. Pouco a pouco, os alemães foram dominando as ações no meio de campo, levando perigo ao gol uruguaio.
O gol não demorou a sair. Aos 18min, Schweinsteiger - que assumiu a braçadeira de capitão com a saída de Lahm - arriscou de longe e o goleiro Muslera rebateu a bola para o meio da área. Thomas Müller aproveitou a falha do camisa 1 e só teve o trabalho de chutar para o gol vazio no rebote, marcando seu quinto gol na Copa do Mundo.
O time alemão diminuiu o ritmo depois de abrir o placar e permitiu a reação dos sul-americanos. Com 27min, após Schweinsteiger ser desarmado no meio de campo, Suárez puxou o contra-ataque e acionou Cavani na esquerda. O jogador entrou na área e tocou com tranquilidade no canto de Butt para empatar.
Os últimos lances do primeiro tempo foram todos do Uruguai, que cresceu após o empate. Aos 41min, Suárez escapou pela direita e ficou cara a cara com o goleiro, mas o chute cruzado saiu ao lado. Três minutos depois, Forlán tentou fazer gol olímpico em cobrança de escanteio pela esquerda e quase surpreendeu Butt.
Os uruguaios continuaram melhores na volta do intervalo. Com 2min, Forlán deu belo passe para Cavani na área, mas Butt saiu bem para abafar; na sobra, Suárez chutou em cima do goleiro alemão. Aos 5min, porém, não teve jeito: Arévalo cruzou da direita e Forlán emendou um lindo sem-pulo para virar a partida, chegando também à marca de cinco gols no Mundial.
Mesmo sem muita inspiração, a Alemanha demorou só cinco minutos para empatar. Boateng levantou a bola na segunda trave, Muslera saiu mal e Jansen subiu para desviar de cabeça, deixando tudo igual no placar e cortando o bom momento do Uruguai no jogo. Aos 12min, Özil teve a chance de marcar o terceiro, mas demorou para chutar e foi desarmado na área.
Suárez assustou Butt com um chute forte de longa distância aos 17min, mas o camisa 22 alemão espalmou bem. Dois minutos depois, Forlán parou novamente em boa defesa do goleiro. A Alemanha jogava bastante pela esquerda com Jansen, que arriscou e mandou para fora aos 24min.
Quando tudo parecia indicar um empate no tempo normal, Khedira fez o terceiro da Alemanha. Após cobrança de escanteio aos 36min, a bola rebateu em Lugano e sobrou limpa para o volante alemão, que cabeceou para o fundo das redes e definiu o terceiro lugar para a seleção europeia. Forlán ainda acertou a trave no último lance do jogo e por pouco não levou a decisão para a prorrogação.
Ponto Forte do Uruguai: Movimentação de Forlán, que comandou o ataque e infernizou a zaga alemã
Ponto Forte da Alemanha: Bom aproveitamento nas jogadas aéreas
Ponto Fraco do Uruguai: Insegurança de Muslera, que falhou nos dois primeiros gols da Alemanha
Ponto Fraco da Alemanha: Com mudanças entre os titulares, não mostrou o entrosamento e a troca rápida de passes de outras partidas
Personagem do jogo: Khedira, que definiu a vitória alemã com um gol de cabeça
Saudações,
Michel Macedo
Cabisbaixa, Alemanha bate Uruguai e leva 3º lugar de novo.
Uruguai 2 x 3 Alemanha
Em uma partida movimentada no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, a Alemanha - que não mostrou muito ânimo nas comemorações - bateu o Uruguai por 3 a 2 e assegurou a terceira colocação da Copa do Mundo de 2010. O jogo teve duas viradas e derrubou um tabu da história dos Mundiais: pela primeira vez, uma seleção ficou com o 3º lugar em duas ocasiões consecutivas. Em 2006, os germânicos venceram Portugal por 3 a 1 e obtiveram a mesma colocação.
