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domingo, 3 de outubro de 2010

Casa de Bruno no Recreio vira prostíbulo de luxo

Fala Galera

Segue reportagem do Jornal EXTRA:


Quando os moradores do luxuoso condomínio Nova Barra, no Recreio dos Bandeirantes, viram o ex-goleiro do Flamengo Bruno ser preso, pensaram que os dias de maldição da casa que ele ocupava haviam chegado ao fim. Dois meses e 23 dias após a detenção do ex-jogador, o EXTRA torna público um fato que quem vive no Nova Barra já sabia: o local onde o atleta viveu se tornou um prostíbulo de luxo. Bruno está preso acusado pela morte de Eliza Samudio.


'Barra vips'

A missão da reportagem do EXTRA era entrar na ex-casa de Bruno. O primeiro passo foi localizar uma das prostitutas que usavam o local como ponto de atendimento. Após entrar no site “Barra vips” na internet, consegui falar com uma das meninas que trabalham na mansão. A moça, que atende pelo nome de Brenda, foi simpática e garantiu que o lugar era seguro. Marcou comigo, então, na porta de um supermercado, às 18h de ontem.

Após aguardar por ela por 20 minutos, o primeiro percalço. Brenda me disse que não podia me levar para o “privê” porque estava lotado. Queria me arrastar para um motel. Depois de muita insistência, consegui convencê-la a ir para o condomínio, alegando que eu não me incomodava em esperar na sala as outras garotas terminarem o serviço. Partimos a pé, então, para a casa. que já foi usada por Bruno.

Na guarita da segurança, Brenda foi recebida por um guarda-costas, que a cumprimentou parecendo conhecê-la bem. “Você é a Brenda, né?", disse o funcionário, demonstrando intimidade com a loura de atributos fartos. No caminho para a casa, perguntei qual era o valor cobrado pelo cafetão para ela usar o quarto. “Por R$ 50 as garotas de programa podem usufruir do cômodo por uma hora”, disse ela.

Casa mobiliada

Logo na entrada foi impossível não desviar o olhar para a piscina, a churrasqueira e o jardim suntuoso. Ao entrar no local, a primeira surpresa: a mobília parecia ser da época em que o goleiro habitava a casa. Havia, inclusive, um quarto com cama de solteiro, com paredes rosas e decorado com temas infantis. Subimos então para o segundo andar, e Brenda disse que eu podia usar o banheiro. Ao tentar abrir a porta, não consegui entrar. Surgiu, então, três meninas na faixa entre 21 e 25 anos.

Brenda me explicou que apenas dois dos quatro cômodos da casa são disponibilizados para atendimento. Um é para o cafetão ficar e o outro é o tal quarto de criança. Os cômodos possuem cama, armários embutidos e ar-condicionado.

Na saída, após pagar R$ 260 pedi para Brenda tirar fotos minhas na casa. Ela mesma tirou, mas pediu para não contar nada para o cafetão. Sim, existia um cafetão!

Agenciador

O tal “chefe” das moças ofereceu até a casa para que eu fizesse festinhas com meus amigos. “Mas as meninas são minhas”. Um fato curioso é que o agenciador aparentava pouco mais de 30 anos e andava de muletas pela casa.
 
Aluguel da casa custa R$ 6 mil


O Nova Barra é considerado um empreendimento de luxo na região, por ter sido o primeiro bairro planejado do Recreio dos Bandeirantes. É formado por prédios, casas, comércio, escola, lazer e segurança, nos moldes já construídos e vendidos com sucesso na Barra. Situado na altura do Km 16 de Avenida das Américas, o Nova Barra é composto por nove edifícios com 80 apartamentos, 144 casas, um centro médico e de conveniência.

Condomínio a R$ 500

O empreendimento, chamado de Nova Barra Residências, tem ainda vagas para visitantes, serviço de segurança 24 horas, ampla área de lazer, salão de festas, quadra poliesportiva, quadras de vôlei e tênis e uma ciclovia. Por toda a infraestrutura, o morador desembolsa cerca de R$ 500.

