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segunda-feira, 26 de julho de 2010

E o Flamengo novamente nas notícias policiais

Fala Galera

Acidente deve apressar rescisão de Denis Marques no Flamengo


Apesar de ter contrato até dezembro, atacante não aparece no clube desde junho. Amigo nega embriaguez e diz que jogador trafegava por 'rua apertada'


“Desaparecido” desde o dia 4 de junho, Denis Marques só voltou a dar notícias sobre o seu paradeiro na madrugada desta segunda-feira, quando se envolveu em um acidente de carro em Maceió. Só através da divulgação desta notícia que o Flamengo passou a saber onde estava o atacante, que tem contrato até dezembro. Adormecido desde a reapresentação do time durante a pausa do Brasileiro, o processo de rescisão com o jogador deve ser acelerado após a sua “aparição”.


Denis Marques não mantém contato com o Flamengo desde a véspera do jogo contra o Goiás, antes da competição ser paralisada para a Copa do Mundo. Na ocasião, ele alegou dores musculares na coxa esquerda para não participar do treino e, conseqüentemente, do jogo. Diante desta reação, o departamento médico rubro-negro traçou uma programação para o atacante, que deveria fazer um exame de imagem para constatar a gravidade da lesão e sessões de fisioterapia durante o período que o grupo estava liberado. O jogador, porém, não compareceu a todos estes compromissos. Denis Marques tem salário de aproximadamente R$ 130 mil mensais. O Flamengo chegou a comunicar que ele teria todos os dias descontados.

Foi aí que o Flamengo divulgou, dia 9 de junho, uma nota oficial comunicando que estava notificando Denis Marques com uma falta grave, abrindo discussão para a possibilidade de uma rescisão de contrato por justa causa. De nada adiantou e o atacante não só não entrou em contato com a diretoria, como também não se reapresentou junto com o grupo no dia 15 de junho. A partir daí, os dirigentes voltaram a tratar do assunto, admitindo que houve abandono de emprego por parte do jogador e que a rescisão unilateral era o caminho a ser seguido.

Mas como o Flamengo ainda deve cerca de US$ 150 mil ao Omiya Ardija, do Japão, ainda pelo empréstimo realizado em julho de 2009, o caso tomou outro rumo. Ao invés de uma briga na esfera judicial, os dirigentes rubro-negros buscaram um acordo com o clube japonês em que bastava pagar o valor para que o vínculo rubro-negro com Denis Marques fosse rompido. Com isso, o atacante poderia acertar um possível retorno ao Atlético-PR. Até agora, o Rubro-Negro ainda não quitou esta dívida.

Com a turbulência do caso envolvendo a prisão do goleiro Bruno, o Flamengo acabou deixando a situação envolvendo Denis Marques um pouco de lado. Com a sua aparição no acidente de carro em Alagoas, o clube agora deve agilizar todo este processo.

- Este assunto já vinha sendo tratado pelo Isaías (Tinoco, gerente de futebol) e pelo Michel (Asseff Filho, diretor jurídico). Já tínhamos notificado o clube japonês sobre tudo. Tem de ver como é que está o assunto, mas já foi resolvido – disse o diretor-executivo Zico, que já afirmou em outra oportunidade que o jogador não volta a atuar pelo Flamengo.

O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu contato com Isaías. Já Michel disse que ainda precisava se informar melhor sobre o caso com o gerente de futebol, e que até a noite desta segunda-feira poderá dar uma melhor posição sobre o assunto. Representante do clube japonês no Brasil, o empresário Eduardo Uram explicou que o contrato do jogador só ainda não foi rescindido porque ele havia desaparecido.

- Existia um acordo entre o Flamengo e o Omiya Ardija por uma rescisão prematura do contrato, mas isso não foi adiante porque ninguém conseguiu localizar o jogador e seu representante, que se chama Paulo Sérgio – explicou Uram.

Amigo de Denis Marques, o advogado Francisco Lima explicou ao GLOBOESPORTE.COM que o processo de rescisão com o Flamengo está adiantado. Sobre o acidente, ele negou que o atacante tenha ingerido bebidas alcoólicas. Segundo o coronel Mario da Hora, comandante do policiamento da capital alagoana, o jogador teve sua carteira de habilitação apreendida e que os policiais que conduziram o caso fizeram um termo de constatação de embriaguez.