Müller, Jansen e Khedira marcaram os gols que garantiram o terceiro lugar da Copa para a Alemanha pela quarta vez em sua história. Para o Uruguai, que brigava por sua melhor colocação desde a Copa de 1970 - quando ficou em quarto após perder exatamente para os alemães - não foram suficientes os gols de Cavani e Forlán.
As duas seleções tiveram mudanças entre os titulares. Do lado uruguaio, o técnico Oscar Tabárez sacou Victorino, Álvaro Pereira e Gargano para os retornos de Lugano, Fucile e Suárez; pelos alemães, o artilheiro Klose, com dores nas costas, foi a maior baixa, ficando a um gol de igualar o recorde de Ronaldo em Copas (15 gols). O brasileiro Cacau foi seu substituto. O capitão Lahm, o goleiro Neuer e o meia-atacante Podolski também ficaram de fora, dando lugar a Aogo, Butt e Jansen.
Sob uma chuva torrencial, os dois times encontraram dificuldades em tocar a bola no começo da partida. O mau tempo, somado à falta de iniciativa das equipes, fez com que os primeiros minutos de jogo fossem pouco movimentados. A primeira chance foi uruguaia: aos 9min, Forlán bateu falta para fora, com perigo.
A resposta veio três minutos depois. Özil bateu escanteio e Friedrich acertou cabeçada na trave; no rebote, o desvio de Müller foi interceptado por Godín. Pouco a pouco, os alemães foram dominando as ações no meio de campo, levando perigo ao gol uruguaio.
O gol não demorou a sair. Aos 18min, Schweinsteiger - que assumiu a braçadeira de capitão com a saída de Lahm - arriscou de longe e o goleiro Muslera rebateu a bola para o meio da área. Thomas Müller aproveitou a falha do camisa 1 e só teve o trabalho de chutar para o gol vazio no rebote, marcando seu quinto gol na Copa do Mundo.
O time alemão diminuiu o ritmo depois de abrir o placar e permitiu a reação dos sul-americanos. Com 27min, após Schweinsteiger ser desarmado no meio de campo, Suárez puxou o contra-ataque e acionou Cavani na esquerda. O jogador entrou na área e tocou com tranquilidade no canto de Butt para empatar.
Os últimos lances do primeiro tempo foram todos do Uruguai, que cresceu após o empate. Aos 41min, Suárez escapou pela direita e ficou cara a cara com o goleiro, mas o chute cruzado saiu ao lado. Três minutos depois, Forlán tentou fazer gol olímpico em cobrança de escanteio pela esquerda e quase surpreendeu Butt.
Os uruguaios continuaram melhores na volta do intervalo. Com 2min, Forlán deu belo passe para Cavani na área, mas Butt saiu bem para abafar; na sobra, Suárez chutou em cima do goleiro alemão. Aos 5min, porém, não teve jeito: Arévalo cruzou da direita e Forlán emendou um lindo sem-pulo para virar a partida, chegando também à marca de cinco gols no Mundial.
Mesmo sem muita inspiração, a Alemanha demorou só cinco minutos para empatar. Boateng levantou a bola na segunda trave, Muslera saiu mal e Jansen subiu para desviar de cabeça, deixando tudo igual no placar e cortando o bom momento do Uruguai no jogo. Aos 12min, Özil teve a chance de marcar o terceiro, mas demorou para chutar e foi desarmado na área.
Suárez assustou Butt com um chute forte de longa distância aos 17min, mas o camisa 22 alemão espalmou bem. Dois minutos depois, Forlán parou novamente em boa defesa do goleiro. A Alemanha jogava bastante pela esquerda com Jansen, que arriscou e mandou para fora aos 24min.
Quando tudo parecia indicar um empate no tempo normal, Khedira fez o terceiro da Alemanha. Após cobrança de escanteio aos 36min, a bola rebateu em Lugano e sobrou limpa para o volante alemão, que cabeceou para o fundo das redes e definiu o terceiro lugar para a seleção europeia. Forlán ainda acertou a trave no último lance do jogo e por pouco não levou a decisão para a prorrogação.