Rotatividade baixa

As casas são duplex, têm quatro quartos, duas suítes, quintal, piscina, churrasqueira e sauna. O imóvel mais barato é vendido a R$ 650 mil, mas, dependendo das melhorias, a casa pode ser vendida pelo dobro do preço. Apesar da baderna provocada pelos novos moradores da casa, antes alugada pelo jogador do Flamengo, a taxa de rotatividade do condomínio é baixa e, atualmente, não há nenhum imóvel disponível para venda. Segundo informações de vizinhos do goleiro, Bruno pagava R$ 6 mil de aluguel, mas ninguém sabe quem continua bancando a casa.

Uma propaganda enganosa

Garota de programa oferecida no ‘Barra Vips’ foi tratada no Photoshop


O Barra Vips Rio é um site de classificados que oferece anúncios de acompanhantes femininas maiores de idade, juntamente com seus números de telefone celular para contato e alguns dados pessoais. O anúncio de Brenda chama a atenção pelo fato de ela informar — em letras maiúsculas e em vermelho — que atende em local próprio. A maioria das 95 moças oferecidas no site não coloca tal informação, o que significa que o atendimento acontece em motéis e residências. Vale informar que a Brenda da vida real é bem diferente da modelo que aparece nas fotos. Fica claro, ao vê-la de perto, que as imagens passaram por tratamento.


Nota do Michel:
Essa o repórter gostou! Bela reportagem e ainda consumiu o material...rsrsrs
Agradeço ao amigo Alexandre de Quadros pelo envio da matéria!

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 17 de julho de 2010

Goleiro Bruno e outros - Poderes e responsabilidades

Fala Galera

Estava a um tempo para digitar um texto sério sobre o problema do Goleiro Bruno, ex-Flamengo. Pensei em várias coisas e até comecei a digitar, mas depois que li o texto de Gustavo Poli, tive que parar o meu e apenas reproduzir o dele, pois é PERFEITO. Bem a realidade dos Ídolos atuais, muitos com "poderes", mas sem responsabilidade.

Caso esteja sem tempo para ler agora, pois o texto é longo, guarde este link para ler um dia que estiver com tempo. Garanto que valerá a pena...

Poderes e responsabilidades

Quem acertou na mosca foi Ben, o tio de Peter Parker. Sabe, Peter Parker, aquele fotógrafo? Bom, pouco antes de expirar, Tio Ben olhou para seu sobrinho Pete e disse:


- Não se esqueça, Peter. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades.

Peter Parker, nas horas vagas conhecido como Homem-Aranha, levou a lição consigo por toda sua vida de herói de quadrinhos e telinhas e telonas. Pois é, tio Ben estava certo, mais que certo. E é essa a lição que nossos heróis modernos teimam em não entender ou aprender.

Vivemos a era da celebridade veloz – um tempo em que evidência vale dinheiro. Mais que isso, uma era em que a vida alheia se tornou um objeto de consumo. A narrativa da vida real substitui a ficção – seja numa jaula de BBB ou nas revistas de sorriso & botox que infestam as bancas de jornal. Fulana casou! Beltrana abriu seu apartamento! Sicrana emitiu um flato e moveu a sobrancelha!

No início deste ano, a Newsweek publicou um excelente artigo sobre o tema – que discutia até o valor artístico da “narrativa real” – com todos seus dribles e temperos. Mas isso é tema para outro debate. O que se discute aqui é a fronteira entre publicidade e privacidade. Nunca se viu um jogador de futebol ou sub-celebridade afim abrir seu apartamento e coração ou casamento e reclamar, correto? Mas quando o caldo entorna – ah, invasão, crime, ninguém pode sair na rua!

Vivemos também a era da conspiração full-time. A profusão de fóruns e blogs na internet alimenta e retro-alimenta nosso Fox Mulder interior. Em todo assunto debatido – seja ele Nardoni, Dourado, Dilma, dedo médio do Ronaldo ou Serra, existe aquele “algo estranho aí”. Tudo tem motivo oculto. Toda notícia publicada tem uma agenda. Se publicou, é por esse interesse. Se não publicou, ah, alguém segurou lá em cima. Como se houvesse sempre uma razão inconfessável – uma articulação nos bastidores – seja para convocar um Ronaldinho Gaúcho neymarizado… ou para destruir essa ou aquela reputação. Ao que parece, todo mundo desconfia mesmo que vivemos num cruzamento de Arquivo-X com Fringe – e que todos somos marionetes.

