Fala Galera
A Fifa anunciou na semana passada que a seleção da Nigéria está suspensa por tempo indeterminado de qualquer competição internacional e até mesmo de amistosos, por causa da interferência do governo na Federação de Futebol da Nigéria (FFN). E não foram poucas as intromissões: membros eleitos do Comitê Executivo da FFN não podem exercer suas funções porque estão sendo processados, o secretário-geral da entidade renunciou seguindo ordens da Comissão Esportiva Nacional, e o Campeonato Nigeriano começou com a presença das equipes que deveriam ter sido rebaixadas, uma autêntica virada de mesa promovida pelo Ministério do Esporte.
Está claro que a Fifa realmente tem razão de intervir. Vale lembrar que em julho o governo nigeriano já tinha ameaçado suspender a seleção por dois anos como punição pela campanha ruim na Copa do Mundo, e na ocasião a Fifa já tinha avisado que não iria tolerar interferências como essa. Mas parece que os nigerianos não aprenderam a lição. A suspensão imposta pela Fifa valerá até que as intromissões governamentais terminem, especialmente os processos judiciais que impedem o trabalho do comitê executivo da FFN.
E o que a França tem a ver com isso? Bem, não custa nada lembrar que ainda durante a Copa a seleção francesa recebeu a visita da Ministra do Esporte e Saúde, Roselyne Bachelot, que conversou com os jogadores a pedido do presidente Nicolas Sarkozy, para acabar com a crise instalada pela expulsão do atacante Anelka da delegação. Na ocasião, ela acusou a equipe de manchar a imagem do país, e anunciou uma investigação sobre o caso e a criação de uma cartilha ética antes de competições importantes.
Não seria isso uma intromissão do governo nos assuntos do esporte? E após a Copa, quando o novo técnico, Laurent Blanc, colocou os 23 jogadores que foram ao Mundial 'de castigo', excluindo-os da primeira convocação? Foi uma decisão meramente técnica ou uma punição similar (embora não tão exagerada) àquela que o governo nigeriano quis dar à sua seleção.
E a virada de mesa do Campeonato Nigeriano? Agora isso acabou no Brasil, mas já aconteceu, e mais de uma vez, não muito tempo atrás. Será que a Fifa teria coragem de punir a seleção pentacampeã mundial se essa prática voltasse a ocorrer?
Punir a Nigéria é fácil.
Saudações,
Michel Macedo
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A história do Brasil de Pelotas
Fala Galera
Essa é para o amigo gaúcho Jarilson, apaixonado pelo Brasil de Pelotas!
Esse ano o Xavante não foi bem na Série C, com muitos empates, acabou sendo eliminado na 1a Fase de Grupos e não foi desta vez que ele avançou para Série B. Uma pena...
Saudações,
Michel Macedo
Essa é para o amigo gaúcho Jarilson, apaixonado pelo Brasil de Pelotas!
Esse ano o Xavante não foi bem na Série C, com muitos empates, acabou sendo eliminado na 1a Fase de Grupos e não foi desta vez que ele avançou para Série B. Uma pena...
Saudações,
Michel Macedo
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Que golaço do Michel Bastos...
Fala Galera
Celtic 0 x 1 Lyon. Que golaço! Será que meu xará ainda merece nova chance na seleção, depois da participação discreta na Copa?
Lembrem dos chutes que ele deu na Copa? Melhor nem lembrar...
Saudações,
Michel Macedo
Celtic 0 x 1 Lyon. Que golaço! Será que meu xará ainda merece nova chance na seleção, depois da participação discreta na Copa?
Lembrem dos chutes que ele deu na Copa? Melhor nem lembrar...
Saudações,
Michel Macedo
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Renan recebe festa na cidade-natal
Fala Galera
Jovem goleiro de 19 anos é popular e famoso por suas brincadeiras, mas exaltado pela dedicação e rápido aprendizado nos treinos do Avaí
O goleiro Renan, do Avaí, foi uma das maiores surpresas da primeira convocação do técnico Mano Menezes na Seleção Brasileira, nesta segunda-feira. O chamado surpreendeu o jovem de 19 anos e também sua família, que nem sequer acompanhava quando o treinador lia a lista dos escolhidos para o amistoso contra os Estados Unidos, no próximo dia 10 de agosto. Apesar disso, a mobilização foi rápida, e o jogador, que mora com companheiros de equipe em uma casa cedida pelo clube em Florianópolis, foi recebido com grande festa na casa da mãe, em São João Batista, cidadezinha a cerca de 75km da capital de Santa Catarina. Mais de 25 pessoas o esperavam na noite desta segunda-feira.
Sua mãe, a assessora pedagógica Cleide Aparecida, organizou a festa, que é comum a cada jogo do Avaí longe da Ressacada. Segundo ela, Renan sempre foi muito popular na cidade e faz até torcedores de times rivais, como Criciúma e Figueirense, torcerem pelo Leão da Ilha.
- A gente não estava esperando. A ficha ainda não caiu, está todo mundo muito emocionado, foi surpresa total. O movimento aqui na frente de casa está grande - contou, por telefone.
Além de mãe, Cleide foi a primeira professora de Renan, na escola, e o descreveu como um garoto levado e "elétrico". O preparador de goleiros do Avaí, Sandro Daros, confirma que o jogador é mesmo espirituoso e gosta de brincar com as pessoas, desde o presidente do clube até os funcionários da manutenção da Ressacada.
- Onde ele está, há alegria - resumiu Cleide.
Seriedade nos treinos
Mas não se confunda essa descontração com falta de seriedade. Além de religioso - católico que frequenta a igreja de Nova Trento sempre que possível, durante suas visitas aos pais nas folgas - é bastante dedicado e, segundo Almir Gil, coordenador das categorias de base do Avaí, sempre vai ao limite nos treinos, desde que chegou à Ressacada, em maio de 2007. Foi graças ao trabalho no clube que Renan começou a se destacar na Copa São Paulo de Juniores de 2009, quando o Avaí foi à semifinal contra o Corinthians e perdeu nos pênaltis. Em outubro do mesmo ano, o arqueiro teve sua primeira chance entre os profissionais e fechou o gol no clássico contra o Figueirense, em outubro, pela Copa Santa Catarina, competição que costuma contar com os reservas das equipes do estado.
A ascensão a partir daí foi meteórica. Renan começou o ano como terceiro reserva, atrás do titular Zé Carlos e de Paes. Durante o Campeonato Catarinense, atuou em seis partidas e passou à frente de Paes, que recentemente se desligou do clube. Em maio, o goleiro substituiu Zé Carlos quando este foi expulso no empate contra o Cruzeiro e jogou a partida seguinte, vitória sobre o Vasco. Durante o Torneio de Florianópolis, atuou contra o Coritiba e o novo técnico, Antônio Lopes, gostou do que viu, confirmando-o como titular. Foram duas vitórias e dois empates na Série A desde então, mantendo sua invencibilidade no gol azurra - em 14 jogos, dez vitórias e quatro empates.
Renan tem boa altura, 1,92m, sai bem do gol e também se vira bem debaixo das traves. Segundo o preparador de goleiros do Avaí, Sandro Daros, o garoto tem uma personalidade segura, interage bem com os companheiros dentro de campo e tem fácil assimilação.
- Ele mesmo costuma dizer que ele era uma vergonha e não acredita na evolução que teve no Avaí. Ele chegou sempre se prontificando a trabalhar bastante. É um garoto que merece essa convocação pelo trabalho que vem desempenhando ao longos dos anos - disse Daros.
Saudações,
Michel Macedo
Jovem goleiro de 19 anos é popular e famoso por suas brincadeiras, mas exaltado pela dedicação e rápido aprendizado nos treinos do Avaí
O goleiro Renan, do Avaí, foi uma das maiores surpresas da primeira convocação do técnico Mano Menezes na Seleção Brasileira, nesta segunda-feira. O chamado surpreendeu o jovem de 19 anos e também sua família, que nem sequer acompanhava quando o treinador lia a lista dos escolhidos para o amistoso contra os Estados Unidos, no próximo dia 10 de agosto. Apesar disso, a mobilização foi rápida, e o jogador, que mora com companheiros de equipe em uma casa cedida pelo clube em Florianópolis, foi recebido com grande festa na casa da mãe, em São João Batista, cidadezinha a cerca de 75km da capital de Santa Catarina. Mais de 25 pessoas o esperavam na noite desta segunda-feira.
Sua mãe, a assessora pedagógica Cleide Aparecida, organizou a festa, que é comum a cada jogo do Avaí longe da Ressacada. Segundo ela, Renan sempre foi muito popular na cidade e faz até torcedores de times rivais, como Criciúma e Figueirense, torcerem pelo Leão da Ilha.
- A gente não estava esperando. A ficha ainda não caiu, está todo mundo muito emocionado, foi surpresa total. O movimento aqui na frente de casa está grande - contou, por telefone.
Além de mãe, Cleide foi a primeira professora de Renan, na escola, e o descreveu como um garoto levado e "elétrico". O preparador de goleiros do Avaí, Sandro Daros, confirma que o jogador é mesmo espirituoso e gosta de brincar com as pessoas, desde o presidente do clube até os funcionários da manutenção da Ressacada.
- Onde ele está, há alegria - resumiu Cleide.