Ponto Forte do Uruguai: Movimentação de Forlán, que comandou o ataque e infernizou a zaga alemã
Ponto Forte da Alemanha: Bom aproveitamento nas jogadas aéreas
Ponto Fraco do Uruguai: Insegurança de Muslera, que falhou nos dois primeiros gols da Alemanha
Ponto Fraco da Alemanha: Com mudanças entre os titulares, não mostrou o entrosamento e a troca rápida de passes de outras partidas
Personagem do jogo: Khedira, que definiu a vitória alemã com um gol de cabeça
Saudações,
Michel Macedo
2o Jogo das Semi- Alemanha x Espanha
Fala Galera
Espanha pára "futebol bonito" da Alemanha e vai à final pela 1ª vez.
Alemanha 0 x 1 Espanha
Em sua melhor exibição na Copa do Mundo, a Espanha dominou a Alemanha na quarta-feira, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, e venceu por 1 a 0 para chegar à final pela primeira vez em sua história. O zagueiro Carles Puyol foi o herói ao marcar de cabeça o gol da classificação. O futebol rápido e envolvente dos alemães, que rendeu goleadas sobre Inglaterra e Argentina nos últimos jogos, não apareceu na semifinal.
Com a vitória histórica, a Espanha enfrentará a Holanda em uma final inédita de Mundial, no próximo domingo, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo. Já a Alemanha terá o consolo de disputar a decisão do terceiro lugar contra o Uruguai, no sábado, em Port Elizabeth.
Os dois times tiveram uma mudança cada entre os titulares. Os alemães não puderam contar com o suspenso Thomas Müller, que deu lugar a Trochowski na meia direita. Do outro lado, o técnico Vicente del Bosque barrou Fernando Torres, que vinha tendo apresentações apagadas, para a entrada do jovem Pedro. Com isso, a seleção ficou com nada menos que seis jogadores formados na base do Barcelona - além de David Villa, recém-contratado pelo clube catalão.
A partida começou com os espanhóis mantendo facilmente a posse de bola, e a primeira chegada de perigo veio aos 5min. O artilheiro Villa recebeu passe em profundidade na área, mas foi bem abafado pelo goleiro Neuer. A Alemanha tinha dificuldade para trocar passes e ficou apenas se defendendo nos primeiros minutos.
Ao seu estilo, a Espanha tocava a bola pacientemente até aparecer uma brecha. Aos 13min, Iniesta cruzou da direita e o zagueiro Puyol mergulhou de cabeça, mas mandou por cima da meta. Cinco minutos depois, Sergio Ramos recebeu lançamento longo na direita e bateu do bico da área, mas isolou.
Retraída no campo de defesa, a Alemanha buscava explorar o contra-ataque, mas não conseguia acertar os passes. O ritmo da partida era lento, e a primeira falta do jogo veio só aos 26min, quando Sergio Ramos derrubou Podolski no meio de campo. Só a Espanha finalizava: aos 29min, Xabi Alonso arriscou de longe e mandou à direita do gol.
O primeiro chute a gol alemão veio só aos 31min, quando Trochowski bateu rasteiro de longe e obrigou Casillas a espalmar para escanteio. Pouco a pouco, os comandados de Joachim Löw foram equilibrando a posse de bola, mas pouco ameaçavam o gol espanhol. O último lance de perigo do primeiro tempo foi um chute forte de Pedro da intermediária, que Neuer segurou firme.
As equipes voltaram do intervalo sem alterações, e o panorama do jogo não mudou. Aos 3min, Pedro fez grande jogada individual pela ponta direita e tocou para Xabi Alonso na entrada da área, mas o chute do camisa 14 foi para fora. Alonso voltou a arriscar de longe no minuto seguinte, desta vez de pé esquerdo, e errou o alvo novamente.