Talvez porque a era da notícia veloz favoreça o açodamento e desafie o jornalismo sério. Apurar, checar, confirmar informação não é tarefa simples. Requer trabalho e tempo. Por vezes, a notícia que prometia uma manchete sensacional se transforma em poeira depois de apurada e checada. E, na imprensa correta, poeira não é publicada . Por isso, a preguiça, quando falamos de jornalismo, é inimiga da seriedade. E parceira número um dos achocratas – os burocratas do achismo – que adoram um “ouvi falar” e um “teria sido”.

A tragédia que tem como pivô o goleiro Bruno traz uma lição. No início do ano, quando reportagens em diversos veículos no Rio de Janeiro, apontaram a vida desregrada que levavam alguns jogadores do Flamengo, a reação geral foi desconfiar da imprensa. Jogadores e torcedores (e até alguns colegas) criticaram um suposto jornalismo-de-perseguição. Sob essa ótica, não haveria nada de anormal na relação de Wagner Love e Adriano com traficantes. Nada demais nas festas com sexo exótico e bebida. No filme “8 milímetros”, Nicholas Cage é um detetive que mergulha no submundo para investigar o assassinato de uma atriz pornô. Numa das cenas, ele se olha no espelho e ouve sua voz, em off, dizendo:

- Se você dança com o demônio, o demônio não muda. Mas você muda.

Hoje, vale lembrar que muitos torcedores chegaram a dizer “querem derrubar o Flamengo” e sandices outras. Existe uma fronteira que separa o interesse público do privado, claro. Mas, quando o sujeito escolhe uma vida pública, essa fronteira é difícil de precisar. O caso de Adriano foi o mais criticado. Não interessaria, a priori, ao público esportivo, saber se havia anões besuntados e asnos na festa de ninguém. As preferências sexuais e zoológicas (ou zoológico-sexuais) de cada um… pertencem à esfera privada – embora possam indicar uma vida desregrada. Mas… dizer que que não é esportivamente relevante, por exemplo, saber que Adriano tinha uma serpentina de chope em casa… bom, zagallemos aqui – essa é difícil de engolir.

Vale a pena recapitular. Foi a imprensa que disse que Adriano tinha problema com bebida? Não. Foi ele mesmo – em carne imperial e osso. E depois a sua noiva, Joanna (“quando ele bebe, não sabe o que faz”). E depois o então vice de futebol de seu clube, Marcos Braz. Logo, se alguém que deixou de treinar 11 vezes – e ficou fora de jogos importantes por “problema público e notório”, alguém que “quando começa a beber não consegue parar”… tem uma serpentina de chope em casa… e isso não é relevante… é melhor voltarmos ao tempo dos focas amestrados – ou do jornalismo assessor de imprensa.

Ah, Williams brigou no bar, e daí? É, Cabañas também brigou no bar e – engraçado – você viu algum torcedor reclamar dessa notícia? Caro torcedor rubro-negro, qual foi sua reação quando Ronaldo teve seu entrevero com travestis? Ou quando sumiu na noite em Presidente Prudente? Conspiração também? Mas a teoria conspiratória não é o pior dos males. Ela é apenas ingênua. Pior é a teoria sub-sociológica – que enxergava nas reportagens sobre Adriano, Love e Bruno uma perseguição ao “negro e pobre que volta às origens”. Onde estava essa teoria quando o branco e rico Júlio Cesar apareceu no grampo com um traficante? Ou quando Edinho (negro e rico), filho de Pelé, foi preso?

Adriano cresceu na favela – e é mais que louvável sua relação com a Vila Cruzeiro. É um exemplo bacana – por dois lados. Primeiro, porque sublinha que dinheiro e luxo não compram a proverbial felicidade. Segundo, porque defende o próprio conceito de favela – e de favelado – vitima de tanto preconceito. O Imperador de chinelo e bermuda, sem camisa, soltando pipa, fazendo churrasco na laje… é uma imagem que diz muito para milhares de pessoas. Se parasse por aí, não haveria um senão. O problema é que não parou por aí.

Adriano foi criado com meninos que viraram bandidos. Isso é natural na cidade partida de São Sebastião. Ninguém precisa de telescópio para observar nossa tragédia social. Uma favela dominada pelo tráfico é uma fábrica de ilusões. Na favela, o traficante é sinônimo de sucesso; a arma é um símbolo de poder. E infância abreviada é a norma.