Seriedade nos treinos
Mas não se confunda essa descontração com falta de seriedade. Além de religioso - católico que frequenta a igreja de Nova Trento sempre que possível, durante suas visitas aos pais nas folgas - é bastante dedicado e, segundo Almir Gil, coordenador das categorias de base do Avaí, sempre vai ao limite nos treinos, desde que chegou à Ressacada, em maio de 2007. Foi graças ao trabalho no clube que Renan começou a se destacar na Copa São Paulo de Juniores de 2009, quando o Avaí foi à semifinal contra o Corinthians e perdeu nos pênaltis. Em outubro do mesmo ano, o arqueiro teve sua primeira chance entre os profissionais e fechou o gol no clássico contra o Figueirense, em outubro, pela Copa Santa Catarina, competição que costuma contar com os reservas das equipes do estado.
A ascensão a partir daí foi meteórica. Renan começou o ano como terceiro reserva, atrás do titular Zé Carlos e de Paes. Durante o Campeonato Catarinense, atuou em seis partidas e passou à frente de Paes, que recentemente se desligou do clube. Em maio, o goleiro substituiu Zé Carlos quando este foi expulso no empate contra o Cruzeiro e jogou a partida seguinte, vitória sobre o Vasco. Durante o Torneio de Florianópolis, atuou contra o Coritiba e o novo técnico, Antônio Lopes, gostou do que viu, confirmando-o como titular. Foram duas vitórias e dois empates na Série A desde então, mantendo sua invencibilidade no gol azurra - em 14 jogos, dez vitórias e quatro empates.
Renan tem boa altura, 1,92m, sai bem do gol e também se vira bem debaixo das traves. Segundo o preparador de goleiros do Avaí, Sandro Daros, o garoto tem uma personalidade segura, interage bem com os companheiros dentro de campo e tem fácil assimilação.
- Ele mesmo costuma dizer que ele era uma vergonha e não acredita na evolução que teve no Avaí. Ele chegou sempre se prontificando a trabalhar bastante. É um garoto que merece essa convocação pelo trabalho que vem desempenhando ao longos dos anos - disse Daros.
Saudações,
Michel Macedo
Ederson e David Luiz?
Fala Galera
Entre os dez jogadores estreantes na primeira convocação do técnico Mano Menezes para a seleção chamaram a atenção dois jogadores que atuam no futebol do exterior que pouco apareceram no futebol brasileiro. Abaixo, um pouco da história do meia Ederson, do Lyon, e do zagueiro David Luiz, do Benfica.
Natural de Parapuã, em São Paulo, Ederson, de 24 anos, está no Lyon desde 2008. Ele foi para o ex-clube de Juninho Pernambucano junto com o goleiro Hugo Lloris, que foi titular da seleção francesa na última Copa do Mundo. Antes, jogou quatro temporadas pelo Nice, onde iniciou sua carreira internacional. Para tirá-lo do pequeno clube francês, o Lyon pagou 14 milhões de euros.
Marcou o primeiro dos sete gols com a camisa da equipe num pênalti contra o Le Havre em setembro de 2008. Foi o gol da vitória da equipe. Na última Liga dos Campeões, esteve em campo em todas as partidas da equipe.
No Brasil, Ederson começou a carreira no RS Futebol, mas logo se transferiu para o Juventude. Tinha 18 anos e não era titular daquela equipe dirigida por Ricardo Gomes que terminaria em sétimo lugar no Campeonato Brasileiro de 2004.
Se nunca jogou pela seleção principal, Ederson tem experiência com seleção brasileira. Ele fez parte do grupo que conquistou o Mundial sub-17 em 2003.
Também campeão mundial por uma seleção de base (a sub-20 em 2007), o zagueiro David Luiz, 23 anos, é titular absoluto do Benfica. Na última temporada pudemos acompanhar as suas atuações na disputa da Liga Europa, onde o Benfica foi eliminado nas quartas de final pelo Liverpool.
Natural de Diadema, São Paulo, David Luiz começou a carreira no Vitória, onde foi campeão baiano logo na sua primeira temporada em 2005. Dois anos depois já estava no clube português.
Em março de 2007, fez sua primeira partida pelo Campeonato Português, contra o União de Leiria. As boas atuações fizeram o time assinar um contrato de cinco anos ao fim daquela temporada. No mesmo ano, marcaria o primeiro dos seus seis gols com a camisa do Benfica logo num clássico contra o Sporting.
Na última temporada, fez 49 jogos e marcou três gols pelo Benfica, ajudando o clube a conquistar o título nacional depois de cinco anos de jejum e quebrando a hegemonia do Porto. Pelos Encarnados, o zagueiro também foi campeão da Copa de Portugal em 2009 e 2010.
Saudações,
Michel Macedo
Entre os dez jogadores estreantes na primeira convocação do técnico Mano Menezes para a seleção chamaram a atenção dois jogadores que atuam no futebol do exterior que pouco apareceram no futebol brasileiro. Abaixo, um pouco da história do meia Ederson, do Lyon, e do zagueiro David Luiz, do Benfica.
Natural de Parapuã, em São Paulo, Ederson, de 24 anos, está no Lyon desde 2008. Ele foi para o ex-clube de Juninho Pernambucano junto com o goleiro Hugo Lloris, que foi titular da seleção francesa na última Copa do Mundo. Antes, jogou quatro temporadas pelo Nice, onde iniciou sua carreira internacional. Para tirá-lo do pequeno clube francês, o Lyon pagou 14 milhões de euros.
Marcou o primeiro dos sete gols com a camisa da equipe num pênalti contra o Le Havre em setembro de 2008. Foi o gol da vitória da equipe. Na última Liga dos Campeões, esteve em campo em todas as partidas da equipe.
No Brasil, Ederson começou a carreira no RS Futebol, mas logo se transferiu para o Juventude. Tinha 18 anos e não era titular daquela equipe dirigida por Ricardo Gomes que terminaria em sétimo lugar no Campeonato Brasileiro de 2004.
Se nunca jogou pela seleção principal, Ederson tem experiência com seleção brasileira. Ele fez parte do grupo que conquistou o Mundial sub-17 em 2003.
Também campeão mundial por uma seleção de base (a sub-20 em 2007), o zagueiro David Luiz, 23 anos, é titular absoluto do Benfica. Na última temporada pudemos acompanhar as suas atuações na disputa da Liga Europa, onde o Benfica foi eliminado nas quartas de final pelo Liverpool.
Natural de Diadema, São Paulo, David Luiz começou a carreira no Vitória, onde foi campeão baiano logo na sua primeira temporada em 2005. Dois anos depois já estava no clube português.
Em março de 2007, fez sua primeira partida pelo Campeonato Português, contra o União de Leiria. As boas atuações fizeram o time assinar um contrato de cinco anos ao fim daquela temporada. No mesmo ano, marcaria o primeiro dos seus seis gols com a camisa do Benfica logo num clássico contra o Sporting.
Na última temporada, fez 49 jogos e marcou três gols pelo Benfica, ajudando o clube a conquistar o título nacional depois de cinco anos de jejum e quebrando a hegemonia do Porto. Pelos Encarnados, o zagueiro também foi campeão da Copa de Portugal em 2009 e 2010.
Saudações,
Michel Macedo
Jefferson: ‘Dedico essa convocação a todos os botafoguenses’
Fala Galera
Goleiro ganha camisa da seleção personalizada para dar entrevista coletiva. Depois de 12 anos, Glorioso volta a ter um atleta na Seleção Brasileira
Durante a Copa do Mundo de 2010, os botafoguenses torceram pelo Uruguai por causa de Loco Abreu. Mas, agora, não vão precisar “virar a casaca” para vibrar com um jogador do Glorioso na seleção. O goleiro Jefferson foi convocado pelo técnico Mano Menezes para o primeiro amistoso do Brasil após o Mundial da África do Sul, dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Emocionado, Jefferson concedeu entrevista coletiva na sede de General Severiano. Das mãos do presidente Maurício Assumpção, recebeu uma camisa de goleiro da seleção personalizada, em um gesto que demonstra o orgulho que o clube sente por voltar a ter um jogador na seleção após 12 anos (apesar de ser o time que mais cedeu atletas para a seleção em Copas do Mundo, desde 98, com Bebeto e Gonçalves, o Glorioso não tinha um jogador chamado para representar o país).
Mas se o Botafogo demonstrou orgulho por Jefferson, a recíproca também foi verdadeira. Questionado sobre a importância do clube para a sua primeira convocação para a seleção principal, o goleiro deu uma demonstração de carinho pelo Glorioso.
- O Botafogo representa tudo. Agradeço a todas as pessoas que fizeram um esforço para que eu pudesse voltar ao clube. Dedico essa convocação a todos os botafoguenses. O Botafogo é um clube grande, que merece ter jogadores na Seleção Brasileira sempre.
Jefferson contou que tinha esperanças de ser convocado. Tanto que assistiu à divulgação da lista em casa, ao lado da família.
- Eu estava com uma expectativa muito grande, tanto que estava na sala. Nem falava muito com a minha esposa para não ficar mais nervoso. Isso é reflexo de um trabalho que vinha sendo bem feito. Graças a Deus, fomos coroados com a convocação. Agradeço a oportunidade que o Mano Menezes está me dando
Bastante contido no dia a dia, o goleiro revela que extravasou bastante na hora em que ouviu o seu nome ser pronunciado pelo técnico.
- Gritei e agradeci muito a Deus. Eu sou mais quieto, mas por dentro estou vibrando muito. Abracei minha esposa, e comemoramos juntos.
Pés no chão
Apesar de toda a empolgação, Jefferson sabe que o caminho até a Copa de 2014 ainda é muito longo. E também tem a certeza que, hoje, a Seleção já tem um titular no gol.