Os espanhóis mantinham completo controle do andamento do jogo. Aos 9min, Xavi serviu David Villa e o atacante bateu de primeira, à direita do gol. Três minutos depois, um bombardeio: primeiro, Pedro chutou de longe e exigiu grande defesa de Neuer; na sequência, Iniesta escapou pela esquerda e bateu cruzado, mas Villa chegou atrasado para tocar para as redes; depois, Pedro tentou novamente de longe e mandou para fora, com perigo.
Villa apareceu em boa jogada individual aos 22min, mas parou em boa defesa de Neuer. A Alemanha finalmente respondeu no minuto seguinte: após cruzamento de Podolski da esquerda, Kroos apareceu livre na segunda trave, mas chutou fraco e facilitou a vida de Casillas. Foi apenas a segunda finalização certa dos alemães na partida.
O amplo domínio espanhol foi recompensado de um jeito pouco característico: na bola parada. Aos 27min, Xavi bateu escanteio pela esquerda e Puyol subiu para cabecear firme, enfim estufando as redes alemãs em Durban, em uma falha de marcação dos tricampeões mundiais.
A Alemanha se lançou para o ataque depois do gol e finalmente teve um pouco de posse de bola, com o time espanhol recuando para segurar a vantagem. Joachim Löw foi para o tudo ou nada ao colocar o centroavante Mario Gómez no lugar do volante Khedira, enquanto Del Bosque substituiu Villa por Torres no ataque.
Em um rápido contra-ataque, a Espanha teve a chance de matar o jogo aos 36min. Porém, Pedro foi egoísta e tentou a jogada sozinho - em vez de passar para Torres, que estava livre na área - e acabou desarmado. Pouco depois, o atacante do Barcelona deixou o campo para a entrada de David Silva. Os espanhóis se seguraram até o apito final e conquistaram a classificação inédita.
Ponto Forte da Alemanha: Marcou bem no meio de campo e segurou a pressão espanhola
Ponto Forte da Espanha: Dominou completamente a posse de bola e poderia ter goleado
Ponto Fraco da Alemanha: Chegou pouco à frente, preocupando-se mais em marcar
Ponto Fraco da Espanha: Errou muitas finalizações e falhou em matar o jogo
Personagem do jogo: Puyol, que traduziu a superioridade espanhola em gol com uma bela cabeçada
Saudações,
Michel Macedo
Espanha pára "futebol bonito" da Alemanha e vai à final pela 1ª vez.
Alemanha 0 x 1 Espanha
Em sua melhor exibição na Copa do Mundo, a Espanha dominou a Alemanha na quarta-feira, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, e venceu por 1 a 0 para chegar à final pela primeira vez em sua história. O zagueiro Carles Puyol foi o herói ao marcar de cabeça o gol da classificação. O futebol rápido e envolvente dos alemães, que rendeu goleadas sobre Inglaterra e Argentina nos últimos jogos, não apareceu na semifinal.
Com a vitória histórica, a Espanha enfrentará a Holanda em uma final inédita de Mundial, no próximo domingo, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo. Já a Alemanha terá o consolo de disputar a decisão do terceiro lugar contra o Uruguai, no sábado, em Port Elizabeth.
Os dois times tiveram uma mudança cada entre os titulares. Os alemães não puderam contar com o suspenso Thomas Müller, que deu lugar a Trochowski na meia direita. Do outro lado, o técnico Vicente del Bosque barrou Fernando Torres, que vinha tendo apresentações apagadas, para a entrada do jovem Pedro. Com isso, a seleção ficou com nada menos que seis jogadores formados na base do Barcelona - além de David Villa, recém-contratado pelo clube catalão.
A partida começou com os espanhóis mantendo facilmente a posse de bola, e a primeira chegada de perigo veio aos 5min. O artilheiro Villa recebeu passe em profundidade na área, mas foi bem abafado pelo goleiro Neuer. A Alemanha tinha dificuldade para trocar passes e ficou apenas se defendendo nos primeiros minutos.