Façamos um breve corte para uma cena recente na favela da Rocinha. No início de março deste ano, a policia civil do Rio fez uma operação surpresa para capturar (ou matar) o chefe do tráfico no local, conhecido apenas como Nem. Houve tiroteio. Três helicópteros sobrevoaram a favela – atirando. Imagine por um instante uma criança nessa favela. Ela está acostumada com a vida regida pelo tráfico de drogas. Existem armas, um código de conduta particular – mas há relativa tranqüilidade. O que a policia traz quando invade essa favela? Tiroteio, barulho, desordem. Uma óbvia sensação de terror. Para essa criança, a polícia é um símbolo do mal. E o traficante representa o poder que ela conhece – com todos seus códigos particulares.

Claro, essa equação perversa só será desfeita quando as favelas voltarem a fazer parte da cidade oficial – quando houver polícia, saúde e educação dentro das comunidades. Enquanto isso não acontece, voltemos ao tio do Homem-Aranha. O jogador de futebol que deixou a pobreza é o cara que realmente deu certo – que através de um talento legal conseguiu sucesso, dinheiro e status. O poder dessa imagem é muito grande. Ben Parker puro: grandes poderes, grandes responsabilidades. Ah, mas eles não querem ser exemplos – dizem uns. Podem não querer – mas são. Simples assim: podem não querer – mas são.

Quando um jogador de futebol se relaciona com bandidos… ele está chancelando, na mente de cada criança (favelada ou não), o tráfico como uma coisa cool. Está dizendo “esse cara aqui é maneiro”, assinando embaixo de uma pretensa rebeldia contra o “sistema”. Dizendo “eu venci, esses caras aqui também… eles também derrotaram esse sistema vil que nos condena – nós, favelados; nós, meninos pobres – à pobreza e à falta de oportunidade”.

Cada menino da favela vive, desde pequeno, esse mundo duplo – a atração do tráfico, do tênis maneiro, do dinheiro fácil… contra o mundo despossuído, da educação ruim, do trabalho escasso, das oportunidades poucas. Qual o significado na mente dessas crianças dessa imagem? O símbolo do sucesso “lá fora” ao lado do símbolo do poder “aqui dentro”?

Nossos tristemente jovens traficantes – filhos da nossa fábrica social de bandidos – deixaram há algum tempo de ser apenas vítimas do sistema. Eles, infeliz regra geral, aprenderam cedo as regras da barbárie. Podemos lamentar a sina de cada senhor das moscas carioca – e entender que nada disso acontece por acaso. Mas ninguém obriga ninguém a ser bandido. É sempre uma escolha. É essa fronteira que nossos heróis modernos precisam entender. A cada passo pro lado de lá – o crime agradece, uma mãe na favela tem mais chance de ver seu menino escolher o rumo do status súbito, da grana rápida, do fascínio pelas armas.

Vagner Love é o maior doador do Natal sem Fome da Rocinha – e isso é elogiável. Mas alguém acha que ele foi ao Baile Funk para “visitar suas raízes”? Logo ele, que nasceu em Bangu? Ele tem todo direito de se divertir na favela – mas ele sabe, muito bem, que nenhuma celebridade vai a local assim sem conhecimento do chamado movimento. Ele sabia o que estava fazendo. Esse vínculo é o pior recado que um ídolo pode passar. A proximidade com o crime é sempre perigosa. É a frase de Nicholas Cage – o demônio não muda – mas você muda. O lastimável caso Bruno é algo completamente fora da curva – tem pouco a ver com futebol e muito com a ilusão da celebridade – dos poderes que o status de herói moderno traz – o hábito de viver longe das regras – seja acima ou abaixo delas.

No gibi número um do Homem-Aranha, acontece uma tragédia. O jovem Peter Parker, feliz com seus novos poderes, resolve ganhar dinheiro num festival de lutas. No caminho, vê um assalto, mas resolve não perseguir o ladrão, pensando “isso não é problema meu”. O mesmo bandido a seguir, assalta e atira em seu tio. Peter chega a tempo de ver o velho Ben Parker agonizando. E ouve, culpado, suas últimas palavras. Grandes poderes, grandes responsabilidades, Peter. Neste momento, no mundo maravilhoso da Marvel, o Homem-Aranha começa sua luta contra o crime.