- Não posso ser hipócrita e dizer que vou brigar pela camisa número um. Respeito e admiro muito o Julio César. Sei que ele é o titular. Vou buscar o espaço dentro de campo e tentar fazer o meu melhor.
Na seleção, Jefferson vai reencontrar um antigo companheiro de... seleção. O goleiro e Daniel Alves foram campeões mundiais sub-20, em 2003. A final da competição foi a última vez em que o arqueiro vestiu a camisa da Seleção. Até agora.
- Estava com saudades já – brincou.
A apresentação da seleção para o amistoso contra os Estados Unidos será no dia 8 de agosto.
Saudações,
Michel Macedo
Goleiro ganha camisa da seleção personalizada para dar entrevista coletiva. Depois de 12 anos, Glorioso volta a ter um atleta na Seleção Brasileira
Durante a Copa do Mundo de 2010, os botafoguenses torceram pelo Uruguai por causa de Loco Abreu. Mas, agora, não vão precisar “virar a casaca” para vibrar com um jogador do Glorioso na seleção. O goleiro Jefferson foi convocado pelo técnico Mano Menezes para o primeiro amistoso do Brasil após o Mundial da África do Sul, dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Emocionado, Jefferson concedeu entrevista coletiva na sede de General Severiano. Das mãos do presidente Maurício Assumpção, recebeu uma camisa de goleiro da seleção personalizada, em um gesto que demonstra o orgulho que o clube sente por voltar a ter um jogador na seleção após 12 anos (apesar de ser o time que mais cedeu atletas para a seleção em Copas do Mundo, desde 98, com Bebeto e Gonçalves, o Glorioso não tinha um jogador chamado para representar o país).
Mas se o Botafogo demonstrou orgulho por Jefferson, a recíproca também foi verdadeira. Questionado sobre a importância do clube para a sua primeira convocação para a seleção principal, o goleiro deu uma demonstração de carinho pelo Glorioso.
- O Botafogo representa tudo. Agradeço a todas as pessoas que fizeram um esforço para que eu pudesse voltar ao clube. Dedico essa convocação a todos os botafoguenses. O Botafogo é um clube grande, que merece ter jogadores na Seleção Brasileira sempre.
Jefferson contou que tinha esperanças de ser convocado. Tanto que assistiu à divulgação da lista em casa, ao lado da família.
- Eu estava com uma expectativa muito grande, tanto que estava na sala. Nem falava muito com a minha esposa para não ficar mais nervoso. Isso é reflexo de um trabalho que vinha sendo bem feito. Graças a Deus, fomos coroados com a convocação. Agradeço a oportunidade que o Mano Menezes está me dando
Bastante contido no dia a dia, o goleiro revela que extravasou bastante na hora em que ouviu o seu nome ser pronunciado pelo técnico.
- Gritei e agradeci muito a Deus. Eu sou mais quieto, mas por dentro estou vibrando muito. Abracei minha esposa, e comemoramos juntos.
Pés no chão
Apesar de toda a empolgação, Jefferson sabe que o caminho até a Copa de 2014 ainda é muito longo. E também tem a certeza que, hoje, a Seleção já tem um titular no gol.
- Não posso ser hipócrita e dizer que vou brigar pela camisa número um. Respeito e admiro muito o Julio César. Sei que ele é o titular. Vou buscar o espaço dentro de campo e tentar fazer o meu melhor.
Na seleção, Jefferson vai reencontrar um antigo companheiro de... seleção. O goleiro e Daniel Alves foram campeões mundiais sub-20, em 2003. A final da competição foi a última vez em que o arqueiro vestiu a camisa da Seleção. Até agora.
- Estava com saudades já – brincou.
A apresentação da seleção para o amistoso contra os Estados Unidos será no dia 8 de agosto.
Saudações,
Michel Macedo
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Exercício de futurologia com a primeira convocação de Mano
Fala Galera
Da primeira convocação de Dunga, ex-técnico da seleção, 10 jogadores foram chamados quatro anos depois para a Copa do Mundo: Gomes, Maicon, Gilberto, Lúcio, Juan, Luisão, Gilberto Silva, Elano, Robinho e Julio Baptista.
Será que, com Mano, teremos o mesmo? Mais? Menos?
Aquela primeira lista de Dunga teve alguns nomes bizarros se analisarmos hoje em dia: Jônatas (Flamengo) e Morais (Vasco), que de lá para cá não fizeram muita coisa boa em campo.
Uma curiosidade: dois jogadores estavam nas primeiras listas de Mano e Dunga. Robinho e Marcelo.
A primeira convocação de Dunga:
Goleiros: Gomes (PSV) e Fábio (Cruzeiro);
Laterais: Cicinho (Real Madrid), Maicon (Inter de Milão), Gilberto (Hertha Berlim) e Marcelo (Fluminense);
Zagueiros: Lúcio (Bayern de Munique), Juan (Bayer Leverkusen), Luisão (Benfica) e Alex (PSV);
Meio-campistas: Gilberto Silva (Arsenal), Edmílson (Barcelona), Elano (Shakahtar), Jônatas (Flamengo), Dudu Cearense (CSKA), Morais (Vasco), Julio Baptista (Arsenal) e Wagner (Cruzeiro)
Atacantes: Robinho (Real Madrid), Fred (Lyon), Vágner Love (CSKA) e Daniel Carvalho (CSKA)
Saudações,
Michel Macedo
Da primeira convocação de Dunga, ex-técnico da seleção, 10 jogadores foram chamados quatro anos depois para a Copa do Mundo: Gomes, Maicon, Gilberto, Lúcio, Juan, Luisão, Gilberto Silva, Elano, Robinho e Julio Baptista.
Será que, com Mano, teremos o mesmo? Mais? Menos?
Aquela primeira lista de Dunga teve alguns nomes bizarros se analisarmos hoje em dia: Jônatas (Flamengo) e Morais (Vasco), que de lá para cá não fizeram muita coisa boa em campo.
Uma curiosidade: dois jogadores estavam nas primeiras listas de Mano e Dunga. Robinho e Marcelo.
A primeira convocação de Dunga:
Goleiros: Gomes (PSV) e Fábio (Cruzeiro);
Laterais: Cicinho (Real Madrid), Maicon (Inter de Milão), Gilberto (Hertha Berlim) e Marcelo (Fluminense);
Zagueiros: Lúcio (Bayern de Munique), Juan (Bayer Leverkusen), Luisão (Benfica) e Alex (PSV);
Meio-campistas: Gilberto Silva (Arsenal), Edmílson (Barcelona), Elano (Shakahtar), Jônatas (Flamengo), Dudu Cearense (CSKA), Morais (Vasco), Julio Baptista (Arsenal) e Wagner (Cruzeiro)
Atacantes: Robinho (Real Madrid), Fred (Lyon), Vágner Love (CSKA) e Daniel Carvalho (CSKA)
Saudações,
Michel Macedo
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Os 24 da seleção da CBF de Mano Menezes
Fala Galera
O técnio Mano Menezes, apresentado há pouco como novo treinado da seleção da CBF, anunciou no Rio de Janeiro os nomes dos 24 jogadores que levará para o amistoso contra os Estados Unidos, no dia 10 de agosto, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Não houve, em princípio, uma clara e manifesta opção por poupar os jogadores de São Paulo, Internacional, Vitória e Santos, envolvidos com as fases da Libertadores e Copa do Brasil, respectivamente, mas manteve-se, a ideia inicial do presidente da entidade, Ricardo Teixeira, de se formar uma nova seleção.
Dos jogadores que disputaram a última Copa do Mundo, na África, apenas quatro jogadores foram chamados pelo novo técnico: Thiago Silva (Milan), Daniel Alves (Barcelona), Ramirez (Benfica) e Robinho (hoje no Santos).
O time chamado para este amistoso, revela algumas surpresas, como o goleiro Jefferson (Botafogo), o zagueiro David Luiz (Benfica), o lateral Rafael (Manchester United), o volante Jucilei (Corinthians) e o meia Ederson (Lyon), e traz de volta jogadores já convocados por Dunga, como os laterais Marcelo (Real Madrid), o André Santos (Fernerbahce) e o atacante Diego Tardelli.
Não é um grupo sensacional, mas é um conjunto honesto de jogadores com idade para formar um time jovem e capaz de honrar a tradição do futebol brasileiro, sempre com vistas à Copa de 2014.
A relação, por posição e ordem alfabética, é:
Goleiros: Jefferson (Botafogo), Renan (Avaí, e não Internacional) e Vitor (Grêmio);
Zagueiros: David Luiz (Benfica), Henrique (Racing Santander), Rever (Atlético-MG) e Thiago Silva (Milan);
Laterais: André Santos (Fenerbahce), Daniel Alves (Barcelona), Marcelo (Real Madrid) e Rafael (Manchester);
Volantes: Jucilei (Corinthians), Lucas (Liverpool), Ramirez (Benfica) e Sandro (Internacional);
Meias: Carlos Eduardo (Hoffenhein), Éderson (Lyon), Ganso (Santos) e Hernanes (São Paulo);
Atacantes: Alexandre Pato (Milan), André (Santos), Diego Tardelli (Atlético-MG), Neymar (Santos) e Robinho (Santos).
E vocês, gostaram?
Saudações,
Michel Macedo
O técnio Mano Menezes, apresentado há pouco como novo treinado da seleção da CBF, anunciou no Rio de Janeiro os nomes dos 24 jogadores que levará para o amistoso contra os Estados Unidos, no dia 10 de agosto, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Não houve, em princípio, uma clara e manifesta opção por poupar os jogadores de São Paulo, Internacional, Vitória e Santos, envolvidos com as fases da Libertadores e Copa do Brasil, respectivamente, mas manteve-se, a ideia inicial do presidente da entidade, Ricardo Teixeira, de se formar uma nova seleção.