Ao seu estilo, a Espanha tocava a bola pacientemente até aparecer uma brecha. Aos 13min, Iniesta cruzou da direita e o zagueiro Puyol mergulhou de cabeça, mas mandou por cima da meta. Cinco minutos depois, Sergio Ramos recebeu lançamento longo na direita e bateu do bico da área, mas isolou.
Retraída no campo de defesa, a Alemanha buscava explorar o contra-ataque, mas não conseguia acertar os passes. O ritmo da partida era lento, e a primeira falta do jogo veio só aos 26min, quando Sergio Ramos derrubou Podolski no meio de campo. Só a Espanha finalizava: aos 29min, Xabi Alonso arriscou de longe e mandou à direita do gol.
O primeiro chute a gol alemão veio só aos 31min, quando Trochowski bateu rasteiro de longe e obrigou Casillas a espalmar para escanteio. Pouco a pouco, os comandados de Joachim Löw foram equilibrando a posse de bola, mas pouco ameaçavam o gol espanhol. O último lance de perigo do primeiro tempo foi um chute forte de Pedro da intermediária, que Neuer segurou firme.
As equipes voltaram do intervalo sem alterações, e o panorama do jogo não mudou. Aos 3min, Pedro fez grande jogada individual pela ponta direita e tocou para Xabi Alonso na entrada da área, mas o chute do camisa 14 foi para fora. Alonso voltou a arriscar de longe no minuto seguinte, desta vez de pé esquerdo, e errou o alvo novamente.
Os espanhóis mantinham completo controle do andamento do jogo. Aos 9min, Xavi serviu David Villa e o atacante bateu de primeira, à direita do gol. Três minutos depois, um bombardeio: primeiro, Pedro chutou de longe e exigiu grande defesa de Neuer; na sequência, Iniesta escapou pela esquerda e bateu cruzado, mas Villa chegou atrasado para tocar para as redes; depois, Pedro tentou novamente de longe e mandou para fora, com perigo.
Villa apareceu em boa jogada individual aos 22min, mas parou em boa defesa de Neuer. A Alemanha finalmente respondeu no minuto seguinte: após cruzamento de Podolski da esquerda, Kroos apareceu livre na segunda trave, mas chutou fraco e facilitou a vida de Casillas. Foi apenas a segunda finalização certa dos alemães na partida.
O amplo domínio espanhol foi recompensado de um jeito pouco característico: na bola parada. Aos 27min, Xavi bateu escanteio pela esquerda e Puyol subiu para cabecear firme, enfim estufando as redes alemãs em Durban, em uma falha de marcação dos tricampeões mundiais.
A Alemanha se lançou para o ataque depois do gol e finalmente teve um pouco de posse de bola, com o time espanhol recuando para segurar a vantagem. Joachim Löw foi para o tudo ou nada ao colocar o centroavante Mario Gómez no lugar do volante Khedira, enquanto Del Bosque substituiu Villa por Torres no ataque.
Em um rápido contra-ataque, a Espanha teve a chance de matar o jogo aos 36min. Porém, Pedro foi egoísta e tentou a jogada sozinho - em vez de passar para Torres, que estava livre na área - e acabou desarmado. Pouco depois, o atacante do Barcelona deixou o campo para a entrada de David Silva. Os espanhóis se seguraram até o apito final e conquistaram a classificação inédita.