- Falei com Denis tem poucos minutos. A rua onde ele estava trafegando é apertada e o que aconteceu foi um problema normal, que aconteceria com qualquer outra pessoa. Ele não estava embriagado e não tem nada a esconder. Ele já está bem. Sobre a situação com o Flamengo, eu sei que ela seria resolvida em breve e que estava sendo feita uma rescisão amigável. Quem cuida disso é o Paulo Sérgio – disse Francisco Lima.

O representante do atacante, Paulo Sergio, não foi encontrado pelo GLOBOESPORTE.COM.

Fonte: Globoesporte.com


Saudações,
Michel Macedo

Após 30 dias, campeão alagoano acha troféu desaparecido em enchente

Fala Galera

As fortes chuvas que caíram há um mês em Alagoas provocaram a destruição de parte da sede do Murici, clube que conquistou o Campeonato Alagoano deste ano.


Depois de 30 dias desaparecido, o troféu foi encontrado na manhã de domingo por moradores da Rua do Cajueiro, a mais de 500 metros da sede do clube. A taça está com alguns arranhões e uma pequena parte quebrada.

Se fosse a Taça Jules Rimet....

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 17 de julho de 2010

Goleiro Bruno e outros - Poderes e responsabilidades

Fala Galera

Estava a um tempo para digitar um texto sério sobre o problema do Goleiro Bruno, ex-Flamengo. Pensei em várias coisas e até comecei a digitar, mas depois que li o texto de Gustavo Poli, tive que parar o meu e apenas reproduzir o dele, pois é PERFEITO. Bem a realidade dos Ídolos atuais, muitos com "poderes", mas sem responsabilidade.

Caso esteja sem tempo para ler agora, pois o texto é longo, guarde este link para ler um dia que estiver com tempo. Garanto que valerá a pena...

Poderes e responsabilidades

Quem acertou na mosca foi Ben, o tio de Peter Parker. Sabe, Peter Parker, aquele fotógrafo? Bom, pouco antes de expirar, Tio Ben olhou para seu sobrinho Pete e disse:


- Não se esqueça, Peter. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades.

Peter Parker, nas horas vagas conhecido como Homem-Aranha, levou a lição consigo por toda sua vida de herói de quadrinhos e telinhas e telonas. Pois é, tio Ben estava certo, mais que certo. E é essa a lição que nossos heróis modernos teimam em não entender ou aprender.

Vivemos a era da celebridade veloz – um tempo em que evidência vale dinheiro. Mais que isso, uma era em que a vida alheia se tornou um objeto de consumo. A narrativa da vida real substitui a ficção – seja numa jaula de BBB ou nas revistas de sorriso & botox que infestam as bancas de jornal. Fulana casou! Beltrana abriu seu apartamento! Sicrana emitiu um flato e moveu a sobrancelha!

No início deste ano, a Newsweek publicou um excelente artigo sobre o tema – que discutia até o valor artístico da “narrativa real” – com todos seus dribles e temperos. Mas isso é tema para outro debate. O que se discute aqui é a fronteira entre publicidade e privacidade. Nunca se viu um jogador de futebol ou sub-celebridade afim abrir seu apartamento e coração ou casamento e reclamar, correto? Mas quando o caldo entorna – ah, invasão, crime, ninguém pode sair na rua!

Vivemos também a era da conspiração full-time. A profusão de fóruns e blogs na internet alimenta e retro-alimenta nosso Fox Mulder interior. Em todo assunto debatido – seja ele Nardoni, Dourado, Dilma, dedo médio do Ronaldo ou Serra, existe aquele “algo estranho aí”. Tudo tem motivo oculto. Toda notícia publicada tem uma agenda. Se publicou, é por esse interesse. Se não publicou, ah, alguém segurou lá em cima. Como se houvesse sempre uma razão inconfessável – uma articulação nos bastidores – seja para convocar um Ronaldinho Gaúcho neymarizado… ou para destruir essa ou aquela reputação. Ao que parece, todo mundo desconfia mesmo que vivemos num cruzamento de Arquivo-X com Fringe – e que todos somos marionetes.

Talvez porque a era da notícia veloz favoreça o açodamento e desafie o jornalismo sério. Apurar, checar, confirmar informação não é tarefa simples. Requer trabalho e tempo. Por vezes, a notícia que prometia uma manchete sensacional se transforma em poeira depois de apurada e checada. E, na imprensa correta, poeira não é publicada . Por isso, a preguiça, quando falamos de jornalismo, é inimiga da seriedade. E parceira número um dos achocratas – os burocratas do achismo – que adoram um “ouvi falar” e um “teria sido”.