Dos jogadores que disputaram a última Copa do Mundo, na África, apenas quatro jogadores foram chamados pelo novo técnico: Thiago Silva (Milan), Daniel Alves (Barcelona), Ramirez (Benfica) e Robinho (hoje no Santos).
O time chamado para este amistoso, revela algumas surpresas, como o goleiro Jefferson (Botafogo), o zagueiro David Luiz (Benfica), o lateral Rafael (Manchester United), o volante Jucilei (Corinthians) e o meia Ederson (Lyon), e traz de volta jogadores já convocados por Dunga, como os laterais Marcelo (Real Madrid), o André Santos (Fernerbahce) e o atacante Diego Tardelli.
Não é um grupo sensacional, mas é um conjunto honesto de jogadores com idade para formar um time jovem e capaz de honrar a tradição do futebol brasileiro, sempre com vistas à Copa de 2014.
A relação, por posição e ordem alfabética, é:
Goleiros: Jefferson (Botafogo), Renan (Avaí, e não Internacional) e Vitor (Grêmio);
Zagueiros: David Luiz (Benfica), Henrique (Racing Santander), Rever (Atlético-MG) e Thiago Silva (Milan);
Laterais: André Santos (Fenerbahce), Daniel Alves (Barcelona), Marcelo (Real Madrid) e Rafael (Manchester);
Volantes: Jucilei (Corinthians), Lucas (Liverpool), Ramirez (Benfica) e Sandro (Internacional);
Meias: Carlos Eduardo (Hoffenhein), Éderson (Lyon), Ganso (Santos) e Hernanes (São Paulo);
Atacantes: Alexandre Pato (Milan), André (Santos), Diego Tardelli (Atlético-MG), Neymar (Santos) e Robinho (Santos).
E vocês, gostaram?
Saudações,
Michel Macedo
domingo, 25 de julho de 2010
Sem se importar em ser segunda opção, Mano diz 'sim' à Seleção
Fala Galera
Mano Menezes disse "sim". Após a recusa de Muricy Ramalho, que preferiu seguir no Fluminense, o técnico do Corinthians afirmou na manhã de sábado, em uma rápida entrevista coletiva, no Parque São Jorge, que aceita o convite para ser o substituto de Dunga e ter como objetivo a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
- Como vocês já têm conhecimento, ontem por volta das 19h30m ou 20h, recebi convite oficial da CBF para assumir oficialmente o comando técnico da Seleção. Tivemos uma conversa longa, Ricardo Teixeira e eu, e ele me expôs aquilo que a CBF tem como ideia para o projeto de 2014. Fiz questionamentos importantes, que entendi que deveriam ser feitos para uma análise mais longa, e pedi a ele depois da conversa, com a razão que sempre tento colocar nas minhas decisões, que pudesse encaminhar uma posição oficial a partir de agora. E é isso que vim aqui fazer: confirmar. Eu aceito o convite que o presidente me fez. Vamos ter a partir de agora o encaminhamento de algumas outras situações, porque vocês vão entender que, para mim, o fato é novo desde a noite de ontem. Para todo o Brasil, a partir de agora, digo que aceito o convite - anunciou.
Durante a entrevista, os jogadores Ronaldo, Elias, Dentinho, Julio Cesar, Roberto Carlos, Iarley e Alessandro invadiram a sala de imprensa do Parque São Jorge para cumprimentá-lo. Ao lado, o presidente Andrés Sanches, que contratou o treinador no fim de 2007, logo após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, acompanhava tudo com os olhos marejados.
Questionado sobre o fato de ter aceitado o convite logo depois da recusa de Muricy Ramalho, que preferiu permanecer no Fluminense, Mano afirmou que não se sentiu preterido num primeiro momento pela CBF.
- Muito pelo contrário, me orgulho muito. Devemos ter no futebol brasileiro uns 50 excelentes profissionais. Se sou o segundo, estou bem colocado. E sou o segundo (atrás) do Muricy, que admiro muito como pessoa. Durante a semana, a questão foi encaminhada entre Muricy e Mano, Mano e Muricy... Não tenho de analisar por que o primeiro convite não teve sequência. O segundo foi feito para mim, e estou feliz e orgulhoso. Levei em consideração o que é preciso se levar neste trabalho - comentou Mano.
A apresentação oficial está marcada para segunda-feira, às 16h, em um hotel na Zona Sul no Rio de Janeiro. No mesmo dia, Mano Menezes anunciará sua primeira convocação, já que o Brasil tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Amistosos serão bastante comuns até a Copa de 2014, já que, por ser o país sede do Mundial, o Brasil não precisa participar das eliminatórias. Até lá, a Seleção disputará duas competições oficiais: a Copa América, em 2011, na Argentina, e a Copa das Confederações, em 2013, no Brasil.
Mano Menezes será o responsável por fazer a reformulação da equipe, que nas duas últimas Copas do Mundo, na Alemanha e na África do Sul, parou nas quartas de final. Segundo o presidente Ricardo Teixeira, essa primeira convocação do ex-corintiano terá uma base formada por jogadores que atuam no Brasil.
- Chego para ser técnico da Seleção com muito orgulho. A maioria dos técnicos do Brasil gostaria de estar no meu lugar e isso dá ideia do quão importante é o cargo. Vim escrevendo uma trajetória e pensava em um dia chegar à Seleção Brasileira. Acho que foi mais rápido do que pensava. Mas tenho por linha não fugir de convites importantes e aceitar novos desafios. Passa-se todo o tempo se preparando para uma situação grandiosa e essa é a mais grandiosa de todas. E isso é motivo de orgulho muito grande.
Mano Menezes disse "sim". Após a recusa de Muricy Ramalho, que preferiu seguir no Fluminense, o técnico do Corinthians afirmou na manhã de sábado, em uma rápida entrevista coletiva, no Parque São Jorge, que aceita o convite para ser o substituto de Dunga e ter como objetivo a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
- Como vocês já têm conhecimento, ontem por volta das 19h30m ou 20h, recebi convite oficial da CBF para assumir oficialmente o comando técnico da Seleção. Tivemos uma conversa longa, Ricardo Teixeira e eu, e ele me expôs aquilo que a CBF tem como ideia para o projeto de 2014. Fiz questionamentos importantes, que entendi que deveriam ser feitos para uma análise mais longa, e pedi a ele depois da conversa, com a razão que sempre tento colocar nas minhas decisões, que pudesse encaminhar uma posição oficial a partir de agora. E é isso que vim aqui fazer: confirmar. Eu aceito o convite que o presidente me fez. Vamos ter a partir de agora o encaminhamento de algumas outras situações, porque vocês vão entender que, para mim, o fato é novo desde a noite de ontem. Para todo o Brasil, a partir de agora, digo que aceito o convite - anunciou.
Durante a entrevista, os jogadores Ronaldo, Elias, Dentinho, Julio Cesar, Roberto Carlos, Iarley e Alessandro invadiram a sala de imprensa do Parque São Jorge para cumprimentá-lo. Ao lado, o presidente Andrés Sanches, que contratou o treinador no fim de 2007, logo após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, acompanhava tudo com os olhos marejados.
Questionado sobre o fato de ter aceitado o convite logo depois da recusa de Muricy Ramalho, que preferiu permanecer no Fluminense, Mano afirmou que não se sentiu preterido num primeiro momento pela CBF.
- Muito pelo contrário, me orgulho muito. Devemos ter no futebol brasileiro uns 50 excelentes profissionais. Se sou o segundo, estou bem colocado. E sou o segundo (atrás) do Muricy, que admiro muito como pessoa. Durante a semana, a questão foi encaminhada entre Muricy e Mano, Mano e Muricy... Não tenho de analisar por que o primeiro convite não teve sequência. O segundo foi feito para mim, e estou feliz e orgulhoso. Levei em consideração o que é preciso se levar neste trabalho - comentou Mano.
A apresentação oficial está marcada para segunda-feira, às 16h, em um hotel na Zona Sul no Rio de Janeiro. No mesmo dia, Mano Menezes anunciará sua primeira convocação, já que o Brasil tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jérsei.
Amistosos serão bastante comuns até a Copa de 2014, já que, por ser o país sede do Mundial, o Brasil não precisa participar das eliminatórias. Até lá, a Seleção disputará duas competições oficiais: a Copa América, em 2011, na Argentina, e a Copa das Confederações, em 2013, no Brasil.
Mano Menezes será o responsável por fazer a reformulação da equipe, que nas duas últimas Copas do Mundo, na Alemanha e na África do Sul, parou nas quartas de final. Segundo o presidente Ricardo Teixeira, essa primeira convocação do ex-corintiano terá uma base formada por jogadores que atuam no Brasil.
- Chego para ser técnico da Seleção com muito orgulho. A maioria dos técnicos do Brasil gostaria de estar no meu lugar e isso dá ideia do quão importante é o cargo. Vim escrevendo uma trajetória e pensava em um dia chegar à Seleção Brasileira. Acho que foi mais rápido do que pensava. Mas tenho por linha não fugir de convites importantes e aceitar novos desafios. Passa-se todo o tempo se preparando para uma situação grandiosa e essa é a mais grandiosa de todas. E isso é motivo de orgulho muito grande.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Parreira, Mano Menezes, Caetano e a CBF
Fala Galera
O técnico Mano Menezes, do Corinthians, 48 anos, gaúcho de Passo do Sobrado, parece ser mesmo o escolhido para liderar em campo o processo de renovação da seleção brasileira.