Ponto Forte da Alemanha: Marcou bem no meio de campo e segurou a pressão espanhola
Ponto Forte da Espanha: Dominou completamente a posse de bola e poderia ter goleado
Ponto Fraco da Alemanha: Chegou pouco à frente, preocupando-se mais em marcar
Ponto Fraco da Espanha: Errou muitas finalizações e falhou em matar o jogo
Personagem do jogo: Puyol, que traduziu a superioridade espanhola em gol com uma bela cabeçada
Saudações,
Michel Macedo
terça-feira, 6 de julho de 2010
1o Jogo das Semi- Uruguai x Holanda
Fala Galera
Carrascos do Brasil decidem contra Uruguai e Holanda é 1ª finalista
Uruguai 2 x 3 Holanda
Com um futebol que envolveu a forte defesa do Uruguai no segundo tempo, a Holanda venceu o rival sul-americano por 3 a 2 nesta terça-feira, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, e voltou a uma decisão de Copa do Mundo após 32 anos. "Carrascos" da Seleção Brasileira nas quartas, Sneijder (autor dos gols que eliminaram o Brasil) e Robben (envolvido no lance da expulsão de Felipe Melo) decidiram o jogo com um gol cada.
Diante de uma multidão laranja nas arquibancadas, a equipe comandada por Bert van Marwijk teve paciência para trabalhar a bola diante dos poucos espaços oferecidos pelo adversário. Antes dos gols de Sneijder e Robben, o capitão Van Bronckhorst havia aberto o placar em uma bomba de fora da área.
Forlán, autor do gol de empate uruguaio, sentiu a ausência do suspenso companheiro Suárez e, sozinho, não conseguiu reverter a situação. O outro tento do time celeste foi de Maxi Pereira, já no fim da partida.
Vice-campeã em 74 e 78, a Holanda tentará o título inédito contra o vencedor do confronto entre Alemanha e Espanha, que acontece nesta quarta-feira, em Durban. O Uruguai encara o perdedor na disputa do 3º lugar.
As duas equipes tiveram desfalques e foram obrigadas a mudar a escalação. Além de Suárez, os uruguaios não contaram com o lateral Fucile, suspenso, e com o zagueiro Lugano e o meia Lodeiro, lesionados; do outro lado, o lateral Van der Wiel e o volante De Jong ficaram de fora. O técnico holandês Bert van Marwijk fez trocas simples e manteve o esquema de jogo, enquanto Oscar Tabárez preferiu um time mais defensivo, com três homens de marcação no meio.
A primeira chegada de perigo foi holandesa, aos 3min. Após cruzamento da direita, o goleiro uruguaio Muslera saiu de soco e a bola sobrou para Kuyt na área, mas o atacante chutou por cima da meta. O time europeu teve mais posse de bola nos primeiros minutos, enquanto o Uruguai marcava no campo de defesa e tentava sair em velocidade no contra-ataque.
O padrão de jogo foi o mesmo até os 17min, quando o capitão Van Bronckhorst abriu o placar com um golaço de fora da área. O lateral esquerdo recebeu na intermediária e soltou uma bomba no ângulo de Muslera, sem chances de defesa.
O Uruguai tentou sair mais para o jogo depois de levar o gol, mas esbarrava na falta de qualidade dos meio-campistas e não conseguia fazer a bola chegar a Forlán e Cavani na frente. A partida seguiu morna até os 27min, quando Cáceres tentou dar uma bicicleta no ataque e acertou em cheio o pé no rosto de De Zeeuw. O volante holandês ficou inerte no chão por alguns instantes, mas logo voltou.
Sem inspiração, os uruguaios tentavam chegar na base da vontade. Aos 35min, Álvaro Pereira arriscou de fora da área, mas pegou fraco e facilitou a defesa de Stekelenburg. Dois minutos depois, Forlán recebeu cruzamento da esquerda e cabeceou para fora. A Holanda respondeu aos 39min em chute de Kuyt pela esquerda, mas Muslera segurou firme.
O gol de empate veio na jogada seguinte, sempre com Forlán. O camisa 10 dominou na intermediária, fez o corte para o pé esquerdo e arriscou de longe; a bola pegou uma curva e enganou Stekelenburg, que falhou no lance. Aos 43min, Forlán voltou a assustar em cobrança de falta, mas desta vez o goleiro holandês estava atento.