A tragédia que tem como pivô o goleiro Bruno traz uma lição. No início do ano, quando reportagens em diversos veículos no Rio de Janeiro, apontaram a vida desregrada que levavam alguns jogadores do Flamengo, a reação geral foi desconfiar da imprensa. Jogadores e torcedores (e até alguns colegas) criticaram um suposto jornalismo-de-perseguição. Sob essa ótica, não haveria nada de anormal na relação de Wagner Love e Adriano com traficantes. Nada demais nas festas com sexo exótico e bebida. No filme “8 milímetros”, Nicholas Cage é um detetive que mergulha no submundo para investigar o assassinato de uma atriz pornô. Numa das cenas, ele se olha no espelho e ouve sua voz, em off, dizendo:

- Se você dança com o demônio, o demônio não muda. Mas você muda.

Hoje, vale lembrar que muitos torcedores chegaram a dizer “querem derrubar o Flamengo” e sandices outras. Existe uma fronteira que separa o interesse público do privado, claro. Mas, quando o sujeito escolhe uma vida pública, essa fronteira é difícil de precisar. O caso de Adriano foi o mais criticado. Não interessaria, a priori, ao público esportivo, saber se havia anões besuntados e asnos na festa de ninguém. As preferências sexuais e zoológicas (ou zoológico-sexuais) de cada um… pertencem à esfera privada – embora possam indicar uma vida desregrada. Mas… dizer que que não é esportivamente relevante, por exemplo, saber que Adriano tinha uma serpentina de chope em casa… bom, zagallemos aqui – essa é difícil de engolir.

Vale a pena recapitular. Foi a imprensa que disse que Adriano tinha problema com bebida? Não. Foi ele mesmo – em carne imperial e osso. E depois a sua noiva, Joanna (“quando ele bebe, não sabe o que faz”). E depois o então vice de futebol de seu clube, Marcos Braz. Logo, se alguém que deixou de treinar 11 vezes – e ficou fora de jogos importantes por “problema público e notório”, alguém que “quando começa a beber não consegue parar”… tem uma serpentina de chope em casa… e isso não é relevante… é melhor voltarmos ao tempo dos focas amestrados – ou do jornalismo assessor de imprensa.

Ah, Williams brigou no bar, e daí? É, Cabañas também brigou no bar e – engraçado – você viu algum torcedor reclamar dessa notícia? Caro torcedor rubro-negro, qual foi sua reação quando Ronaldo teve seu entrevero com travestis? Ou quando sumiu na noite em Presidente Prudente? Conspiração também? Mas a teoria conspiratória não é o pior dos males. Ela é apenas ingênua. Pior é a teoria sub-sociológica – que enxergava nas reportagens sobre Adriano, Love e Bruno uma perseguição ao “negro e pobre que volta às origens”. Onde estava essa teoria quando o branco e rico Júlio Cesar apareceu no grampo com um traficante? Ou quando Edinho (negro e rico), filho de Pelé, foi preso?

Adriano cresceu na favela – e é mais que louvável sua relação com a Vila Cruzeiro. É um exemplo bacana – por dois lados. Primeiro, porque sublinha que dinheiro e luxo não compram a proverbial felicidade. Segundo, porque defende o próprio conceito de favela – e de favelado – vitima de tanto preconceito. O Imperador de chinelo e bermuda, sem camisa, soltando pipa, fazendo churrasco na laje… é uma imagem que diz muito para milhares de pessoas. Se parasse por aí, não haveria um senão. O problema é que não parou por aí.

Adriano foi criado com meninos que viraram bandidos. Isso é natural na cidade partida de São Sebastião. Ninguém precisa de telescópio para observar nossa tragédia social. Uma favela dominada pelo tráfico é uma fábrica de ilusões. Na favela, o traficante é sinônimo de sucesso; a arma é um símbolo de poder. E infância abreviada é a norma.