O anúncio oficial deverá será feito nesta sexta-feira (dia 23) e com o técnico deverá ser anunciada a nova estrutura do departamento de seleções da CBF, com Carlos Alberto Parreira na direção.
Sidnei Lobo, que trabalha com Mano Menezes desde 2005, assumiria o cargo de auxiliar-técnico, e Rodrigo Caetano, executivo de futebol do Vasco, seria o novo gerente das divisões de base da CBF.
Parreira e Mano Menezes trabalharam juntos no Internacional, em 2001, quando o atual treinador do Corinthians era o técnico dos juniores do time da Beira Rio.
E Rodrigo Caetano foi quem levou Mano Menezes para o Grêmio, elaborando com ele o trabalho de remontagem do time tricolor que reergueu o clube à Série A do Brasileiro, em 2005.
É provável que os novos profissionais possam dividir suas funções com a CBF até dezembro, o que evitaria o desgaste de Ricardo Teixeira com Corinthians e Vasco, clubes aliados à entidade que dirige.
A seleção tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra a Irlanda, em New Jersey, e deverá fechar o ano no dia 17 de novembro, enfrentando a seleção de Mararona, em Doha, no Catar.
É pelo menos a intenção da Kentaro, empresa suíça, que detém os direitos de imagens das duas seleções.
Entre Mano e Muryci, eu prefiro Muryci! Mas desejo um excelente trabalho para o Mano!
E vocês, gostaram desta escolha?
Saudações,
Michel Macedo
O técnico Mano Menezes, do Corinthians, 48 anos, gaúcho de Passo do Sobrado, parece ser mesmo o escolhido para liderar em campo o processo de renovação da seleção brasileira.
O anúncio oficial deverá será feito nesta sexta-feira (dia 23) e com o técnico deverá ser anunciada a nova estrutura do departamento de seleções da CBF, com Carlos Alberto Parreira na direção.
Sidnei Lobo, que trabalha com Mano Menezes desde 2005, assumiria o cargo de auxiliar-técnico, e Rodrigo Caetano, executivo de futebol do Vasco, seria o novo gerente das divisões de base da CBF.
Parreira e Mano Menezes trabalharam juntos no Internacional, em 2001, quando o atual treinador do Corinthians era o técnico dos juniores do time da Beira Rio.
E Rodrigo Caetano foi quem levou Mano Menezes para o Grêmio, elaborando com ele o trabalho de remontagem do time tricolor que reergueu o clube à Série A do Brasileiro, em 2005.
É provável que os novos profissionais possam dividir suas funções com a CBF até dezembro, o que evitaria o desgaste de Ricardo Teixeira com Corinthians e Vasco, clubes aliados à entidade que dirige.
A seleção tem amistoso marcado para o dia 10 de agosto, contra a Irlanda, em New Jersey, e deverá fechar o ano no dia 17 de novembro, enfrentando a seleção de Mararona, em Doha, no Catar.
É pelo menos a intenção da Kentaro, empresa suíça, que detém os direitos de imagens das duas seleções.
Entre Mano e Muryci, eu prefiro Muryci! Mas desejo um excelente trabalho para o Mano!
E vocês, gostaram desta escolha?
Saudações,
Michel Macedo
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terça-feira, 6 de julho de 2010
'Dunga, a culpa é tua!' é o mais novo funk dos bailes do Rio
Fala Galera
O funkeiro MC Bellot resolveu protestar contra a participação brasileira na Copa do Mundo colocando a culpa no técnico Dunga. O novo hit critica as ausências de Ganso e Neymar e lamenta as ofensas aos jornalistas, entre outras coisas. Confira abaixo:
Saudações,
Michel Macedo
O funkeiro MC Bellot resolveu protestar contra a participação brasileira na Copa do Mundo colocando a culpa no técnico Dunga. O novo hit critica as ausências de Ganso e Neymar e lamenta as ofensas aos jornalistas, entre outras coisas. Confira abaixo:
Saudações,
Michel Macedo
A eliminação do Brasil no Lego
Fala Galera
Muito legal. Não a eliminação, óbvio. Legal é o vídeo. Confira:
Saudações,
Michel Macedo
Muito legal. Não a eliminação, óbvio. Legal é o vídeo. Confira:
Saudações,
Michel Macedo
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Charges Copa
Fala Galera
Segue duas pequenas charges da Copa 2010:
Saudações,
Michel Macedo
Segue duas pequenas charges da Copa 2010:
Dieta Básica para Canarinhos:
Nova Novela:
Saudações,
Michel Macedo
Entenda a lesão que pode tirar o meia Elano da Copa do Mundo
Fala Galera
O Brasil entra em campo na próxima sexta-feira, dia 2 de julho, contra a Holanda, pelas quartas de final da Copa do Mundo e não terá em campo um dos seus principais jogadores. O meio-campista Elano está afastado por causa de uma contusão sofrida ainda na segunda partida do Mundial, contra a Costa do Marfim, dia 20 de junho.
Em entrevista, o médico da Seleção, José Luíz Runco, informou que o jogador terá que permanecer mais tempo do que o previsto em tratamento devido a um edema ósseo.
Para entender mais sobre o assunto, o ortopedista e traumatologista Marcos Britto da Silva, que também é especialista em medicina esportiva, comentou sobre a lesão do camisa sete da seleção.
O que é um edema ósseo, e como isso pode prejudicar um atleta?
Naquele momento, assistindo ao jogo, já imaginei que pudesse ter ocorrido este tipo de lesão. Eu prefiro chamar de contusão óssea, que é um diagnóstico relativamente recente e surgiu com a maior investigação feita após contusões e lesões nos atletas com o exame de ressonância nuclear magnética.
Acontece pelo fato da região metafisária (região próxima às articulações nos ossos longos como o fêmur e a tíbia) ter uma grande quantidade de trabeculado ósseo. Rompendo somente algumas trabéculas o osso não perde a forma e não mostra uma fratura na radiografia simples. Essa é uma causa frequente de dor crônica periarticular pós-contusão.
Então ele não teve uma fratura, é apenas um desconforto?
Sim. Quando se quebra uma trabécula, como no caso do Elano, é como se estivesse quebrando um reboco de uma parede. Ela continua inteira, sem nenhum dano, mas um pouco arranhada na superfície.
Ele deve ser poupado por causa do esforço exigido em uma partida, e à exposição a outros tipos de pancadas?
O jogador está liberado para andar, até correr, pelo que entendi, mas quando este tipo de lesão ocorre, o maior problema é a sobrecarga no osso, o que pode gerar dor. Bater o pé no campo ou desacelerar o corpo pode aumentar a pressão na região lesionada e incomodar o atleta. Ali existe um processo inflamatório na região subcutânea e eventualmente um stress no tornozelo, mas não posso afirmar com certeza, pois não vi os exames.
Como é feito o processo de recuperação?
Em geral o tratamento consiste em evitar a carga sobre o membro machucado. A contusão óssea em geral não apresenta traço de fratura mesmo após algumas semanas. O processo de recuperação é à base de medicação oral, gelo e bandagem.
Arriscaria algum tipo de previsão para o retorno do atleta?
Um atleta tem mais capacidade de resistência à dor e, muitas vezes, a recuperação é mais rápida do que em pessoas comuns. Não existe nenhum tipo de intervenção para sanar este edema, é preciso esperar a evolução, que pode demorar até três semanas, em lesões pequenas.
Saudações,
Michel Macedo
O Brasil entra em campo na próxima sexta-feira, dia 2 de julho, contra a Holanda, pelas quartas de final da Copa do Mundo e não terá em campo um dos seus principais jogadores. O meio-campista Elano está afastado por causa de uma contusão sofrida ainda na segunda partida do Mundial, contra a Costa do Marfim, dia 20 de junho.
Em entrevista, o médico da Seleção, José Luíz Runco, informou que o jogador terá que permanecer mais tempo do que o previsto em tratamento devido a um edema ósseo.
Para entender mais sobre o assunto, o ortopedista e traumatologista Marcos Britto da Silva, que também é especialista em medicina esportiva, comentou sobre a lesão do camisa sete da seleção.
O que é um edema ósseo, e como isso pode prejudicar um atleta?
Naquele momento, assistindo ao jogo, já imaginei que pudesse ter ocorrido este tipo de lesão. Eu prefiro chamar de contusão óssea, que é um diagnóstico relativamente recente e surgiu com a maior investigação feita após contusões e lesões nos atletas com o exame de ressonância nuclear magnética.
Acontece pelo fato da região metafisária (região próxima às articulações nos ossos longos como o fêmur e a tíbia) ter uma grande quantidade de trabeculado ósseo. Rompendo somente algumas trabéculas o osso não perde a forma e não mostra uma fratura na radiografia simples. Essa é uma causa frequente de dor crônica periarticular pós-contusão.
Então ele não teve uma fratura, é apenas um desconforto?
Sim. Quando se quebra uma trabécula, como no caso do Elano, é como se estivesse quebrando um reboco de uma parede. Ela continua inteira, sem nenhum dano, mas um pouco arranhada na superfície.
Ele deve ser poupado por causa do esforço exigido em uma partida, e à exposição a outros tipos de pancadas?
O jogador está liberado para andar, até correr, pelo que entendi, mas quando este tipo de lesão ocorre, o maior problema é a sobrecarga no osso, o que pode gerar dor. Bater o pé no campo ou desacelerar o corpo pode aumentar a pressão na região lesionada e incomodar o atleta. Ali existe um processo inflamatório na região subcutânea e eventualmente um stress no tornozelo, mas não posso afirmar com certeza, pois não vi os exames.