A Holanda voltou do intervalo com Van der Vaart no lugar de De Zeeuw, deixando o meio de campo mais ofensivo. Porém, foi o Uruguai quem chegou mais perto de marcar no começo. Aos 5min, Cavani dividiu com o goleiro Stekelenburg fora da área e tocou para Álvaro Pereira, que tentou por cobertura; porém, Van Bronckhorst salvou o gol na pequena área.
O jogo seguiu travado, com poucas jogadas trabalhadas ou lances claros de gol até os 20min. Forlán voltou a ameaçar na bola parada, soltando a bomba em cobrança de falta, mas Stekelenburg defendeu bem. No lance seguinte, Van Persie encontrou Van der Vaart em boa posição na área. O meia encheu o pé esquerdo, mas Muslera defendeu, e Robben concluiu para fora no rebote.
A Holanda voltou a ficar na frente aos 25min. Sneijder chutou da entrada da área, a bola desviou na zaga e foi morrer no cantinho do goleiro Muslera. Os uruguaios reclamaram de um impedimento de Van Persie, que não desviou a trajetória da bola, mas fez um movimento quando ela passou - o que o árbitro Ravshan Irmatov não interpretou como participação direta no lance.
Três minutos depois, Kuyt cruzou da esquerda e Robben subiu no meio da área uruguaia para desviar de cabeça e fazer 3 a 1. O Uruguai ainda buscou forças para diminuir nos acréscimos com Maxi Pereira, que bateu colocado de pé esquerdo após cobrança curta de falta, mas não foi o suficiente para chegar ao empate.
Ponto Forte do Uruguai: Marcação firme no meio de campo
Ponto Forte da Holanda: Boas tramas pelas pontas, com Robben e Kuyt
Ponto Fraco do Uruguai: Falta de criatividade na hora de articular jogadas
Ponto Fraco da Holanda: Isolamento de Van Persie no ataque
Personagem do jogo: Sneijder, que marcou seu quinto gol no Mundial ao desempatar a partida
Saudações,
Michel Macedo
Carrascos do Brasil decidem contra Uruguai e Holanda é 1ª finalista
Uruguai 2 x 3 Holanda
Com um futebol que envolveu a forte defesa do Uruguai no segundo tempo, a Holanda venceu o rival sul-americano por 3 a 2 nesta terça-feira, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, e voltou a uma decisão de Copa do Mundo após 32 anos. "Carrascos" da Seleção Brasileira nas quartas, Sneijder (autor dos gols que eliminaram o Brasil) e Robben (envolvido no lance da expulsão de Felipe Melo) decidiram o jogo com um gol cada.
Diante de uma multidão laranja nas arquibancadas, a equipe comandada por Bert van Marwijk teve paciência para trabalhar a bola diante dos poucos espaços oferecidos pelo adversário. Antes dos gols de Sneijder e Robben, o capitão Van Bronckhorst havia aberto o placar em uma bomba de fora da área.
Forlán, autor do gol de empate uruguaio, sentiu a ausência do suspenso companheiro Suárez e, sozinho, não conseguiu reverter a situação. O outro tento do time celeste foi de Maxi Pereira, já no fim da partida.
Vice-campeã em 74 e 78, a Holanda tentará o título inédito contra o vencedor do confronto entre Alemanha e Espanha, que acontece nesta quarta-feira, em Durban. O Uruguai encara o perdedor na disputa do 3º lugar.
As duas equipes tiveram desfalques e foram obrigadas a mudar a escalação. Além de Suárez, os uruguaios não contaram com o lateral Fucile, suspenso, e com o zagueiro Lugano e o meia Lodeiro, lesionados; do outro lado, o lateral Van der Wiel e o volante De Jong ficaram de fora. O técnico holandês Bert van Marwijk fez trocas simples e manteve o esquema de jogo, enquanto Oscar Tabárez preferiu um time mais defensivo, com três homens de marcação no meio.