Façamos um breve corte para uma cena recente na favela da Rocinha. No início de março deste ano, a policia civil do Rio fez uma operação surpresa para capturar (ou matar) o chefe do tráfico no local, conhecido apenas como Nem. Houve tiroteio. Três helicópteros sobrevoaram a favela – atirando. Imagine por um instante uma criança nessa favela. Ela está acostumada com a vida regida pelo tráfico de drogas. Existem armas, um código de conduta particular – mas há relativa tranqüilidade. O que a policia traz quando invade essa favela? Tiroteio, barulho, desordem. Uma óbvia sensação de terror. Para essa criança, a polícia é um símbolo do mal. E o traficante representa o poder que ela conhece – com todos seus códigos particulares.

Claro, essa equação perversa só será desfeita quando as favelas voltarem a fazer parte da cidade oficial – quando houver polícia, saúde e educação dentro das comunidades. Enquanto isso não acontece, voltemos ao tio do Homem-Aranha. O jogador de futebol que deixou a pobreza é o cara que realmente deu certo – que através de um talento legal conseguiu sucesso, dinheiro e status. O poder dessa imagem é muito grande. Ben Parker puro: grandes poderes, grandes responsabilidades. Ah, mas eles não querem ser exemplos – dizem uns. Podem não querer – mas são. Simples assim: podem não querer – mas são.

Quando um jogador de futebol se relaciona com bandidos… ele está chancelando, na mente de cada criança (favelada ou não), o tráfico como uma coisa cool. Está dizendo “esse cara aqui é maneiro”, assinando embaixo de uma pretensa rebeldia contra o “sistema”. Dizendo “eu venci, esses caras aqui também… eles também derrotaram esse sistema vil que nos condena – nós, favelados; nós, meninos pobres – à pobreza e à falta de oportunidade”.

Cada menino da favela vive, desde pequeno, esse mundo duplo – a atração do tráfico, do tênis maneiro, do dinheiro fácil… contra o mundo despossuído, da educação ruim, do trabalho escasso, das oportunidades poucas. Qual o significado na mente dessas crianças dessa imagem? O símbolo do sucesso “lá fora” ao lado do símbolo do poder “aqui dentro”?

Nossos tristemente jovens traficantes – filhos da nossa fábrica social de bandidos – deixaram há algum tempo de ser apenas vítimas do sistema. Eles, infeliz regra geral, aprenderam cedo as regras da barbárie. Podemos lamentar a sina de cada senhor das moscas carioca – e entender que nada disso acontece por acaso. Mas ninguém obriga ninguém a ser bandido. É sempre uma escolha. É essa fronteira que nossos heróis modernos precisam entender. A cada passo pro lado de lá – o crime agradece, uma mãe na favela tem mais chance de ver seu menino escolher o rumo do status súbito, da grana rápida, do fascínio pelas armas.

Vagner Love é o maior doador do Natal sem Fome da Rocinha – e isso é elogiável. Mas alguém acha que ele foi ao Baile Funk para “visitar suas raízes”? Logo ele, que nasceu em Bangu? Ele tem todo direito de se divertir na favela – mas ele sabe, muito bem, que nenhuma celebridade vai a local assim sem conhecimento do chamado movimento. Ele sabia o que estava fazendo. Esse vínculo é o pior recado que um ídolo pode passar. A proximidade com o crime é sempre perigosa. É a frase de Nicholas Cage – o demônio não muda – mas você muda. O lastimável caso Bruno é algo completamente fora da curva – tem pouco a ver com futebol e muito com a ilusão da celebridade – dos poderes que o status de herói moderno traz – o hábito de viver longe das regras – seja acima ou abaixo delas.

No gibi número um do Homem-Aranha, acontece uma tragédia. O jovem Peter Parker, feliz com seus novos poderes, resolve ganhar dinheiro num festival de lutas. No caminho, vê um assalto, mas resolve não perseguir o ladrão, pensando “isso não é problema meu”. O mesmo bandido a seguir, assalta e atira em seu tio. Peter chega a tempo de ver o velho Ben Parker agonizando. E ouve, culpado, suas últimas palavras. Grandes poderes, grandes responsabilidades, Peter. Neste momento, no mundo maravilhoso da Marvel, o Homem-Aranha começa sua luta contra o crime.

Cada ídolo ou símbolo escolhe seu caminho. Você pode ser Pelé ou Maradona. Pode ser Michael Jackson ou Madonna. De alguma forma, você tocará milhares de pessoas – e de alguma forma elas serão influenciadas por suas mínimas atitudes – queira você ou não. Você pode não gostar disso, pode não querer isso, pode dizer “é minha vida, eu faço o que quiser”. Pode. É um direito. Quantos meninos estão olhando para suas camisas autografadas por Bruno, hoje, com horror?