Como é feito o processo de recuperação?
Em geral o tratamento consiste em evitar a carga sobre o membro machucado. A contusão óssea em geral não apresenta traço de fratura mesmo após algumas semanas. O processo de recuperação é à base de medicação oral, gelo e bandagem.
Arriscaria algum tipo de previsão para o retorno do atleta?
Um atleta tem mais capacidade de resistência à dor e, muitas vezes, a recuperação é mais rápida do que em pessoas comuns. Não existe nenhum tipo de intervenção para sanar este edema, é preciso esperar a evolução, que pode demorar até três semanas, em lesões pequenas.
Saudações,
Michel Macedo
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Saiba tudo sobre as rivalidades que marcam as quartas de final
Fala Galera
Está cada vez mais próxima, para oito seleções, a chance de vencer a Copa do Mundo. Nada menos que 12 dos 18 títulos mundiais ainda estão em campo, o que dá o tom sobre as rivalidades e a força dos jogos que teremos pela frente na África do Sul.
Abaixo, jogo a jogo qual é a história dos confrontos que vão determinar os quatro países semifinalistas.
Confira:
Uruguai x Gana: duelo inédito
Jamais houve um confronto entre Uruguai e Gana na história do futebol. Em sua 11ª participação, os uruguaios enfrentarão um país africano pela terceira vez. Uma foi neste Mundial na vitória sobre 3 a 0 sobre a África do Sul e outro confronto ocorreu em 2002, contra Senegal, e acabou empatado por 3 a 3. Os ganenses só enfrentaram um país sul-americano, na sua primeira participação em 2006: derrota por 3 a 0 para o Brasil.
Bicampeão, o Uruguai chega pela quarta vez a um jogo de quartas de final. Em suas três participações anteriores, obteve duas vitórias (1954 e 70) e uma derrota (66). Gana já tem sua melhor participação em Copas ao passar da fase de oitavas.
Alemanha x Argentina: inimigos íntimos
Adversários em duas finais consecutivas de Copa, 1986 e 90, alemães e argentinos fazem duelo de cinco títulos mundiais em jogo. Até hoje, foram três duelos em Copas do Mundo: a Argentina venceu a decisão de 86 e levou o troco no Mundial seguinte. Em 2006, a Alemanha levou jogo para os pênaltis após empate por 1 a 1 e avançou graças ao goleiro Jens Lehmann.
Em números gerais, são 18 confrontos entre os dois países e a vantagem está nas mãos da Argentina, que venceu oito vezes e perdeu cinco - também ocorreram cinco empates. No último dia 3 de março, os argentinos enfrentaram os alemães em Munique e venceram por 1 a 0. Higuaín, um dos artilheiros do Mundial até aqui, fez o gol.
Holanda x Brasil: vantagem está com brasileiros
Para chegar até a semifinal, a equipe de Dunga terá pela frente um velho conhecido. A Holanda encara o Brasil pela quarta vez na história das Copas. Nos confrontos anteriores, os holandeses venceram por 2 a 0 em 1974, mas os brasileiros deram o troco em 94 em triunfo por 3 a 2, também nas quartas de final.
O tira-teima ocorreu quatro anos depois, na semifinal: após empate por 1 a 1 no tempo normal, Taffarel brilhou nos pênaltis e levou a Seleção para a final, mas o título acabaria nas mãos da França.
No total, são 10 jogos entre Brasil e Holanda, com quatro vitórias de brasileiros e ainda dois empates. O último confronto entre os países foi há quase 11 anos: em 9 de outubro de 1999, ambos se pegaram em Amsterdã e o duelo acabou em 2 a 2. Cafu, Roberto Carlos, Bergkamp e Zenden fizeram os gols.
Paraguai x Espanha: quase sempre jogo duro
Espanhóis e paraguaios se enfrentaram por duas Copas seguidas, o que fez surgir uma certa rivalidade entre os países. A primeira vez foi em 1998 e o duelo acabou empatado em 0 a 0. Na chave que ficou marcada como o da morte naquele Mundial, porém, Paraguai avançou às oitavas e a favorita Espanha caiu na fase de grupos.
Logo quatro anos depois, o sorteio recolocou os dois países na mesma chave. A Espanha venceu por 3 a 1 e ambos avançaram para as oitavas. O jogo não é de boa lembrança para Puyol, que marcou um gol contra para os paraguaios. Só houve mais um jogo entre os dois países: foi em outubro de 2002 e terminou empatado em 0 a 0.
Só uma vez em sua história a Espanha conseguiu terminar um Mundial entre os quatro melhores: foi em 1950, na Copa disputada no Brasil, quando acabou em terceiro. Paraguai, por sua vez, realiza sua melhor campanha da história.
Saudações,
Michel Macedo
Está cada vez mais próxima, para oito seleções, a chance de vencer a Copa do Mundo. Nada menos que 12 dos 18 títulos mundiais ainda estão em campo, o que dá o tom sobre as rivalidades e a força dos jogos que teremos pela frente na África do Sul.
Abaixo, jogo a jogo qual é a história dos confrontos que vão determinar os quatro países semifinalistas.
Confira:
Uruguai x Gana: duelo inédito
Jamais houve um confronto entre Uruguai e Gana na história do futebol. Em sua 11ª participação, os uruguaios enfrentarão um país africano pela terceira vez. Uma foi neste Mundial na vitória sobre 3 a 0 sobre a África do Sul e outro confronto ocorreu em 2002, contra Senegal, e acabou empatado por 3 a 3. Os ganenses só enfrentaram um país sul-americano, na sua primeira participação em 2006: derrota por 3 a 0 para o Brasil.
Bicampeão, o Uruguai chega pela quarta vez a um jogo de quartas de final. Em suas três participações anteriores, obteve duas vitórias (1954 e 70) e uma derrota (66). Gana já tem sua melhor participação em Copas ao passar da fase de oitavas.
Alemanha x Argentina: inimigos íntimos
Adversários em duas finais consecutivas de Copa, 1986 e 90, alemães e argentinos fazem duelo de cinco títulos mundiais em jogo. Até hoje, foram três duelos em Copas do Mundo: a Argentina venceu a decisão de 86 e levou o troco no Mundial seguinte. Em 2006, a Alemanha levou jogo para os pênaltis após empate por 1 a 1 e avançou graças ao goleiro Jens Lehmann.
Em números gerais, são 18 confrontos entre os dois países e a vantagem está nas mãos da Argentina, que venceu oito vezes e perdeu cinco - também ocorreram cinco empates. No último dia 3 de março, os argentinos enfrentaram os alemães em Munique e venceram por 1 a 0. Higuaín, um dos artilheiros do Mundial até aqui, fez o gol.
Holanda x Brasil: vantagem está com brasileiros
Para chegar até a semifinal, a equipe de Dunga terá pela frente um velho conhecido. A Holanda encara o Brasil pela quarta vez na história das Copas. Nos confrontos anteriores, os holandeses venceram por 2 a 0 em 1974, mas os brasileiros deram o troco em 94 em triunfo por 3 a 2, também nas quartas de final.
O tira-teima ocorreu quatro anos depois, na semifinal: após empate por 1 a 1 no tempo normal, Taffarel brilhou nos pênaltis e levou a Seleção para a final, mas o título acabaria nas mãos da França.
No total, são 10 jogos entre Brasil e Holanda, com quatro vitórias de brasileiros e ainda dois empates. O último confronto entre os países foi há quase 11 anos: em 9 de outubro de 1999, ambos se pegaram em Amsterdã e o duelo acabou em 2 a 2. Cafu, Roberto Carlos, Bergkamp e Zenden fizeram os gols.
Paraguai x Espanha: quase sempre jogo duro
Espanhóis e paraguaios se enfrentaram por duas Copas seguidas, o que fez surgir uma certa rivalidade entre os países. A primeira vez foi em 1998 e o duelo acabou empatado em 0 a 0. Na chave que ficou marcada como o da morte naquele Mundial, porém, Paraguai avançou às oitavas e a favorita Espanha caiu na fase de grupos.
Logo quatro anos depois, o sorteio recolocou os dois países na mesma chave. A Espanha venceu por 3 a 1 e ambos avançaram para as oitavas. O jogo não é de boa lembrança para Puyol, que marcou um gol contra para os paraguaios. Só houve mais um jogo entre os dois países: foi em outubro de 2002 e terminou empatado em 0 a 0.
Só uma vez em sua história a Espanha conseguiu terminar um Mundial entre os quatro melhores: foi em 1950, na Copa disputada no Brasil, quando acabou em terceiro. Paraguai, por sua vez, realiza sua melhor campanha da história.
Saudações,
Michel Macedo
Mundial da África vira "Copa América" e vê declínio europeu
Fala Galera
Com as classificações de Uruguai, Brasil, Argentina e Paraguai para as quartas de final do Mundial, as seleções sul-americanas alcançaram sua melhor participação em todos os tempos nesta fase do torneio e pela primeira vez na história são maioria entre os oito finalistas de um Mundial.
Em 80 anos de disputa, jamais os países da América do Sul superaram os europeus em quantidade de equipes nas quartas de final, mesmo que as duas regiões estejam empatadas em nove títulos. Os troféus estão distribuídos entre Brasil (cinco), Itália (quatro), Alemanha (três), Argentina e Uruguai (dois) e Inglaterra e França (um).