A primeira chegada de perigo foi holandesa, aos 3min. Após cruzamento da direita, o goleiro uruguaio Muslera saiu de soco e a bola sobrou para Kuyt na área, mas o atacante chutou por cima da meta. O time europeu teve mais posse de bola nos primeiros minutos, enquanto o Uruguai marcava no campo de defesa e tentava sair em velocidade no contra-ataque.
O padrão de jogo foi o mesmo até os 17min, quando o capitão Van Bronckhorst abriu o placar com um golaço de fora da área. O lateral esquerdo recebeu na intermediária e soltou uma bomba no ângulo de Muslera, sem chances de defesa.
O Uruguai tentou sair mais para o jogo depois de levar o gol, mas esbarrava na falta de qualidade dos meio-campistas e não conseguia fazer a bola chegar a Forlán e Cavani na frente. A partida seguiu morna até os 27min, quando Cáceres tentou dar uma bicicleta no ataque e acertou em cheio o pé no rosto de De Zeeuw. O volante holandês ficou inerte no chão por alguns instantes, mas logo voltou.
Sem inspiração, os uruguaios tentavam chegar na base da vontade. Aos 35min, Álvaro Pereira arriscou de fora da área, mas pegou fraco e facilitou a defesa de Stekelenburg. Dois minutos depois, Forlán recebeu cruzamento da esquerda e cabeceou para fora. A Holanda respondeu aos 39min em chute de Kuyt pela esquerda, mas Muslera segurou firme.
O gol de empate veio na jogada seguinte, sempre com Forlán. O camisa 10 dominou na intermediária, fez o corte para o pé esquerdo e arriscou de longe; a bola pegou uma curva e enganou Stekelenburg, que falhou no lance. Aos 43min, Forlán voltou a assustar em cobrança de falta, mas desta vez o goleiro holandês estava atento.
A Holanda voltou do intervalo com Van der Vaart no lugar de De Zeeuw, deixando o meio de campo mais ofensivo. Porém, foi o Uruguai quem chegou mais perto de marcar no começo. Aos 5min, Cavani dividiu com o goleiro Stekelenburg fora da área e tocou para Álvaro Pereira, que tentou por cobertura; porém, Van Bronckhorst salvou o gol na pequena área.
O jogo seguiu travado, com poucas jogadas trabalhadas ou lances claros de gol até os 20min. Forlán voltou a ameaçar na bola parada, soltando a bomba em cobrança de falta, mas Stekelenburg defendeu bem. No lance seguinte, Van Persie encontrou Van der Vaart em boa posição na área. O meia encheu o pé esquerdo, mas Muslera defendeu, e Robben concluiu para fora no rebote.
A Holanda voltou a ficar na frente aos 25min. Sneijder chutou da entrada da área, a bola desviou na zaga e foi morrer no cantinho do goleiro Muslera. Os uruguaios reclamaram de um impedimento de Van Persie, que não desviou a trajetória da bola, mas fez um movimento quando ela passou - o que o árbitro Ravshan Irmatov não interpretou como participação direta no lance.
Três minutos depois, Kuyt cruzou da esquerda e Robben subiu no meio da área uruguaia para desviar de cabeça e fazer 3 a 1. O Uruguai ainda buscou forças para diminuir nos acréscimos com Maxi Pereira, que bateu colocado de pé esquerdo após cobrança curta de falta, mas não foi o suficiente para chegar ao empate.
Ponto Forte do Uruguai: Marcação firme no meio de campo
Ponto Forte da Holanda: Boas tramas pelas pontas, com Robben e Kuyt
Ponto Fraco do Uruguai: Falta de criatividade na hora de articular jogadas
Ponto Fraco da Holanda: Isolamento de Van Persie no ataque
Personagem do jogo: Sneijder, que marcou seu quinto gol no Mundial ao desempatar a partida
Saudações,
Michel Macedo
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