Alguns escolhem a demagogia. Outros a hipocrisia. E há aqueles rebeldes quase sempre genuínos – como Romário. Todos são, afinal, humanos – erguidos por uma habilidade específica a um movediço panteão. Adriano e Vagner Love não são vilões modernos, pelo amor de todos os impérios (Bruno talvez seja, infelizmente). São ídolos imperfeitos – como Peter Parker, que deu de ombros. Dar de ombros tem preço, amigos. É essa lição que nossos heróis modernos precisam aprender.

Saudações,
Michel Macedo

sábado, 10 de julho de 2010

Ironia do destino: quando jovem, Bruno defendeu time de penitenciária

Fala Galera

Destaque de escolinha aos 16 anos, goleiro fez parte de equipe de funcionários do presídio José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves





Em 2000, quando viu o talento precoce o colocar, com apenas 16 anos, em uma equipe que em sua maioria era formada por jogadores adultos, Bruno não tinha noção da peça que estava sendo pregada pelo destino em sua vida. Revelação da Escolinha de Futebol Palmeiras, o goleiro foi convidado para defender em algumas oportunidades a Associação de Funcionários da Penitenciária José Maria Alckmin, em Ribeirão das Neves, cidade onde nasceu.


Nos dez anos seguintes, Bruno cresceu, se profissionalizou e virou “o melhor goleiro do Brasil” para a torcida do Flamengo. Trocou o papel de promessa pelo de ídolo. Sonhou até mesmo com a seleção brasileira. Defendeu também Atlético-MG e Corinthians, e voltou a Minas Gerais. Voltou a vestir, nesta sexta-feira, o uniforme de uma penitenciária, a Nelson Hungria, em Nova Contagem. Só que dessa vez não como convidado, mas como acusado do desaparecimento da ex-amante, Eliza Samúdio, em um caso que envolve relatos estarrecedores e suspeita de assassinato.

Responsável pela primeira passagem de Bruno pela penitenciária, Edson Alves, o “Fera”, primeiro técnico de Bruno, lamenta a infeliz coincidência e torce para que o pupilo consiga mudar o destino.

- Nesse time tinha também fisioterapeuta, secretário de saúde, agente penitenciário, médico.... Era o time a Associação Esportiva Funcionários da Penitenciária, onde jogavam os filhos e funcionários. Além dos jovens que se destacavam na cidade. Com certeza é uma ironia do destino. Só espero que esse não seja o destino dele.

Ainda envolvido com projetos sociais e escolinhas infantis, Edson Alves se mostrou estarrecido com as notícias envolvendo Bruno.

- Torço para que ele não faça parte dessa história, para que não dê nada para ele. Vendo pela televisão até sofro. Se passar na televisão uma notícia de que o Lula foi preso, mesmo sem ter amizade, eu vou sentir o impacto. Imagine quando se trata de uma pessoa com quem convivi e sei que tem um potencial enorme. É chocante ligar a televisão e ver que o Bruno foi preso acusado de um assassinato.

Saudações,
Michel Macedo

E as Piadinhas contra Bruno não param...

Fala Galera

E o pessoal não para de enviar piadinhas....



Nova dupla Sertaneja:

Saudações,
Michel Macedo

Mais piadinhas com Bruno

Fala Galera

E o pessoal continua sem perdoar na Internet...


Saudações,
Michel Macedo

sábado, 8 de maio de 2010

Jogador morre após passar mal em partida da Série B do Carioca


O volante Fred, do Mesquita, morreu neste sábado em partida contra o Cabofriense, pela Série B do Campeonato Carioca. A tragédia aconteceu aos 33 minutos do primeiro tempo, quando o jogador caiu no gramado. Ele chegou a ser levado com vida para o Hospital Central de Emergência de Cabo Frio, mas sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

Fred, que também defendeu o America no estadual desse ano e na disputa da Série B do Rio no ano passado, sendo campeão pelo clube. Anteriormente, atuou pelo Resende, tinha 26 anos, e de acordo com a equipe médica do clube, ele estava treinando normalmente e não aparentava qualquer problema de saúde.

O Mecão, seu ex-clube, divulgou nota oficial: "Em todas as baterias de exames pelas quais o volante passou (no clube), nunca ficou evidenciado qualquer problema cardíaco".

Saudações,
Michel Macedo