A superioridade histórica dos times do Velho Continente entre os finalistas é justificável. Em 2010, por exemplo, 53 seleções jogaram pelas Eliminatórias Europeias e lutaram por 13 vagas na Copa, enquanto no território sul-americano apenas 10 duelaram por quatro lugares - e um quinto time disputou a repescagem com o quarto lugar da Concacaf.
Sucesso da América do Sul e fracasso da Europa:
Nas 19 edições anteriores dos Mundiais, o máximo de equipes sul-americanas presentes entre os oito finalistas foram três, no torneio de 1970. Brasil, Uruguai e Peru chegaram a essa etapa, ao lado de Inglaterra, União Soviética, Alemanha Ocidental, Itália e do anfitrião México, do norte da América.
Os europeus, por sua vez, amarguraram seu pior desempenho. Apenas Holanda, Alemanha e Espanha estão nas quartas de final na África do Sul, superando negativamente o número de representantes de 70 e 2002. Na Copa da Ásia, por sinal, aconteceu a maior diversificação de continentes entre os oito primeiros colocados.
Na ocasião, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Turquia representaram o Velho Continente, além dos africanos de Senegal, da anfitriã asiática Coreia do Sul, do sul-americano e futuro campeão Brasil e dos norte-americanos dos Estados Unidos.
Semifinal sul-americana:
Existe ainda a possibilidade de todos os semifinalistas serem da América, pois nenhum deles se confronta nas quartas. O fato seria inédito, já que jamais quatro seleções de fora da Europa estiveram entre os quatro primeiros colocados do Mundial.
Isso aconteceu com as seleções europeias em 1934 (Itália, Checoslováquia, Alemanha e Áustria); em 1966 (Inglaterra, Alemanha Ocidental, Portugal e União Soviética); em 1982 (Itália, Alemanha Ocidental, Polônia e França); e em 2006 (Itália, França, Alemanha e Portugal).
Confira abaixo a relação de todas as Copas com o número de europeus e sul-americanos nas quartas de final:
1930 - Não houve fase de quartas de final. Semifinais: América do Sul (2), Europa (1), América do Norte (1)
1934 - Europa (8)
1938 - Europa (6), América do Sul (1), América Central (1)
1950 - Não houve fase de quartas de final. Quadrangular: Europa (2), América do Sul (2)
1954 - Europa (6), América do Sul (2)
1958 - Europa (7), América do Sul (1)
1962 - Europa (6), América do Sul (2)
1966 - Europa (5), América do Sul (2), Ásia (1)
1970 - Europa (4), América do Sul (3), América do Norte (1)
1974 - Europa (6), América do Sul (2),
1978 - Europa (5), América do Sul (3)
1982 - Não houve fase de quartas de final. Segunda fase (12 equipes): Europa (10), América do Sul (2)
1986 - Europa (5), América do Sul (2), América do Norte (1)
1990 - Europa (6), América do Sul (1), África (1)
1994 - Europa (7), América do Sul (1)
1998 - Europa (6), América do Sul (2)
2002 - Europa (4), América do Sul (1), África (1), Ásia (1), América do Norte (1)
2006 - Europa (6), América do Sul (2)
2010 - América do Sul (4), Europa (3), África (1)
Saudações,
Michel Macedo
Com as classificações de Uruguai, Brasil, Argentina e Paraguai para as quartas de final do Mundial, as seleções sul-americanas alcançaram sua melhor participação em todos os tempos nesta fase do torneio e pela primeira vez na história são maioria entre os oito finalistas de um Mundial.
Em 80 anos de disputa, jamais os países da América do Sul superaram os europeus em quantidade de equipes nas quartas de final, mesmo que as duas regiões estejam empatadas em nove títulos. Os troféus estão distribuídos entre Brasil (cinco), Itália (quatro), Alemanha (três), Argentina e Uruguai (dois) e Inglaterra e França (um).
A superioridade histórica dos times do Velho Continente entre os finalistas é justificável. Em 2010, por exemplo, 53 seleções jogaram pelas Eliminatórias Europeias e lutaram por 13 vagas na Copa, enquanto no território sul-americano apenas 10 duelaram por quatro lugares - e um quinto time disputou a repescagem com o quarto lugar da Concacaf.
Sucesso da América do Sul e fracasso da Europa:
Nas 19 edições anteriores dos Mundiais, o máximo de equipes sul-americanas presentes entre os oito finalistas foram três, no torneio de 1970. Brasil, Uruguai e Peru chegaram a essa etapa, ao lado de Inglaterra, União Soviética, Alemanha Ocidental, Itália e do anfitrião México, do norte da América.
Os europeus, por sua vez, amarguraram seu pior desempenho. Apenas Holanda, Alemanha e Espanha estão nas quartas de final na África do Sul, superando negativamente o número de representantes de 70 e 2002. Na Copa da Ásia, por sinal, aconteceu a maior diversificação de continentes entre os oito primeiros colocados.
Na ocasião, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Turquia representaram o Velho Continente, além dos africanos de Senegal, da anfitriã asiática Coreia do Sul, do sul-americano e futuro campeão Brasil e dos norte-americanos dos Estados Unidos.
Semifinal sul-americana:
Existe ainda a possibilidade de todos os semifinalistas serem da América, pois nenhum deles se confronta nas quartas. O fato seria inédito, já que jamais quatro seleções de fora da Europa estiveram entre os quatro primeiros colocados do Mundial.
Isso aconteceu com as seleções europeias em 1934 (Itália, Checoslováquia, Alemanha e Áustria); em 1966 (Inglaterra, Alemanha Ocidental, Portugal e União Soviética); em 1982 (Itália, Alemanha Ocidental, Polônia e França); e em 2006 (Itália, França, Alemanha e Portugal).
Confira abaixo a relação de todas as Copas com o número de europeus e sul-americanos nas quartas de final:
1930 - Não houve fase de quartas de final. Semifinais: América do Sul (2), Europa (1), América do Norte (1)
1934 - Europa (8)
1938 - Europa (6), América do Sul (1), América Central (1)
1950 - Não houve fase de quartas de final. Quadrangular: Europa (2), América do Sul (2)
1954 - Europa (6), América do Sul (2)
1958 - Europa (7), América do Sul (1)
1962 - Europa (6), América do Sul (2)
1966 - Europa (5), América do Sul (2), Ásia (1)
1970 - Europa (4), América do Sul (3), América do Norte (1)
1974 - Europa (6), América do Sul (2),
1978 - Europa (5), América do Sul (3)
1982 - Não houve fase de quartas de final. Segunda fase (12 equipes): Europa (10), América do Sul (2)
1986 - Europa (5), América do Sul (2), América do Norte (1)
1990 - Europa (6), América do Sul (1), África (1)
1994 - Europa (7), América do Sul (1)
1998 - Europa (6), América do Sul (2)
2002 - Europa (4), América do Sul (1), África (1), Ásia (1), América do Norte (1)
2006 - Europa (6), América do Sul (2)
2010 - América do Sul (4), Europa (3), África (1)
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Por que o Brasil ganhou tão fácil
Fala Galera
Essa brincadeira eu peguei no Twitter.
Olhem por que o Brasil ganhou fácil do Chile...kkkkkk
É ele mesmo, Mick Jegger (editado é claro...rsrsrsrs)
Saudações,
Michel Macedo
Essa brincadeira eu peguei no Twitter.
Olhem por que o Brasil ganhou fácil do Chile...kkkkkk
É ele mesmo, Mick Jegger (editado é claro...rsrsrsrs)
Saudações,
Michel Macedo
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Defesa da Holanda só levou gols de pênalti na Copa
Fala Galera
A Holanda vem se destacando essencialmente nessa Copa do Mundo por seus jogadores de frente. Nomes como Van Persie, Robben e Sneijder são os mais comentados e são tidos como os grandes responsáveis pelo bom desempenho da equipe laranja, a única 100% do Mundial - junto com a Argentina.
Porém, o que pouco se destacou até agora é o sistema defensivo do time holandês. Até o momento, são apenas dois gols sofridos, e nenhum deles foi marcado com bola rolando.
Contra Camarões, Samuel Eto'o fez o gol de empate, na vitória da Holanda por 2 a 1, mas este fora marcado de pênalti, assim como o gol de Vittek, na vitória contra a Eslováquia, também por 2 a 1, no último minuto da partida.
Este se torna mais um obstáculo para a Seleção Brasileira, que enfrenta o time holandês na próxima sexta-feira, às 11h (horário de Brasília), em Port Elizabeth.
Saudações,
Michel Macedo
A Holanda vem se destacando essencialmente nessa Copa do Mundo por seus jogadores de frente. Nomes como Van Persie, Robben e Sneijder são os mais comentados e são tidos como os grandes responsáveis pelo bom desempenho da equipe laranja, a única 100% do Mundial - junto com a Argentina.
Porém, o que pouco se destacou até agora é o sistema defensivo do time holandês. Até o momento, são apenas dois gols sofridos, e nenhum deles foi marcado com bola rolando.
Contra Camarões, Samuel Eto'o fez o gol de empate, na vitória da Holanda por 2 a 1, mas este fora marcado de pênalti, assim como o gol de Vittek, na vitória contra a Eslováquia, também por 2 a 1, no último minuto da partida.
Este se torna mais um obstáculo para a Seleção Brasileira, que enfrenta o time holandês na próxima sexta-feira, às 11h (horário de Brasília), em Port Elizabeth.