Cada ídolo ou símbolo escolhe seu caminho. Você pode ser Pelé ou Maradona. Pode ser Michael Jackson ou Madonna. De alguma forma, você tocará milhares de pessoas – e de alguma forma elas serão influenciadas por suas mínimas atitudes – queira você ou não. Você pode não gostar disso, pode não querer isso, pode dizer “é minha vida, eu faço o que quiser”. Pode. É um direito. Quantos meninos estão olhando para suas camisas autografadas por Bruno, hoje, com horror?

Alguns escolhem a demagogia. Outros a hipocrisia. E há aqueles rebeldes quase sempre genuínos – como Romário. Todos são, afinal, humanos – erguidos por uma habilidade específica a um movediço panteão. Adriano e Vagner Love não são vilões modernos, pelo amor de todos os impérios (Bruno talvez seja, infelizmente). São ídolos imperfeitos – como Peter Parker, que deu de ombros. Dar de ombros tem preço, amigos. É essa lição que nossos heróis modernos precisam aprender.

Saudações,
Michel Macedo

Flamengo se afasta de Bruno e pede indenização

Fala Galera

O Flamengo tomou posição no caso do goleiro Bruno, rescindindo o contrato que os unia.

E como segundo ato moverá contra ele um processo por perdas e danos.

Esta pode ter sido a primeira bola dentro da presidente do clube, Patrícia Amorim.
A primeira, não, a segunda.

A primeira foi assumir que não entende patavinas de futebol, entregando a pasta para Zico, o ídolo maior.
De agora em diante, ele poderá lavar as mãos para os possíveis insucessos do time.

E, como fazem todos os dirigentes amadores, deixar a aparição para os momentos festivos.

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 10 de julho de 2010

DEPOIS DE BRUNO & MARRONE…

Fala Galera

Mais uma engraçada. Essa montagem ficou SHOW!!!!



Saudações,
Michel Macedo

Ironia do destino: quando jovem, Bruno defendeu time de penitenciária

Fala Galera

Destaque de escolinha aos 16 anos, goleiro fez parte de equipe de funcionários do presídio José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves





Em 2000, quando viu o talento precoce o colocar, com apenas 16 anos, em uma equipe que em sua maioria era formada por jogadores adultos, Bruno não tinha noção da peça que estava sendo pregada pelo destino em sua vida. Revelação da Escolinha de Futebol Palmeiras, o goleiro foi convidado para defender em algumas oportunidades a Associação de Funcionários da Penitenciária José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves, cidade onde nasceu.


Nos dez anos seguintes, Bruno cresceu, se profissionalizou e virou “o melhor goleiro do Brasil” para a torcida do Flamengo. Trocou o papel de promessa pelo de ídolo. Sonhou até mesmo com a seleção brasileira. Defendeu também Atlético-MG e Corinthians, e voltou a Minas Gerais. Voltou a vestir, nesta sexta-feira, o uniforme de uma penitenciária, a Nelson Hungria, em Nova Contagem. Só que dessa vez não como convidado, mas como acusado do desaparecimento da ex-amante, Eliza Samúdio, em um caso que envolve relatos estarrecedores e suspeita de assassinato.

Responsável pela primeira passagem de Bruno pela penitenciária, Edson Alves, o “Fera”, primeiro técnico de Bruno, lamenta a infeliz coincidência e torce para que o pupilo consiga mudar o destino.

- Nesse time tinha também fisioterapeuta, secretário de saúde, agente penitenciário, médico.... Era o time a Associação Esportiva Funcionários da Penitenciária, onde jogavam os filhos e funcionários. Além dos jovens que se destacavam na cidade. Com certeza é uma ironia do destino. Só espero que esse não seja o destino dele.

Ainda envolvido com projetos sociais e escolinhas infantis, Edson Alves se mostrou estarrecido com as notícias envolvendo Bruno.

- Torço para que ele não faça parte dessa história, para que não dê nada para ele. Vendo pela televisão até sofro. Se passar na televisão uma notícia de que o Lula foi preso, mesmo sem ter amizade, eu vou sentir o impacto. Imagine quando se trata de uma pessoa com quem convivi e sei que tem um potencial enorme. É chocante ligar a televisão e ver que o Bruno foi preso acusado de um assassinato.

Saudações,
Michel Macedo

Flamengo contabiliza prejuízos com o Caso Bruno


Fala Galera

A diretoria do Flamengo calcula ter perdido, por baixo, algo em torno de U$ 4 milhões com o envolvimento do goleiro Bruno no desaparecimento e morte da paranaense Eliza Samúdio.