Saudações,
Michel Macedo
Brasil defende invencibilidade de 36 anos diante da Holanda
Fala Galera
A Seleção Brasileira colocará em jogo na próxima sexta-feira, em Port Elizabeth, uma invencibilidade de 36 anos contra a Holanda. As duas equipes se enfrentam no Estádio Nelson Mandela Bay pelas quartas de final da Copa do Mundo.
A última derrota diante do time europeu foi no Mundial de 1974, na Alemanha. Na ocasião, os holandeses venceram por 2 a 0 e terminaram a competição daquele ano com o vice-campeonato.
De lá para cá, foram sete jogos, com três vitórias do Brasil e quatro empates. Os europeus só venceram em mais uma oportunidade na história: 1 a 0 em amistoso disputado em 1963, em Amsterdã.
A Holanda quer se vingar das eliminações nas Copas do Mundo de 1994 e 1998, ambas com Dunga como capitão. Nos Estados Unidos, o Brasil venceu por 3 a 2, em jogo emocionante decidido com um gol de falta de Branco. Na sequência, conquistou o tetracampeonato.
Quatro anos depois, na França, as equipes se enfrentaram na semifinal. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, Taffarel, atual observador da Seleção na África do Sul, defendeu dois pênaltis e o time avançou à decisão, sendo derrotado pelos donos da casa.
O vencedor do duelo entre Brasil e Holanda encara Uruguai ou Gana em uma das semifinais do Mundial 2010. Do outro lado da chave, o duelo Alemanha x Argentina já está definido. Os outros dois classificados serão os vencedores de Paraguai x Japão e Espanha x Portugal, que jogam nesta terça-feira.
Saudações,
Michel Macedo
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6o Jogos das Oitavas - Brasil x Chile
Fala Galera
Brasil faz 3 no Chile e avança para prova de fogo contra Holanda
Brasil 3 x 0 Chile
O Brasil não foi brilhante, mas jogou o suficiente para bater a boa seleção Chilena por 3x0 ontem no estádio Ellis Park, em Johannesburgo. E terá pela frente o adversário, teoricamente, mais difícil até agora - a Holanda, na sexta-feira, em Port Elizabeth, às 11h (de Brasília). Juan, Luís Fabiano e Robinho balançaram as redes.
Junto com a Argentina, a Holanda é a outra única equipe com 100% de aproveitamento até agora na competição. Venceu Dinamarca (2 a 0), Japão (1 a 0) e Camarões (2 a 1) na primeira fase. Nas oitavas, passou pela Eslováquia (2 a 1). Sem esquecer que conta ainda com o crescimento de produção do craque Robben, recuperado de lesão.
O vencedor de Brasil x Holanda enfrentará no dia 6 de julho, na Cidade do Cabo, o vencedor do duelo entre Uruguai e Gana, marcado também para a sexta-feira, em Johannesburgo, às 15h30 (de Brasília).
Contra os chilenos, Dunga precisou escalar Daniel Alves e Ramires nas vagas do volante Felipe Melo e do meia Elano, que ainda se recuperam de lesões. Já o técnico argentino Marcelo Bielsa mostrou que não estava blefando e colocou a seleção chilena no ataque, tendo montado o time titular com quatro jogadores ofensivos.
Depois de ter enfrentado adversários retrancados na primeira fase - vitórias sobre Coreia do Norte (2 a 1) e Costa do Marfim (3 a 1), além de empate com Portugal (0 a 0) -, o Brasil finalmente encontrou o espaço em campo que tanto queria. Apesar do jogo aberto, a Seleção novamente não foi brilhante na criação.
Precisou de uma bola parada para abrir o placar, com o zagueiro Juan, que aproveitou cobrança de escanteio. No segundo gol, sim, uma jogada bem trabalhada. Triangulação que começou com Robinho, contou com bela assistência de Kaká e terminou com o gol de Luís Fabiano depois do drible no goleiro Bravo. Tudo ainda no primeiro tempo.
O passe para o gol foi o melhor que fez o craque Kaká, que ainda não mostrou o futebol de quem já foi o melhor do mundo. E, depois da expulsão contra a Costa do Marfim e da suspensão cumprida, o meia voltou a levar um cartão amarelo.
Já Robinho, poupado contra Portugal por causa de dores musculares, tinha uma atuação apagada até balançar a rede no segundo tempo, depois de bela jogada individual e assistência de Ramires. Depois, o meio-campista levou seu segundo amarelo na competição e não poderá ser escalado contra a Holanda.
Com o gol, Luís Fabiano se manteve na briga pela artilharia. Higuaín (Argentina) e Vittek (Eslováquia) lideram com quatro gols cada, enquanto o brasileiro divide a segunda posição com mais cinco goleadores: David Villa (Espanha), Gyan (Gana), Luis Suárez (Uruguai), Thomas Müller (Alemanha) e Donovan (Estados Unidos) - este último já eliminado.
Ontem o meio de campo ficou mais solto com Ramires e Daniel Alves. O meia do Benfica é tão melhor que Felipe Mello que arrancou desespero nos Twitters ao receber o segundo cartão amarelo e perder a chance de enfrentar a Holanda. E, no ataque, mais uma vez faltou o brilho de Kaka e a regularidade de Robinho. Mas, assim mesmo, funcionaram no lance do gol de Luis Fabiano – e Robinho completou o placar. Basicamente, o Brasil jogou bem. Fez papel de grande contra pequeno emergente. O placar final, clássico e inapelável, não deixa rastros de duvida.
Agora, adora o futebol ofensivo, mas a Defesa do Brasil é muito forte. A melhor da Copa. A cada jogo disputado me encanto mais com o belo futebol de Lúcio e Juan, que deveriam vestir a Camisa 10 da Seleção.
Saudações,
Michel Macedo.
Brasil faz 3 no Chile e avança para prova de fogo contra Holanda
Brasil 3 x 0 Chile
O Brasil não foi brilhante, mas jogou o suficiente para bater a boa seleção Chilena por 3x0 ontem no estádio Ellis Park, em Johannesburgo. E terá pela frente o adversário, teoricamente, mais difícil até agora - a Holanda, na sexta-feira, em Port Elizabeth, às 11h (de Brasília). Juan, Luís Fabiano e Robinho balançaram as redes.
Junto com a Argentina, a Holanda é a outra única equipe com 100% de aproveitamento até agora na competição. Venceu Dinamarca (2 a 0), Japão (1 a 0) e Camarões (2 a 1) na primeira fase. Nas oitavas, passou pela Eslováquia (2 a 1). Sem esquecer que conta ainda com o crescimento de produção do craque Robben, recuperado de lesão.
O vencedor de Brasil x Holanda enfrentará no dia 6 de julho, na Cidade do Cabo, o vencedor do duelo entre Uruguai e Gana, marcado também para a sexta-feira, em Johannesburgo, às 15h30 (de Brasília).
Contra os chilenos, Dunga precisou escalar Daniel Alves e Ramires nas vagas do volante Felipe Melo e do meia Elano, que ainda se recuperam de lesões. Já o técnico argentino Marcelo Bielsa mostrou que não estava blefando e colocou a seleção chilena no ataque, tendo montado o time titular com quatro jogadores ofensivos.
Depois de ter enfrentado adversários retrancados na primeira fase - vitórias sobre Coreia do Norte (2 a 1) e Costa do Marfim (3 a 1), além de empate com Portugal (0 a 0) -, o Brasil finalmente encontrou o espaço em campo que tanto queria. Apesar do jogo aberto, a Seleção novamente não foi brilhante na criação.
Precisou de uma bola parada para abrir o placar, com o zagueiro Juan, que aproveitou cobrança de escanteio. No segundo gol, sim, uma jogada bem trabalhada. Triangulação que começou com Robinho, contou com bela assistência de Kaká e terminou com o gol de Luís Fabiano depois do drible no goleiro Bravo. Tudo ainda no primeiro tempo.
O passe para o gol foi o melhor que fez o craque Kaká, que ainda não mostrou o futebol de quem já foi o melhor do mundo. E, depois da expulsão contra a Costa do Marfim e da suspensão cumprida, o meia voltou a levar um cartão amarelo.
Já Robinho, poupado contra Portugal por causa de dores musculares, tinha uma atuação apagada até balançar a rede no segundo tempo, depois de bela jogada individual e assistência de Ramires. Depois, o meio-campista levou seu segundo amarelo na competição e não poderá ser escalado contra a Holanda.
Com o gol, Luís Fabiano se manteve na briga pela artilharia. Higuaín (Argentina) e Vittek (Eslováquia) lideram com quatro gols cada, enquanto o brasileiro divide a segunda posição com mais cinco goleadores: David Villa (Espanha), Gyan (Gana), Luis Suárez (Uruguai), Thomas Müller (Alemanha) e Donovan (Estados Unidos) - este último já eliminado.
Ontem o meio de campo ficou mais solto com Ramires e Daniel Alves. O meia do Benfica é tão melhor que Felipe Mello que arrancou desespero nos Twitters ao receber o segundo cartão amarelo e perder a chance de enfrentar a Holanda. E, no ataque, mais uma vez faltou o brilho de Kaka e a regularidade de Robinho. Mas, assim mesmo, funcionaram no lance do gol de Luis Fabiano – e Robinho completou o placar. Basicamente, o Brasil jogou bem. Fez papel de grande contra pequeno emergente. O placar final, clássico e inapelável, não deixa rastros de duvida.
Agora, adora o futebol ofensivo, mas a Defesa do Brasil é muito forte. A melhor da Copa. A cada jogo disputado me encanto mais com o belo futebol de Lúcio e Juan, que deveriam vestir a Camisa 10 da Seleção.
Saudações,
Michel Macedo.
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