Mas no aspecto desportivo o prejuízo também é grande.

Ainda no calor dos últimos acontecimentos, um dirigente rubro-negro disse que por mais instável que o atleta fosse, seu rendimento técnico era marcante.

- Por mais uns cinco anos não teríamos de nos preocupar com goleiro, advertiu.

Outro, mais revoltado, lamentava o fato de o clube ter cedido sua parte nos direitos federativos do atacante Diego Tardelli para quitação de uma promissória, já vencida, referente à aquisição do goleiro.

- O prejuízo, por enquanto, é incalculável. Bruno é o jogador mais valioso do nosso elenco _ concluiu.

Atordoados, os dois pediram para terem seus nomes preservados.


Saudações,
Michel Macedo

Saudações,
Michel Macedo

Goleiro Bruno Vazado...

Fala Galera

Enquanto isso, no campo do presídio…

Bangu 2 x 0 Flamengo

Fonte: Kibe Loco

Saudações,
Michel Macedo

E as Piadinhas contra Bruno não param...

Fala Galera

E o pessoal não para de enviar piadinhas....



Nova dupla Sertaneja:

Saudações,
Michel Macedo

Mais piadinhas com Bruno

Fala Galera

E o pessoal continua sem perdoar na Internet...


Saudações,
Michel Macedo

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Piadinhas Bruno

Fala Galera

Está feia a coisa para o Bruno.
E como a galera não perde tempo, segue algumas que já sairam na Rede:

- Qual a diferença entre o Bruno e o Ronaldo ex-Fenômeno?
Resposta: O que não mata engorda...

- Os times do RJ estão se reforçando para o reinício do Brasileirão. O Flamengo como atual campeão Brasileiro não pegou reforços, pois o time não está tão ruim, o que MATA é o goleiro....

- Novo filme do Mengão (agradecimento ao Leandro Macedo pelo envio):




Saudações,
Michel Macedo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Goleiro Bruno (Flamengo) Matador????

Fala Galera

Depois das perdas de Adriano e Vagner Love, o Flamengo está precisando de um "matador".
Será que o Bruno vai assumir esse posto????



Goleiro Bruno do Flamengo é suspeito da morte de Eliza, diz delegada


Investigações da DH de Contagem apontam que ele e mais dois amigos teriam espancado a jovem no sítio do jogador
 
Responsável pela investigação do desaparecimento da estudante Eliza Samudio, a delegada Alessandra Escobar, da Delegacia de Homicídios de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, disse, no início da tarde de sábado, acreditar que a jovem de 25 anos tenha morrido.


"Infelizmente, tudo indica que ela esteja morta. Vamos agora trabalhar para encontrar o corpo", afirmou a delegada.

Segundo a delegada, o goleiro Bruno é suspeito da morte de Eliza. Investigações da DH de Contagem apontam que ele e mais dois amigos teriam espancado a jovem no sítio do jogador do Flamengo. As roupas da estudante ainda teriam sido queimadas por Bruno no sítio.

Eliza está desaparecida há três semanas desde que contou a amigas que viajaria para Minas a pedido do goleiro Bruno, que seria pai de seu filho de quatro meses.


Ainda de acordo com a delegada, Bruno será chamado para prestar depoimento. Alessandra Escobar contou que a investigação começou na quinta-feira depois de uma denúncia de que a estudante havia sido violentamente espancada dentro do sítio do jogador.

Através de sua assessoria, Bruno disse não saber do paradeiro de Eliza nem do filho:


“Não tenho contato com essa mulher há mais de dois meses. Nunca a levei para Minas. Nas férias fui para minha fazenda com a Dayane, minha esposa, e minhas filhas. A Dayane continua lá, e eu voltei para treinar”, afirmou o goleiro.

A Polícia Civil mineira não fala sobre o caso. Mas a versão do jogador do Flamengo contradiz os depoimentos tomados ontem pela DH de Contagem. Três pessoas teriam dito que o bebê recém-nascido foi levado até a fazenda por um amigo do jogador, conhecido como Macarrão, no dia 7, e que permaneceu no local até o início da tarde ontem, aos cuidados de Dayane.

No fim da tarde, agentes estiveram no sítio e não encontraram nem o menino nem a mulher de Bruno.


Fonte: Jornal O Dia